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Terapia por Realidade Virtual na mobilidade e equilíbrio de idosos.

TCC
by

Juliana Sant Anna

on 24 April 2014

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Transcript of Terapia por Realidade Virtual na mobilidade e equilíbrio de idosos.

Epidemiologia
do
Envelhecimento
Terapia por realidade virtual
na mobilidade e equilíbrio funcional de idosos.

Ana Carolina Borges de Oliveira
Josimar Rodrigues dos Santos
Juliana Sant'Anna dos Santos

Prof. Dr. Tiago da Silva Alexandre
ORIENTADOR
ALUNOS
REVISÃO
DE
LITERATURA
Mecanismos de controle postural normal e o envelhecimento
Realidade Virtual e Reabilitação
JUSTIFICATIVA
INTRODUÇÃO
OBJETIVO
METODOLOGIA
TIPO DE
ESTUDO
POPULAÇÃO
DE ESTUDO
CRITÉRIOS
VARIÁVEIS
Ensaio Clínico
20 idosos
10
10

INCLUSÃO
EXCLUSÃO
60 ANOS OU MAIS
DEAMBULAR INDEPENDENTEMENTE
45 PONTOS OU MENOS NA BBS
TUGT > 13,5 s
MMSE < 20 - ANALFABETOS
< 25 - 1 a 4 ANOS
< 27 - 5 a 8 ANOS
< 28 - 9 a 11 ANOS
< 29 - + 11 ANOS
DIAGNÓSTICO CLÍNICO: PARKINSON, ALZHEIMER, AVE OU OUTRAS DOENÇAS NEUROLÓGICAS. LABIRINTOPATIAS COMO A VPPB E DOENÇA DE MENIÈRE. OSTEOARTROSE DE JOELHO OU QUADRIL.
E AQUELES QUE NÃO ACEITAREM PARTICIPAR DO ESTUDO.
DEPENDENTES
Mobilidade
Avaliada pelo TUGT
Equilíbrio
Avaliado pela BERG
INDEPENDENTES
Idade, sexo, escolaridade
HAS, DM, depressão,
escore do MMSE,
quedas nos últimos 12 meses, quase quedas, medo de cair, força de MMII e uso de dispositivo de auxílio à marcha.
É um instrumento validado e adaptado para aplicação no Brasil. Avalia o desempenho do
equilíbrio funcional
com base em
14 itens
comuns à vida diária.

A
pontuação máxima
que pode ser alcançada é de
56
e cada item possui uma escala ordinal de
cinco alternativas
que variam de
0 a 4 pontos
.

Os exercícios são agrupados em tarefas de:
transferência
(1, 4 e 5),
provas estacionárias
(2, 3, 6 e 7),
alcance funcional
(8),
componentes rotacionais
(9, 10 e 11) e
base de sustentação diminuída
(12, 13 e 14).
O Timed Up and Go é um teste de equilíbrio comumente usado para examinar a
mobilidade funcional
em idosos debilitados.

O teste requer que o sujeito se
levante de uma
cadeira, caminhe por três metros, vire, caminhe de volta e sente.
Pontuação TUGT
> 13,5 s
INTERVENÇÃO
AVALIAÇÃO
MMSE
- Cognição (exclusão)
BERG
- Equilíbrio funcional
TUGT
- Mobilidade e risco de quedas

