Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Ethos, Pathos e Logos

No description
by

Adelina Oliveira

on 26 September 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Ethos, Pathos e Logos

Argumentação
PATHOS
ETHOS
PATHOS
LOGOS
Tipo de provas
apresentadas por Aristóteles

Estratégias de persuasão
Aristóteles considerava a retórica como a arte a exigir do orador o domínio e aperfeiçoamento de técnicas específicas, sob pena de o seu discurso não surtir os efeitos esperados. Separava os meios de persuasão em dois campos:
Meios independentes do orador. Aqui se incluíam elementos como factos ocorridos, dados de natureza científica, documentos escritos, tratados, elis, testemunhas e outros, os quais eram alheios ao emissor.
Meios dependentes do orador. Deles faziam parte as estratégias inventadas para impressionar assembleia. Entre essas estratégias, Aristóteles evidencia o ethos, o pathos e o logos.

alguns fundam-se no carácter de quem fala - Ethos

Por exemplo:
Pensemos nalguns salões automóveis e nas jovens e sedutoras mulheres que rodeiam e se exibem nos capots de determinados modelos. A conclusão a que se pretende que cheguemos é a de aquele automóvel é um objeto sexy, sedutor, que garantirá ao seu comprador sucesso na relação com o sexo feminino. Ou seja, é esta a razão (premissa) que se apresenta para justificar a sua compra (conclusão).

Os cereais para o pequeno-almoço são associados a elegância invejável, a proezas atléticas e a uma saúde vibrante.

(do grego-paixão, sofrimento, condição de quem é sensível e se deixa afetar)
alguns, no próprio discurso, através da prova ou aparência de prova - Logos
alguns, na condição de quem ouve – Pathos
Os argumentos convincentes fornecidos através do discurso são de três espécies:
É o tipo de prova centrado no próprio discurso pelo que este demonstra ou parece demonstrar.

A persuasão obtém-se através de argumentos que procuram convencer o auditório de que o orador tem razão ou está correto. Verifica-se esta técnica quando se mostra pelo discurso a verdade ou o que parece ser verdade. É pelos argumentos que se tenta valorizar uma tese e se procura a adesão dos ouvintes.

Os meios de persuasão, usados, podem ser, o entimema e o exemplo (podem ser parábolas ou fábulas ou basear-se em factos passados ou inventados pelo orador). Se dermos ênfase ao logos teremos uma visão lógica e linguística da retórica.

LOGOS
É o tipo de prova centrado no auditório.
A persuasão é obtida quando o discurso do orador desperta no auditório sentimentos e emoções que o tornam recetivo à verdade do que está a ser dito.
Aristóteles reconhece a importância de emoções como a ira, a compaixão e o medo para a persuasão do auditório.
O orador deverá ser capaz de produzir um discurso que empolgue e impressione os ouvintes, que mobilize os seus sentimentos e emoções. Temos de ter cuidado, pois, se dermos toda a ênfase ao pathos poderemos cair numa retórica de manipulação.

É o tipo de prova centrado no carácter do orador. A persuasão é obtida quando o discurso é proferido de maneira a deixar o auditório a impressão de que o carácter do orador o torna digno de fé, confiança e credibilidade.
O ethos do orador consiste no poder que lhe advém do seu prestígio, da sua autoridade moral ou científica, das virtudes do seu carácter, das potencialidades da sua personalidade.

Justificar-se implica argumentos (logos), mas também levar o outro em conta (pathos), para lhe agradarmos, para nos fazermos aceitar ou porque o queremos manipular (ethos). (Michel Meyer)
ETHOS
(do grego - costume, hábito, maneira de ser de uma pessoa)
(do grego - palavra, razão, pensamento, discurso)
Full transcript