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Brigada de Incêndio

Elaboração: 1Sgt PM Grossi SOp/12GB
by

gliceu grossi

on 12 July 2014

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Transcript of Brigada de Incêndio

Combustão e seus elementos
[Conhecer o tetraedro do fogo]
Equipamentos de Combate a Incêndios (aplicações e manuseio)
Classificação, carcaterísticas, métodos e aplicações
Ventilação, um fator a ser considerado
Teoria do fogo
Agentes extintores
(características e aplicações)
Os extintores de incêndio, em seu rótulo, possuem indicação sobre as classes de incêndio para as quais são adequados.

Em alguns casos
o rótulo informa também as classes de incêndio
para as quais o extintor não se presta, conforme exemplo abaixo:
Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio
2014/Junho
Objetivos do curso e o Brigadista
Conhecer as técnicas de abandono de área, saída organizada, pontos de encontro e chamada e controle de pânico.
Abandono de Área
São pessoas devidamente treinadas que agem em situações de emergência, e são fundamentais para que as ocorrências não se transformem em grandes tragédias.
Brigadistas têm conhecimentos técnicos e práticas das ações a serem tomadas em uma emergência como por exemplo:

>>> Combate a um Princípio de Incêndio; e,

>>> Primeiros Socorros;

Fase de Pré- Impacto, Impacto e Pós Impacto

Lidar com situações de emergência exige, sobretudo, uma ótima capacidade de lidar com mudanças, pois, nas situações limite, o desafio é a superação da impotência e o desamparo que, quase sempre, podem “colar” nas vítimas e também nas pessoas envolvidas.
Dicas simples para serem aplicadas em casos de incêndio em edificações:

O mais importante de tudo é termos consciência de que tudo é possível, por isto devemos respeitar qualquer situação que possa surgir em nosso trabalho.

Qualquer imprevisto pode resultar numa situação onde poderemos colocar as dicas em uso, para nos safarmos e guiarmos todos em segurança.

Forneça informações precisas:

• Nome correto do local onde está ocorrendo o incêndio;

• Numero do telefone de onde se está falando.

• Nome completo de quem está falando.

• Relato do que está acontecendo.


Em seguida desligue o telefone e aguarde a chamada de confirmação no local.
Brigada de Incêndio
Introdução
OBJETIVOS:

>>>> CONHECER AS TÉCNICAS DE COMBATE A INCÊNDIO E SUAS CLASSES.

>>>> CONHECER OS EQUIPAMENTOS, SUAS APLICAÇÕES E MANUSEIO.

>>>> CONHECER AS TÉCNICAS DE ABANDONO E O PONTO DE ENCONTRO.

>>>> CONHECER E SABER APLICAR AS TÉCNICAS DE PRIMEIROS SOCORROS.
Classes de Incêndio e métodos de extinção
Os processos de Propagação do fogo
Fulgor | Combustão | Ignição
Com o aquecimento, chega-se a uma temperatura em que o material começa a liberar vapores, que se incendeiam se houver uma fonte externa de calor.

Neste ponto, chamado de "Ponto de Fulgor",
as chamas não se mantêm, devido à pequena quantidade de vapores.


Prosseguindo no aquecimento, atinge-se uma temperatura em que os gases desprendidos do material, ao entrarem em contato com uma fonte externa de calor,
iniciam a combustão, e continuam a queimar sem o auxílio daquela fonte.

Esse ponto é chamado de “Ponto de Combustão”.


Continuando o aquecimento, atinge-se um
ponto no qual o combustível, exposto ao ar, entra em combustão sem que haja fonte externa de calor.

Esse ponto é chamado de “Ponto de Ignição”.
Combustível
|
Comburente

|
Calor
|
Reação em Cadeia
É toda a
substância capaz de queimar e alimentar a combustão.
É o elemento que serve de
campo de propagação ao fogo.

Os combustíveis
podem ser sólidos, líquidos ou gasosos,
e a grande maioria precisa passar pelo estado gasoso para, então, combinar com o oxigênio.

A velocidade da queima
de um combustível depende de sua
capacidade de combinar com oxigênio
sob a
ação do calor e da sua fragmentação
(área de contato com o oxigênio).
É o elemento que possibilita vida às chamas e intensifica a combustão.

O mais comum é que o oxigênio desempenhe esse papel.

A atmosfera é composta por 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases.
Em ambientes com a composição normal do ar, a queima desenvolve-se com velocidade e de maneira completa.

Notam-se chamas. Contudo, a combustão consome o oxigênio do ar num processo contínuo.
Quando a porcentagem do oxigênio do ar do ambiente passa de 21% para a faixa compreendida entre 16% e 8%, a queima torna-se mais lenta, notam-se brasas e não mais chamas.
Quando o oxigênio contido no ar do ambiente atinge concentração menor que 8%, não há combustão.
Efeitos
Físicos | Quimícos | Fisiológicos
Elevação de Temperatura:
Este fenômeno se desenvolve com maior rapidez nos corpos considerados bons condutores de calor, como os metais; e, mais vagarosamente, nos corpos tidos como maus condutores de calor, como por exemplo, o amianto.
O conhecimento sobre a condutibilidade de calor dos diversos materiais é de grande valia na prevenção de incêndio. Aprendemos que materiais combustíveis nunca devem permanecer em contato com corpos bons condutores, sujeitos a uma fonte de aquecimento.

