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Assistência de enfermagem às infecções respiratórias agudas

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Tavala Estrela

on 5 May 2015

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Transcript of Assistência de enfermagem às infecções respiratórias agudas

Assistência de enfermagem às infecções respiratórias agudas
Profa: Msc. Távala Michelly Estrela de Melo
Importância das infecções respiratórias no panorama da saúde infantil
Principal motivo de hospitalização em < 5 anos
Pneumonia como principal causa isolada de morte
Infecção respiratória aguda (IRA) são o principal motivo de administração de medicamentos
Fatores envolvidos no processo da IRA
Imaturidade biológica
anatomia das vias aéreas respiratórias curtas
Falta de imunização ativa
Alergias
Biológicos
Determinantes socioambientais
Baixa renda
Educação dos responsáveis
Moradia precária
Fumo e fumaça
Confinamento
Determinates Nutricionais
Baixo peso ao nascer
Desnutrição
Introdução precoce de alimentação complementar
Avaliação da Criança com distúrbio respiratório
IRA de vias aéreas superiores
IRA de vias aéreas inferiores
75% dos casos
mais frequentes: rinofaringite aguda, faringoamigdalite, otite média e sinusite.
25 % dos casos
mais frequentes: pneumonia, bronquiolite, afecções da laringe
Em média, as crianças apresentade 5 a 8 episódios de IRA por ano, geralmente de VAS.



O profissional de saúde deve estar apto para avaliação dos casos de IRA, para assim detectar precocemente os sintomas e instruir tratamentos adequados, evitando o agravamento do quadro
Avaliação da IRA
Processos autolimitados de caráter benigno;


Duração: 2-7 dias. Os períodos sintomáticos coincidem com maior excreção viral. Resfriado- entre o 3 e 5 dia.


Todas as crianças que demandam serviços de saúde devem ser avaliadas quanto à presença de tosse ou dificuldade para respirar, conforme a estratégia da
Atenção Integrada às doenças Prevalentes na Infância (AIDPI)
. Tendo por base o tempo de presença desses sinais, a frequência respiratória e a presença de tiragem subcostal, estridor ou sibilância.
Anamnese e exame físico criança com IRA
História de saúde
Tosse
Dispnéia
Presença de secreção
Otalgia
Dor de garganta
Dor abdominal
História de saúde
( Cont.)
Ruídos respiratórios adventícios
Exposição a agentes irritantes
Anorexia
Funcionamento gastrintestinal
Febre
Estado Vacinal
- Além de problemas respiratórios recorrens, mudança de comportamento e administração de medicamentos.
1. Aparência geral
2. Frequência respiratória, se elevada
- < 2 meses: igual ou superior a 60 rpm;
- 2 a < 12 meses: igual ou superior a 50 rpm;
- 1 a < 5 anos: igual ou superior a 40 rpm.

3. Tosse
4. Secreção ou obstrução nasal
5.Temperatura
6. Movimentos respiratórios
7. Ruídos adventícios
8. Coloração da pele
9. Retrações toráxicas
10. Batimentos de asa de nariz
11. Sudorese
12. Mucosas
13.Amigas faríngeas
14. Dificuldade para deglutir
15. Linfonodos cervicais
16. Hidratação
17. Distensão abdominal
18. Frequência cardíaca (FC) e pressão arterial (PA)

Exame Físico
Ruídos Adventícios
Retrações Toráxicas
Tiragem intercostal
Tiragem subcostal
Cuidado oferecido à criança com IRA na atenção básica
O cuidado referente criança na atenção básica depende do diagnóstico de enfermagem e problemas relevantes, e compreendem:

1. Desobstrução das vias aéreas;
2. Intolerância à atividade, relacionada a oxigenação insuficiente;
3, Riscoara (transmissão) de infecção;
4. Risco para hipertermia;
5. Dor aguda;
6. Risco para nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais
O plano de cuidado deve incluir ações relativas a esses diagnósticos, quando presentes ou potenciaisbem como ações voltadas para o diagnóstico individual.
Diagnóstico de Enfermagem e Plano de Cuidados de enfermagem individuais
- Desobstrução Ineficaz das vias aéreas
Ocorre particularmente em bebês, pois apresentam reflexo da tosse.
Crianças menores de 3 anos apresentam inabilidade de mover secreções.
SINAIS: da FR nos lactentes jovens
Respiração bucal, obstrução nasal, tosse, coriza e BAN em crianças maioes.

Plano de Cuidados
- Aumentar a oferta de líquidos,
- Expor a criança ao vapor do chuveiro- Instilar SF nas narinas
- Fazer nebulização
- Remover secreções nasais
- Limpar as narinas com uso de contonete, fazendo movimento circular e rápido
- Intolerância à atividade


Relaciona-se à oxigenação insuficiente para atividades da vida diária.
SINAIS: Dificuldade para mamar
da FR
BAN
Retrações toráxicas
Hipoatividade
Plano de Cuidados
- Monitorar sinais de dispnéia
- Monitorar secreções e RA
- Organizar rotina diária evitando atividades intensas
- Posicionar o tórax elevado
- Manter roupas confortáveis
- Risco para infecção
Relaciona-se à presença de microorganismo infectante na árvore brônquica.
Plano de Cuidados
-Usar lenço descartável para limpeza nasal
- Higienizar brinquedos compartilhados diariamente
- Dormir em quarto/ cama separada
- Encorajar respiração e tosse profunda
- Orientar terapia com ATB s/n
- Monitorar sinais de infecção, como piora do quadro e surgimento ou piora da febre
- Risco para Hipertermia
Relaciona-so processo infeccioso. A temperatura normal apresenta variabilidade de acordo com a idade da criança, a atividade física realizada e o período do dia.
Plano de Cuidados
- Observar o estado geral da criança
- Medir e registrar a temperatura axilar
- Manter roupas leves
- nter ambiente arejado
- Oferecer l'ííquidos adicionais
- Usar antitérmico prescrito
- Realizar banho morno ou compressa fria
- Dor aguda
Relaciona-se à inflamação da estrutura respiratória, tais como ouvido, faringe e amígdalas. serva-se sinais de dor ou desconforto, avaliados pela FC, FR e PA, posição de defesa, choro incontrolável, gemidos e dificuldade para deglutir.
Plano de Cuidados
-Orientar o uso apropriado de analgésicos prescrito
-
Em caso de dor de ouvido
, proteger a criança contra o frio ambiente Aplicar fonte de calor seco, deitando a criança com o ouvido sobre uma fonte de calor
-
No caso de dor na garganta
, oferecer alimentos pastosos e de fácil deglutição.
Orientações para crianças e familiares
Referências
ALMEIDA, Fabiane de Amorim; SABATÉS, Ana Llonch (orgs.).
Enfermagem Pediátrica
: a criança,o adolescente e sua família no hospital. Barueri, São Paulo: Manole, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento
. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. A
IDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância
: curso de capacitação: avaliar e classificar a criança de 2 meses a 5 anos de idade: módulo 2. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. M
anual de Normas e Procedimentos para Vacinação
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

FUJIMORI, E; OHARA, C. V. S.
Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica
. São Paulo: Manole, 2009.

LIMA, Eduardo Jorge de Fonseca; ARAÚJO, Carla Adriane Fonseca Leal de; PRADO, Hegla Virginia Florêncio de Melo.
Emergências Pediátricas
. Rio de Janeiro: Medbook, 2011.

RICCI, S. S.
Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher
. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
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