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Migração Magreb para Europa

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by

Beatriz Silva

on 6 June 2014

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Transcript of Migração Magreb para Europa

Do Magreb para a Europa Ocidental constata-se a existência de 3 milhões de
imigrantes no final do século XX. Eles são dessa área do norte da África (o Magreb é
constituído por Marrocos, Saara Ocidental, Tunísia e Argélia, países com fortes ligações
com a França, em razão, por exemplo, de situação anterior de colonizados, como no
caso da Argélia) e se dirigiram à França, onde marcam muita presença em especial no
sul daquele país. Os países de onde saem os imigrantes, nesse caso, são países que
acumulam muitos problemas econômicos e políticos.

Nas antigas colónias europeias ocorreu nos anos 80 outro fenómeno importante: o empobrecimento generalizado das respectivas populações, o qual foi acompanhado de um forte surto demográfico. Continentes inteiros como a África mergulharam em catástrofes colectivas, guerras e fome sem fim. A única alternativa que resta a milhões de pessoas destes continentes é emigrarem para os países mais prósperos, buscando apoio nomeadamente nas suas antigas potências coloniais.
A multiplicidade de nações adjacentes fez da Economia da Europa uma das mais complexas do planeta.Durante séculos a Europa foi um dos maiores centros econômicos do planeta. Entre as causas, podemos citar como a principal sua condição geográfica. A localização entre a África e a Ásia, fez da região europeia um ponto de passagem obrigatório, e facilitou de forma substancial a absorção e irradiação dos conhecimentos, tecnologia e comércio de ambos continentes. Esta condição perdurou até ao século XX. No século XX, a Europa viu seu predomínio declinar em relação aos Estados Unidos, o Japão e, na fase final, a China. A Primeira e Segunda guerra mundial, travadas em seu território, a carência de energia, de petróleo, além de uma intensa rivalidade entre seus povos, representaram para o continente a perda de sua liderança econômica.


Migração Magreb para Europa
caracterização dos fluxos
As grandes etapas estratégicas da edificação do Magrebe econômico
- zona de comércio livre, união aduaneira, mercado comum e
harmonização das políticas dos Estados-membros - encontram-se,
desde já, adiadas. Nenhum dos prazos estipulados, designadamente o
estabelecimento de uma zona de comércio livre em 1992 e de uma união
aduaneira em 1995, foram cumpridos. As economias do Magrebe
oscilam ainda entre a aplicação de programas de ajustamento estrutural,
social e politicamente dispendiosos, e o incremento de uma integração
(comercial) transmediterrânica.
Mas se a harmonização econômica é escassa, a cooperação política
entre os Estados-Membros encontra-se minada por desentendimentos
regionais.
A imigração ilegal da África Ocidental com destino ao Magreb e UE não está a aumentar de forma alarmante, sendo o número de imigrantes subsaarianosDe acordo com o documento, da autoria do investigador Hein de Haas, "não há provas" de que o número de imigrantes ilegais da África Ocidental que se dirigem a região do Magreb - considerada porta de entrada para Europa - e território europeu "esteja a aumentar de forma alarmante".

"Apesar de nos últimos 15 anos se ter registado um aumento inegável da imigração legal e ilegal da África Ocidental para o Magreb e para a Europa, os fluxos migratórios para a Europa via África Subsaariana e Mediterrâneo não são tão grandes como actualmente se pensa", lê-se no relatório.

O documento salienta também que o número de imigrantes subsaarianos que chegaram aos principais países europeus de destino (cerca de 800 mil registados) - contra os 2,6 milhões de imigrantes do Norte de África - permanece "relativamente baixo", quando comparado "com os fluxos migratórios do Norte da África e Leste europeu". que entram na Europa ultrapassado pelas pessoas do Norte da África e Leste europeu.

além dos fluxos ocorrerem dos países pobres para os
países ricos, percebe-se um forte fluxo migratório da Europa (região que também atrai
imigrantes) para os Estados Unidos, num movimento entre economias desenvolvidas.
A região do Oriente Médio também merece destaque, por receber grande fluxo de
imigrantes devido à demanda por mão de obra relacionada à atividade petrolífera.
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