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Idade Média

IDADE MEDIANA
by

Gabriel Zaffari

on 18 September 2012

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Transcript of Idade Média

Idade Média A Idade Média foi um período que ocorreu entre os séculos V e XV, na europa, com um sistema pólitco feudal e altamente cristão. A idade média divide-se em dois períodos a baixa idade média e a alta idade média A alta idade média, inicia-se após a queda do império romano em 476 d.C, neste período houveram vários feudos e reinos espalhados pela europa. Todos sobre a doutrina religiosa católica. A baixa idade média começou pelo ano 1000 d.c com as cruzadas, marca-se por influência gótica, principalmente nos godos, que dominaram outras regiões da europa e transmitiram o gótico. O cristianismo se dividiu, com igrejas protestantes, luteranas, anglicanas, entre outras. Neste período, houve forte influência romana, até que gradualmente, se transformou na românica. A românica, forte na península itálica, sempre representando equílibro, com antropocentrismo, e o gótico, construções grandiosas demonstrando que Deus estava acima dos mortais. Construção Românica
Torre de Pisa Construção Gótica
Monte São Michel
ao sul da França A sociedade era dividia da seguinte maneira: Monarca Nobreza Clero Plebe Exemplos de arte Medieval: Vitrais Rosácea Abóboda Arcos ogivais Estruturas Colunas-Estatúas Iluminuras Um dos pintores mais importantes para a idade média foi Leonardo Da Vinci, que pintou vários quadros, que até hoje são feitos grandiosos, com escalas, medidas perfeitas e foi ele quem definiu a forma de representar Jesus Cristo, além de várias pesquisas científicas. Suas obras incluem: Leonardo Da Vinci Virgem do Fuso Mona Lisa A Última Ceia É um tipo de vidraça composta por pedaços de vidro coloridos, que geralmente representa cenas ou personagens. É um dos elementos arquitectónicos característicos do estilo gótico. São arcos cuja flecha é maior que metade do vão. Os dois arcos concordam com os suportes mas não concordam entre si. Alguns tipos de arcos ogivais são: equilátera, ferradura, e ogival gótica. A abóbada é uma construção em forma de arco com a qual se cobrem espaços compreendidos entre muros, pilares ou colunas. Embora de uso generalizado no Império Romano, a construção de abóbodas constituiu o principal problema arquitetônico da Idade Média europeia. O desafio de construí-las foi um dos fatores que impulsionaram a evolução da arquitetura ocidental A rosácea é um elemento arquitectónico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado. São colunas que foram adaptadas para serem estátuas
ao longo das igrejas representando , santos, jesus, entre outras figuras cristãs. Iluminura ou miniatura é um tipo de pintura decorativa, frequentemente aplicado às letras capitulares no início dos capítulos dos códices de pergaminho medievais. Os feudos aconteceram logo após a queda do Império Romano Ocidental, que semelha os latifundiários romanos, pequenos comunidades agrícolas. Ou seja, os feudos eram auto-suficientes, e cada um com um senhor diferente, que obtia a terra. O população na idade média passou por duas fases, uma mais fechada ( alta idade média ) e outra mais aberta ( baixa idade médida ), na fase mais fechada, a população no geral era camponesa, vivia no campo e serviam ao senhor feudal. A segunda parcela era os nobres, que eram donos dos feudos, ou parentes dos donos, e também guerreiros grandiosos. A menor parcela era o clero que tinha privilégio e prestígio na sociedade feudal, porque diziam-se fazer ligação entre Deus e os seres humanos. Já na baixa idade média nasceu uma nova classe social, os burgueses, pois nesta época houve uma abertura dos feudos, nasceu o coméricio e o capitalismo. Nesta época grandes metrópoles começaram a surgir, como Paris, Londres, Florença, Veneza, Genebra. Logo, os camponeses começaram a ter uma vida mais confortável, e a riqueza não era mais tão concentrada. Clero:
