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Projeto - Combate a Incêndio

Rogerio Araujo
by

on 24 October 2014

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LINEA CLASIFICADO
TWIN
SOLO TALLER DE AFILADO
SE ACTIVA PULSADOR DE SECADO Y DE MAQUINA PRINCIPAL NO EMITIENDO NINGUN SONIDO
CEPILLADO
BALIZA DE EMERGENCIA OPERATIVA
NO EXISTE BALIZA EN EL SECTOR
BALIZA DEL SECTOR SE ENCUENTRA INOPERATIVA
PULSADOR EXPUESTO
BALIZA OPERATIVA
EN ESTE SECTOR NUNCA SE INSTALO EL PULSADOR NI LA ALARMA SONORA
BALIZA INOPERATIVA
CANTEADORA
BALIZA INOPERATIVA
EN EL SEGUNDO PISO SE ESCUCHA MUY BAJO
INTENSIDAD LUMINOSA DEFICIENTE
Perguntas / Dúvidas?
INSTRUÇÕES TÉCNICAS
32 - Proteção Contra Incêndio em Cozinhas Profissionais;

33 - Eventos Temporários;

34 - Credenciamento de Empresa e Responsáveis Técnicos;
IT 32
OBJETIVO
Proteção contra incêndio em Sistemas de ventilação para cozinhas profissionais, visando evitar o risco de incêndio ocasionado pelo calor, gordura, fumaça e efluentes gerados no processo de cocção
IT 32
APLICAÇÃO
Se aplica em edificações com área construída acima de 750m² e/ou altura superior a 12 metros, quando caracterizar o descompartimento (abertura entre a cozinha e outros compartimentos) do ambiente da cozinha. Não se aplica à cozinhas de uso residencial.

PROCEDIMENTOS
A descompartimentação ocorrerá: Quando os dutos de exaustão se comunicarem com outros ambientes através de travessia de paredes, entrepisos ou quando estiverem próximos a abertura na fachada ou tomadas de ar.
IT 32
PROCEDIMENTOS
SISTEMAS DE EXAUSTÃO:
Todos os tachos e fritadeiras devem manter um espaçamento mínimo de 0,40m para chama aberta de um equipamento de cocção adjacente;
Devem estar disponíveis na área de funcionamento da cozinha, extintores portáteis para combate a incêndio nos equipamentos de cocção conforme legislação pertinente;
IT 33
OBJETIVO
Estabelecer os requisitos mínimos de segurança necessária para a realização de eventos temporários em áreas públicas ou privadas, edificadas ou não, visando a proteção da vida humana e do patrimônio quanto ao risco de incêndio e pânico.
IT 33
APLICAÇÕES
Aplica-se a todos os recintos situados em edificações permanentes ou construções provisórias, fechados, cobertos ou ao ar livre onde sejam realizados eventos temporários.
IT 33
CLASSIFICAÇÃO
Risco Mínimo: Público entre 251 e 1.000 pessoas
Risco Baixo: Público entre 1.001 e 3.000 pessoas;
Risco Médio: Público entre 3.001 e 10.000 pessoas;
Risco Alto: Público entre 10.001 e 40.000 pessoas;
Risco Especial: Público acima de 40.000 pessoas
IT 33
RESPONSABILIDADES
Organizador do Evento;
Proprietario de edificação permanente;
Profissional responsável técnico pelo evento;

GERENCIAMENTO DE PÚBLICO
Saídas de Emergência;
Sinalização de Emergência;
Iluminação de Emergência;
IT 33
PLANEJAMENTO DO EVENTO
Finalidade - Show, feira, rodeio, competição esportiva, etc.;
Público - Número estimado de espectadores;
Perfil - Faixa etária predominante, pessoas com deficiência, rivalidade;
Tipo de Local - Ar livre, dentro de edificação, no interior de construção provisória;
Capacidade de atendimento do município - Existência de Hospitais, equipes de emergência;
Estrutura provisória - Arquibancadas, palcos, camarotes, tendas;
IT 33
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Espetáculos pirotécnicos e efeitos especiais;
Trios elétricos;
Parque de diversões;
Brigada de incêndio;
Plano de intervenção;
Atendimento pré-hospitalar;
IT 34
OBJETIVO
Responsável pela comercialização, instalação, manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizado em edificações;
Responsável técnico pelo sistema de segurança contra incêndio e pânico;
Profissional apto a apresentar projetos de prevenção contra incêndio e pânico
IT 34
VISTORIAS PARA FINS AVCB
NF da empresa que vendeu os equipamentos e aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico;
Selo de conformidade nos aparelhos e equipamentos;
Anotações de responsabilidade técnica de execução de instalação do equipamento ou aparelho de prevenção contra incêndio e pânico.
INSTRUÇÕES TÉCNICAS
1 Regulamento de Segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de riscos

