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Dessensibilização Sistemática

TCC
by

Andre Stephanou

on 6 September 2012

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Transcript of Dessensibilização Sistemática

Dessensibilização Sistemática André Stephanou
Luana dos Santos
Natália Dalanhol
Thalita de Souza Breve Histórico Criada no final da década de 1940 por Wolpe, utilizando os conceitos de relaxamento progressivo, de Jacobson, e da inibição recíproca. Técnica muito utilizada até a década de 1980. Indicada para casos de fobia, outras ansiedades, depressão, transtornos do controle de impulso, entre outros. Conceitos chave Inibição recíproca - o relaxamento atua enquanto força contrária ao fator ansiogênico, anulando-o. Relaxamento de Jacobson - relaxamento progressivo de diversos grupos musculares Modelos Dessensibilização sistemática ao vivo Dessensibilização Sistemática por imagem Acompanhamento terapêutico Imaginação / Ambiente Virtual / Figuras Maior amplitude de situações Maior controle Mais efetiva / Mais complexa Etapas da DS 1 - Treino nas técnicas de relaxamento 4 - Dessensibilização em si 3 - Planejar a exposição gradual 2 - Desenvolver escala de ansiedade subjetiva 1 - Relaxamento É importante que o cliente se sinta confortável para praticar o relaxamento em casa. Aprender a tencionar e logo relaxar os diversos grupos musculares do corpo, de forma que ele saiba que sente quando o músculo está tenso ou relaxado. Técnicas de meditação, contração e relaxamento muscular, entre outras. 2 - Escala de ansiedade subjetiva SUDS – Escala de Unidades Subjetivas de Ansiedade Classificação que o cliente faz das situações ansiogênicas, na qual 10 (ou 100) representa a situação de maior ansiedade possível, e 0 representa total tranquilidade. Entre os dois extremos o cliente irá classificar situações intermediárias. A escala é importante para o desenrolar do tratamento e para a própria avaliação do cliente de seu desempenho. 3 - Planejamento da exposição Construção de uma hierarquia de eventos que eliciam respostas de ansiedade. Importante ser específico na descrição das situações. Primeiro o cliente enumera todos os eventos ansiogênicos. Então classifica cada um deles dentro da escala de ansiedade. Não é obrigatório que o cliente tenha experimentado cada um dos eventos listados. Alguns serão imaginados. A lista não é estática. Pode, e deve, ser modificada durante o tratamento considerando novas situações. Construção colaborativa entre terapeuta e cliente. 4 - Dessensibilização Por fim, exposição do cliente aos estímulos ansiogênicos e sua neutralização através do relaxamento Limitações Não existe consenso quanto ao mecanismo por trás do sucesso da técnica. Alguns autores postulam que a eficácia está mais vinculada à habituação do cliente ao estímulo ansiogênico. Inibição recíproca - explicação mecanicista
Resultados insatisfatórios com transtorno obsessivo compulsivo e de tiques Utilização em declínio nas últimas décadas. Prof. Janaína Thais Barbosa Pacheco Referências Ferraz, M. R. P. (2004) Dessensibilização Sistemática por Imagens. In: Abreu, C. N. & Guilhardi, H. J. (Org.), Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: Práticas Clínicas (169-176). São Paulo: Roca

Hodgins, D. C. & Peden, N. (2008) Tratamento cognitivo-comportamental para transtornos do controle de impulsos. Rev. Bras. Psiquiatr., 30 (1), S31-S40.

Zamignani, D. R. (2004) Dessensibilização Sistemática ao Vivo. In: Abreu, C. N. & Guilhardi, H. J. (Org.), Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: Práticas Clínicas (169-176). São Paulo: Roca

Basco, M. R., Thase, M. E. & Wright, J. H. (2008) Aprendendo Terapia Cognitivo-comportamental – Um Guia Ilustrado. Porto Alegre: Artmed. Repetir a exposição até que a ansiedade seja extinguida. Cliente deve estar plenamente treinado no relaxamento. Ocorre geralmente em sessões de 60 minutos, podendo durar de 10 a 25 sessões - não é uma regra.
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