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Abordagem Comunicativa

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by

Caio Gomes

on 10 December 2013

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Transcript of Abordagem Comunicativa

Abordagem Comunicativa
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ABORDAGEM COMUNICATIVA
* Surgimento da abordagem comunicativa
A TEORIA DE KRASHEN
-> Hymes x Chomsky e a abordagem comunicativa.

-> A abordagem comunicativa nos anos 70 na Europa e seu início no Brasil.
ENSINO INSTRUMENTAL DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS:
REFERÊNCIAS
LIMA, Nayra Silva; SILVA FILHO, Marcelo Nicomedes dos Reis. Abordagem comunicativa no processo de aquisição de língua inglesa.
Sociodialeto
, Campo Grande, v. 3, n. 9, mar. de 2013. Disponível em: <http://sociodialeto.com.br/edicoes/14/01042013010917.pdf>. Acesso em: 5 dez. 2013.

SILVEIRA, Maria Inez Matoso.
Línguas Estrangeiras
: uma visão histórica das abordagens, métodos e técnicas de ensino. Maceió: Edições Catavento, 1999.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE LETRAS ESTRANGEIRAS MODERNAS
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III - PROFA. CLEA LOPES
SEMINÁRIO: ABORDAGEM COMUNICATIVA
GRUPO: Caio Antônio; Erick Vasconcellos;
Giuseppe Andrew; Jenison Alisson

Pair
exercise

-> Concepção
de língua.
-> Concepção de aprendizagem:
- A psicologia cognitiva e a teoria da informação
- Qual o papel do aprendiz?
CONCEPÇÃO DE ENSINO
- A abordagem comunicativa rejeita a figura tradicional do professor preocupado em apenas transmitir conteúdos.
Outros papeis deverão ser assumidos de forma mais efetiva pelo docente, tais como:
*
Informante
dos itens linguísticos a serem adquiridos pelos alunos;
*
Animador
das atividades, encorajando os alunos a participarem dos sketches, das dramatizações, tornando o ambiente o menos tenso possível;
*
Organizador
das tarefas, dos grupos, de atividades extra sala de aula;
*
Observador
da participação dos alunos nas interações, sempre na perspectiva comunicativa, centrada mais no processo do que no produto;
*
Analista
das necessidades e interesses dos alunos, para tornar o ensino mais significativo possível;
*
Avaliador
do desempenho do aluno e do seu próprio desempenho, utilizando, para isso, uma atitude reflexiva sobre a sua atuação e a dos alunos.
> A aprendizagem é um processo consciente e artificial, a aquisição é um processo inconsciente e natural, e por isso, mais duradouro.
> Na sala de aula, para que a aquisição ocorra minimamente, são necessários alguns elementos, tais como:
1. Uma fonte constante de língua em contextos naturais e significativos;

2. Um ambiente informal, descontraído e que proporcione segurança;

3. A necessidade de se comunicar, ou seja, a motivação para interagir;

4. A ênfase no significado a ser comunicado;

5. Feedback, isto é, a necessidade que o aprendiz tem de, na interação, ver seus enunciados aceitos ou não, para poder se autocorrigir e adequar-se à interlocução.
* Textos para leitura autênticos, ou seja, selecionados entre textos que circulam na sociedade moderna.
CONCEPÇÃO DAS RELAÇÕES PEDAGÓGICAS
* Um dos pontos polêmicos da abordagem é o papel e o lugar da gramática, se deve ser indutiva, condenando a análise explícita dos aspectos gramaticais;
* Outros defendem que, uma vez expostos os conteúdos comunicativos, em exercícios orais,
devem ser propostas atividades de leitura e de escrita em que se trabalhem a coesão e a coerência entre enunciados, as estratégias de inferência, e outras práticas para o desenvolvimento da competência textual/discursiva.

O formato das lições possui um esquema contendo os seguintes passos:
* Apresentação dos conteúdos (funções, noções, enunciados, vocabulário);

* Prática controlada desses conteúdos em exercícios orais e escritos;

* Prática interativa mais livre para a utilização dos itens aprendidos;

* Avaliação do desempenho produtivo e do processo de aquisição dos alunos em situação de interação;

* Consolidação da aprendizagem através de confirmações ou correções, reensino de alguns itens que ainda apresentam problemas.
> A língua materna pode assumir um papel instrumental, nos estágios iniciais esclarecer algumas situações;

> Explicar as funções comunicativas;

> Explicar contextos e situações para que alguns elementos da LE sejam melhor compreendidos.
* Década de 80: Cursos "English for Specific Purposes"

* Mercado de trabalho -> Análise de necessidades comunicativas.

