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poema "Nun'Álvares Pereira"

análise do poema "Nun'Álvares Pereira" de Fernando Pessoa
by

Joana Emídio

on 2 December 2013

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Transcript of poema "Nun'Álvares Pereira"

Que auréola te cerca?
É a espada que, volteando,
Faz que o ar alto perca
Seu azul negro e brando.

Mas que espada é que, erguida,
Faz esse halo no céu?
É Excalibur, a ungida,
Que o Rei Artur te deu.

Esperança consumada,
S. Portugal em ser,
Ergue a luz da tua espada
Para a estrada se ver!
halo = auréola = brilho divino; prestígio; glória

ar alto = céu

azul negro e brando = escuridão do céu nocturno

excalibur = espada do Rei Artur

ungida = abençoada ou sagrada

consumada = concretizada
poema
"Nun'Álvares Pereira"

Joana Emídio
12º E

de Fernando Pessoa
"Mensagem"
I. Brazão
III. O
Encoberto

II. Mar Português
I. Os Campos
II. Os Castelos
III. As Quinas
IV. A Coroa
V. O Timbre
"A Coroa"
simboliza:
Feitos heróicos e corajosos
Poder intemporal do herói
Heróis fundadores da nacionalidade,
aqueles que realizaram actos gloriosos e deram origem à formação do reino.
poema:
estrutura da obra
análise do poema
Análise da 1ª estrofe
"Que auréola te cerca?
É a espada que, volteando,
Faz que o ar alto perca
Seu azul negro e brando."
Fernando Pessoa iguala Nuno Alvarés Pereira a um santo
D. Nuno, como guerreiro, é a luz no meio da escuridão
Análise da 2ª estrofe
Mas que espada é que, erguida,
Faz esse halo no céu?
É Excalibur, a ungida,
Que o Rei Artur te deu.
a espada é instrumento de força material e espiritual, não é uma simples arma de guerra, mas aquela que foi abençoada por Deus, tal como a “Excalibur” do Rei Artur.
Esquema rimático
Que auréola te cerca?
É a espada que, volteando,
Faz que o ar alto perca
Seu azul negro e brando.

Mas que espada é que, erguida,
Faz esse halo no céu?
É Excalibur, a ungida,
Que o Rei Artur te deu.

Esperança consumada,
S. Portugal em ser,
Ergue a luz da tua espada
Para a estrada se ver!
A
B
A
B
C
D
C
D
E
F
E
F
RIMA CRUZADA
RIMA CRUZADA
RIMA CRUZADA
pergunta de retórica
adjetivação
pergunta retórica
resposta
descrição sensorial
(sensação visual)
pronome pessoal
(2ª pessoa do singular)
aposto
Análise da 3ª estrofe
Esperança consumada,
S. Portugal em ser,
Ergue a luz da tua espada
Para a estrada se ver!
o poeta refere-se a
D. Nuno; foi ele que tornou a esperança em realidade através dos seus feitos corajosos; aliou a coragem à santidade.
imperativo
(pedido)
Pessoa pede-lhe que erga a sua espada para criar um novo Império
conjunção coordenativa copulativa
Estrutura externa do poema
3 estrofes de 4 versos (quartetos)
7 sílabas métricas (redondilha maior)
abab/cdcd/efef - rima cruzada
"Nun'Álvares Pereira"
hipérbole
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