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Escleroterapia Convencional

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by

CLAUDIO SHIMIZU

on 21 March 2016

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Transcript of Escleroterapia Convencional

Atualidades:
Radiofrequência
Laser
Crioescleroterapia
Faculdade de Medicina do ABC
Disciplina de Angiologia e
Cirurgia Vascular

Agentes esclerosantes
Estudos na CHSBC
Pontos importantes
doença crônica
exame físico
repetição das sessões
tto "preventivo"
cuidados pré e pós
refinamento estético
É mais eficiente
Os resultados são mais rápidos
Apresenta menor dor durante o tratamento
Tem menos complicações
Custos de tratamento semelhantes
Cláudio Jun Shimizu
ESCLEROTERAPIA
CONVENCIONAL

COMO EU REALIZO?
MUDANÇAS?

Professor Titular
Prof. Dr. João Antonio Corrêa

Histórico
Escleroterapia
Material
Definição
sklérosis = endurecimento
therapèa = tratamento
Dr. Rubem Rino
IV Simp Esclero RH São Camilo - 2012
Físico - térmico, radiação ionizante, mecânico
Químico
Técnica
Francischelli, M In: Atualizaçao Em Cirurgia Vascular E Endovascular
– Cap 24 – 2008 Ed. Elsevier
1813 – Álcool absoluto em artérias - Monteggio
1917 - Glicose hipertônica – Kausch
1930 – Morruato de sódio – Higgins e Kibel
1933 – Glicerina crômica – Jausion
1937 – Oleato de monoetanolamina - Biegeleinten
1946 – Sulfato tetradecil de sódio - Reiner
1966 – Polidocanol - Henschel
1967 – Solução salina hipertônica/dextrose - Eichenberg

Glicose hipertônica
Morruato de sódio – Scleromate - FDA
Glicerina crômica – Chromex
Oleato de monoetanolamina – Ethamolin - FDA
Sulfato tetradecil de sódio – Sotradecol, Tromboinject - FDA
Polidocanol – Aethoxysclerol, Sclerovein
Solução salina hipertônica/dextrose – Sclerodex - FDA
Atlas Colorido de Dermatologia Estética – 2008 cap 32 Ed. Mc Graw-Hill
Agentes irritantes: lesão tóxica na membrana endotelial
Glicerina crômica – Chromex
Solução iodada
Agentes detergentes: lesão endotelial por ação nos lipídios da membrana celular
Polidocanol – Aethoxysclerol, Sclerovein
Morruato de sódio – Scleromate - FDA
Oleato de monoetanolamina – Ethamolin
Sulfato tetradecil de sódio – Sotradecol, Tromboinject
Agentes Osmóticos: desidratação endotelial por gradiente osmótico
Solução salina hipertônica
Glicose hipertônica (50, 66 e 75%)
Solução salina hipertônica/dextrose - Sclerodex
Salicilato de sódio
Vasos
Francischelli, M In: Atualizaçao Em Cirurgia Vascular E Endovascular– Cap 24 – 2008 Ed. Elsevier
WAGNER 4
Aspectos Práticos
jptardivo@uol.com.br
Francischelli, M In: Atualizaçao Em Cirurgia Vascular E Endovascular– Cap 24 – 2008 Ed. Elsevier
“ Se elencado o uso de esclerosantes alergênicos (todos os outros que não a glicose), a sala de aplicação deve possuir, obrigatoriamente, aparelhagem de eletrocardioversão, materiais e drogas correlatos, bem como pessoal com treinamento específico de ressuscitação cardiopulmonar.”
Miyake H, Miyake K, Duarte F, Kikuchi, R. Pequenas Varizes e Telangectasias. In. Maffei FHA, et al. Doenças Vasculares Periféricas, 4a ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p1769-95.

Callender VD; St Surin-Lord S; Davis EC; Maclin M. Postinflammatory hyperpigmentation: etiologic and therapeutic considerations. Am J Clin Dermatol; 12(2): 87-99, 2011 Apr 1.
Deposição de hemossiderina
- fagocitose perivascular de hemáceas
- tipo de esclerosante

Hipermelanose reativa
- aumento de mediadores inflamatórios
(interleucina 1, TNF, NO, Leucotrienos)
Não foi possível realizar a meta-análise.

