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PUC_TE2016/1_INTRO_POSTURAS_80_SECXXI

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isabela ferrante

on 17 November 2016

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Transcript of PUC_TE2016/1_INTRO_POSTURAS_80_SECXXI

NA DISCIPLINA ADOTAMOS:
Pós-mordernismo - refere-se a arquitetura entre 1960 e 1977
AINDA HÁ UM POSICIONAMENTO MAIS CLARO EM RELAÇÃO AO MODERNISMO
"arquitetura do tempo presente"....
Ainda pós-moderna ou contemporânea?

VAMOS ADOTAR A SEGUINTE PERIODIZAÇÃO:

DÉCADA DE 1960 - CRISE DO MODERNISMO
1960 - 1977 CONDIÇÃO PÓS-MODERNA ou PÓS-MODERNISMO
1977 - atualidade DISPERSÃO E PLURALIDADE
DAS POSTURAS ARQUITETÔNICAS (arquitetura contemporânea)

ARQUITETURA NO NOVO SÉCULO
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Faculdade de Artes e Arquitetura
Escola Prof. Edgar A. Graeff
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Teoria e da Arquitetura e do Urbanismo -TE

Prof. Isabela Ferrante

De 1977 ao início do século XXI: DISPERSÃO E PLURALIDADE DAS POSTURAS ARQUITETÔNICAS
1977 / 1980 - Início do século XXI
1977 - Publicação de A linguagem pós-moderna de
Charles Jencks: Arquitetura pós-moderna definida e caracterizada

A partir de 1977 e 1980 - Desdobramento das questões iniciais em NOVAS POSTURAS:
Na disciplina:
01. Regionalismo Crítico
02. Tectônica
03. A saída pela alta tecnologia
04. Desconstrução e Discurso Crítico - Eisenman, Tshumi, Rem Koolhaas
05. A busca pela expressividade formal
06. Arquitetura e tecnologia digital
07. Agenda política: sustentabilidade e ecologia
Difícil precisar e classificar essas posturas, falta certo afastamento histórico.
Com base em alguns historiadores e críticos (MONEO, MONTANER, COHEN)
01. A PLURALIDADE E DISPERSÃO DAS POSTURAS ARQUITETÔNICAS A PARTIR DOS ANOS DE 1980
No final da década de 1980, o que nessa disciplina, chamamos de arquitetura pós-moderna parecia algo consolidado.

Caracterizava-se pelo posicionamento claro em relação ao movimento moderno e resultava em posições arquitetônicas até mesmo opostas e contraditórias.

A partir da década de 1980, vemos na arquitetura novas posturas e posicionamentos que afastam-se de um posicionamento claro e direto em relação ao movimento moderno e sua crítica.

Sem posicionamento claro em relação à arquitetura moderna.


02. RENOVAÇÃO DA TEORIA E DA CRÍTICA
Renovação e institucionalização da teoria arquitetônica se evidencia na fundação de dois centros de estudos independentes e responsáveis por uma intensa atividade editorial:

IAUS - Institute for Architecture and Urban Studies (NY) - 1967
Instituto de Veneza - 1968

No fim dos anos 70, início dos anos 80, impacto na arquitetura dessas pesquisas e publicações.

Outros centros importantes - AA (Architectural Association, Londres), Barcelona e Portugal, Universidade de Cornell (Colin Rowe), mais tarde - Princeton, Harvard, Columbia.
2.1. A importância dos centros de estudo e pesquisa
2.2. Revistas e publicações
IAUS - Revistas: Oppositions, October e Informativo Skyline
apresentou os autores europeus aos norte americanos, espaço para posturas e pensamentos variados.

Architetural Association Quarterly e AA Files (Architectural Association),
Perspecta: Yale Architectural Journal
Precis (Columbia)
Harvard Architectural review

Comerciais:
Italia - Casabella Atualittá e Domus
Inglaterra - Architectural Review e Architecture Design (AD)
França - Architecture d'aujourd'hui
Japão - A+U Architecture and Urbanism
Os arquitetos, desde Rossi e Venturi, vinham usando a palavra escrita para solucionar para solucionar problemas complexos com a mesma frequência com que se voltaram para o projeto.

Observação - Reflexo da escassez do trabalho de prancheta entre os arquitetos, principalmente na fase de desaceleração da atividade construtiva precipitada pela crise energética e o embargo do petróleo de 1973, e pela subsequente recessão da indústria de construção civil ao longo das décadas de 1980 e 1990. Em períodos de decréscimo de suas atividades profissionais, os arquitetos desviam seus interesses para a elaboração de textos e projetos teóricos (Nesbitt, p.26).
2.3. Interdisciplinaridade e e pluralidade de pensamento:
Além da multiplicação das publicações de periódicos e livros dedicados à investigação teórica da arquitetura, de centro de estudos especializados e das exposições, a arquitetura, desde a década de 1960 se caracteriza pela proliferação de PARADIGMAS TEÓRICOS, OU ENQUADRAMENTOS TEMÁTICOS.

