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Perspectivas socioculturais em CALL

PERSPECTIVAS SOCIOCULTURAIS EM CALL WARSCHAUER, M. Sociocultural perspectives on CALL. EGBERT, J. e PETRIE, G.M. CALL research perspectives. ESL and applied linguistics professional series. Nova Jersey: Lawrence Erlbaum, 2005. Capítulo 4. p. 41-49.
by

Denise Negreiros Soares

on 8 October 2010

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Transcript of Perspectivas socioculturais em CALL

PERSPECTIVAS SOCIOCULTURAIS EM CALL Steps to an Ecology of Mind de Gregory Bateson (1972) MEDIAÇÃO A teoria da atividade iniciou-se a partir dos trabalhos de Vygotsky e têm como princípio a ação de um sujeito mediada por uma ferramenta e destinada a um objetivo. Angel Pino, (1991) esclarece que além de Vygotsky, Luria e Leontiev, seus colaboradores, contribuiram para a expansão da Neuropsicologia e Neurolinguistica, cabendo a Leontiev a proposição da teoria da atividade. A relação histórica entre o sujeito e o seu objetivo, de maneira recíproca, é que determina o resultado final da ação, ou seja, a ação está condicionada ao modo como uma atividade é realizada e como ela se desenvolve e evolui, de maneira permanente. A TEORIA DA ATIVIDADE E A TRANSFORMAÇÃO PELA AÇÃO CALL MEDIAÇÃO APRENDIZAGEM SOCIAL ANÁLISE GENÉTICA ANÁLISE GENÉTICA APRENDIZAGEM SOCIAL Bakhtin aplicou os conceitos de ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) de Vygotsky para entender a interação linguística, especialmente como as pessoas aprendem ao incorporarem a linguagem dos outros ou ao responder às reações dos outros.

O conceito de aprendizagem social é valioso para a pesquisa na comunicação mediada por computador (CMC), pois nos ajuda a entender, por exemplo, como os aprendizes internalizam os 'chunks' (frases, colocações, etc.) na CMC e também como o processo de escrita se refina para uma audiência autêntica e com insumo proveniente dela.
MEDIAÇÃO Como as ferramentas de mediação transformam a atividade humana?

Em relação ao CALL, este princípio nos ajuda a entender como as novas tecnologias podem transformar formas primárias da atividade humana.
Sugere que somente podemos entender a aprendizagem de línguas mediada pelo computador (CALL) se a situarmos em contextos culturais, sociais e históricos mais amplos. Por exemplo, não entenderemos que tipo de MOTIVAÇÃO e de ATITUDES os aprendizes têm ao lidar com tecnologia a menos que entendamos a importância das novas tecnologias na SOCIEDADE e na ECONOMIA atualmente.
foco no estudo de CMC em
aprendizagem de línguas A pesquisa foi realizada em três contextos distintos:
Aulas de línguas com apoio de tecnologias:

Objetivo: investigar a implementação da aprendizagem de línguas com o uso do computador e online em diversas situações. Conclusões:

1)As atividades de ensino e aprendizagem eram elaboradas conforme as crenças e ideologias dos professores que tinham total apoio das instituições de ensino. Sendo assim, os professores faziam uso da tecnologia para transmitir esses valores ideológicos;

2)Os alunos se viam como aprendizes de línguas e de tecnologia, não somente de CALL; ou seja, eles percebiam uma aplicação prática da aprendizagem em suas vidas pessoais (expressão de sua cultura e de sua identidade) e profissionais;
3)Além da atividade ter sido relevante social e culturalmente, o uso do meio eletrônico foi apropriado para a atividade proposta. Exemplo: design de páginas da web atrativas e funcionais em vez da simples postagem de redações online. Aulas de línguas com apoio de tecnologias (Warschauer, 1999);
Usos informais das novas tecnologias fora da sala de aula pelos aprendizes de línguas (Lam, 2000 e 2003);
Intercâmbio telecolaborativo entre turmas (Thorne, 1999 e 2002). Usos informais das novas tecnologias fora da sala de aula pelos aprendizes de línguas:
Jovens imigrantes chineses nos Estados Unidos tiveram a linguagem que utilizavam online e suas práticas de letramento analisadas. Apesar das dificuldades que eles tinham ao usar o inglês na escola, todos os quatro ganharam status como usuários do inglês online, criando sites, comunicando-se via e-mail e MSN com falantes
Questão da autoria:
Os aprendizes podem não somente escrever textos como também reescrever as regras pelas quais os textos são elaborados. Essa habilidade combinada à audiência autêntica na comunicação online cria novas possibilidades de ‘agentividade’ (agency), ou seja, o poder de tomar atitudes com algum propósito e ver o resultado de suas decisões e escolhas.
de inglês como primeira e segunda língua em todo o mundo. Criando formas híbridas de linguagem eles também criavam e expressavam novas identidades, sem cunho nacional ou étnico, mas de interesses afins (ex.: fãs das animações japonesas criadas em um site por um dos quatro).
Intercâmbio telecolaborativo entre turmas: Aponta como uma determinada ferramenta de mediação pode ser significativa se for compatível com os padrões culturais dos usuários. Ex. a diferença no sentido do uso do e-mail para americanos e franceses – questão da autenticidade. Encaminhamentos futuros:
Áreas para pesquisa:

A aprendizagem de segunda língua e o uso de tecnologia: linguagem e letramento fora da escola e a correlação das atividades realizadas dentro e fora da escola, visando maximizar os benefícios da atividades realizadas em contextos não escolares;
Comparação dos usos de meios eletrônicos diferentes, explorando como as ferramentas podem modificar a interação lingüística (comunicação síncrona x comunicação assíncrona);


Letramento digital baseado no conceito de gênero. Entender melhor os gêneros digitais e os desafios ao utilizá-los;
Conclusão:

A teoria sociocultural poderá ser relacionada a uma vasta gama de perspectivas. Caberá ao pesquisador, a partir de uma ampla leitura, aplicar a perspectiva que melhor se enquadra ao seu objetivo, abordagem e perguntas de pesquisa.


O computador é apenas uma ferramenta para a aprendizagem de línguas ou a língua (no caso do inglês) é a ferramenta que possibilita o uso da tecnologia de informação?


Como toda ferramenta, a tecnologia media e transforma a atividade humana (cego e bengala).
Pesquisa em CALL
(perspectiva sociocultural) cultura letramento
identidade OBRIGADA!! WARSCHAUER, M. Sociocultural perspectives on CALL. EGBERT, J. e PETRIE, G.M. CALL research perspectives. ESL and applied linguistics professional series. Nova Jersey: Lawrence Erlbaum, 2005. Capítulo 4. p. 41-49.


DENISE NEGREIROS SOARES
UFF - 2010
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