Conclusão: não há evidência do melhor esclerosante, dose ou satisfação do paciente
CONSORT (BMJ Schulz – 2010) Randomised controlled trials
Schwartz Lisa, Maxwell Heather. Sclerotherapy for lower limb telangiectasias. Cochrane Database of Systematic Reviews. In: The Cochrane Library, Issue 3, Art. No. CD008826. DOI: 10.1002/14651858.CD008826.pub12
Schwartz Lisa, Maxwell Heather. Sclerotherapy for lower limb telangiectasias. Cochrane Database of Systematic Reviews. In: The Cochrane Library, Issue 3, Art. No. CD008826. DOI: 10.1002/14651858.CD008826.pub12
Polidocanol espuma X polodocanol líquida
Tetradecil sulfato de sódio (STS) X glicerina
Polidocanol em diversas concentrações
Heparsal X STS X polidocanol X Soro fisiológico
Polidocanol X Solução salina hipertônica
Polidocanol X STS
Polidocanol X soro fisiológico
STS X Soro fisiológico
Schwartz Lisa, Maxwell Heather. Sclerotherapy for lower limb telangiectasias. Cochrane Database of Systematic Reviews. In: The Cochrane Library, Issue 3, Art. No. CD008826. DOI: 10.1002/14651858.CD008826.pub12
Tamanhos da amostra: 10 estudos – 484 pacientes
16 trabalhos excluidos
Schwartz Lisa, Maxwell Heather. Sclerotherapy for lower limb telangiectasias. Cochrane Database of Systematic Reviews. In: The Cochrane Library, Issue 3, Art. No. CD008826. DOI: 10.1002/14651858.CD008826.pub12
Objetivo: avaliar os vários agentes, comparando-os entre eles, para o tratamento de telangiectasias, através da melhoria visual e resolução incluindo o tempo de efeito, os eventos adversos, a satisfação do paciente e medidas de qualidade.
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
“...procedimento...muito praticado pelos angiologistas, poucos são os serviços médicos com residência médica na área de...Cirurgia Vascular que oferecem treinamento específico...aos residentes.”
“...determinamos que a escleroterapia seja praticado dentro da nossa especialidade, mas não ensinamos os nossos alunos.”
“Mais estudos são necessários, com desenhos mais objetivos, para definirmos as condutas na escleroterapia.”
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
Questionário com 19 perguntas – múltipla escolha, sendo válida somente uma resposta para cada pergunta.
Enviados aos membros da SBAVC

232 aceitaram e responderam as perguntas.
19. Você tem material de ressuscitação cardíaca na sua clínica, caso ocorra uma emergência com seu paciente durante a escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
25,5%
74,5%
Sim
Não
18. Na escleroterapia com líquido, qual tipo de complicação sistêmica é a mais frequente?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
73,12%
5,6%
4,31%
0
9,6%
2,07%
0
0
5,30%
Nenhuma
Hipotensão
Reação alérgica
Dispneia
Lipotimia
Taquicardia
Acidente vascular cerebral
Dor torácica
Mais de um tipo citado acima
17. Qual o tipo de complicação mais frequente na pós-escleroterapia em microvarizes ou reticulares com líquido você já teve?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
45,16%
8,19%
5,60%
1,08%
21,83%
18,04%
Hipercromia
Flebite química
Úlcera
Trombose venosa profunda
Mais de um tipo citado
Outras
16. Qual o preço cobrado por sessão de aplicação em microvarizes/reticulares?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
32,33%
56,47%
9,05%
1,0%
1,15%
0
Entre R$ 40 e R$ 99,00
Entre R$ 100 e R$ 199,00
Entre R$ 200 e R$ 299,00
Entre R$ 300 e R$ 499,00
Entre R$ 500 e R$ 1000,00
Acima de R$ 1000,00
15. Você cobra a sessão em aplicação em microvarizes proporcional a quê?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
33,62%
56,03%
9,03%
1,32%
Tempo
Volume injetado
Número de punções
Número de disparos a laser
14. Na presença de hipercromia pós-escleroterapia, você utiliza algum medicamento?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
12,50%
14,66%
45,16%
7,40%
20,28%
Ácido tioglicólico
Ácido retinóico
Hidroquinona
Luz pulsada
Outros
13. Atividade Física pós- escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
46,50%
52,59%
1,29%
0
Não restrige
Libera entre 1 e 3 dias
Libera após 7 dias
Libera após 30 dias
Em pacientes com telangiectasias submetidos à escleroterapia é indicado o uso de meias elásticas terapêuticas?