O Clero vestia vestidos escuros e compridos de lã, com capas igualmente escuras e compridas, alguns andavam descalços, outros calçados com sapatos de couro e possuíam terços e adereços da sua religião. O Clero mais rico possuía vestuário rico de acordo com a sua condição. Povo:
Os camponeses usavam túnicas, calças largas, alpargatas rústicas de couro ou botas para a proteção dos longos dias de lavoura. Eram tecidos por eles mesmos nas suas casas, normalmente as mulheres realizavam esta função. Estas usavam vestimentas longas e mantinham o corpo todo coberto, característica que diferenciava a mulher humilde daquela reconhecida como herege ou prostituta e também as mulheres nobres. Nobreza:
Os nobres usavam túnicas de lã e linha, que eram pigmentadas por púrpura, pois era um pigmento raro e caro, e assim identificava a nobreza, além disto usavam várias jóias no inverno colocavam um longo manto chamado albornoz. Guerreiros:
Durante a baixa idade média, os guerreiros usavam uma vestimenta de couro e uma cota de malha. Feitas por ferreiros e tecelões. Raramente, usava-se placas de ferro e elmos, para a nobreza geralmente, que obtia o símbolo de seu reino, ou feudo no peitoral ou escudo. A vestimenta idade média era a seguinte: Os servos criavam alguns animais, sempre em pequena escala, com especial destaque para os porcos, as ovelhas, os bodes e algumas vezes as aves (galinhas e patos). Além disso desenvolviam hortas, nas quais se plantavam cebolas, cenouras, alhos, ervas aromáticas e nabos. A produtividade de suas hortas e pequenas criações era baixa devido às técnicas rudimentares que utilizavam e aos equipamentos escassos que possuíam. As cozinhas dos senhores, por outro lado, possuíam muitos utensílios como caldeirões, panelas, colheres, facas, espetos,... Nessas cozinhas eram encontrados fornos, grelhas e fogões a lenha e muitas eram as pessoas ali empregadas pelos senhores.
O cardápio dos banquetes incluía aves, peixes, carnes vermelhas, cereais, frutas, legumes, cervejas e vinhos. Os banquetes tinham a intenção de demonstrar o poder e a influência dos senhores Banquete de Casamento, tela de Pieter Brueghel, oVelho: registro do cotidiano de camponeses flamengos No contexto sócio-cultural daquela época, sendo Deus o centro do universo, as artes em geral ganharam profunda conotação religiosa, e as jóias, em particular, apresentam um cunho religioso, escapulários, crucifixos e relicários passaram a ser muito usados por homens e mulheres da alta sociedade. Pingente díptico (frente e verso), datado do ano de 1450/1480 – Alemanha. Além dos nobres e reis, e das pessoas mais abastadas, o clero, principalmente, apresenta o uso excessivo de jóias, estas com suas simbologias mais específicas, diferente das que são usadas pelas pessoas em geral. Pingente Cruz-relicário, datado do ano de 1350 – Itália. Na Europa Ocidental, entre os sécs. IV e VII, os povos Bárbaros, assim denominados pelos greco-romanos, produziram jóias tecnicamente refinadas, com grande contribuição para a joalheria moderna. Eram fivelas, coroas, braceletes, entre outros, formadas por figuras geométricas obtidas com a composição de pedras e esmaltes. Durante o século XIV, as roupas das classes dominantes ganharam muitos enfeites e acessórios, como botões e cintos ornamentados com pedrarias. Os tecidos variavam de acordo com a classe social. Já os muito ricos vestiam seda e enfeitavam suas roupas com peles valiosas. Em 1096 aconteceu a primeira cruzada, o motivos´para a invasão do oriente médio, aconteceu por ventura do cristianismo, que queria jerusálem nas mãos católicas, a procura de novas terras pelos nobres , entre outros.
A representação da tomada de Jerusalém Com as cruzadas aconteceu um alto intercâmbio de ideias
e conhecimentos, assim como mercadorias e ferramentas. Os arábes tinham uma matemática avançada, que os europeus utilizaram, assim como outros conhecimentos científicos, o que, mais tarde abriu portas pro renascentismo
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