16 - Sistemas de Proteção por extintores de incêndio;

17 - Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para combate a incêndio;
IT 1
OBJETIVO
Atender o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do estado de MG;
REFERÊNCIAS
Para compreensão desta IT é necessário consultar as normas;
IT 1

Regulamentos de Segurança contra incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco em vigor:
- NBR-10647 - Desenho Técnico;
- NBR-8196 - Emprego de Escalas;
- NBR13273 - Desenho Técnico - referência a itens;
- NBR-14699 - Desenho Técnico - representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas, preparos e dimensões;
- NBR-14611 - Desenho Técnico - representação simplicada em estruturas metálicas;
- NBR-10068 - Princípios gerais de representação em desenho técnico;
- NBR-6492 - Representação de Projetos
IT 1
6.1 FORMAS DE APRESENTAÇÃO:
As medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para regularização por meio de:
a) Projeto Técnico;
b) Procedimento administrativo simplificado;
c) Projeto Técnico para eventos temporários;

6.1.1.2.2 PASTA DE PROJETO
Pasta aberta, suspensa, sem elástico, com frente de pástico transparente, com grampo, incolor, semirrígida;
IT 1
6.1.1.2.6.2 MEMORIAL DE CÁLCULO
Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas hidráulicos de combate a incêndio (hidrantes, chuveiros automáticos, sistemas de espuma e resfriamento).

6.1.1.2.6.8 DOCUMENTO COMPROBATÓRIO
É o documento que comprova a área construída, ocupação e data da edificação existente (Processo de CBMMG, plantas aprovadas em Prefeitura, imposto predial, dentre outros).
IT 1
6.1.1.2.6.9 MEMORIAL DE CÁLCULO DE DIMENSIONAMENTO DE SAIDAS DE EMERGENCIA
Planilha descritiva dos calculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência, conforme Instruções Técnicas específicas.
a) Legenda;
b) Isométrico;
c) Quadro resumo das medidas de segurança;
d) Quadro resumo localização da edificação e áreas de risco;
e) Quadro de áreas;
f) Detalhes de corrimãos e guarda corpo;
g) Detalhe dos degraus;
IT 1
4. COMPARTILHAMENTO HORIZONTAL E VERTICAL
a) Indicar nas áreas compartimentadas e o respectivo quadro de área;

9. SISTEMA DE ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO
a) Localização pontual dos detectores;
b) Acionadores manuais de alarme;
c) Os sinalizadores sonoros e visuais;
d) Central de Sistema;
e) Painel e repetidor (quando houver);
f) Fonte alternativa de energia do sistema;
g) Descrição do sistema de detecção conforme IT;
IT 1
23. HIDRANTES PÚBLICOS
a) Posicionamento dos hidrantes;
b) Raio de ação do hidrante;
c) Vazão dos hidrante;
d) traçado de rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros;

6.1.2 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SIMPLIFICADOS (PAS)
6.1.2.1 Projeto Técnico Simplificado (PTS);
6.1.2.1.1 Características da edificação e/ou área de risco;
Aplica-se as edificações e/ou áreas de riscos com área até 750m² que não se enquadrem nos requisitos para Projeto Técnico, previsto no item.
IT 1
6.3.2 MULTA
6.3.2.1 - 60 dias após a formalização da advertência escrita;
6.3.2.2 A multa será dobrada na primeira reincidência e havendo nova reincidência inicia-se o processo de cassação do AVCB;
6.3.2.3 Após a primeira multa, o período para aplicação de nova multa por reincidência deve ser de no mínimo 30 dias;

6.3.3 INTERDIÇÃO
6.3.3.1 A pena de interdição será aplicada sempre que houver risco iminente devidamente fundamentado;
6.3.3.2 A edificação ou estabelecimento que após aplicação das sanções administrativas nos itens 6.3.1 e 6.3.2 permanecer em situação de irregularidade poderá incorrer na pena de interdição mediante procedimento instaurado pelo CBMMG.
IT 1
6.4.5 DECLARAÇÃO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO ESTRUTURAL EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS BRASILEIRAS E IT-06
Declarado e assinado pelo responsável técnico pelo projeto de segurança estrutural da edificação.