PARADIGMAS TEÓRICOS - modelos de pensamento, métodos importados em geral de outros ramos do conhecimneto que servem de modelo para o pensar a arquitetura:
FENOMENOLOGIA, LINGUÍSTICA, ESTÉTICA, até o MARXISMO E O FEMINISMO.

TEMAS - HISTÓRIA, O SIGNIFICADO, TECNICA E TECTÔNICA, O LUGAR, TEORIA URBANA, RESPONSABILIDADE SOCIAL, CORPO, AGENDA AMBIENTAL,
LIVRO - Kate Nesbitt. Uma nova Agenda para a arquitetura. Antologia Teorica (1965-1995)
2.4. TEORIA E PROJETO
Teoria na arquitetura - a arquitetura é uma disciplina prática, projetiva, ativa. A teoria na arquitetura, portanto, tem sempre uma estreita relação com a prática - "é um discurso sobre a prática e a produção da disciplina que aponta para seus grandes desafios". (NESBITT, p.15)

O que caracteriza a teoria da arquitetura a partir dos anos 1960

- Pluralidade e multiplicidade de questões , a inexistência de um tópico ou ponto de vista dominante - polifonia x discurso "unitário"do MM.
Essa pluralidade se rebate na projeto, na prática arquitetônica.

- Teoria como fundamentação para o projeto (não se limita a isso) - encontramos frequentemente o paralelo entre as investigações teóricas e as proposições de projeto.
Papel do arquiteto também como teórico e crítico - Rossi, Venturi, Koolhaas, Eisenman, Tschumi, Rafael Moneo, Solà-Morales, Steven Holl, Tadao Ando, Richard Rogers, etc.

03. EXPOSIÇÕES E CONCURSOS
04. GLOBALIZAÇÃO E O "STAR SYSTEM"
05. "EFEITO BILBAO" E A MUSEIFICAÇÃO
DA ARQUITETURA E DAS CIDADES
06. A REFERÊNCIA MODERNA VIVE
08. ROTULAÇÃO E CATEGORIZAÇÃO?
MoMA - Museu de Arte Moderna de Nova York
3 exposições importantes que mapearam as mudanças de rumo na arquitetura
A primeira - A EXPOSIÇÃO BEAUX-ARTS (1975)
"A exposição e seu volumoso catálogo influenciaram graficamente a arquitetura pós-moderna com suas delicadas aquarelas de projetos neoclássicos da Academia Francesa. As plantas mostravam exemplos do emprego clássico da procissão, dos eixos, da hierarquia, dos espaços em poché e da proporção" (NESBITT, p.29).
TRANSFORMATIONS in
Modern Architecture (1979)
Reuniu trabalhos realizados a partir de 1969, incluindo repertório semelhante ao apresentado por Charles Jencks em A linguagem da arquitetura pós-moderna.

Revisão da arquitetura moderna e pós-moderno - 400 edifícios que ultrapassam as no'ções e ideias familiares que consagraram a arquitetura moderna.

A arquitetura moderna é muito mais variada do que nos foi feito acreditar.

DESCONSTRUCTIVIST ARCHITECTURE ( 1988)
Arquitetura desconstrutivista - Johnson, Mark Wigley
Tentaram fazer um mesmo tipo de reorientação da profissáo, o mesmo tipo de codificação de um "movimento" - conjunto um pouco forçado.
Fontes: Desconstrução na filosofia (Derrida) e Construtivismo russo.

Rem Koolhaas, Zaha Hadid, Peter Eisenman, Bernard Tschumi, Frank Gehry, Daniel Libskind, Coop Himmelblau, Steven Holl.
CALATRAVA, FOSTER, HADID, GEHRY, PIANO, ANDO, FUKSAS, EISENMAN, ITO, NOUVEL, HERZOG E DEMEURON, MONEO, POTZAMPARC, ROGERS, KOOLHAAS, MEIER, LIBESKIND, SIZA,

Nova dinâmica profissional:

Maiores escritórios de arquitetura - entre 400 e 650 arquitetos (um escritório japonês chega a 1.000).

Foster Associates (393)
Gregotti Associati (102)
Jean Nouvel (105)
Renzo Piano (103)
Zaha Hadid (70)

Escritórios espalhados ao redor do mundo, trabalho entre escritórios (arquitetura, engenharia, consultoria técnica, representação e estrutural).
Contexto de Globalização e ascenção das grandes cidades e metrópoles:

Reinvenção das cidades dando enfâse nas questões culturais - Muncipalidades e organizações não governamentais - uso de Starchitects para a atração do turismo e outras fontes de investimento e capital.
Com o sucesso crítico e popula do Museu Guggenheim de Bilbao, na Espanha, por Frank Gehry, que ao ser construído em uma área degrada da cidade trouxe novo crescimento financeiro e prestígio para a região e para a cidade, a media começou a falar no Efeito Bilbao.

"Bilbao factor", "Bilbao effect" - um arquiteto do star system projeta um edifício de caracter geralmente escultórico ou de linguagem tecnológica, que é pensado no sentido de transformação, regeneração de parte da cidade, produzindo um marco para a cidade e atração de mídia, capital, turismo, etc.
Do High Tech à desconstrução...
passando pelo minimalismo...
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