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Intolerância alimentar e moda

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Maysa Dias

on 16 June 2016

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Transcript of Intolerância alimentar e moda

Lactose = glicose + galactose

Enzima responsável: lactase

A lactase hidrolisa esse açúcar, tendo como produto moléculas de glicose e galactose

Na falta dessa enzima, a lactose segue para o cólon onde é fermentada por bactérias

Produtos da fermentação: ácido lático, gás metano e hidrogênio
• Prometem resultados rápidos e sem esforço;

• Fazem listas de alimentos permitidos e proibidos, criando restrições a nutrientes

• Podem ser realizados sem o acompanhamento de profissionais da área da saúde;

• Contém afirmações que contradizem conhecimentos científicos bem estabelecidos;

• Não trazem provas confiáveis de eficácia e segurança baseadas em pesquisas rigorosas em seres humanos;

• Exemplos:

Dieta Dunkan
Fase 1 - proteína
Fase 2 - proteínas + alguns legumes e verduras
Fase 3 – proteínas + algumas frutas e porções mínimas de carboidratos
Fase 4 – todos alimentos permitidos, especialmente integrais e frutas

Dieta do Dr. Atkins
Fase 1 – restrição de carboidratos (20g/dia)
Fase 2 – pequeno aumento de carboidratos por semana (5g)
Fase 3 - pequeno aumento de carboidratos por semana (10g)
Fase 4 - manutenção

Obs.: Recomenda-se ingestão de 130g diárias para dieta de 2.600 Kcal

Contexto Celular
Como funciona a intolerância à lactose
O que é intolerância alimentar?
Intolerância Alimentar e Moda
Quais as diferenças
entre alergia e intolerância alimentar?
+
A Formação de uma enzima
Transcrição
Tradução
Intolerância
à lactose
Contexto Bioquímico
Contexto Genético
Intolerância alimentar, dieta e moda
Macromoléculas na alimentação
• Estado nutricional satisfatório - atendimento a necessidades fisiológicas

•Equilíbrio metabólico

•Crescimento e desenvolvimento

•Manutenção da saúde em geral

•Proteção contra doenças e estados alterados no organismo

Perigos das dietas da moda
Efeitos colaterais/ perigos da restrição de macromoléculas na dieta
• Ausência ou deficiência de macromoléculas: doenças, estados de humor e emocionais alterados

• Proteínas
Ausência de aminoácidos essenciais
Ex.: triptofano – seratonina
sensação agradável e felicidade x depressão = alterações

• Carboidratos
Reservas de glicogênio – fonte de energia

Cetose – degradação de gordura

Hiploglicemia – gliconeogênese: espoliação proteica
Tremores, sudorese, palpitação, confusão mental

• Lipídios
Ácidos graxos essenciais – sistema nervoso

Absorção de vitaminas lipossolúveis
Ex: vitamina A
Cegueira noturna, queratinização de tecidos epiteliais (ressecamento), redução da secreção de mucosa e aumento da suscetibilidade a infecções

Influência sobre o teor de colesterol plasmático – fluidez membrana

Tratamentos
Diagnósticos
Controle da atividade enzimática da lactase
Controle da expressão do gene da enzima lactase por seu substrato
Importância do entendimento de doenças/ sintomas relacionados a dietas ou restrições alimentares
-Terapia Ocupacional

- Educação física
- Fisioterapia
- Nutrição
- Psicologia
FIM
Absorção no intestino delgado

Deficiência primária: desenvolve ao decorrer no envelhecimento do indivíduo. É a forma mais comum, ela é natural e atinge grande maioria dos adultos.

Deficiência secundária: é uma redução temporária da tolerância a lactose, e ocorre devido a lesões na mucosa causadas por doenças ou falta de ingestão de lactose por longos períodos.

Deficiência congênita: É uma forma rara e grave de deficiência primária que afeta desde o nascimento, sua origem é hereditária.
Teste de intolerância à lactose - curva glicêmica

Teste de hidrogênio na respiração

Teste de acidez nas fezes
Restrição temporária de lactose, com reintrodução acompanhada

Lactase exógena

Alimentos lácteos com redução parcial ou total de lactose

Reposição de cálcio e vitamina D
É uma reação adversa
não
imunológica que ocorre após a ingestão de determinado alimento