6.4.6 DECLARAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA EXECUÇÃO DO PROJETO DE SEGURANÇA ESTRUTURAL
Declaração assinada pelo responsável técnico pela execução do projeto de segurança estrutural da edificação;

IT - 16
OBJETIVO
Estabelecer critérios para proteção contra
incêndio em edificações e/ou áreas de risco
por meio de extintores de incêndio (portáteis
ou sobre rodas) para combate a princípios de
incêndio, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico em MG.

APLICAÇÃO
Aplica a todas as edificações e áreas de risco onde houver necessidade de instalação de extintores de incêndio.
DEFINIÇÕES
Para entendimento desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições abaixo, além daquelas contidas nas referências normativas e na IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico:
* Área protegida: Área em metros quadrados de piso, protegida por uma unidade extintora, em função do risco.
* Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo.
* Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio, medida em litro ou quilograma.
* Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor, obtida em ensaio prático normalizado.
* Classes de fogo: Classificação do fogo de acordo com as características dos materiais combustíveis ou inflamáveis.
* Classe A: Fogo em materiais combustíveis sólidos, que queimam em superfície e profundidade através do processo de pirólise, deixando resíduos.
* Classe B: Fogo em líquidos e/ou gases combustíveis ou inflamáveis e sólidos combustíveis que se liquefazem por ação do calor, como graxas, que queimam somente em superfície, podendo ou não deixar resíduos.
* Classe C: Fogo em materiais, equipamentos e instalações elétricas energizadas.
* Classe D: Fogo em metais combustíveis, como magnésio, titânio, alumínio, zircônio, sódio, potássio e lítio.
* Classe K: Fogo em óleos e gorduras, animais e vegetais, utilizados na cocção de alimentos.

IT - 16
CARACTERÍSTICAS E CRITÉRIOS PARA DISTRIBUIÇÃO
Capacidade extintora
A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor, para que se constitua uma unidade extintora, consta nas tabela 1.








DIMENSIONAMENTO
Cada pavimento deve possuir no mínimo duas unidades extintoras, sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C, ou uma unidade extintora de pó ABC, desde que atenda à distância máxima a ser percorrida e capacidade. Nas garagens de veículos automotores, é obrigatória a proteção por extintores tipo pó ABC.

IT - 16
CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA
Os extintores devem estar lacrados, com a pressão dentro da faixa adequada, e possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.
Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade da carga e garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante, se novo, ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação, se recarregado.

IT - 17
OBJETIVO
Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento, instalação, manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio.

APLICAÇÃO
Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

DEFINIÇÕES E PROCEDIMENTOS
Abrigo – Compartimento, embutido ou aparente, dotado de porta, destinado a armazenar mangueiras, esguichos, carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio, capaz de proteger contra intempéries e danos diversos.
Altura da edificação – Medida, em metros, entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas), sob a projeção externa da parede do prédio, ao ponto mais alto do piso do último pavimento.



IT - 17
DEFINIÇÕES E PROCEDIMENTOS
* Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio.
* Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros, que permite recalque de água para o sistema, podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.
* Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio e demais acessórios.
* Memorial – Conceitos, premissas e etapas utilizados para definir, localizar, caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação, desde a concepção até a sua implantação e manutenção. É composto de parte descritiva, cálculos, ábacos e tabelas.
* Órgão competente – Órgão público federal, estadual, municipal, ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas, capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio, segundo a Constituição Federal.
* Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas, necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho, composto de plantas, seções, elevações, detalhes e perspectivas isométricas e, inclusive, das especificações de materiais e equipamentos.
* Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão, pressão mínima de trabalho 13,8 Kgf/cm2 (200PSI), vedação em borracha (etileno-propileno), conexão de entrada de 2½”, rosca interna 11FPP (BSTP), conexão de saída rosca externa 5FPP, haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG, com chave especial.
IT - 17
DEFINIÇÕES E PROCEDIMENTOS
* Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto, de qualquer pavimento, até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio.
Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio, bombas de incêndio (quando necessário), rede de tubulação, hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT.
* Tubulação – Conjunto de tubos, conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água, desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos.
Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.

