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Psicologia Criminal

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by

Tatiana Lourenço

on 16 November 2012

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Transcript of Psicologia Criminal

Psicologia Criminal Psicologia Aplicada Agrupamento de Escolas de Santa Comba Dão
Novembro 2012
2012/2013 Até finais do século XVIII a psicologia fazia parte da filosofia. A partir daí, ela tem sido alterada e alargada pelos trabalhos de cientistas, como os citados a seguir: Pioneiros da Psicologia Ciência que estuda o comportamento e os processos mentais humanos.
Deste modo, se entendermos os conceitos de ciência, comportamento e homem, se soubermos descrever o que é ciência, o que é comportamento humano e quem é esse homem estudado pela psicologia (caso mais complexo, mais filosófico), entender-se-á o conceito de psicologia. Conceito de Psicologia Homem (no sentido mais amplo). Entretanto, é preciso saber que a concepção de homem que o profissional traz consigo mesmo “contamina” inevitavelmente a sua pesquisa em psicologia. Então, por que a psicologia é ciência? Trabalho para a disciplina de Psicologia B

Docente: Maria Manuela Almeida Marques Grupo de trabalho:

Pedro Calado Nº22 12ºA
Raquel Matos Nº18 12ºB
Tatiana Lourenço Nº20 12ºB Wilhelm Wundt, alemão, 1832 – 1920
William James , americano, 1842 – 1910
Sigmund Freud, austríaco, 1856 – 1939
Alfred Binet, francês, 1857 – 1910
Carl Jung, suíço, 1875 – 1961
John B. Watson, americano, 1878 – 1958
Karl Lashley, americano, 1890 – 1958 Algumas características que descrevem a psicologia como ciência são: Objeto específico de estudo: Processo cumulativo do conhecimento: Um novo conhecimento é produzido sempre a partir de algo anteriormente desenvolvido. Negam-se, reafirmam-se, descobrem-se novos aspectos, e assim a ciência avança. Métodos e técnicas específicas: Entrevistas estruturais, testes, técnicas de terapia, entre outras, obtidas de maneiras programadas, sistemáticas e controladas, para que se permita a verificação da validade da ciência e permitindo a reprodução da experiência. Objetividade: Possibilidade de verificação com o máximo de isenção de emoção possível. Psicologia Aplicada: Não é possível pensar a psicologia sem a componente aplicada, isto é, sem intervenção: A psicologia tem uma dimensão prática que se entrega em vários contextos e instituições sociais. Hoje podemos dizer que não há área de atividade onde a psicologia não esteja presente: escolas, empresas, tribunais... Os níveis de intervenção vão desde o individuo à comunidade, passando pelos grupos e organizações. O que pode ser feito? A quem podem recorrer as pessoas quando se sentem a passar por crises de ansiedade e depressão? Psicólogo Clínico Licenciatura e mestrado em psicologia clínica e/ ou saúde. Meios terapêuticos e de cariz psicológico. Psiquiatria Licenciatura em medicina: neurologia, psicofarmacologia, terapias com medicamentos cirurgias. Psicanalistas São psiquiatras ou psicólogos clínicos que adquiriram formação complementar em psicanálise. Psicoterapeutas Formação em psicologia/medicina e especialidade em psicoterapia. Tem como objetivo ajudar as pessoas que procuram libertar-se de problemas do foro psicoemocional provocadores de disfunções e mal-estar. Áreas de Intervenção Psicologia educacional Psicologia do trabalho e das organizações Psicologia criminal/forense Psicologia clínica Psicologia desportivo Orientação vocacional Visa o progresso no desenvolvimento global do aluno, pelo que investe no sentido de melhorar os processos de ensino-aprendizagem. Ocupa-se do comportamento dos indivíduos em situações de prática desportiva e dos fenómenos psicológicos ligados ao seu desempenho. Procura promover o direito e a justiça, salvaguardando os direitos do cidadão e também o bem comum da sociedade em geral. Visa a implementação de condições que melhorem a eficiência e o bem-estar das pessoas na sua profissão. Procura aplicar os princípios psicológicos ao diagnóstico e ao tratamento de pessoas com problemas emocionais e comportamentais. Tem como objetivo promover o desenvolvimento do aluno e contribui para que os jovens tenham ou idealizem um projeto de vida que leve a uma boa escolha profissional Psicologia Criminal: A Psicologia Criminal ou Psicologia Forense consiste na aplicaçãodos conhecimentos psicológicos e comportamentais ao serviço do direito. Ou seja, pretende estabelecer uma “ponte” entre o comportamento praticado, que corresponde à justiça, e o comportamento psicológico, que cabe ao terapeuta avaliar. Este tipo de ciência dedica-se à análise e ao estudo de comportamentos criminais, tentando assim, determinar exatamente a causa que levou o indivíduo a cometer tal delito, e por sua vez, a pena justa a atribuir. Objetivos da