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O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE

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weiller felipe

on 18 August 2013

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Anotações
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – UEPB
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS E DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
DISCENTE: CASSIANO SABINO DOS SANTOS
DOCENTE: LORENA BANDEIRA

RESUMO
A busca pelo sentido da vida é parte das ações perguntas. Viktor Frankl foi um pioneiro em abordar o tema em psicologia. Posteriormente pesquisa fez uso de seus ensinamentos e expandiu a definição do construto. Estudos transculturais têm contribuído para uma melhor compreensão do tema, mas a pesquisa ainda tem de ser desenvolvido. Este estudo tem como objetivo analisar o significado da vida na velhice. A metodologia consistiu em uma revisão de literatura, no qual conclui-se que este estudo diz que o envelhecimento é heterogêneo, não apresentou de forma linear. É importante, portanto, ter em conta que os seres humanos, especialmente os idosos podem muito mais do que você pensa, uma vez que, movidos pela fé e confiança de seus companheiros, a esperança de cumprir uma missão.


Palavras-chave: sentido da vida, envelhecimento, Logoterapia.

O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
O brasil é um país que envelhece a passos largos. As alterações na estrutura populacional são claras. No início do século XX, UM brasileiro vivia em média 33 anos, ao passo que hoje a expectativa de vida dos brasileiros atinge os 68 anos (RAMOS, 1993).

De início, podemos dizer que definir o que é ser idoso nos dias atuais contribui ainda para quebrar algumas preconceitos sociais sobre a condição do idoso no brasil, além de ser uma tarefa difícil, dada as alterações nos padrões sociais e, principalmente, culturais que contribuem para que, a cada geração, novas características venham se juntar ao rol de situações que definem o que é ser idoso (MASCARO, 1997).

Todavia, o envelhecimento também não pode ser considerado como um processo homogêneo, pois “[...] cada pessoa vivencia essa fase da vida de uma forma, considerando sua história particular e todos os aspectos estruturais (classe, gênero e etnia) a ela relacionados, como saúde, educação e condições econômicas”. (MINAYO; COIMBRA JR., 2002, p. 14).
Obrigado a todos !!!
Referências
RAMOS, L. R. A explosão demográfica da terceira idade no Brasil: Uma questão de saúde pública. Gerontologia, 1:3-8, 1993.

REKER, G. T. (1997). Personal meaning, optimism, and choice: Existential predictors of depression in community and institutional elderly. The Gerontologist, 37(6), 709-716).

SOMMERHALDER, C., & GOLDSTEIN, L. L. (2006). O papel da religiosidade e da espiritualidade na vida adulta e na velhice. In E. V. Freitas, L. Py, F. A. X. Cançado, M. L. Gorzoni, & A. L. Neri (Eds.), Tratado de Geriatria e Gerontologia (2 ed. rev., pp. 307-1315). Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan.

SHEPHARD. R.J. Envelhecimento, atividade física e saúde. São Paulo: Phorte, 2003.

SKINNER, B. & Valghan, M.E. (1983). Enjoy old age: a program of self - management. New York: Norton: Summus.

CAMPINA GRANDE PB
AGOSTO/2013

O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
O envelhecimento é um fenômeno que atinge todos os seres humanos, independentemente. Sendo caracterizado como um processo dinâmico, progressivo e irreversível, ligados intimamente a fatores biológicos, psíquicos e sociais (BRITO E LITVOC, 2004).

