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OAA

Oclusão Arterial Aguda

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OCLUSÃO ARTERIAL AGUDA (OAA)
FISIOPATOLOGIA
Há a interrupção do fluxo sanguíneo para os membros, então tende-se a iniciar um processo de hipóxia seguido de necrose;

Quando a oclusão, o endotélio inicia uma produção anaeróbica de NO e várias outras substâncias com o objetivo de dilatar a artéria ocluída, imediatamente após a oclusão do vaso.

Ocorre também a produção de substâncias anticoagulantes naturais para evitar que o resto do sangue coagule, porém essa situação é por tempo variável.

Esse mecanismo de proteção aciona os vasos colaterais (se existirem), fazendo com que o membro sobreviva por um tempo determinado -> importante para a revascularização!;

Caso não haja esse mecanismo de proteção, o membro morre mais rápido e a cirurgia de revascularização torna-se difícil ou até mesmo impossível.

FONTES DE OCLUSÃO
EMBOLÍGENAS

FA(principal);
IM;
Doença valvar;
Cardiomiopatia;
Aneurisma ventricular e arterial;
Doença ateromatosa;
Prótese vascular;
Mixoma atrial;
Causas iatrogênicas;
Embolia paradoxal.

QUADRO CLÍNICO
6 “P”:

Pain
Paralysis;
Poichylothermia;
Paresthesia;
Palleor;
Pulseless.

REFERÊNCIAS
Harrison, 17ª edição, volume II, capítulo 243, autores Mark A. Creager e Joseph Loscalzo, págs. 1570 e 1571.
SILVA, O.F. Jr; PITTA, G.B.D. Oclusão arterial aguda. Angiologia e cirurgia vascular: guia ilustrado. Maceió: UNCISAL/ECMAL & LAVA; 2003. Disponível em: URL: http://www.lava.med.br/livro
DUDA, N.T.; TUMELERO, R.T.; TOGNON, A.P. Tratamento Percutâneo das Oclusões Arteriais Agudas Periféricas. Rev Bras Cardiol Invas 2005; 13(4): 301-306.
ROSSI, F.H.; IZUKAWA, N.M.; OLIVEIRA, L.A.V.; SILVA, D.G. O valor atual da trombólise na oclusão arterial aguda do membro inferior. J Vasc Br 2003, Vol. 2, Nº2.
Conteúdo ministrado na aula de angiologia – 3ºano – Medicina UEPG.

PLANO DE APRESENTAÇÃO
Introdução;
Fisiopatologia;
Fontes de oclusão;
Quadro clínico;
Embolia x Trombose;
Diagnóstico;
Prognóstico;
Viabilidade de membro;
Tratamento e complicações;
Algoritmo de abordagem;
Referências.

INTRODUÇÃO
Trata-se da oclusão arterial súbita com repercussões isquêmicas distais;

Representa uma situação de emergência cirúrgica que pode resultar na perda de membros;

Ocorre devido a:
Trombose;
Embolia;
Trauma.

TROMBOLÍGENAS

Aneurisma arterial;
Doença ateromatosa;
Dissecção da aorta;
Aprisionamento da a. poplítea;
Trombofilia;
Policitemia;
Causas iatrogênicas;
Traumatismos.

Dor;
Paralisia;
Redução da temperatura;
Parestesia;
Palidez;
Ausência de pulso.

EMBOLIA X TROMBOSE
EMBOLIA

Início súbito;
Dor AGUDA;
SEM histórico de claudicação;
Doença cardíaca frequente;
Pulsos contralaterais NORMAIS.

TROMBOSE

Início súbito ou GRADUAL;
Dor aguda ou MODERADA;
PRESENÇA de histórico de claudicação;
Doença cardíaca ocasional;
Pulsos contralaterais AUSENTES.

DIAGNÓSTICO
Clínico: Anamnese + exame físico;

Exames complementares:
Ecodoppler;
Arteriografia;
Tomo ou angioressonância.

Arteriografia:
Embolia: “taça invertida, seca”;
Trombose: “ponta de lápis”.

PROGNÓSTICO
Gravidade da isquemia e viabilidade do membro dependem:
Localização da oclusão;
Extensão da oclusão;
Presença ou ausência de vasos colaterais.

VIABILIDADE
TRATAMENTO
MEDIDAS GERAIS
RESTAURAÇÃO ARTERIAL
Analgésico
Hidatração
Proteção térmica
Repouso

Heparina em "bolus - 5.000 a 10.000 UI "
TROMBOEMBOLECTOMIA
ENDARTERECTOMIA
ENXERTO
ANGIOPLASTIA
TROMBÓLISE:
Inserção de cateter pela técnica de Seldinger, e a liberação de um produto fibrinolítico (uroquinase, streptoquinase, RTPA)

COMPLICAÇÕES:
Síndrome de reperfusão ou Mionefropática - por catabólitos jogados na circulação sistêmica
Acidose metabólica profunda
Hiperpotassemia: parada cardíaca
Vasodilatação: hipovolemia
Insuficiência renal aguda
Necrose tubular aguda por precipitação de mioglobina nos túbulos renais em meio ácido
Embolia pulmonar e IAM
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