Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Métodos Moleculares no Diagnóstico Microbiológico - Aplicações para Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)

CDMicro 2012 - Conferência em Manaus
by

Thaís Cristine Marques Sincero

on 26 October 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Métodos Moleculares no Diagnóstico Microbiológico - Aplicações para Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)

Novas abordagens no
Diagnóstico de DST´s Fatos Abordagem MS Brasil, 2005/2008 Fundamentos das técnicas Importante thais.sincero@ufsc.br O que? Quem? Brasil EUA Por que melhorar o diagnóstico e rastreio de DSTs? Em quem? Referências Incidência total: ~5,7 milhões/ano maiores taxas entre
os países industrializados ~19 milhões de
DSTs por ano mais da metade das pessoas terão alguma DST em algum momento da vida DIP infertilidade gravidez ectópica câncer cervical infecções congênitas
e neonatais um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo População estudada por cidade (11.760):
1-Gestantes: 400-600 (3.600)
2-Trabalhadores: 350-620 (3.600)
3-Pacientes que procuraram atendimento em clínicas de DSTs: 420-470 (4.560)

prevalência difere de acordo com a população etudada Estudo de corte transversal em DSTs
permite avaliar se essas doenças representam ou não um ônus relevante para os serviços de saúde, e com base nisso tomar decisões para intervenções de importância ou advogar pela alocação de novos recursos humanos, materiais e financeiros. Sífilis - preditores Gonorreia - preditores Clamídia - preditores HPV - preditores HPV-AR - preditores HIV - preditores Parcerias sexuais no último ano Industriários - Prevalência Prevalência em mulheres Prevalência em homens Coinfecções triplas Coinfecções duplas idade escolaridade número de parceiros com
e sem sintomas DSTs prévias parceiro usuário de
drogas injetáveis número e gênero de parceiros
no último ano raça estado civil sintomas relações prévias com PVHA tipo de
relação sexual Relação sinérgica entre HIV e DSTs: indivíduos com DSTs têm 2 a 5 vezes mais chances de adquirir HIV quando expostos ao vírus
- DSTs ulcerativas são uma porta de entrada ao HIV
- DSTs, ulcerativas ou não, geram inflamação, o que aumenta a concentração de células-alvo ao HIV na região genital Coinfecção HIV/DSTs tem mais chance de transmitir o HIV a um parceiro não infectado, o que esta relacionado a uma maior carga viral na secreção genital do individuo duplamente infectado Então, além de prevenir morbidade e as consequências a longo prazo, o rastreio e o tratamento de DSTs podem ser uma ferramenta efetiva para reduzir a disseminação do HIV cervicite por clamídia ou gonococo:
70 - 80% de assintomáticas Brasil, 2005/2008 Segundo a OMS, as DSTs são um ônus para a sociedade quando:
- prevalência de >1% sífilis em grávidas
- prevalência de mais de 5% de DSTs tratáveis
- prevalência de mais de 10% de DSTs tratáveis em grupos de risco No mundo, 11 de cada 100 adultos no mundo apresentam
Gonorréia, Clamídia, Sífilis ou Tricomoníase:
a cada ano são 333 milhões Segundo a OMS: 1 milhão de pessoas/dia são infectadas com DST (80-90% em países em desenvolvimento) Existem testes que identificam vários tipos de HPV mas não está claro seu valor na prática clínica e as decisões quanto a condutas clínicas não devem ser feitas com base nestes testes. Também não é recomendável na rotina o rastreio de infecção subclínica pelo HPV por meio desses testes. Os testes de triagem de clamídia mais sensíveis para populações de baixo risco são aqueles que se baseiam em DNA de amostra urinária. O PCR e o ELISA de material endocervical têm 88,6% e 65% de sensibilidade, enquanto em amostra urinária atingem 96,5% e 38% de sensibilidade, respectivamente (Watson et al., 2002). ? ! Métodos Moleculares de
amplificação do sinal X
amplificação do DNA/RNA Mas por melhor que seja a técnica ainda devemos considerar:
- amostra (uretral, cervical, vaginal, urina, sangue)
- coleta (pouco ou de má qualidade)
- extração DNA/RNA (proporção DNA humano X DNA patógeno) diferencia HPV alto e baixo risco mas não os tipos específicos Tipagem por RFLP ou sequenciamento do produto Protocolos:
- in house
- multiplex
- controles constitutivos Sorotipos
L1, L2 e L3: linfogranuloma venéreo
A, B, Ba e C: tracoma ocular
D, E, F, G, e H: conjuntivite de inclusão observada no recém-nascido
I, J e K: pneumonia do recém-nascido e do lactente, uretrite, endocervicite, salpingite e epididimite PCR ponto final e quantitativo Câncer cervical: 17.640 Razão mortalidade/incidência de câncer cervical: 52% - Os tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68, 73 e 82 são considerados oncogênicos ou de alto risco

- Os tipos 6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, 81 estão associados ao baixo risco de lesões
Full transcript