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Projeto Aplicativo GVS

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by

Lucia Amaral

on 12 August 2016

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Transcript of Projeto Aplicativo GVS

Movimentos de Construção do Projeto Aplicativo


A partir da
leitura da realidade (análise situacional)
foram identificadas as necessidades de saúde em cada setor envolvido.
Surgiram vários problemas devido à participação de diversos autores, que com suas singularidades, contribuíram com diferentes visões.
Conclusão dos trabalhos do dia 30/03/2016
Comunicação Intersetorial: um desafio que compromete o processo de trabalho em saúde
Projeto Aplicativo
Oficina de trabalho
1. Deficiência e falta de interação dos setores de vigilância;

2. Investimento financeiro insuficiente nas redes básicas;

3. Falta de Recursos Humanos;

4. Dificuldades na mudança da prática;

5. Falta de investimento em Educação em Saúde;

6. Comunicação ineficaz entre setores;





7. Baixa efetividade nos resultados dos exames laboratoriais;

8. Alta incidência de sífilis congênita;

9. Deficiência da assitência primária nas condutas aplicadas à gestante;

10. Aumento de casos relacionados às arboviroses;

11. Insumos ofertados de forma insuficiente;

12. Alta demanda e pouca oferta dos serviços;




1. Comunicação ineficaz entre setores;
2. Falta de transporte para ações de vigilância;
3. Investimento financeiro insuficiente;
4. Dificuldades na mudança da prática;
5. Falta de investimento em Educação em Saúde;
6. Recursos Humanos insuficientes;
7. Baixa efetividade nos resultados dos exames laboratoriais;
8. Deficiência da assistência primária nas condutas aplicadas às gestantes;
9. Aumento dos casos relacionados às arboviroses;
10. Insumos ofertados de forma insuficiente;
11. Baixa oferta de determinados exames/procedimentos.
A fim de estabelecer uma ordem de prioridade, atribuiu-se um "valor total" para cada problema, considerando a combinação entre VALOR e INTERESSE, utilizando como ferramenta a Matriz Decisória.

VALOR: importância do problema;
INTERESSE: vontade do grupo em intervir na situação existente.



1º lugar:
Ineficiência da comunicação intersetorial;

2º lugar:
Deficiência na capacitação e educação permanente;

3º lugar:
Insuficiência de investimento financeiro.


Algumas pessoas da rede de saúde, entre outros, poderiam contribuir para o êxito do Projeto Aplicativo. Estas foram chamadas de ATORES SOCIAIS:

Secretário Municipal de Saúde;
Coordenador de Articulação de Rede;
CMS/TF;
Coordenador da Atenção Básica;
Coordenador da Tecnologia da Informática;
Coordenadora da VIEP;
CREAS.




Considerando que a comunicação é uma ferramenta fundamental para fortalecer as ações intersetoriais e aumentar a resolutividade dos serviços de saúde, e diante das evidências pontuadas -
Descontinuidade da Atenção; Insuficiência das práticas de comunicação Intersetorial; Desperdício de insumos; Sobrecarga de trabalho; Burocratização das ações e falta de materiais permanentes (computador, telefone, acesso à internet, entre outros)
-, o macro problema priorizado para ser instrumento do Projeto Aplicativo foi:
A ineficiência da Comunicação Intersetorial.


Da mesma forma que ocorreu com os problemas, também foram atribuídos valores aos atores sociais envolvidos, a fim de identificar potenciais aliados.


Dificuldades:
Delimitar o objetivo do Projeto Aplicativo;
Interpretar a proposta/atividades do módulo.

Facilidades:
Maioria dos integrantes do grupo pertencerem ao mesmo município;
Conformidade nas opiniões do grupo.

Continuidade do Projeto Aplicativo:
Desafio: Adesão ao Projeto Aplicativo pelos setores;
Necessidade: Conhecer a dinâmica dos setores.





CONTANDIOPOULOS, A. P.; CHAMPAGNE, F.; DENIS, J. L.; PINEALT, R.
A avaliação na área de saúde: Conceitos e métodos.
In: Avaliação em Saúde: Dos modelos conceituais à Prática na análise da implantação de programas (Z. M. A. Hartz, org.), pp. 29-47, Rio de Janeiro: Editora Fiocr, 1997.

PAULA, K. A.
et. al
.
Intersetorialidade: uma vivência prática ou um desafio a ser conquistado?
O Discurso do Sujeito Coletivo dos enfermeiros dos núcleos de Saúde da Família do Distrito Oeste – Ribeirão Preto. Comunic., Saúde, Educ., v. 8, n. 15, 2004.




Referências:
O Projeto Aplicativo prioriza a sistematização de uma intervenção em uma realidade concreta. Nesse contexto, intervenção pode ser entendida como "conjunto de meios: físicos, humanos, financeiros ou simbólicos organizados num contexto específico, em um dado momento para produzir bens ou serviços com o objetivo de modificar uma situação problemática" (Contandriopoulos
et. al.
, 1997)


13. Falta de critérios para prescrições de exames/procedimentos;

14. Falta de recursos para campanha;

15. Falta de transporte para ações de vigilância;

16. Baixa oferta de determinados exames/procedimentos;

17. Falta de transporte para hemocomponentes.




Atores/autores: LACEN, HMTF, UMMI, VISA, CTA e CEREST.

Comunicação é mais que informação:

informação subsidia, atualiza, nivela conhecimento.

A comunicação sela pactos e educa.

Emillio Odebrecht
Técnica da visualização móvel
Grupo Afinidade 2
Especialização em Vigilância em Saúde - IEP/ HSL
Segundo Paula
et. al
. (2004), a comunicação intersetorial tem como preceito a reestruturação e reunião de vários saberes e setores no sentido de um olhar mais adequado e menos falho a respeito de um determinado objeto, proporcionando uma melhor resposta aos possíveis problemas encontrados no dia-a-dia.
1º lugar:
Secretário Municipal de Saúde, Coordenador da Atenção Básica e Coordenadora da VIEP;

2º lugar:
Coordenador de Articulação de Rede e Coordenador da Tecnologia da Informática;

3º lugar:
CREAS e CMS.
Atores sociais
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