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Competição e Cooperação aos olhos da Psicologia do Esporte

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Kauan Morão

on 17 October 2013

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Transcript of Competição e Cooperação aos olhos da Psicologia do Esporte

Competição e Cooperação aos olhos da Psicologia do Esporte
É um processo social onde o vencedor possui melhor desempenho quando colocado em situação de comparação em relação aos demais competidores, sendo recompensado de alguma maneira (medalha, prêmios, dinheiro, etc.), implicando no sucesso de um (atleta/equipe) e no fracasso dos outros (maioria).
Competição
(COAKLEY, 1994)
É um processo social que implica na recompensa compartilhada, onde o grupo todo possui mérito devido a realização coletiva que obteve por meio do trabalho em equipe, buscando a consecução de um objetivo em comum.
Cooperação
(COAKLEY, 1994)
Competição e Cooperação
São processos distintos na vida de uma pessoa, entretanto podem/devem ser trabalhados de maneira conjunta.

Fazer com que haja um equilíbrio entre os dois processos é importante no desenvolvimento das crianças.
A competição não é inerentemente boa ou ruim. Não é uma estratégia produtiva nem destrutiva – é simplesmente um processo que pode ser influenciado pelo ambiente social (pais, amigos, professores, etc.)
(WEINBERG & GOULD, 2001)
A maioria dos estudos evidencia a ênfase que deve ser dada em atividades cooperativas nas aulas de Educação Física, devido ao fato de proporcionarem maior satisfação, prazer e melhor desempenho na realização de tarefas, diferenciando-se do processo competitivo nesse aspecto.
(JOHNSON e JOHNSON, 1985)
Competição
Cooperação
Pode acarretar resultados positivos (melhora na autoestima, confiança, divertimento) ou negativos (excesso de agressividade, fraude, preocupação somente com o vencer).

Estrutura de recompensa - útil frente a tarefas físicas de curta duração e relativamente simples.
Competição
(WEINBERG & GOULD, 2001)
Cooperação
Os jogos cooperativos oferecem complementos aos jogos competitivos, possibilitando que os jovens tenham maior oportunidade para crescimento pessoal, tomada de decisão, interação social e maior responsabilidade.
A estrutura de recompensa cooperativa é mais útil quando se trata de tarefas mais complexas e que necessitem de soluções para um problema difícil.
Competição

x

Cooperação

Desenvolvimento do caráter, disciplina e trabalho de equipe.

Objetivo do jogo competitivo é vencer os outros do início ao fim.
Promove o prazer da atividade, troca de informações e maior comunicação.

O objetivo é cooperar dentro de sua equipe e competir fora de seu grupo.
Nos esportes coletivos abordados na escola, a competição e a cooperação devem ocorrer ao mesmo tempo, sendo necessário que o professor aborde de maneira integrada esses dois processos, resultando em maiores oportunidades para desenvolvimento e satisfação pessoais.
Esporte Coletivo
Tutores:
André Luis Aroni
Henrique Michelin Dias Camargo
Kauan Galvão Morão
Influência de Pais e Professores
O estilo de liderança de um adulto (pai, professor, treinador), especialmente no esporte infanto-juvenil, determina se a competição afeta os atletas/alunos de maneira positiva ou negativa.

É fundamental que os professores ensinem seus alunos quando é apropriado cooperar e quando o mais adequado é competir.
(WEINBERG & GOULD, 2001)
Agressividade x Jogo Limpo
Os mesmos autores afirmam que os educadores físicos podem promover comportamentos agressivos quando enfatizam aos seus alunos que devem vencer a qualquer preço ou então, podem incentivar o jogo limpo e o desenvolvimento de habilidades.
A cultura e a criação a que uma criança está sujeita, podem ser fatores determinantes quanto ao fato delas serem mais competitivas ou cooperativas, pois pessoas na faixa etária em questão são influenciadas facilmente pelos sujeitos que possuem como exemplo e, também, pelo ambiente em que estão inseridas.
Cultura e Criação
Jogos Competitivos - Meninos x Meninas
Meninos e meninas possuem diferentes experiências quando praticam jogos competitivos, sendo as principais:
Meninos participam com mais frequência;
Os jogos das meninas são mais livres de estruturas, espontâneos e imaginativos;
Meninos se consideram melhores fisicamente em relação às meninas;
Os jogos dos meninos envolvem mais agressividade, riscos e recompensam a realização individual mais que os jogos das meninas;
Meninos praticam jogos que exigem maior complexidade que as meninas, tendo mais regras, mais interdependência e alternando as posições.
(COAKLEY, 1997)
Jogos Cooperativos - Jovens Praticantes
Quando os jovens se reúnem e passam a praticar os jogos de sua maneira, eles buscam:
Ação - sendo intensificada através de estratégias determinadas pelos praticantes;
Envolvimento pessoal na ação - evitando que os menos habilidosos sejam desfavorecidos e que os mais habilidosos dominem a ação;
Times equilibrados - buscando que ninguém seja favorecido;
Oportunidades de reafirmar amizades durante o jogo.
(COAKLEY, 1997).
Competição - Cooperação
Para que uma atividade competitiva se torne cooperativa, basta que algumas alterações sejam realizadas em relação as regras e que princípios sejam seguidos, como:

Maximizar oportunidades de aprender habilidades;
Maximizar a participação;
Não contar pontos;
Aumentar a possibilidade de sucesso;
Fornecer feedback positivo;
Vivenciar diferentes posições em um jogo.
Concluindo...
Deve haver combinação entre cooperação e competição, não sendo necessária a substituição de uma vertente pela outra. Para isso deve-se:

Individualizar as instruções para suprir as necessidades de cada aluno;
Estruturar jogos com elementos competitivos e cooperativos;
Quando o ambiente se tornar muito competitivo, utilizar recursos que façam os grupos se unirem;
Utilizar feedbacks positivos para os alunos, sem levar em consideração o resultado do jogo ou da competição;
Utilizar a cooperação com o intuito de desenvolver maior confiança e comunicação;
Oportunizar aos alunos aprendizagem de habilidades esportivas e a prática das mesmas em uma competição.
(WEINBERG & GOULD, 2001)
Conclui-se que professores, técnicos e pais (familiares) devem trabalhar juntos no desenvolvimento da criança, com o intuito de proporcionar aos praticantes das modalidades (alunos e/ou atletas) experiências esportivas agradáveis, significativas e educacionais.
Resumindo...
Muito Obrigado!
Referências Bibliográficas:
COAKLEY, J. Sport in Society: Issues and controversies. St. Louis: Times Mirror/Mosby College, 1994.
COAKLEY, J. Sport in Society: Issues and controversies. St. Louis: Times Mirror/Mosby College, 1997.
KOHN, A. No contest: The case against competition. Boston: Houghton Mifflin, 1986.
WEINBERG, R. S.; GOULD, D. Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
(KOHN, 1986)
(WEINBERG & GOULD, 2001)
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