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VINICIUS DE MORAES

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Mayara Wendling

on 28 May 2014

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Transcript of VINICIUS DE MORAES

"Amai, por que nada melhor para a saúde que um amor correspondido.”

Marcus Vinitius da Cruz e Mello Moraes

Nasceu no dia 19 de outubro de 1913
Morreu no dia 9 de julho de 1980
Foi um diplomata, dramaturgo, compositor, poeta e jornalista.
VINICIUS DE MORAES
Publica pela primeira vez um poema de sua autoria, pela revista "A Ordem", intitulado "A transfiguração da montanha".
Obras
Questões de Vestibular
Ufscar 2002 (adaptado)

Soneto de fidelidade
(Vinicius de Moraes)

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Nos dois primeiros quartetos do soneto de Vinicius de Moraes, delineia-se a ideia de que o poeta
a) não acredita no amor como entrega total entre duas pessoas.
b) acredita que, mesmo amando muito uma pessoa, é possível apaixonar-se por outra e trocar de amor.
c) entende que somente a morte é capaz de findar com o amor de duas pessoas.
d) concebe o amor como um sentimento intenso a ser compartilhado, tanto na alegria quanto na tristeza.
e) vê, na angústia causada pela ideia da morte, o impedimento para as pessoas se entregarem ao amor.

(FATEC)

E o olhar estaria ansioso esperando
e a cabeça ao sabor da mágoa balançado
e o coração fugindo e o coração voltando
e os minutos passando e os minutos passando...

(Vinícius de Moraes, O olhar para trás)

A figura de linguagem que predomina nestes versos é:

a) A metáfora, expressa pela analogia entre o ato de esperar e o ato de balançar.

b) A sinestesia, manifestada pela referência à interação dos sentidos: visão e coração no momento de espera.

c) O polissíndeto, caracterizado pela repetição da conjunção coordenada aditiva e, para conotar já
intensidade da crescente sensação de ansiedade contraditória do ato de esperar.

d) O pleonasmo, marcado pela repetição desnecessária da conjunção coordenada sindética aditiva e.

e) O paradoxo, expresso pela contradição das ações manifestadas pelos verbos no gerúndio.
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