Ficha de
TRIAGEM

INTERVENÇÃO
Grupo Experimental
15 sessões, 3x semana, 40'
Sendo 5' aquecimento
30' treinamento
5' desaquecimento
Kinect®
para
XBOX 360®
Grupo Controle
Palestra
Os pesquisadores aplicarão os seguintes testes:
REAVALIAÇÃO
Terminada a intervenção, ambos os grupos serão
reavaliados
da mesma forma pela
BERG
e
TUGT
.
ANÁLISE ESTATÍSTICA
Os dados serão processados por medidas de
tendência central
e
proporções
, assim como as comparações pré e pós intervenção serão realizadas, dependendo da distribuição dos dados, por testes
paramétricos
ou
não paramétricos
.
HIPÓTESE
A terapia por RV
melhora
o equilíbrio funcional e a mobilidade em idosos residentes no município de Pindamonhangaba.
Esse projeto
encontra- se sob avaliação do
Comite de Ética.
REFERÊNCIAS
1. Lebrão ML. O envelhecimento no Brasil: Aspectos da transição demográfica e epidemiológica. Saúde Coletiva. 2007;04(17):135-140.
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4. Lord SR, Sherrington C, Menz HB. Falls in older people: risk factors and strategies for prevention. 2001.
5. Shumway-Cook A, Woollacott MH. Controle Motor – teoria e aplicações práticas. 2ªed. Barueri: Manole; 2003.
6. Braga M. Realidade virtual e educação. Revista de biologia e ciências da terra. 2001;1(1).
7. Omran AR. The epidemiologic transition: a theory of the epidemiology of population change. 2005;83(4):731-57.
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9. Frenk J, Frejka T, Bobadilla JL, Stern C, Lozano R, Sepúlveda J, et al. La transisión epidemiológica en américa latina. Bol. Of Sanit Panam. 1991;111(6):485-496).
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11. Ramos LR. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo. Cad. Saúde Pública. 2003;19(3):793-798.
12. Lee HKM, Scudds RJ. Comparison of balance in older people with and without visual impairment. Age and Ageing. 2003;32(6):643-9.
13. Ruwer SL, Rossi AG, Simon LF. Equilíbrio no idoso. Rev Bras Otorrinilaringol. 2005;71(3): 298-303.
14. Silva KG. Efeitos de um treinamento com o Nintendo Wii sobre o equilíbrio postural e funções executivas de idosos saudáveis: um estudo clínico longitudinal, controlado e aleatorizado [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2013.
15. Cohen H, Blatchly CA, Gombash LL. A study of the clinical test of sensory interaction and balance. Phys Ther. 1993;73(6):346-354.
16. Simoceli L, Bittar RMS, Bottino MA, Bento RF. Perfil diagnóstico do idoso portador de desequilíbrio corporal: resultados preliminares. Rev Bras Otorrinolaringol 2003;69(6):772-777.


17. Xbox.com [internet]. Available from: http://www.xbox.com/pt-BR/Kinect/GetStarted.
18. Shih CH, Shih CT, Chiang MS. A new standing posture detector to enable people with multiple disabilities to control environmental stimulation by changing their standing posture through a commercial Wii Balance board. Research in developmental disabilities. 2010;31:281-286.
19. Clark RA, Bryant AL, Pua Y, McCrory P, Bennell K, Hunt M. Validity and reliability of the Nintendo Wii Balance board for assessment of standing balance. Gait and Posture. 2010; 31:307-310.
20. Mirelman A, Patritti BL, Bonato P, Deutsch JE. Effects of virtual reality training on gait biomechanics of individuals post-stroke. Gait and Posture. 2010;31(4):433-7.
21. Agmon MA, Perry CK, Phelan E, Demiris G, Nguyen HQ. A pilot study of Wii Fit Exergames to Improve Balance in Older Adults. Journal of Geriatric Physical Therapy. 2011;34(4):161-167.
22. Treml CJ, Filho FAK, Ciccarino RFL, Wegner RS, Saita CYS, Correa AG. O uso da plataforma Balance Board como recurso fisioterápico em idosos. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol. 2013;16(4):759-768.
23. Alves JC. Uso do Nintendo Wii como ferramenta de treinamento da funcionalidade, equilíbrio e qualidade de vida em idosos [monografia]. Muzambinho: Instituto federal de Educação, Ciência e Tecnologia da sul de Minas Gerais; 2013.
24. Rocha PR, Defavari AH, Brandão PS. Estudo da viabilidade da utilização do Kinect como ferramenta no atendimento fisioterapêutico de pacientes neurológicos. XI SBGames. Brasília. Game for change Full Papers ;2012.
25. Mussato R, Brandalize D, Brandalize M. Nintendo Wii® e seu efeito no equilíbrio e capacidade funcional de idosos saudáveis. R. bras. Ci. e Mov. 2012;20(2):68-75.
26. Kim JH, Jang SH, Kim CS, Jung JH, You JH. Use of virtual reality to enhance balance and ambulation in chronic stroke: a double-blind, randomized controlled study. Am. J. Phys. Med. Rehabil. 2009;88(9):693-701.
27. Barcala L, Colella F, Araújo MC, Salgado ASI, Oliveira CS. Análise do equilíbrio em pacientes hemiparéticos apos o treino com o programa Wii Fit. Fisioter Mov. 2011; 24(2):337-43.
28. You SH, Jang SH, Kim YH, Hallett M, Ahn SH, Kwon YH, et al. Virtual reality-induced cortical reorganization and associated locomotor recovery in chronic stroke: an experimenter-blind randomized study. Stroke. 2005;36(6):1166-71.
29. Deslandes A, Moraes H, Ferreira C, Veiga H, Silveira H, Mouta R, et al. Exercise and mental health: many reasons to move. Neuropsychobiology. 2009;59:191-8.
30. Balista VG. Sistema de Realidade Virtual para Avaliação e Reabilitação de Déficit Motor. XII SBGames Workshop on Virtual, Augmented Reality and Games Full papers. São Paulo; 2013.
31. Miyamoto ST, Junior IL, Berg KO, Ramos LR, Natour J. Brazilian version of the Berg balance scale. Brazilian Journal of Medical and Biological Research. 2004;37:1411-1421.
Envelhecimento populacional.
Alta
mortalidade
e
natalidade
Baixa
mortalidade
e
natalidade
À medida que o ser humano envelhece, os sistemas sensoriais responsáveis pelo controle postural são afetados pela própria
diminuição da reserva funcional
do idoso e/ou pelas
doenças
que acometem com frequência essa faixa etária, predispondo o indivíduo ao
desequilíbrio corporal e a quedas
, implicando também em uma
piora nas habilidades neuromotoras
.
QUEDAS
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Principal causa de
hospitalização
em pessoas com
65
anos ou mais.
Idosos podem começar a ter maior
dificuldade em lidar com o mundo
porque perdem algumas das capacidades de
ajuste de equilíbrio
.
Sendo assim, é importante estudar os efeitos da idade na capacidade de utilizar respostas posturais adequadas.
Surgiu com os
simuladores de vôo
da Força Aérea dos Estados Unidos, após a 2ª Guerra Mundial.

