Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

Prezi baseado no módulo IV da 2a etapa do curso pelo Pacto de Formação do professor
by

Jorge Schalgter Leal

on 4 July 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

f
b
d
l
h
e
c
q
i
j
N
k
a
y
t
g
k
O
p
y
g
n
o
u
r
s
?
!
s
i
c
o
t
r
C
n
m
a
k
L
I
N
G
U
A
G
E
N
S
,
E
S
U
A
S
T
E
L
O
centros sensoriales-cortex
"S" captados-decodificados : memoria sensorial < 1 seg
Si > atención= Memoria a corto plazo ,< 1 minuto
Puede transferirse y consolidarse en memoria a largo plazo:
REPETICIÓN
REACCIÓN EMOCIONAL INTENSA
COMPONENTES
G
I
A S
C Ó
D
I
G
O
S
Por Jorge Schalgter Leal
A prática de um esporte, a escrita de um e-mail, a ação de fotografar e expor essa fotografia são formas de produção de sentidos que se dão como...
IV REFLEXÕES
II. OS SUJEITOS DO E.M.
III. OS PILARES DO EM QUANTO A LINGUAGENS
I. ÁREAS E LINGUAGENS
Neste prezi discutiremos:
Em CÓDIGOS E LINGUAGENS, todos os seus componentes se voltam para os conhecimentos e saberes relativos às interações e às expressões do sujeito em práticas socioculturais.
I. A Área Linguagens e sua contribuição para a formação do estudante do Ensino Médio
As práticas de linguagem na escola trazem consigo as identidades de diferentes grupos sociais e, ao serem trabalhadas como conhecimento e reflexão, exercem um importante papel no processo de constituição do sujeito.
A concepção de uma área de Linguagens como arranjo curricular da Educação Básica começa a tomar forma na década de 90 com:
Língua
Portuguesa
Língua Estrangeira
Artes
Educação Física e Informática
Os componentes curriculares e as áreas de conhecimento devem articular em seus conteúdos temas abrangentes e contemporâneos que afetam a vida humana em escala global, regional e local, bem como na esfera individual.
Sejam elas práticas:
Enunciativas
Artísticas
Corporal
A ampliação de saberes envolve experienciar e contrastar práticas diversas, gerando debates, pesquisas e a reflexão sobre o próprio processo de inserção nessas práticas, de modo que o estudante desenvolva autonomia para sua atuação no mundo fora da escola.
E a linguagem na Educação Física?
Além de tematizar as práticas corporais como manifestações da linguagem, também se ocupa de outros conhecimentos vinculados ao campo da saúde, da prática de exercícios físicos, do desenvolvimento da aptidão física etc., os quais permitem interfaces efetivas com outros componentes e áreas do currículo da Educação Básica.
Lembre: A linguagem constitui visões de mundo e valores sobre tudo que nos cerca.
Práticas de criação e uso crítico das formas expressivas da linguagem propiciam a ampliação das possibilidades de engajamento do sujeito em determinadas práticas sociais. Além disso, elas proporcionam espaços de rupturas com maneiras de pensar e agir autoritárias, que impõem determinados valores em detrimento de outros.

