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Untitled Prezi

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by

Danielle Andrade

on 13 August 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Tecidos Vegetais
Formação de tecidos e órgãos em angiospermas

Os primeiros tecidos a se diferenciar são o protoderma, o meristema fundamental e o procâmbio. Todos eles com alta capacidade de divisão. Denominados de meristemas primários.
O protoderma é a camada de células que reveste externamente o embrião e que dará origem a epiderme, o primeiro revestimento da planta.
O meristema fundamental forma um cilindro abaixo do protoderma e dará origem ao córtex, região da planta constituída por parênquimas e tecidos de sustentação.
O procâmbio dará origem aos tecidos vasculares.
As células diferenciadas da planta podem se desdiferenciar, readquirindo características meristemáticas, o que as levam a originar novos tecidos chamados de meristemas secundários.

A morfogênese é o processo em que a forma geral da planta se estabelece, com o desenvolvimento dos primórdios de suas partes principais: raiz, caule e folhas.
Morfogênese e diferenciação celular
Germinação da semente

Após a diferenciação dos três primeiros meristemas, o ritmo de desenvolvimento do embrião diminui sensivelmente no interior da semente. O embrião cresce graças ao acúmulo de reservas nutritivas nos cotilédones ou no endosperma.
As sementes amadurecem dentro dos frutos. No devido tempo, e ao encontrar condições adequadas, elas germinam. A germinação que é a retomada do crescimento e da diferenciação do embrião depende de uma série de fatores, principalmente da presença de água, de gás oxigênio e de temperatura adequada.
A semente madura abriga em seu interior o embrião propriamente dito e as substâncias nutritivas acumuladas. Em uma das extremidades do embrião situa-se a radícula e na extremidade oposta o caulículo.
Germinação epígea e germinação hipógea da semente

É denominada epígea a germinação em que os cotilédones saem do solo, devido a formação de um gancho de germinação formado a partir do hipocótilo.
Em certas plantas, como na ervilha, o gancho de germinação forma-se a partir do crescimento do epicótilo, de modo que os cotilédones permanecem dentro do solo. Esse tipo de germinação é denominada hipógea.
Floema:

Floema é o tecido das plantas vasculares encarregado de levar a seiva elaborada - solução aquosa de substâncias orgânicas - pelo caule até à raiz e aos órgãos de reserva. Constituído por células crivadas, que apresentam inúmeros poros; possuem forma alongada e são vivas; com citoplasma, mas destituídas de núcleo.

A organização básica do corpo de uma planta se estabelece ainda na semente. Nessa fase, as células embrionárias têm forma poliédrica, parede celular flexível, citoplasma denso com pequenos vacúolos e núcleo volumoso, são as células maristemáticas, que possuem grande capacidade de divisão por mitose.
As primeiras divisões celulares transformam o zigoto em um conjunto de células. As células embrionárias passam a se dividir transversalmente, originando um cordão celular denominado suspensor, Na extremidade oposta forma-se um bloco celular do qual diferenciam-se cotilédones e os meristemas apicais, promovendo o crescimento desses órgãos.
A medida que se distanciam das extremidades do embrião, as células mais velhas passam a se especializar na realização de detreminadas funções, processo conhecido como diferenciação celular.
Na maioria das plantas vasculares, o desenvolvimento origina um organismo constiuído por três partes básicas: raiz, caule e folhas.
A raiz geralmente cresce sob o solo, cuja função é fixar a planta e absorver água e sais minerais. As folhas produzem as substâncias orgânicas que lhe servem de alimento. O caule sustenta as folhas conduzindo até elas as seivas bruta e elaborada, além disso mantém a folha em posição favorável à exposição à luz.
Os vegetais possuem grupos de células especializadas para determinados tipos de ações. A esses grupos damos o nome de tecidos.