Inserido na indústria de
entretenimento
.

Reabilitação -
eficaz
em indivíduos com déficit neuromotor e/ou equilíbrio corporal prejudicado.
INTRODUÇÃO
Poucas são as evidências dos benefícios da reabilitação do equilíbrio e mobilidade utilizando a realidade virtual - por meio do console
XBOX 360®
com o
Kinect®
- principalmente em idosos, onde a instabilidade postural e as quedas são mais prevalentes.
Verificar o efeito da terapia por realidade virtual na mobilidade e no equilíbrio funcional de idosos residentes no Município de Pindamonhangaba – SP.
EPIDEMIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO
O impacto do envelhecimento populacional na sociedade, com escassez de recursos, clama por um
planejamento
a longo prazo de uma
política de saúde adequada
, voltada a essa população.
EPIDEMIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO
MECANISMO DE CONTROLE POSTURAL NORMAL E O ENVELHECIMENTO
INDIVÍDUO
TAREFA
AMBIENTE
SNC
INTERAÇÃO SENSORIAL
SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO
SOMATOSSENSORIAL
VISUAL
VESTIBULAR
EQUILÍBRIO
MECANISMO DE CONTROLE POSTURAL NORMAL E O ENVELHECIMENTO
SOMATO
SENSORIAL
VISUAL
VESTIBULAR
Perda de fibras sensoriais e
receptores proprioceptivos.
Diminuição da acuidade e do campo visual, velocidade
de adaptação ao escuro e na capacidade de
percepção de profundidade e contornos
Perda das células vestibulares ciliares e nervosas, aumento do atrito das fibras nervosas do nervo vestibular, perda das fibras de mielina e a redução da velocidade de condução do estimulo elétrico no nervo vestibular
MECANISMO DE CONTROLE POSTURAL NORMAL E O ENVELHECIMENTO
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
A terapia por Realidade Virtual (RV) é um dos métodos mais inovadores no processo de reabilitação. Atualmente, o
XBOX 360®
com o dispositivo
Kinect®

e o
Nintendo Wii®
com o dispositivo
Balance Board®
são os consoles usados na reabilitação e apresentam diferenças no funcionamento.
No estudo de
Júnior e Silva
, a RV foi considerada efetiva para a recuperação das
habilidades motoras,
proporcionando aspectos
motivacionais
e melhorando o
equilíbrio
.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO

Mirelman et al.
mostrou excelentes resultados com o uso da RV na reabilitação da
marcha.
Evidenciou um aumento na
velocidade da caminhada
e na
potência
gerada pelo tornozelo.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
Um estudo piloto feito por
Agmon et al.
mostrou que a reabilitação por RV é um método
seguro e viável.

