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Néstor Garcia Canclini

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by

Livia Takaki

on 21 May 2015

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Transcript of Néstor Garcia Canclini

0 + - = 9 8 7 1 2 3 4 5 6 c Principais Livros Publicados *Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade, 1990.
*Consumidores e cidadãos, 1995.
*Leitores, espectadores e internauta, 2008.
*A globalização imaginada, 2003.
*As Culturas Populares no Capitalismo, 1983. *Já publicou 314 artigos sobre temas de ciências sociais, filosofia, arte e investigação cultural em Espanhol, Inglês, Francês, Alemão e Português, em revistas acadêmicas.
*Apresentou documentos em conferências e reuniões científicas nos Estados Unidos, vários países europeus e latino-americanos. Entre outros, ele tem dado palestras em reuniões da UNESCO (1997.1998 e 2005), do BID (1999 e 2005), o segundo Congresso Europeu de latino-americanistas (1998) e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (2002).
*Professor Visitante
1983-Universidade de São Paulo, Brasil
1984-Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e CENECA, Santiago de Chile, Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Artes
1985-Universidade de Stanford, Califórnia, EUA
1986-Universidade de São Francisco
1989-Universidade do Texas em Austin
1991-Universidade Autónoma de Barcelona, Universidade de
1996-Universidade de Stanford (EUA)
1997-Duke University, na Califórnia. (Fevereiro), Universidade de Iowa
2001-Universidade de Paris, Sorbonne
2005-Universidade de Nova York •Cultura extraviada em suas definições...cultura “capitalista”, cultura “europeia”, cultura “medieval”, cultura “empresarial...Lasky (jornalista americano) diz que existe um risco e que isso pode causar uma dispersão de referências...
•Cultura é tornar complexo – Canclini não é a favor de que se estude a cultura de uma forma individual, fechada, mas que se estude a cultura, os povos de uma forma entrelaçada de forma que se entenda o “todo”. (Interculturalidade)
•Alfred kroeber e Clyde klukhohn (antropólogos) encontraram 300 maneiras de definir o termo cultura.
•Lasky recolheu em jornais alemães, ingleses e estadunidense 57 usos distintos do termo cultura. Isso mostra que o termo cultura está realmente extraviado.
•É a favor do conceito de cultura como um sistema de relações de sentido que identifica “diferenças, contrastes e comparações” (Interculturalidade), diferente do que outros estudiosos pensavam ou ainda pensam, ao ver cultura como um pacote de características.
•Multicultural- justaposição de tribos, grupos, etnias... Admite-se a diversidade de culturas, propõe políticas relativistas, supõe a aceitação do heterogêneo. As transformações recentes (mundo globalizado) fazem tremer a arquitetura da multiculturalidade. O Multicultural é como se colocasse as culturas lado a lado sem entrelaçá-las.
•Intercultural - seria o mais ideal para o mundo globalizado onde aceita-se que os diferentes são o que são..., entrelaçamento de culturas, tribos, etnias... Em outras palavras seria estudar as culturas de uma forma unitária, sem fazer acepções, sem colocá-las lado a lado, diferente do multicultural.
•Essas novas relações de interculturalidade estimula as revisões teóricas dos trabalhos antropológicos. O mundo está diferente, esta globalizado...muitos trabalhos antropológicos não foram pensados na forma dos dias atuais...
•Se hoje num time de futebol você tem jogadores de várias nacionalidades, no supermercado você tem comida japonesa,... , nas lojas produtos de vários países...então por que estudar as culturas paralelamente?
•Divirjo dos antropólogos para os quais a particularidade da sua disciplina consiste em assumir inteiramente o ponto de vista interno da cultura escolhida, e penso que grandes avanços desta ciência decorrem de ter sabido situar-se na interação entre culturas.
•Filósofo alemão Rickert distingui cultura e civilização - ilustração - um pedaço de mármore extraído de uma pedreira é um objeto de civilização, resultado de um conjunto de técnicas que permitem extrair esse material. Mas esse pedaço de mármore talhado por um artista torna-se cultura. O pedaço de mármore vai ter diferentes implicações dependendo da cultura. O rico – mesa de mármore, O índio- instrumento de caça
