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Capítulo 3: A Ilusão das Relações Raciais

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Lucas Ruiz Munhoz

on 10 May 2014

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Transcript of Capítulo 3: A Ilusão das Relações Raciais


“...Qualquer um que duvida dos males dessa mistura de raças, e se inclina, por mal-entendida filantropia, a botar abaixo todas as barreiras que se separam, venha ao Brasil.”

André João Antonil afirma:
Capítulo 3: A Ilusão das Relações Raciais

No início do século XIX o Brasil foi espaço para diversas teorias raciais.
A teoria do Conde de Goubineau, dizia que se caso a nação continuasse com seus hábitos de mestiçagem a nação seria extinta em menos de 200 anos.

A ameaça ao mulato e o mestiço no Brasil

A maioria dos outros pensadores diziam que a mestiçagem era um aspecto positivo - pois permite o embranquecimento da raça negra. Em ambos os casos há uma visão preconceituosa da mestiçagem.

Mas...

“...O Brasil não é um país dual onde se opera somente com uma lógica do dentro ou fora; do certo ou errado; do homem ou mulher; do casado ou separado; de Deus ou Diabo; do preto ou branco, nós temos um conjunto infinito e variado de categorias intermediárias em que o mulato representa uma cristalização perfeita.”

E novamente DaMatta afirma:
A discriminação racial confundia-se com o preconceito social.
A elite do país considerava o negro como "socialmente desajustado" acusando-o de ociosidade, imoralidade, estupidez e de responsabilidade pela disseminação de "debilidade mental" e doenças
Eram tidos como nocivos para saúde (social, mental e genética).
O racismo racial nos EUA
Ébano e Marfim
Direito – 1º Período

Alunos
Camila N. Lopez
Ketlyn M. A. Xavier
Letícia Dorneles
Lucas José R. M da S. Pereira


Obra: O que faz o Brasil, Brasil?
Autor: Roberto DaMatta
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