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Símbolos de Portugal 2

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Diana OLiveira

on 26 April 2013

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Transcript of Símbolos de Portugal 2

O AZULEJO O VINHO DO PORTO OS LENÇOS DE NAMORADOS OS PASTÉIS DE BELÉM SÍMBOLOS DE PORTUGAL O GALO DE BARCELOS Trata-se de um vinho licoroso, com elevado teor alcoólico e persistência de aroma e sabor. Apresenta uma grande diversidade de cores (do tinto ao branco, com várias tonalidades intermédias) e diferentes graus de doçura (muito doce, doce, meio-seco ou extra seco).

É um vinho nobre, ideal para acompanhar doces, queijos e frutos secos. É produzido a partir de uvas colhidas nas vinhas da região demarcada do Douro.

A bacia hidrográfica do rio Douro é rodeada de montanhas que conferem à região características climáticas únicas. O solo apresenta também propriedades singulares.

A junção destas condições naturais ao árduo labor e tenacidade das gentes locais na exploração das portencialidades da sua terra deu origem à produção de um vinho de excelência. O Vinho de Porto não é uma simples bebida. É um produto único, exclusivamente português, fruto de uma tradição com mais de 2000 anos de história. Muito conhecido é também o barco rabelo, embarcação que tradicionalmente transportava as pipas de vinho do Alto Douro até às Caves de Gaia. Produzido no Alto Douro, o vinho é depois armazenado em adegas em Vila Nova de Gaia. São as famosíssimas Caves do Vinho do Porto. A partir daqui, o vinho é exportado para todo o mundo. Cada cave representa uma marca de Vinho do Porto. Para um relato mais detalhado da história e processos de fabrico e comercialização do Vinho do Porto, veja este interessante vídeo. A técnica de produção é também peculiar: é um vinho que não se deixa fermentar e ao qual se acrescenta aguardente vínica. A sua doçura é, pois, natural. Curiosidades O Vinho do Porto não é produzido nem armazenado na cidade do Porto... mas foi a partir desta cidade que começou a ser exportado, sobretudo para Inglaterra, a partir da 2.ª metade do século XVII. Daí o seu nome! O Alto Douro Vinhateiro foi classificado como Património da Humanidade pela UNESCO, em Dezembro de 2001, pela sua riqueza natural. Conheça a biografia de D. Antónia Ferreira, uma figura histórica ligada à produção e comercialização de vinho do Porto, aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Ferreirinha
A sua vida inspirou uma série de televisão portuguesa, A Ferreirinha. LINKS:
http://www.ivdp.pt/
http://www.cavesvinhodoporto.com/
http://www.douro-turismo.pt/
http://www.cruzeirosdouro.com/
http://www.museudodouro.pt/ O Lenço de Namorados é um quadrado de linho fino, ou algodão, bordado manualmente em pontos de diferentes cores. Esta peça artesanal única destaca-se pelo colorido, simplicidade e naturalismo dos motivos recriados (ciprestes, cestas, corações, flores, casais de namorados....). Peça de vestuário artesanal típica da região do Minho, no norte de Portugal, os Lenços de Namorados são mais um produto genuína e exclusivamente português cuja singularidade resulta não só das suas características artísticas, mas também, e talvez sobretudo, de uma simbologia muito especial que remete para a sua história. Mais do que um acessório de vestuário, os lenços eram um elemento essencial de um ritual de conquista amorosa.

As moças minhotas aprendiam a bordar desde muito cedo. Quando se tornavam casadoiras (i.e., quando chegavam à idade de casar) e se apaixonavam, tinham por hábito bordar um lenço, com desenhos variados e versos de amor, para entregar ao seu amado.

