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O Fogo de Santelmo e a Tromba Marítima

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by

Victor Caetano

on 30 November 2014

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Transcript of O Fogo de Santelmo e a Tromba Marítima

O Fogo de Santelmo e a Tromba Marítima
No decorrer do estudo da obra Os Lusíadas de Luís de Camões, foi-nos dada a tarefa de fazermos uma breve apresentação do Canto V “ O fogo de Santelmo e a tromba marítima “. Iremos descrever o Canto e também abordar a sua estrutura interna e externa.

Introdução
Vasco da Gama prossegue a sua narrativa ao rei de Melinde, contando a viagem da Armada de Lisboa a Melinde. “ O fogo de Santelmo e a tromba marítima” é um episódio naturalista, que defende a conquista do saber pela experiência em detrimento do saber livresco e critica aos que acreditam por terem lido sem nunca terem visto.

Durante a viagem, os marinheiros viram pela primeira vez vários fenómenos da natureza. Podemos detetar a descrição de duas destas manifestações diferentes: O Fogo de Santelmo e a Tromba Marítima. Este fogo aparece na extremidade dos mastros e vergas dos navios em altura de tempestade, e que resulta de descargas elétricas.
A tromba marítima era um enorme tubo que aumentava em direção ao céu, partia de um vaporzinho, adensava-se chupando a água das ondas para uma nuvem que se carregava para esvaziar uma violenta chuvada sobre o oceano.
Breve Resumo das Oitavas
Nas duas primeiras estrofes (16 e 17) descrevem-se “cousas” que os sábios não entendem, porque não presenciaram, mas que Vasco da Gama e a tripulação presenciaram “Súbitas trovoadas temerosas/ Relâmpados que o ar em fogo acendem (…)”.
Na estrofe 18, faz-se referência ao fogo de Santelmo. É feita uma referência ao lume vivo salientando que os olhos dos marinheiros não os enganavam pelo uso de um pleonasmo do verbo ver = “Vi, claramente visto, o lume vivo”.
Nas estrofes 19, 20 e 21 encontra-se a descrição da tromba marítima.
Nas estrofes 22 e 23, encontra-se a descrição pormenorizada da formação da tromba de água. O poeta salienta que os marinheiros têm mais capacidades de explorar estes fenómenos naturais graças à sua experiência, do que os sábios que o fazem por meio de obras escritas, teóricas.
Estrutura Externa
Canto V
Versos decassilábicos
Estrofes de oito versos
Estrutura Interna

Narração
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