* Reação ao "General English" (em que as quatro habilidades são indissociáveis)
* Ensino se concentra em uma ou duas habilidades específicas e em conteúdos morfossintáticos e semânticos bem definidos.


* ESCRITA: Ao invés de tipo de texto, trabalha-se com gênero textual.
Gênero textual:
uso autêntico da língua em contextos específicos.
- foco na mensagem, na comunicação;

- língua em uso;

- possibilidade de desenvolvimento de habilidades específicas.
Apanhado histórico da concepção de língua:
*John Firth (1930);

*Noam Chomsky (1965)

*David Wilkins (1972)
Método Funcional-Nocional:
*Categorias Nocionais: tempo, seqüência, quantidade, localização, freqüência, etc.

*Categorias Funcionais: pedidos, negações, oferecimentos, etc.
Segundo os estudiosos Theodore Rogers e Jack Richard, esta abordagem tem como características:

- a língua é um sistema para expressão dos significados;
- a principal função da linguagem é a interação e a comunicação;
- a estrutura da língua reflete seu uso funcional e comunicativo;
- as principais unidades de linguagem não são meramente suas características gramaticais e estruturais, mas categorias de significado funcional e comunicativo.
KRASHEN
* Pioneiro do movimento
comunicativo;

* Criador da teoria da aquisição da
segunda língua;

* Sua teoria é composta por
cinco hipóteses:
Aquisição
(assimilação
natural)
x
Aprendizagem
- Natural, intuitivo;
- Fruto de interação em situa-
ções reais;
- Semelhante ao processo de
aquisição de L1;
- Desenvolvimento da com-
petência comunicativa;
- Habilidade sobre a língua
falada, não sobre conhe-
cimento teórico sobre essa.
- Abordagem tradicional;
- Conhecimento metalin-
guístico sobre a língua;
- Forma escrita/Estruturas e regras gramaticais;
- Correto/Errado;
- Professor: autoridade / Aluno: sujeito passivo (pouco espaço p/ comunicação)
Hipótese da ordem natural:
* 's' do inglês para uma criança -> 1° plural; 2° tempo presente
* Para se aprender uma L2, a ordem não será a mesma que ocorreria para se aprender uma L1, mas existem semelhanças.
* Aprendizagem: não possui ordem natural, já que segue outro processo.
Hipótese do Monitor:
* A gramática pode ajudar a monitorar a fala.

(essa correção se dá por parte do aprendiz de L2, sempre que for necessário, e somente após de ter feito uso 'incorreto' da língua)
Hipótese do monitor
Aprendizagem
x
Hipótese do input
Aquisição
Hipótese do Input (Insumo)
* AQUISIÇÃO -> GRADUAL -> ORDEM NATURAL
* No processo de aquisição, para que se avance de um estágio para outro, é preciso que o input esteja um pouco além do estágio atual em que se encontra o aluno. "i + 1"

* O input deve ser compreensível, além de interessante e deve ser oferecido em quantidade suficiente e em ambiente que favoreça o bem estar dos alunos.

* O input deve ser apresentado a partir de uma situação contextualizada; pode partir do professor, dos materiais, e mesmo dos próprios alunos.
* Hipótese do input defende que o foco deve estar na mensagem e na comunicação. O aluno está preocupado com o uso que faz da língua, não com sua forma ou estrutura.

*Hipótese do input pressupõe que a fala (oralidade) não pode ser ensinada. Ou o próprio aluno se sente habilitado a falar por si ou vai ficar repetindo o professor.

* Erros: tolerados num primeiro momento; corrigidos à medida que chegar ao aluno input em quantidade e qualidade suficiente.


Hipótese do filtro afetivo:
* Primeira barreira que enfrenta o input antes de ser processado e internalizado.

* Motivação, ansiedade, autoconfiação.

* Alunos que gostam da L2 sendo adquirida: baixo filtro afetivo - input facilmente absorvido.

*Alunos que não gostam da L2 sendo adquirida: alto filtro afetivo -> aquisição da L2 prejudicada, o que explica o porquê de muitas vezes, mesmo com grande quantidade de input (e de boa qualidade), não se alcança o nível desejado.
Krashen conclui:
*Tanto em L1 como em L2, aquisição é mais importante que aprendizagem.

*Para que ela ocorra, necessita-se de:
1. exposição suficiente a input compreensível;
2. baixo filtro afetivo.
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