•O grande foco de Canclini é a interculturalidade- o estudo das ciências sociais não podem ser identidades separadas, culturas desconectadas, autônomas, as interações não serão compreendidas se as concebermos como simples justaposição. Estudar a cultura requer converter-se em especialista das interseções.
•Quais são hoje as principais narrativas quando falamos de cultura?
•Cotidiano: cultura é acúmulo de conhecimento e aptidões intelectuais e estéticas.
•Existe uma forma de simples de definir cultura - é aquilo criado por todos os homens em todas as sociedades e em todos os tempos. Toda sociedade tem cultura.
•Consequência dessa afirmação:
•Não há razões para que uma(s) cultura discrimine ou desqualifique outras culturas – daí você tem um relativismo cultural - cada cultura tem o direito de dotar-se das suas próprias formas de organização e estilos de vida, mesmo quando incluam aspectos que possam ser surpreendentes como sacrifício humano, poligamia, suicídio, formas diferentes de constituir família...Nessa forma de expressar cultura não podemos julgar baseado em nossa própria cultura. Alguém diz: você não pode me julgar meu estilo de vida é esse!
•Diante dessa interculturalidade o que é que nos homogeneíza? Tem sido uma tendência entre os antropólogos. Cultura x Consumismo *Organização individualista dos consumos tende a separar-nos, como cidadãos, da desigualdade e da solidariedade coletiva.
*Ao mesmo tempo, a expansão das comunicações e do consumo vem gerando associações de consumidores e lutas sociais (ainda que em grupos marginais) mais bem informadas sobre as condições nacionais e internacionais, são reflexos dos modos de consumo socialmente responsáveis.
*Consumir é participar de um cenário de disputas pelo que a sociedade produz e pelos modos de usá-lo. *O reconhecimento e a aceitação social dependem cada vez mais do consumo ou daquilo que se possua ou seja capaz de possuir.
Principais prêmios O livro capitalismo Culturas Populares (Edit. Nueva Imagen, México, 1978. Casa de las Américas, Havana, 1982), foi premiado com a Casa Teste das Américas 1981.
Guggenheim Fellowship Foundation para o período 1981-1982.
O livro Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade, (CNCA-Grijalbo, México, 1991) foi premiado com o Latin American Studies Association (LASA), o melhor livro em espanhol para a América Latina publicados no período 1991 - 1992.
Presidente herança de Excelência Nível I, da National Science & Technology Council (CONACYT), México, 1994-2002.
Prêmio Kostakowsky Lya ensaio literário americano, Cardoza Foundation e pelo livro americano Aragón procurando lugar neste século, Polity Press, Buenos Aires, 2002.
Emérito pesquisador do Sistema Nacional de Pesquisadores (SNI), no México.
Doutor Honoris Causa da Universidade Ricardo Palma, em Lima, Peru em 30 de julho de 2005.
III Reconhecimento de Humanidades e Ciências Sociais ITESM concedida pelo Instituto Tecnológico de Monterrey, em outubro de 2005.
Doutor Honoris Causa concedido pela Universidade Benemérito Puebla em 23 de novembro de 2005.
Doutor Honoris Causa pela Universidade de General San Martin, em Buenos Aires, Argentina, outubro de 2009. Implicação da obra de Canclini para a educação Nestor Garcia Canclini Consumo x Cultura Consumo como fator de construção de uma marca de pertencimento.
Ao consumir bens materiais ou simbólicos, os consumidores estariam tecendo as malhas do tecido social a que pertencem ou desejam pertencer, criando sua identidade.
Cidadania é assumida pelo sujeito quando ele se apropria coletivamente dos bens materiais e simbólicos, desenvolvendo o papel regulador do consumo em comunidade como forma de pertencimento. Ao selecionarmos e nos apropriarmos dos bens, seguimos uma definição do que consideramos publicamente valioso.
Consumo e cidadania de forma conjunta e inseparável, tomadas como processos culturais, encarando-os como práticas sociais que dão sentido de pertencimento.
Se eu consumo uma marca X, eu pertenço a um grupo. Se não consumo, estou a parte e sou hostilizado pelo grupo. Esta marca serve para identificar pessoas daquele grupo ou que se identifiquem com o mesmo.
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