Aumento de volume:
Todos os corpos – sólidos, líquidos ou gasosos – se dilatam e se contraem conforme o aumento ou diminuição da temperatura.

A atuação do calor não se faz de maneira igual sobre todos os materiais.

Alguns problemas podem decorrer dessa diferença. Imaginemos, por exemplo, uma viga de concreto de 10m exposta a uma variação de temperatura de 700 ºC. A essa variação, o ferro, dentro da viga, aumentará seu comprimento cerca de 84mm, e o concreto, 42mm.
Com isso, o ferro tende a deslocar-se no concreto, que perde a capacidade de sustentação, enquanto que a viga “empurra” toda a estrutura que sustenta em, pelo menos, 42mm.

Os materiais não resistem a variações bruscas de temperatura. Por exemplo, ao jogarmos água em um corpo superaquecido, este se contrai de forma rápida e desigual, o que lhe causa rompimentos e danos.
Pode ocorrer um enfraquecimento deste corpo, chegando até a um colapso, isto é, ao surgimento de grandes rupturas internas que fazem com que o material não mais se sustente. (Mudanças bruscas de temperatura, como as relatadas acima, são causas comuns de desabamentos de estruturas).

A dilatação dos líquidos também pode produzir situações perigosas, provocando transbordamento de vasilhas, rupturas de vasos contendo produtos perigosos, etc.

A dilatação dos gases provocada por aquecimento acarreta risco de explosões físicas, pois,
ao serem aquecidos até 273 ºC , os gases duplicam de volume; a 546 ºC o seu volume é triplicado, e assim sucessivamente. Sob a ação de calor, os gases liquefeitos comprimidos aumentam a pressão no interior dos vasos que os contêm, pois não têm para onde se expandir.
Se o aumento de temperatura não cessar, ou se não houver dispositivos de segurança que permitam escape dos gases, pode ocorrer uma explosão, provocada pela ruptura das paredes do vaso e pela violenta expansão dos gases.

Os vapores de líquidos (inflamáveis ou não) se comportam como os gases.

Mudança do estado físico da matéria
Com o aumento do calor, os corpos tendem a mudar seu estado físico: alguns sólidos transformam-se em líquidos (liquefação), líquidos se transformam em gases (gaseificação) e há sólidos que se transformam diretamente em gases (sublimação). Isso se deve ao fato de que o calor faz com que haja maior espaço entre as moléculas e estas, separando-se, mudam o estado físico da matéria.

No gelo, as moléculas vibram pouco e estão bem juntas; com o calor, elas adquirem velocidade e maior espaçamento, transformando um sólido (gelo) em um líquido (água).

Mudança do estado químico da matéria:

Mudança química é aquela em que ocorre a transformação de uma substância em outra.

A madeira, quando aquecida, não libera moléculas de madeira em forma de gases, e sim outros gases, diferentes, em sua composição, das moléculas originais de madeira.

Essas moléculas são menores e mais simples, por isso têm grande capacidade de combinar com outras moléculas, as de oxigênio, por exemplo. Podem produzir também gases venenosos
ou explosões
O que é fogo?

O fogo não é matéria, mas sim um 
efeito secundário visível e tangível da matéria em modificação
(é parte de uma reação química).
O calor é gerado pela transformação de outras formas de energia, quais sejam:
 
energia química
(a quantidade de calor gerado pelo
processo de combustão
);
energia elétrica
(o calor gerado pela passagem de eletricidade
através de um condutor
, como um fio elétrico ou um aparelho eletrodoméstico); 
energia mecânica
(o calor gerado pelo
atrito de dois corpos
);
energia nuclear
(o calor gerado pela
fissão (quebra)
do núcleo de átomo).
Retirada do material:

É a forma mais simples de se extinguir um incêndio. Baseia-se na retirada do material combustível, ainda não atingido, da área de propagação do fogo, interrompendo a alimentação da combustão. Método também denominado corte ou remoção do suprimento do combustível.

Ex.: fechamento de válvula ou interrupção de vazamento de combustível líquido ou gasoso, retirada de materiais combustíveis do ambiente em chamas, realização de aceiro, etc.
Métodos de extinção
Resfriamento
É o método mais utilizado. Consiste em diminuir a temperatura do material combustível que está queimando, diminuindo, consequentemente, a liberação de gases ou vapores inflamáveis.
A água é o agente extintor mais usado, por ter grande capacidade de absorver calor e ser facilmente encontrada na natureza.