13 - ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

15 - SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA;
INSTRUÇÕES TÉCNICAS
IT - 13
Aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência.

IT - 15
A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.

CARACTERÍSTICAS DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
* Sinalização básica
* Proibição
* Alerta
* Orientação e Salvamento
* Equipamentos


INSTRUÇÕES TÉCNICAS

05 - SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO)

08 - SAÍDA DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES
IT 05
OBJETIVO
Determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor, convecção de gases quentes e transmissão de chama, para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra, ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público.

APLICAÇÃO
Aplica-se a todas as edificações, independentemente de sua ocupação, altura, número de pavimentos, volume, área total e área específica de pavimento, para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade.
IT 05
TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES

1. Propagação entre fachadas:



2. Propagação entre cobertura e fachada:



3. Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura:





4. Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada:






IT 05
PROCEDIMENTOS PARA OBTER O ISOLAMENTO

1. Isolamento entre fachadas de edificações adjacentes:




2. Isolamento entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente:




3. Parede corta-fogo entre edificações contíguas:






IT 08
PROCEDIMENTOS PARA OBTER O ISOLAMENTO
OBJETIVO
Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das Saídas de Emergência em Edificações;
Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico;
Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais;
Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais;

APLICAÇÃO
Aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações.

IT 08
PROCEDIMENTOS
– Classificação das edificações:
- Ocupação;
- Altura e dimensões;

- Componentes da saída de emergência:
- Acessos;
- Rotas, portas, áreas livres, etc.;
- Escadas ou rampas;
- Descarga;

- Cálculo da população:
- Dimensionamento em função da população;
- Calculo para cada pavimento:
- Terraços, sacadas e assemelhados;
- Áreas totais cobertas;
- Área de escadas, rampas e assemelhados;
- Desconsiderações de áreas para cáculos:
- Sanitários, corredores e elevadores;


IT 08
PROCEDIMENTOS
– Dimensionamento das saídas de emergência:
- Largura das saídas (mínimas e adicionais);

- Acessos:
- Distância máxima a serem percorridas;
- Quantidade de saídas dos pavimentos;
- Portas de saídas de emergência;

- Rampas
- Condições;
- Declividade;

- Escadas:
- Largura;
- Dimensionamento dos degraus e patamares;
- Caixas das escadas;
- Escadas não destinadas a saídas de emergências;
- Escadas em edificações em construção;
- Escadas não enclausuradas ou comuns;
- Escadas enclausuradas protegidas (EP);
- Escadas enclausuradas à prova de fumaça e pressurizada;
- Escadas aberta externa (AE);



IT 08
PROCEDIMENTOS
- Guarda corpo e corrimãos:
- Guarda corpos e balaustradas;
- Corrimãos;
- Exigências estruturais;
- Corrimãos intermediários;

- Elevadores de emergência;

- Áreas de refúgio;
INSTRUÇÕES TÉCNICAS

02 - TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

03 - SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

04 - ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO

IT 02

- Esta Instrução Técnicas padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG
IT 03

SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Ponto de iluminação de Emergência:



Ponto de iluminação de emergência tipo balizamento:




IT 03
SISTEMA DE HIDRANTES

Tubulação de Hidrantes: - - - - - - - - - - -

Bomba de requalque de água:

Sistema de hidrante simples:

Registro de requalque sem válvula de retenção:

Reserva de incêndio:

IT 03
EXTINTORES

Extintor carga de água:

Extintor carga de Pó BC:

Extintor carga de Dióxido de Carbono CO2:


Extintor carga de Pó ABC:

IT 03
ROTAS DE FUGA

Direção do Fluxo Rota de Fuga: - - - - > - - - -

Saída Final da Rota de Fuga: - - - - - - - - - >

IT 03
SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME

Bateria do Sistema de Detecção e Alarme:


Acionador Manual do Sistema de Detecção e Alarme:


Avisador Sonoro Tipo Sirene:



IT 04

5.1 Exigências gerais
5.1.1 Nos condomínios com arruamento interno devem ser previstos portões e vias de acesso para viaturas do Corpo de Bombeiros, exceto quando se enquadrar no disposto em 5.1.2.
5.1.2 Nas edificações que possuam sistema de hidrantes, o hidrante de recalque deve ser instalado a, no máximo, 10 metros da via pública ou da via de acesso.


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