Psicologia Criminal: Através deste ramo da psicologia, tenta-se construir o percurso de vida do criminoso e todos os processos psicológicos que o possam ter conduzido à criminalidade, tentando descobrir a raiz do problema, uma vez que só assim se pode compreender a razão, e por sua vez, solucioná-lo. Porque é que surgiu a Psicologia Criminal? Este ramo surgiu, assim, com a necessidade que havia em justificar o porquê de certos atos serem cometidos, que para a sociedade e/ou tribunal não faziam o menor sentido, e por sua vez, punir com leis adequadas. Assim, é possível averiguar objetivamente se o réu em acusação sofre de algum distúrbio psicológico ou de algum tipo de doença mental, e se este facto o levou a praticar tal crime. Se assim for, o juiz terá de levar isso em conta e ajustar a pena de acordo com esta determinada condicionante. Instituições onde o psicólogo criminal pode intervir: Tribunais;
Instituto Nacional de Medicina Legal;
Estabelecimentos prisionais;
Centros de apoio à vítima ou ao criminoso;
Segurança social Pré-requisitos e funções de um psicólogo criminal Um psicólogo formado nesta área tem que dominar os conhecimentos que dizem respeito à psicologia em si, mas também os conhecimentos referentes às leis civis e às leis criminais. Através de um processo gradual, o psicólogo, tem como função, não só diagnosticar mas também acompanhar o paciente e prestar contas à justiça. Funções de um psicólogo criminal: Formação do pessoal da polícia/guardas prisionais em gerir os conflitos e a interagir mais facilmente com os reclusos;
Diagnosticar reclusos que apresentem perturbações (agressividade, depressão, isolamento) e tentar resolvê-las;
Acompanhar os reclusos aquando de liberdade condicional ou em inserção na vida ativa;
Testemunhar, em tribunal, se necessário, como especialista;
Avaliar falsos depoimentos e confissões anuladas;
Apoiar a polícia na definição de perfis psicológicos que ajudem à identificação e captura de criminosos, bem como na investigação de crimes. Todo este conjunto de métodos, e outros não referidos, podem indicar-nos se o indivíduo sofre de transtornos tais como: Personalidade criminosa;
Bipolaridade;
Psicopatia;
Depressão ou qualquer outro do foro psicológico. Cabe também ao psicólogo desvendar se o problema do indivíduo se deve a um condicionamento biológico, ou seja genético, ou se se deve a outros fatores, como por exemplo: traumas, ambiente sociocultural, educação, instabilidade afetiva, sentimentos de culpa, etc. Caso concreto: O rapaz sorridente que aparece na foto divulgada pela Universidade do Colorado é o alegado autor do ataque ao cinema em Denver. James Holmes, de 24 anos, foi detido após ter disparado sobre uma plateia de pessoas que assistiam ao filme Batman “The Dark Knight Rises”, em Denver, EUA. Pelo menos 12 pessoas morreram e 59 ficaram feridas. Antes do julgamento No julgamento Comentário crítico: A pertinência deste tema coloca-se ao nível da salvaguarda dos direitos dos cidadãos sem menosprezar o bem comum da sociedade. A psicologia criminal, ao descobrir o grau de responsabilidade dos infratores, ajuda a encontrar uma pena justa, de harmonia com a particularidade de cada caso. Portanto, é uma área da psicologia de especial interesse pois através de técnicas rigorosas tenta contribuir para a reeducação do criminoso, a recuperação deste e, consequentemente para a sua reinserção social. Testa o que sabes... A psicologia criminal ou psicologia forense dedica-se:
A. Ao estudo do crime, dos seus protagonistas e dos comportamentos desviantes
B. Ao estudo dos criminosos internados em estabelecimentos prisionais
C. Ao estudo e investigação dos casos inimputáveis
D. Ao estudo das condições de trabalho dos guardas prisionais O psicólogo criminal apoio em exclusivo os reclusos. Esta afirmação é:
A. Verdadeira: a sua área de intervenção faz-se junto daqueles que praticam crimes
B. Falsa: apoio aos legisladores a promover o aumento das penas no sentido de prevenir os crimes
C. Verdadeira: trabalha no sentido de dar suporte psicológico às pessoas detidas nas prisões
D. Falsa: apoia também vítimas de abuso, faz formação às forças policiais, entre outras. Faz uma lista das instituições e contextos onde o psicólogo criminal pode intervir. Seleciona duas atribuições do psicólogo criminal que consideres mais importantes. Explica a razão da tua escolha. Bibliografia: http://caminhandopsicologia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1194181631#id2

http://mapadocrime.com.sapo.pt/psicologia%20criminal.html

http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-82312010000100008&script=sci_arttext

Cordeiro J.C.Dias: Psiquiatria Forense, Fundação Calouste Gulbenkian, Fev.2003, pp. 3 e 4 Obrigada pela atenção caros colegas
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