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A MULHER NO SÉCULO XIX

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by

Carla Hurst

on 16 July 2014

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Transcript of A MULHER NO SÉCULO XIX

A MULHER BRASILEIRA NO SÉCULO XIX
A Moreninha
Manuel Joaquim de Macedo
Carolina
Primas
Dona Violante
XIX
XX
XXI
Senhora
José de Alencar
Aurélia Camargo
D. Camila
Mariquinhas
Dom Casmurro
Machado de Assis
Capitu
O Mulato
Aluísio Azevedo
Ana Rosa
D. Bárbara
Nicota
D. Glória
Grupo
Carla Hurst
Rafael Santos
Lara Tanaka
Manoel Costa
Maria Clara Teles
Lucas Ramalho
As mulheres no século XIX
Aspirações, vontades e desejos
A mulher em cada classe social
A mulher e a literatura
Mulheres que fizeram a diferença fora da literatura
- Sociedade privilegiava o homem.
- Viviam num estado de dependência dos homens e da família.
- Mulheres de classe baixa fazia trabalhos domésticos.
- Mulheres de classe social alta possuiam criadas ou escravas.
- Eram educadas para se casarem logo, e mais ou menos aos 20.
Augusta Candiani
Chiquinha Gonzaga
- A literatura inspira a mulher do século XIX.

- Mostra heroínas que querem ser independentes
e destoam das outras mulheres.

- Trazem personagens que pensam além de um século machista.

- Nova visão para as moças da época.
CONSEQUÊNCIAS
- Estudavam francês e aprendiam a tocar piano.

- Tornavam-se donas de casa.

-Eram rodeadas por várias amigas.

- Passeavam nas ruas, iam ao teatro e a bailes.

- Eram bastante vaidosas e viviam arrumadas.

- Costumavam fingir sentimentos que não sentiam de verdade.

CLASSE ALTA
CLASSE BAIXA
- Não podiam pagar altos dotes.

- Ficavam na janela para chamar atenção de algum rapaz com sua beleza.

- Precisam ter o enxoval completo.

- Faziam as coisas da casa e não possuiam escravas.

As aspirações eram superficiais e
sem perspectivas.
O casamento era o principal
objetivo e atendiam aos interesses
da família.
MULHER ERA SUBORDINADA
CASAR ERA OBRIGAÇÃO
CONFORMIDADE DA MAIORIA DAS MULHERES
SEUS DESEJOS POSSUIM POUCA IMPORTÂNCIA
MEDO DE NUNCA SE CASAR
A educação dessas era
voltada à música, costura,
cozinha e etiqueta.
Carolina
Primas
D. Violante
- Destaca-se no meio das mulheres.

- Destoa do meio social.

- Demonstra maturidade e esperteza.

- É inquieta, perturbada, irônica e curiosa.

- Demonstra inocência.

- É considerada "cheia de defeitos".

- Vingou a "injúria" feita ao sexo feminino por Augusto.
- Consideradas comuns para as mulheres da época.

- São bastante vaidosas, desejam logo um marido e se mostram vingativas.

- Possuiam amizades que tinham o mesmo perfil psicológico.
- Senhora inconveniente.

- Acaba se passando por chata e torna-se entendiante pelos seus modos.
"O século do nascimento social da mulher."
Aurélia
Mãe e irmãs
- Bonita, inteligente, elegante, astuta, experiente e imprevisível.
- Pensa além de viver para o marido.
- Destoa das moças de todas as classes sociais.
- Passa a comandar a própria vida.
- Torna-se vingativa.
- Muda totalmente após a decepção vivida.
- Faziam jus ao século XIX.
- Ambas abriam mão das suas necessidades para agradar Fernando.
- Eram pobres e vestiam-se mal.
- Eram submissas.
- Nicota e Mariquinas possuiam dificuldades de arrumar um marido.
Capitu
D. Glória
Ana Rosa
D. Bárbara
"Capitu era Capitu, isto é, uma criatura mui particular, mais mulher do que eu era homem."
- Tinha mais atitude que Bentinho.

- "Olhos de cigana oblíqua e dissimulada."

- Disfarçava facilmente os seus sentimentos e o seu comportamento.

- "Olhos de ressaca."

- Destemida, contagiante, inteligente e atraente.

- Mostra uma mulher diferente das outras do século.
- Senhora bastante religiosa.

- Muito devota.

- Faz uma promessa: se a criança vingar, ela irá para um seminário.

- Apegada ao filho.

- Enquanto Bentinho está no seminário, aproxima-se bastante de Capitu.
"Mas era tão devota, tão temente a Deus, que buscou testemunhas da obrigação, confiando a promessa a parentes e familiares."

- Muito religiosa.

- Extremamente preconceituosa.

- Diziam má dona-de-casa.

- Criação de mulher do campo.

- Valorizava decendência portuguesa e branca.

- Fofoqueira e evitava escândalos.
- Possuía o sonho de casar-se e ter filhos.

- “Sonhava umas criancinhas loiras, ternas, balbuciando tolices engraçadas e comovedoras, chamando-lhe ‘mama!”

- Tinha um jeito de mãe, cheio de ternura.

- Possuía aspirações iguais ao padrão do século XIX.

- Seguindo conselhos da mãe, procura escolher seu marido.

- É uma representação romântica que foi desconstruída para mostrar a realidade.
"Ela é travessa como o beija-flor, inocente como uma boneca, faceira como o pavão, e curiosa como... uma mulher."
1910 - Primeiras assembléias femininas e o primeiro partido feminista
1930 - Possibilidade de alfabetização
1932 - A mulher conseguiu o direito do voto
1945 - Mulheres na 2ª Guerra Mundial
1960 - Entra no mercado de trabalho
1968 - Protesto contra a censura
1975 - Novo movimento feminista


"Uma mulher esperta conhece seus limites, uma mulher inteligente sabe que não tem nenhum." (Marylin Monroe)
"Era uma fúria! Uma víbora! Dava nos escravos por hábito e por gosto; só falava a gritar e,
quando se punha a ralhar — Deus nos acuda! —, incomodava toda a vizinhança! Insuportável!´"
"Tornou-se a deusa dos bailes; a musa dos poetas e o ídolo dos noivos em disponibilidade."
"Aceitava o indolente estes serviços como um sultão os receberia de sua almeia favorita; de tão acostumado que estava, já não os agradecia, convencido que para a moça era uma fineza consentir que lhos prestasse."
"Não há remédio senão dizer que muito se assemelham a uma orquestra de peritos instrumentais, na hora da afinação."

"Com sessenta anos de idade apresentava um carão capaz de desmamar a mais emperreada criança."
"Veio-lhe então um sobressalto de contentamento mas logo depois caiu a entristecer: sentia-se muito só, não lhe bastava o amor do pai e da velha Barbara; queria uma afeição mais exclusiva, mais dela."
"- Para que, pois, animou o amor que pela senhora sinto?...
- Para satisfazer as minhas vaidades de moça, somente para isso. Eu o ouvi gabar-se de que nenhuma mulher seria capaz de conservá-lo em amoroso enleio por mais de três dias, e desejei vingar a injúria feita ao meu sexo. Trabalhei, confesso que trabalhei por prendê-lo; fiz talvez mais do que devia, só para ter a glória de perguntar-lhe uma vez, como agora o faço: “Então, senhor, quem venceu: o homem ou a mulher?...”
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