Recomendação
O uso de meias elásticas terapêuticas com taxa de compressão variando de 23 a 32 mmHg,
diariamente, por até três semanas após escleroterapia, melhora objetivamente o resultado,
com diminuição do número de telangiectasias e hiperpigmentação.
Figueiredo MAM, Castro AA, Simões R
Terapia de Compressão de Membros Inferiores
Projeto Diretrizes
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
25 de agosto de 2011
11. Você fotografa as pernas do paciente antes e depois do tratamento?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
14,66%
85,34%
Sim
Não
10. Além do exame clínico, qual outro tipo de aparelho você usa no paciente que irá submeter à escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
31,03%
27,05%
22,41%
8,76%
10,75%
Duplex scan
Fleboscópio
Duplex scan e fleboscópio
Veinviewer ou Accuvein
Outros
9. Por quanto tempo você utiliza a compressão pós-escleroterapia em telangiectasias?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
63,36%
13,68%
7,53%
13,18%
2,15%
Menos de 12 h
12 a 24 h
1 a 3 dias
1 semana
Mais de uma semana
8. Você utiliza algum tipo de compressão na escleroterapia em telangectasias/veias reticulares?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
11,71%
40,98%
36,59%
10,24%
Meia elástica
Atadura elástica
Curativo com micropore ou stopper
Não utilizo
7. Você utiliza algum mecanismo para diminuir a dor durante o procedimento de escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
13,66%
13,49%
4,03%
0,98%
3,90%
18,57%
45,37%
Ar gelado
Rolo gelado
Pomada EMLA
Analgésico oral antes procedimento
Gelo em pedra
Outros
Nenhum
6. Você combina a escleroterapia com outros procedimentos terapêuticos? Quais?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
18,54%
4,39%
8,74%
66,81%
1,52%
Não
Escleroterapia a laser
Escleroterapia com cirurgia e laser
Escleroterapia e cirurgia
Escleroterapia com radiofrequência
5. Você usa laser transdérmico em microvarizes ou varizes reticulares?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
15,09%
84,91%
Sim
Não
4. Qual produto você utiliza na sua escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
35,35%
8,19%
14,66%
12,50%
Glicose 75%
Oleato etanolamina
Polidocanol com glicose
Oleato etanolamina com glicose
3. Você utiliza lupa durante a escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
28,45%
71,55%
Sim
Não
2. Você utiliza luvas durante o procedimento de escleroterapia?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
79,74%
20,30%
Sim
Não
1. Em quais tipos de varizes você faz escleroterapia com líquido?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
40,09%
1,72%
58,19%
0
Telangectasias
Varizes reticulares (> 3 mm)
Ambos
Outro tipo
12. Pós-escleroterapia, qual a sua recomendação em relação à exposição de sol?
Figueiredo M, Figueiredo MF. Pesquisa sobre escleroterapia líquida em varizes dos membros inferiores. J Vasc Bras. 2013 Mar: 12(1): 10-15
11,84%
25,43%
24,57%
11,64%
28,02%
Não proibir sol
Liberar em menos de 15 dias
Liberar entre 15 e 30 dias
Liberar após 30 dias
Liberar o sol, mas recomendar filtro solar
TCC R1 Cirurgia Vascular
Comparação entre
Glicose 75% X Glicose 75% e Polidocanol 1%
Telangectasias (Von Graf – 1807)
Vaso superficial visível a olho nu
0,1 a 1 mm
Classificação (Redisch e Pelzer)
1. linear
2. arboriforme
3. aracniforme
4. puntiforme
Merlo M, et al., Escleroterapia de varizes e substâncias esclerosantes. In. De Brito CJ, et al, Cirurgia Vascular, 1ed, Rio de Janeiro, 2002. p 1066-84
Dor/caimbras
Reações alérgicas
Tromboflebite superficial (até 1%)
TEV (muitos raras)
Nódulos subcutâneos – Glicerina crômica
Bolhas pele - micropore
Necrose de pele
- secundária ao extravasamento esclerosante nos tecidos