Sintomas são tardios e relacionados com a quantidade ingerida

Hipersensibilidade alimentar
não
alérgica.
Referências bibliográficas
Sintomas
Dor e inchaço abdominal
Flatulência
Diarreia
Dores de cabeça
Naúseas
(MADURO, I. P. et al. Hyperuricemia on obese women receiving a very low calorie diet. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 47, n. 3, jun. 2. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302003000300011&lang=p >. Acesso em: 01 mai. 2016.)
(Friedrich, D.C. A diversidade do gene LCT e a persistência da lactase na população brasileira. 2013. 106 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2013. Disponível em: <http://hdl.handle.net/10183/84942>. Acesso em: 05 mai. 2016.)
(BARBOSA, Cristiane Rickli; ANDREAZZI, Marcia Aparecida. INTOLERÂNCIA À LACTOSE E SUAS CONSEQUÊNCIAS NO METABOLISMO DO CÁLCIO. V Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica, Maringá, out. 2010. Disponível em: <http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/mostras/quin_mostra/cristiane_rickli_barbosa_1.pdf >. Acesso em: 05 mai. 2016.)
(BERNE, R. M. et al. Berne & levy: fisiologia. 6 ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier Mosby, 2009. 844 p.)
(MATTAR, Rejane; MAZO, Daniel Ferraz De Campos. Intolerância à lactose: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Rev Assoc Med Bras, São Paulo, SP, v. 56, n. 2, p. 230-6, jan. 2010. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000200025 >. Acesso em: 10 mai. 2016.>)
(BERNARDI, F.; CICHELERO, C.; VITOLO, M. R. Comportamento de restrição alimentar e obesidade. Rev. Nutr., Campinas, v. 18, n. 1, p.85-93, jan./fev., 2005.)
(BETONI, F.; ZANARDO, V.P.S.; CENI, C.G. Avaliação de utilização de dietas da moda por pacientes de um ambulatório de especialidades em nutrição e suas implicações no metabolismo. Conscientiae saúde.v.9, n.3, p.430-440, 2010.)
(CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3ªed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
CHAMPE, P.C. Bioquímica Ilustrada. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2009.
DEVLIN, Thomas M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6ª edição. Ed. Edgard Blucher, 2007.)
(Carminatti, Claudimir Antonio. Ensaios de hidrólise enzimática da lactose em reator a membrana utilizando beta-galactosidase Kluyveromyces lactis. 201. 66f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Quimíca) - Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2001. Disponivél em:< https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/81434 >. Acesso em: 15 mai. 2016)
(GIBNEY, Michael.J., MACDONALD, Ian A., ROCHE, Helen M. Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: editora Guanabara Koogan, 2006.)
(MAHAN, L. Kathleen, ESCOTT -STUMP, Sylvia, RAYMOND, Janice L. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 13. ed. Rio de Janeiro: editora Elsevier, 2012.)
(RODRIGUES, Joana Filipa Mota. Hipoglicemia – Da bioquímica à clínica. 2014. 46 f. Tese (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa.)
(STRINGHINI, Maria Luiza Ferreira, et al. Vantagens e desvantagens da dieta Atkins no tratamento da obesidade. Salusvita, Bauru, v. 26, n. 2, p. 257-268, 2007.)
Borda de escova
Vilos - Microvilosidades - Enterócitos
Transporte passivo ou ativo
Polimorfismo no gene LCT
Polimorfismos são variações no DNA sem dano clínico
A variação no gene LCT causa a persistência da lactase
(O gene LCT está localizado no braço longo (q) do cromossoma 2 na posição 21. Mais precisamente, o gene está localizado LCT de par de bases ao par de bases 135787844 135837179 no cromossomo 2.)
(Com essa imagem é possivel identificar onde o polimorfismo do gene LCT é mais presente)
Prevalência mundial de intolerância à lactose em populações recentes
Fatores que influenciam a atividade enzimática:
Temperatura;
pH;
Concentração do substrato.

A lactase é uma
Enzima alostérica;
Efetor é homotrópico.
Principais tipos de intolerância alimentar
Lactose: deficiência da enzima lactase

Frutose: deficiência da enzima frutose

Intolerância ao glúten x doença celíaca:

- Doença celíaca depende de suscetibilidade genética, exposição ao glúten, fator ambiental desencadeante e resposta autoimune.

- Intolerância ao glúten descreve indivíduos que apresentam sintomas que podem ou não ter DC: cólicas abdominais, náuseas e diarreias após a ingestão.
Não é aconselhado a restrição do glúten por necessidade de constatação se é doença celíaca.
Maria Luiza Dragonetti - Terapia Ocupacional
Evelise Rodrigues - Nutrição
Maysa Dias - Psicologia
Thuany Lage - Fisioterapia
Omar Chaaban - Educação Física
SP- Situação-problema 2016
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