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Juventude na América Latina_Pós_Hilário Dick

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by

Aline Ogliari

on 7 February 2013

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Transcript of Juventude na América Latina_Pós_Hilário Dick

Um pouco do resgate dos aspectos históricos da juventude latino americana Juventude na
América Latina A juventude na história é um assunto pouco explorado.
Diversas razões, com mais ou menos preconceito, ou argumentação científica. Da mesma forma como esqueceram os jovens na América Latina, também esqueceram as mulheres, e as respostas podem até serem as mesmas 3. Antes dos anos de 1920 Brasil: primeiras manifestações juvenis são literárias - Romantismo. São 13 artistas jovens que se destacam.

Argentina: no ano de 1918, em Córdoba, houve em descontentamento dos universitários. Lançamento de "El hombre medíocre" (José Ingenieros) Uruguai: Publicação de "Ariel" (de José Enrique Rodo).

Chile: sofria influências de países vizinhos (Argentina e Paraguai). Se destaca a Federação de Estudantes do Chile. Em 1918, fundam a Universidade Popular Lastarria. México: Revolução Mexicana - Emiliano Zapata e Pancho Villa.
A primeira imagem juvenil institucional foi a do estudante. Em 1909 cria-se o Ateneu da Juventude; e em 1920, os jovens eram vistos como a única esperança da época. Paraguai: destroçado pela Guerra do Paraguai; e não se tem conhecimento de alguma movimentação juvenil anterior a 1864;

Peru: José Carlos Mariátegui (Partido Aprista); cacique Tupác Amaru (1780-81); Victor Raúl Haya de La Torre (Federação de Estudantes Peruanos). 4. Juventude Latino-americana nos últimos 80 anos 4.1 A rebelião dos universitários 2. Antes dos espanhóis Civilidade e barbárie O Tempo da invasão Silêncio intrigante Manifestações e gritaria 4.2 Contestações Culturais e Políticas 4.3 Movimentos Revolucionários e Guerrilhistas 4.4 Jovens exterminados Manifestações que foram vividas pelos jovens do continente, com o espírito de autonomia - rebeliões, situações culturais e políticas, movimentos revolucionários e guerrilhistas. Luta pela transformação da educação e equidade na sociedade.

Na Argentina, em 1918 (Córdoba) e em 1968 (novo "Cordobazo");
No Chile, em 1919 (que propunham uma Universidade Polpular); No Brasil, em 1922 (Semana da Arte Moderna) e 1960 (lutas da UNE);
Na Colômbia, em 1948 (Bogotazo);
No México, em 1968 (massacre na Praça das Três Culturas);
Na Bolívia (Movimento Popular Revolucionário) Nos espaços culturais: revistas, músicas (rock, popular), filmes, artes plásticas.
Nos espaços políticos, os atores são estudantes e agricultores. Pode ser destacada ainda, no âmbito cultural (não como contestação ou revolta):
Ação Católica (JEC) e Pastoral da Juventude;
Rede Latino-Americana de Centros e Institutos de Juventude. Brasil: Guerrilha do Araguaia; Tenentismo;
Argentina: Montoneros;
Uruguai: Tupamaros (1962-73);
Chile: Juventude Militar Bolívia: guerrilha de Teoponte;
Nicarágua: a juventude sandinista;
El Salvador: Frente de Libertação Farabundo Martí;
Peru: Mov. Revolucionário Tupac Amaru, e o movimento Sendero Luminoso;
Revolução Cubana A juventude não foi apenas alvo de assassinato, mas também de extermínio.
Todos os processos históricos vividos, sofridos, partilhados ou no anonimato, fortaleceram o protagonismo juvenil.

Convicções daquilo que se crê e se faz. Civilidade - cidade
Barbárie - campo Campo
Rudeza
Não se dobra
Viver sem amarras Paixão
Explode na juventude Século XVI:
Invasões espanholas
Forte resistência dos indígenas Século XVII e XVIII: silêncio juvenil;
Século XIX: época de afirmação dos países. Século XX: inquietude política e cultural
Europa - Nazismo/Facismo
Brasil - Integralismo/Semana da Arte Moderna
Peru - Partido Comunista Barbárie
Diferenças geográficas
Cultura nômade
Práticas rústicas
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