- injeção alta pressão – trombose por refluxo arteriolar
Atlas Colorido de Dermatologia Estética – 2008 cap 32 Ed. Mc Graw-Hill
Trama telangiectásica (16%)
- regride em 3 a 12 meses
- gravidez, obesidade, tto hormonal, história familiar
- prevenção: baixa pressão, menor volume, menor concentração
Hiperpigmentação (30%)
- depende da técnica, tamanho do vaso, esclerosante
- compressão pós escleroterapia
- regride 6 a 12 meses
Atlas Colorido de Dermatologia Estética – 2008 cap 32 Ed. Mc Graw-Hill
TCC - R1 Cirurgia Vascular
Comparação
GH75% X GH75% + Polidocanol 1%
Miyake H, Miyake K, Duarte F, Kikuchi, R. Pequenas Varizes e Telangectasias. In. Maffei FHA, et al. Doenças Vasculares Periféricas, 4a ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p1769-95.
Avental ou short,
deitado na maca
Punção e percepção
É mais eficiente
Os resultados são mais rápidos
Apresenta menor dor durante o tratamento
Tem menos complicações
Custos de tratamento semelhantes
http://www.naturale.med.br/
Prof. Dr. Miguel Francischelli Neto
dr_claudiojun@ig.com.br
Obrigado!
Terapia Fotodinâmica
Avaliação anual
Escleroterapia
R1 CV - 1 paciente neste ano
R2 CV - 1 paciente por semestre
Paciente da fila
Apresentação do caso
Exame físico
Orientação sobre o procedimento
Sessões combinadas com paciente
Conclusão do tratamento
"Escolas de tratamento"
- Européia
- Americana
- Brasileira
Esclero em Telangiectasias
+vasos de maior calibre
- Rivaliza com cirurgia (angiologista)
Esclero em telangiectasias e vv. residuais
Micro com local para reticulares
Hospital Safenas e suas colaterais
Cirurgia e esclero p/ veias de maior calibre
Dermatologistas (Laser estético em outros segmentos)
Esclero + Laser (ou luz pulsada)p/ telangiectasias
Francischelli Neto,M. Variantes técnicas de escleroterapia química - o que realmente é útil? In. Atualizaçãoem Cirurgia Vascular e Endovascular. Presti, C; Simão ,E; Castelli, V. 2008
Francischelli Neto,M. Variantes técnicas de escleroterapia química - o que realmente é útil? In. Atualizaçãoem Cirurgia Vascular e Endovascular. Presti, C; Simão ,E; Castelli, V. 2008
Etiopatogenia das telangiectasias
- Disfunção valvular levam à hipertensão venosa
e o desenvolvimento de circulação colateral (sistema de alta para baixa pressão)
- ou de origem arterial (ação Hormonal)
Francischelli Neto,M. Variantes técnicas de escleroterapia química - o que realmente é útil? In. Atualizaçãoem Cirurgia Vascular e Endovascular. Presti, C; Simão ,E; Castelli, V. 2008
>Clínicos: Maior índice >de complicações >descritas
Tratamento visando o lado estético
Basicamente retirar o ponto de refluxo + escleroterapia
Dr. Hiroshi Miyake - "nutridoras"
Sistema de Albanese - face lateral de coxas
Aumento de dos vasos após cirurgia > mudança pontos de refluxo
Francischelli Neto,M. Variantes técnicas de escleroterapia química - o que realmente é útil? In. Atualizaçãoem Cirurgia Vascular e Endovascular. Presti, C; Simão ,E; Castelli, V. 2008
Escolha do esclerosante
- potencial esclerosante X potencial de risco
- cada especialista advoga um tipo de esclerosante e não aceita testar outros
- risco alérgico, exceto hiperosmolares (dor e viscosidade)
Francischelli Neto,M. Variantes técnicas de escleroterapia química - o que realmente é útil? In. Atualizaçãoem Cirurgia Vascular e Endovascular. Presti, C; Simão ,E; Castelli, V. 2008

XXIII Encontro dos Ex-Estagiários "BeNe"
FDA - proibiu uso de assocções entre esclerosantes
Congresso NY 2013
XXIII "BeNe" - usa detergente + GH50%
menos trombos e pigmentações
GH75% - mais trombos
XXIII "BeNe" - atadura por 2 horas
melhora dor e previne trombos
XXIII "BeNe" espuma em reticulares e glicerina
crômica
Full transcript