6
conhecimentos sobre linguagens que podem favorecer o alcance de direitos de aprendizagem e desenvolvimento no Ensino Médio
O conhecimento sobre a organização e o uso crítico das diferentes linguagens.
1
Diz respeito às diversas possibilidades de uso das linguagens em práticas sociais.
2
O conhecimento sobre a cultura patrimonializada local, nacional e internacional.
3
O conhecimento sobre a diversidade das linguagens.
4
O conhecimento sobre a naturalização/desnaturalização das linguagens nas práticas sociais.
Quando os estudantes se percebem como produto e produtores de linguagens, podem desenvolver-se uma dimensão crítica sobre a linguagem que, desnaturalizada, favorece a participação e a mudança social.
5
O conhecimento sobre autoria e posicionamento na realização da própria prática.
Trata-se de um conhecimento sobre as possibilidades e limites da própria ação que se forma pela experiência da participação política e do protagonismo.
O conhecimento sobre o mundo globalizado, transcultural e digital e as práticas de linguagem.
6
Compreende as práticas e problemas sociais resultantes dos ajustes e desajustes nos planos macroeconômicos, tecnológicos, de comunicação e transporte que impactam as formas de ser e agir no mundo contemporâneo. O acesso a saberes sobre o mundo digital é fundamental aos estudantes do Ensino Médio.
II. Os sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na área de Linguagens
O homem não é uma condição para que as ações sociais existam, mas ele é o resultado delas, uma imagem projetada, uma identidade que ele assume como sua.
"O homem torna-se tanto mais sujeito quanto maior seja a consciência da mediação discursiva e mais desenvolvido seja seu senso de coletividade"
Agnes Heller
A ORDEM DO DISCURSO
Para ter poder é preciso saber; é, portanto, necessário fundar um campo disciplinar que diga o que é algo e como esse algo deve se comportar.
Michel Foucault
A aprendizagem demanda participação e o jovem tem um modo característico de produzir sentido em sua prática!
Na escola temos vários sujeitos:
Estudioso
Trabalhador
Nerd
Ateu
Metaleiro
Conhecer e reconhecer as práticas de linguagem, de ir além das práticas cotidianas, de refletir sobre o que significa aderir a elas ou renegá-las, sobre as possibilidades de acesso e subversão.
O desenvolvimento da atividade educativa se dá no contexto da constituição subjetiva, mediante identidades e práticas específicas, seus regulamentos, seus embates, e acordos.
Os problemas não caracterizam a juventude, mas são aspectos relacionados às demandas e carências próprios de uma determinada sociedade e momento.
Nossos estudantes precisam desenvolver sofisticados saberes relacionados à leitura e a produção textual em línguas maternas e estrangeiras, contemplando várias esferas sociais e discursos, precisam se apropriar criticamente das manifestações da cultura corporal.
Formação de rodas de leitura e compartilhamento de textos produzidos;
A instauração de ciclos de debates e diversos outros eventos;
A produção de mídias que viabilizem conhecimentos sobre a sociedade;
Conhecimentos técnicos (dominar, por exemplo, a leitura e produção e textos jornalísticos em língua materna e estrangeira) e conhecimentos pessoais (de se ver como agente social e político).
A construção de fóruns de intercâmbio entre estudantes falantes de línguas diferentes, a apreciação da produção cultural em línguas estrangeiras, a participação em movimentos de hip-hop, de questões da juventude, de produção audiovisual.
O desenvolvimento de projetos culturais e esportivos;
De que maneira
Práticas que trazem embutidos movimentos altamente atrativos e motivacionais para os jovens, como a capoeira e a cultura afro, a caminhada em trilhas e as causas ecológicas, o folclore e o conhecimento e preservação da cultura regional.
O projeto político-pedagógico deve considerar os estudantes e os professores como sujeitos históricos e de direitos, protagonistas na sua diversidade e singularidade.
DEBATE
III. OS PILARES DO EM QUANTO A LINGUAGENS
TRABALHO - CIÊNCIA - TECNOLOGIA - CULTURA
TRABALHO
Deve possibilitar aos adolescentes, jovens e adultos trabalhadores o acesso aos conhecimentos que permitam a compreensão das diferentes formas de explicar o mundo, seus fenômenos naturais, sua organização social e seus processos produtivos.
Linguagens podem contribuir para que os jovens reflitam sobre o universo do trabalho: como ganhos econômicos que dele advém, incluindo nessas problematizações questões relativas a identidades socioculturais, estéticas, políti- cas, associadas aos diferentes grupos juvenis.