Ao final, observou-se um
aumento na pontuação da BBS
e na
velocidade de marcha
.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
O
treinamento associado à realidade virtual foi mais eficiente
na melhora da marcha, funções cognitivas e funcionalidade de idosos saudáveis
quando comparado ao treinamento convenciona
l.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
Rocha et al.
estudou
a viabilidade
da utilização do
Kinect®
como fermenta no atendimento fisioterapêutico de pacientes neurológicos e o expôs como uma grande
oportunidade de treino dinâmico
e de aliviar o estresse da rotina de tratamento convencional.
Já os resultados de
Mussato

não
mostraram alterações nas variáveis após o tratamento numa amostra de 10 idosos saudáveis
praticantes de musculação
.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
Considerando que esse tipo de terapia exige
movimentos sistematizados
, realizados com frequência media de
3x
semana e sessões entre
30'
e
60'
de duração, é teorizado que
adaptações neurais crônicas importantes
ocorram em função desse treinamento.
O uso da
gameterapia
é de grande valia na reabilitação, porém o uso de jogos
não específicos
para este fim faz com que seu potencial não seja completamente explorado.

É o que ressalta
Balista
, completando que há a necessidade de jogos com características
ajustáveis às condições
dos pacientes.
REALIDADE VIRTUAL E REABILITAÇÃO
Obrigado
!


INTERNACIONAL
Lebrão, 2007.
Konrad; Girardi, Helfert, 1999. Júnior; Silva, 2012.
Lord; Sherrington; Menz, 2001. Shumway-Cook; Wollacoot, 2003.
Júnior; Silva, 2012. Braga, 2001.
Lebrão, 2007. Omran, 2005. Frenk et al., 1991.
Ministério da Saúde, 2006. Frenk et al., 1991.
Shumway-Cook; Woollacott, 2003.
Lee; Scudds, 2003. Konrad; Girardi; Helfert, 1999. Shumway-Cook; Woollacott, 2003.
xbox.com [internet]. Shih; Shih; Chiang, 2010. Clark et al, 2010.
Júnior; Silva, 2012. Mirelman et al., 2010.
Agmon et al., 2011.
Lobo, 2013. Silva, 2013. Treml et al., 2013.
Rocha; Defavari; Brandão, 2012.
Mussato; Brandalize; Brandalize, 2012.
Deslandes et al., 2009.
Balista, 2013.
MMSE
Diversas questões agrupadas em 7 categorias com o objetivo
de avaliar “funções” cognitivas específicas:

Orientação temporal (5)
Orientação espacial(5)
Memória imediata (3)
Atenção e cálculo (5)
Memória evocatica (3)
Linguagem (8)
Capacidade construtiva visual (1)

O escore pode variar de um mínimo de
0
até um total máximo de
30
pontos.
Shumway-Cook; Brauer; Woollacott, 2000.
Consideramos nesse estudo a pontuação de
45
pontos na BBS.
MINI EXAME DO
ESTADO MENTAL
Brucki et al., 2003.
Brucki et al., 2003.
Miyamoto et al., 2004.
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
Complexas mudanças nos padrões SAÚDE - DOENÇA
MORTE, ENFERMIDADE E INVALIDEZ
MORTALIDADE
MORBIDADE
TRANSMISSÍVEIS
NÃO TRANSMISSÍVEIS
JOVENS
IDOSOS
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
Proporção de idosos
NOVO MODELO DE TRANSIÇÃO
Superposição de etapas
Transição prolongada
Contra-transição
Polarização epidemiológica
Países em desenvolvimento
Países desenvolvidos
AMBIENTE VIRTUAL
DIVERTIDO
INOVADOR
Essas
alterações

deixam claro que a inabilidade em receber estímulos, interpretá-los e gerar uma resposta motora adequada contribui para geração de
tonturas, vertigens, instabilidade
QUEDAS
Segundo
Ruwer
, a
tontura
é o sintoma mais comum aos 75+, porém é
menos incidente
em idosos com vida ativa, que realizam atividades físicas,
sociais e mentais.
JOGOS QUE DEMADAM MAIOR EQUILÍBRIO, MOVIMENTOS MULTI ARTICULARES E ALTERAÇÕES NA VELOCIDADE E FREQUÊNCIA DE MOVIMENTO.
Lobo
Silva
Treml
ALTERNATIVO
MOTIVACIONAL
Kalache; Veras; Ramos, 1987.
Konrad; Girardi; Helfert, 1999. Ruwer; Rossi; Simon, 2005.
Shumway-Cook; Brauer; Woollacott, 2000.
Miyamoto et al., 2004.
Miyamoto et al., 2004.
Miyamoto et al., 2004.
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