O uso do lenço em público por parte do escolhido significava o início de uma relação. Conheça, neste vídeo, uma bela história de amor e união, iniciada com a entrega de um Lenço de Namorados. Existe actualmente uma comissão responsável pela certificação deste produto artesanal. Consulte http://www.adereminho.pt/lencos/pt/index.htm SÍMBOLOS DE PORTUGAL Após a Revolução Liberal de 1820, em Portugal, muitos conventos foram encerrados. Por imperativos de sobrevivência, alguém do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, Lisboa, vendeu uma receita secreta de uns pastéis doces ao dono de uma pequena loja de comércio variado, associada a uma refinação de cana de açúcar, que ali perto se situava. Rapidamente, os pastéis ficaram conhecidos como os "pastéis de Belém", vendidos na pastelaria criada em 1837, num anexo da refinação. A receita, patenteada (tal como o nome dos pastéis), permanece secreta nas mãos dos mestres pasteleiros da Oficina do Segredo e os pastéis continuam a ser confeccionados, manualmente, a partir da receita original. Visite o site http://www.pasteisdebelem.pt/ CURIOSIDADES Os pastéis de Belém foram considerados a 15.ª iguaria mais saborosa do mundo pelo "The Guardian". São confeccionados cerca de 15.000 pastéis de Belém por dia! O Galo de Barcelos é um ícone da cultura popular portuguesa. Surge representado nas mais diversas criações artísticas, mas a sua forma mais usual é uma figura de barro, pintada com variados motivos e cores. O galo tradicional é, no entanto, de base preta sobre a qual contrastam motivos floridos em cores fortes. Reza a lenda que os habitantes de Barcelos, cidade minhota, andavam intrigados com certos crimes. Certo dia, apareceu por lá um peregrino galego que imediatamente se tornou suspeito. O galego foi preso e levado perante um juiz, que nesse momento jantava na sua residência, com alguns amigos. O galego jurava inocência, mas ninguém acreditava nele. Desesperado, apontando para um galo assado em cima da mesa, o peregrino gritou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem". O juiz ignorou o apelo. Quando se preparava para trinchar o galo, este ergueu-se na mesa e cantou! O galego foi solto. Barcelos é uma cidade minhota e lá terão ocorrido, há muito tempo atrás, os factos narrados na famosa Lenda do Galo de Barcelos, uma história que simboliza os valores da justiça e da verdade. Como prova da antiguidade e fundo verídico da lenda, é geralmente invocado um cruzeiro, datável de finais do século XVII, no qual aparece esculpido um galo, presidindo à cena de um condenado suspenso da forca por ajuda de São Tiago (de Compostela, Espanha).

O cruzeiro integra o espólio do Museu Arqueológico, sito no Paço dos Condes de Barcelos. Veja uma representação teatral da lenda e assista à manufatura dos galos de barro nesta interessante reportagem. Como criação utilitária e artística, o azulejo tem uma longa tradição e grande implantação em Portugal, sendo uma das formas de expressão mais fortes da cultura portuguesa.

Trata-se de uma placa cerâmica quadrada com uma face vidrada e decorada. É um elemento de construção usado no revestimento de superfícies interiores ou de fachadas de edifícios, mas é também um importante suporte de expressão artística nacional há mais de cinco séculos. As primeiras utilizações de azulejos conhecidas em Portugal datam de 1503, com azulejos importados de Sevilha. A produção nacional começa poucos anos depois.

Desde essa altura, sob as mais variadas influências e em diferentes fases histórico-sociais, a arte da azulejaria foi ganhando formas, temas e utilizações próprias, desde revestimentos monumentais de palácios e igrejas, em grandes painéis figurativos, à integração em peças de mobiliário doméstico. O azulejo está também presente em construções arquitectónicas modernas, nomeadamente em espaços públicos, e interessantes padrões, de linhas e motivos menos tradicionais, têm surgido, demonstrando a contínua e original reinvenção artística deste elemento. A existência do Museu Nacional do Azulejo atesta o valor cultural da arte da azulejaria.



Links:

http://mnazulejo.imc-ip.pt/

http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/exposicoes-virtuais/a-arte-do-azulejo-em-portugal.html Da cerâmica ao bordado, da gastronomia à azulejaria, são várias as imagens de marca nacionais. Numa viagem de cores, aromas e sabores, conheça alguns dos símbolos que identificam Portugal em todo o mundo. Encontrará, para este símbolo (Galo de Barcelos), um conjunto de exercícios interativos que poderá realizar a partir do ficheiro "Quero Aprender Português - Bloco 1".
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