Linguagens pode desenvolver a compreensão de como a lógica da produtividade, inerente ao trabalho na sociedade capitalista, tende a hierarquizar as disciplinas escolares, estabelecendo também categorizações e hierarquizações de conceitos, tais como: razão x emoção; intelecto x corpo; cognição x expressão...
A dimensão do trabalho abarcaria tanto os processos de ensino e aprendizagem, quanto o uso crítico das diversas linguagens e formas de expressão, em situações diversas, dentro e fora da sala de aula.
CULTURA
O E.M. tem o compromisso de promover a reflexão crítica sobre os padrões culturais que constituem normas de conduta dos grupos sociais.
A apropriação e/ou aprofundamentos de diferentes práticas culturais;
abordagens diferentes podem ser salientadas:
3
Quando os estudantes têm a possibilidade de conhecer e se apropriar delas, alargam suas perspectivas de mundo e suas possibilidades de refletir sobre si próprio e de intervir no contexto social.
Os conhecimentos necessários para melhor compreender as tendências culturais contemporâneas que se manifestam nas diferentes formas de linguagens.
Oportunizar aos estudantes para que tenham contato com múltiplas referências culturais permitidas pelas tecnologias de comunicação e informação. Além disso, possibilitar que os estudantes entendam as formas pelas quais os publicitários nos “ensinam” a associar marcas com diferentes tipos de valores.
Observar as possibilidades oferecidas pelo universo das diferentes práticas culturais como campo laboral.
Promover experiências pedagógicas que aproximem os estudantes dos desafios colocados por projetos de “produção cultural”, com a elaboração e execução de um projeto (teatro, dança, música, festivais, mostras, eventos) ou desenvolver um produto cultural (revistas, livros, programas televisivos, de rádio)...
CIÊNCIA
Este pilar pode desenvolver práticas pedagógicas que rompam com o senso comum acerca dos temas que tratam, no sentido de acúmulo de discussões e criticidade, mas não no sentido de se chegar a uma verdade última das coisas, nem de se tomar o conhecimento científico como superior a outros.
Contribua para que o jovem reconheça o papel das ciências na produção de novos conhecimentos, imprimindo assim um significado ao rigor científico necessário para tal fim.
Ajude os jovens a explorar o universo de sentidos de diversas linguagens, dentre elas a científica que, atualmente, exerce grande pressão sobre as práticas cotidianas e sobre a organização da sociedade como um todo.
Como essa forma discursiva chamada ciência produz significações?
Com que signos ela trabalha?
DECODIFICAR
DESCONSTRUIR
Deve-se propor discussão de questões como:
Por que o inglês é tomado na atualidade como “língua oficial da ciência”?
Por que a literatura pode valer-se de narrativas não científicas?
De que modo a ciência se relaciona com as práticas corporais? A arte é ciência?
TECNOLOGIA
A tecnologia é considerada como uma transformação da ciência em força produtiva ou mediação do conhecimento científico, e sua produção ocorre sempre atravessada pelas relações sociais em que é gerada.
A chegada de uma linha de trem a cidade muda tudo no cotidiano das pessoas. As incessantes transformações sociais que marcam os tempos atuais decorrem, entre outros fatores, das novas tecnologias e dos complexos processos de globalização.
A
s práticas educativas na área de Linguagens poderão sofrer in- fluências mais diretas das tecnologias e mídias digitais.
As tecnologias podem contribuir para o desenvolvimento dos estudantes se forem também objetos de questionamento, de problematização, visando a ação crítica e criativa, que leva em conta o caráter plural e historicamente situado da atividade humana, qualquer que seja ela.
A noção de cultura e identidade, de trabalho, ciência e tecnologia, assim como a ideia de língua e outros modos de expressão e interação, são construtos ideológicos nos quais estão implícitos certos valores e certas formas de ver o mundo.
r
eflexões
IV.
A ação de educar em um mundo em constante mudança é certamente uma tarefa desafiadora, se concordarmos que as práticas educativas não devem perder de vista sua dimensão humanizadora.

Reflitamos sobre a forma como enxergamos nosso papel como professor nesse processo de fazeres políticos uma vez que todas as decisões acerca da educação interferem no modo como construímos nossa maneira de ensinar e, consequentemente, afeta a aprendizagem.


A partir das práticas oriundas do chão da escola, o que ocorre de fato em um processo de ensino-aprendizagem é marcado por uma ampla e complexa série de fatores que vai muito além do estabelecimento de documentos, regras ou outras decisões voltadas à seleção de conteúdos.
O currículo não deve apenas ser uma questão de saber, identidade e poder, mas também de ser um lugar, espaço, território.
PRÁTICAS E TRABALHO DOCENTE
A prática de sala de aula corresponderia ao topo da árvore.
As questões mais visíveis da alusão às folhas podem ser identificadas em aulas por meio das técnicas de ensino, como por exemplo, no ensino de línguas, nas técnicas de apresentação de conteúdos, nas escolhas de recursos tecnológicos digitais como o uso de blogs, jornal online ou impresso, bem como procedimentos de sala de aula.
O tronco da árvore corresponde a uma pedagogia adotada em sala de aula, que por sua vez...
... é mantida pela raiz que representa a filosofia da educação.
Alguns professores se preocupam mais com as práticas e técnicas da sala de aula e parecem não ter consciência das visões pedagógicas e filosóficas da educação que fundamentam suas escolhas.
Formado em Letras Port/Inglês pela UFS
Estudou na Florida International University (EUA)
Membro da International
Exchange Alumni do Dep. de Estado dos EUA.
E-mail: cnnpv@yahoo.com.br
Facebook: Jorge Schalgter Leal
www.profjorgeleal.blogspot.com.br
Poço Verde/Se
Por Jorge Schalgter Leal
Fonte:módulo IV do Pacto/Mec
Full transcript