Segundo Shephard (2003, pp. 04) “os limites que separam as várias categorias funcionais variam, substancialmente de um país para outro”. Este autor afirma que em qualquer período histórico, ocorre uma diferença no ritmo em que as pessoas envelhecem e essa diferença no envelhecimento ocorre até mesmo dentro de um mesmo país, e de uma mesma classe econômica. Assim para Shephard (2003) idosos com 90 anos podem apresentar-se extremamente ativos enquanto outros com 70 anos, já estão confinados completamente ao leito. Desta maneira a diferença individual determina como cada ser humano irá envelhecer. Entretanto variáveis como (sexo, herança genética e estilo de vida) contribuirão determinando entre mulheres e homens as diferenças nos ritmos de envelhecimento que cada um apresentará.
“O homem comtempla em três pespectivas para o homem idoso”:
O olhar para trás;
A tarefa presente e
O olhar para frente.
(Sommerhalder & Goldstein, 2006). Ele propõe quatro fatores que podem levar a pessoa a encontrar um sentido para a vida;
A valorização do que é importante para a pessoa;
As escolhas;
Responsabilidade e
Significado imediato.
Reker (1997) afirma que o sentido da vida está associado a ter um propósito, uma direção, uma razão para a existência, ter uma percepção de identidade pessoal e interesse social, além de sentir-se satisfeito com a vida, mesmo diante de situações difíceis, quando o “para que viver” é essencial.
Encontrar sentido está relacionado a um equilíbrio entre perdas e ganhos, dar significado para as atitudes e os eventos cotidianos e ter um propósito na vida. Vários fatores influenciam a percepção de sentido na vida. São eles:
Internos e
Externos.
Freire (2003) afirma que o envelhecimento bem-sucedido, também é visto como competência adaptativa do indivíduo, ou seja a capacidade generalizada para responder com flexibilidade aos desafios resultantes do corpo, da mente e do ambiente. De acordo com estudiosos, essa competência adaptativa é multidimensional:
Emocional, no sentido das estratégias e habilidades do indivíduo para lidar com fatores estressores;
Cognitiva, em relação à capacidade para resolução de problemas e
No sentido do desempenho e competência social.
A chegada da velhice, segundo Skinner e Valghan (1983), inclui as limitações do corpo muito vivido sem a mesma vitalidade, a mesma rapidez de raciocínio, sem a mesma percepção sensorial e motora, ou mesmo cognitiva. Muitas vezes o idoso é acometido por doenças crônicas específicas da velhice, porém a qualidade de vida pode ser mantida com criatividade e lazer, sem dispensar os cuidados coma saúde.
Os mesmos autores se referem à ideia de aprender a programar sua vida como um conjunto de maneiras de agir, de forma a possibilitar o viver bem à velhice depende em parte do nível socioeconômico, de sua educação, da religião, da identidade étnica ou nacionalidade e de sua família, de suas ocupações passadas ou presentes, de seus campos de interesse entre outras coisas. Cada caso é específico, é preciso fazer uma avaliação precisa de cada idoso para verificar o que é melhor para o seu estilo e qualidade de vida, quando a situação é de orientação ou de terapia individual.
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
O sentido de vida faz parte dos questionamentos existenciais e é uma busca constante do ser humano. A Psicologia tem uma longa trajetória de dedicação à compreensão do conceito para melhor explicitá-lo e , assim compreender sua relação com os mecanismos de ajustamento e adaptação, contribuindo para o estudo do desenvolvimento humano e do envelhecimento.
É verdade que, em nosso país, os idosos são pessoas com possibilidades menores de uma vida digna, Dada não apenas a imagem social da velhice vista como época de perdas, incapacidades, decrepitude, impotência, dependência, mas também, pela situação objetiva de aposentadoria insuficiente, analfabetismo, oportunidades negadas, desqualificação tecnológica, exclusão social. Pelo menos da maioria. Mesmo em condições tão adversas, encontramos idosos que se sentem felizes, que se dizem contentes com suas vidas e encontram um sentido para ela.
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
Como o envelhecimento é uma experiência heterogênea, cada indivíduo pautará sua vida de acordo com padrões, normas, expectativas, desejos, valores e princípios diferentes. Há assim, necessidade de instrumentos multidimensionais, sensíveis à grande variabilidade dessa população. Esses instrumentos devem considerar as especificidades dessa faixa etárias, pois que, em virtude de seus valores e experiências de vida, os idosos diferem dos mais jovens.


Conviver com certos limites, sempre sobrará muito espaço para uma série de atividades, de ordem física, psíquico-afetiva e espiritual. Em suma, o envelhecimento bem sucedido é uma arte, que pode ser resumida em alguns expressões, como: viver intensamente todas as idades; cultivar todos os talentos; saber articular limites com a certeza de que sempre se pode dar mais um passo adiante. O sentido da vida, com certeza, revelam como nemhuma fase anterior, o rosto das pessoas realizadas por terem cumprido sua missão até o fim.

O sentido de vida faz parte dos questionamentos existenciais e é uma busca constante do ser humano. Este sentido está associado a ter um propósito, uma direção, uma razão para a existência, ter uma percepção de identidade pessoal e interesse social, além
de sentir-se satisfeito com a vida, mesmo diante de situações difíceis, quando o “para que viver” é essencial.
O SENTIDO DA VIDA NA VELHICE
Ao declarar que o ser humano é uma criatura responsável e precisa realizar o sentido potencial de sua vida, quero salientar que o verdadeiro sentido da vida deve ser descoberto no mundo, e não dentro da pessoa humana ou de sua psique, como se fosse um sistema fechado. Chamei essa característica constitutiva de “a auto transcendência da existência humana”. Ela denota o fato de que o ser humano sempre aponta e se dirige para algo ou alguém diferente de si mesmo – seja um sentido a realizar ou outro ser humano a encontrar. (FRANKL, 2008)

BRITO, F.C E LITVOC, C. J. Conceitos básicos. In F.C. Brito e C. Litvoc (Ed.), Envelhecimento – prevenção e promoção de saúde. São Paulo: Atheneu, p.1-16, 2004.

FRANKL, V. E. (2008). Psicoterapia e sentido de vida: Fundamentos da Logoterapia e análise existencial (3. ed.). São Paulo, SP: Quadrante.

FREIRE, S.A.(2003). Envelhecimento bem-sucedido e bem-estar psicológico. In: A. L. Neri & S. A. Freire. (Orgs.), E por falar em boa velhice. (pp.-21-31). Campinas: Papirus.

MASCARO, S.A. O que é velhice. São Paulo: Brasiliense, 1997. (Coleção Primeiros Passos).

MINAYO, M.C.S; COIMBRA Jr., C.E.A. (Org.). Antropologia, saúde e envelhecimento. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002.

PASCHOAL SMP. Qualidade de Vida na Velhice. In: Freitas EV, Py L, Neri AL, Cançado FAX, Gorzoni ML, Rocha SM, editores. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A.; 2002. p.79-84.

Cassiano Sabino
cassianosabino@hotmail.com
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