- Tecido de preenchimento

• Parênquima

- Tecidos de sustentaçao

• Colênquima

• Esclerênquima

- Tecidos de Revestimento

• Epiderme

• Periderme

- Tecidos de Condução

• Xilema

• Floema


Tecido de preenchimento
Parênquima é o conjunto de células que são responsáveis pela função de um determinado órgão.
- Parênquima Clorofiliano
O parênquima vegetal (clorofiliano) é encontrado na raiz, caule, folhas, frutos e sementes e tem origem no meristema fundamental. Os parênquimas vegetais são formados por células vivas com parede celular delgada, formadas basicamente por celulose que é parede primária, as células dos parênquimas são poliédricas e isodiamétricas, ou seja, possuem diâmetros iguais nas varias direções.
O parênquima vegetal desempenha varias funções e dependendo de sua função pode ser classificado:
* Os parênquimas de preenchimento ocupam espaços entre outros tecidos.
* Os parênquimas clorofilados contém bastante cloroplastos e são responsáveis pela fotossíntese.
* Os parênquimas de reserva que são tecidos que predominam em certos órgãos, tuberosos (caules, raízes, frutos) e nas sementes.
* O parênquima aqüífero tem a função de armazenar água para reserva. Ocorre principalmente em plantas que vivem em ambientes secos (Cactos).

Tecidos de sustentção

O colênquima é derivado de um tecido parenquimatoso. Quando cortadas transversalmente podem ter aspectos variados. Como na maioria das células dos tecidos vegetais, as células do colênquima são vivas apenas na maturidade. Por serem vivas na maturidade podem continuar desenvolvendo paredes espessas, enquanto o órgão está se alongando, o que torna essas células adaptadas para a sustentação de órgãos jovens em crescimento. A característica mais marcante deste tecido são as paredes primárias irregularmente espessadas (celulose). Estas paredes são flexíveis, “macias” e no tecido fresco apresentam um aspecto brilhante. Devido sua flexibilidade e a capacidade de alongar-se o colênquima se adapta a sustentação das folhas e caules que estão em fase de crescimento.
Colênquima:

O esclerênquima, assim como o colênquima, é um tecido de sustentação complexo das plantas, com crescimento primário e parede secundária devido a lignificação espessa, e fazem parte do meristema fundamental (protocâmbio), porém ao contrário do colênquima, suas células são mortas, não são obrigatoriamente formados de células a partir do colênquima. As células do esclerênquima são destituídas de citoplasma e núcleo. Células parenquimáticas podem se transformar em células esclerificadas. Sua parede celular é espessada devido ao depósito de lignina (substância amorfa) é elástica e resistente e é rica em celulose. A sua lignificação faz com que esta parede celular se torne impermeável, causando a morte das células, As paredes celulares são vazias (lúmen) e por serem impregnadas de lignina formam elementos de grandes resistências, que podem formar células de três tipos: Esclereídeos (escleritos), Células pétreas e Fibras esclerenquimáticas.
Esclerênquima:
Tecidos de revestimento
Epiderme:
Parênquima:
A epiderme é o tecido de revestimento primário originado da protoderme, geralmente de camada única e não possui espaços intercelulares. Em órgãos aéreos, é revestida pela cutícula, que reduz o ressecamento.
Pode apresentar uma grande variedade de estruturas como papilas, escamas, estômatos, acúleos, espinhos e tricomas (pelos)
.
Periderme:

A periderme é um tecido de revestimento secundário que substitui a epiderme em plantas com crescimento secundário muito acentuado ou em regiões danificadas. É suberificado (contém muito súber) e geralmente é composto de três camadas: felogênio, feloderme e felema. O súber é um bom isolante acústico, térmico e impermeável à água.
Partes da periderme:
• Felogênio: é um meristema lateral, secundário que se origina da epiderme ou de células parenquimáticas do córtex e floema.
• Feloderme: é um tecido parenquimático produzido pelo felogênio, pode faltar em algumas plantas. Fica para dentro da planta.
• Felema (súber ou cortiça): é formado de células semelhantes as do felogênio, mas com paredes espessadas e suberificadas e mortas quando maduras.
Tecidos de condução
Xilema:

Xilema é o tecido das plantas vasculares por onde circula a água com sais minerais dissolvidos - a seiva bruta - desde a raiz até às folhas. Nas árvores o xilema secundário é o constituinte da madeira ou lenha. É constituído por traqueídes, células mortas e ocas, com paredes celulares reforçadas por lignina, substância rígida e impermeável.
Equipe:
Danielle Andrade;
Patricia silva;
João Victor;
Yuri Alencar;
Adriel Camilo;
Keven Kenneth;
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