A redução da temperatura está ligada à quantidade e à forma de aplicação da água (jatos), de modo que ela absorva mais calor que o incêndio é capaz de produzir.
É inútil o emprego de água onde queimam combustíveis com baixo ponto de combustão (menos de 20ºC), pois a água resfria até a temperatura ambiente e o material continuará produzindo gases combustíveis.
Abafamento
Consiste em diminuir ou impedir o contato do oxigênio com o material combustível.
Não havendo comburente para reagir com o combustível, não haverá fogo. Como exceção estão os materiais que têm oxigênio em sua composição e queimam sem necessidade do oxigênio do ar, como os peróxidos orgânicos e o fósforo branco.

Conforme já vimos anteriormente, a diminuição do oxigênio em contato com o combustível vai tornando a combustão mais lenta, até a concentração de oxigênio chegar próxima de 8%, onde não haverá mais combustão. Colocar uma tampa sobre um recipiente contendo álcool em chamas, ou colocar um copo voltado de boca para baixo sobre uma vela acesa, são duas experiências práticas que mostram que o fogo se apagará tão logo se esgote o oxigênio em contato com o combustível.

Pode-se abafar o fogo com uso de materiais diversos, como areia, terra, cobertores, vapor d’água, espumas, pós, gases especiais etc.
Quebra da Reação em Cadeia
 
Certos agentes extintores, quando lançados sobre o fogo, sofrem ação do calor, reagindo sobre a área das chamas, interrompendo assim a “reação em cadeia” (extinção química).
Isso ocorre porque o oxigênio comburente deixa de reagir com os gases combustíveis.

Essa reação só ocorre quando há chamas visíveis.
Retirada do material
Resfriamento
Abafamento
Quebra da Reação em Cadeia
Inicial
>>>>

Nesta primeira fase, o oxigênio contido no ar não está significativamente reduzido e o fogo está produzindo vapor d’água (H20), dióxido de carbono (CO2), monóxido de carbono (CO) e outros gases.

Grande parte do calor está sendo consumido no aquecimento dos combustíveis, e a temperatura do ambiente, neste estágio, está ainda pouco acima do normal.

O calor está sendo gerado e evoluirá com o aumento do fogo.
Queima Livre
Na fase da queima livre, o fogo aquece gradualmente todos os combustíveis do ambiente.
Quando determinados combustíveis atingem seu ponto de ignição, simultaneamente, haverá uma queima instantânea e concomitante desses produtos, o que poderá provocar uma explosão ambiental, ficando toda a área envolvida pelas chamas.

Esse fenômeno é conhecido como “Flashover”
“Flashover”
Durante esta fase, o ar, rico em oxigênio, é arrastado para dentro do ambiente pelo efeito da convecção, isto é, o ar quente “sobe” e sai do ambiente. Isto força a entrada de ar fresco pelas aberturas nos pontos mais baixos do ambiente.

Os gases aquecidos espalham-se preenchendo o ambiente e, de cima para baixo, forçam o ar frio a permanecer junto ao solo; eventualmente, causam a ignição dos combustíveis nos níveis mais altos do ambiente.
Queima Lenta
A combustão é definida como oxidação, que é uma reação química na qual o oxigênio combina-se com outros elementos.
O carbono é um elemento naturalmente abundante, presente, entre outros materiais, na madeira.
Quando a madeira queima, o carbono combina com o oxigênio para formar dióxido de carbono (CO2), ou monóxido de carbono (CO).

Quando o oxigênio é encontrado em quantidades menores, o carbono livre (C) é liberado, o que pode ser notado na cor preta da fumaça.
Backdraft
Como nas fases anteriores, o fogo continua a consumir oxigênio, até atingir um ponto onde o comburente é insuficiente para sustentar a combustão.
Nesta fase, as chamas podem deixar de existir se não houver ar suficiente para mantê-las (na faixa de 8% a 0% de oxigênio).

O fogo é normalmente reduzido a brasas, o ambiente torna-se completamente ocupado por fumaça densa e os gases se expandem.
Queima Livre >
Queima Lenta
>>>>
Equipamentos de detecção, alarme e comunicações
Pós-ABC Os extintores de Pós chamados Multiuso ou ABC são extintores que podem ser usados em quaisquer classes de incêndio, pois extinguem princípios de incêndio em materiais sólidos, em líquidos inflamáveis e gases.

Também controlam incêndios em que haja a presença da corrente elétrica, sem transmiti-la, isto é, sem gerar risco ao operador
Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais)
Análise de vítimas
Conhecer os sintomas de obstruções em adultos , crianças e bebês conscientes e inconscientes
Vias aéreas
(Causas de obstrução e liberação)
Empregar técnica de “ver, ouvir e sentir” (7 a 10 segundos de verificação)

a. Liberar as VAS da vítima através da manobra indicada;
b. Aproximar o ouvido da boca e nariz da vítima voltando a face para seu tórax;
c. Observar os
movimentos
do tórax;
d. Ouvir os
ruídos
próprios da respiração;
e. Sentir a
saída de ar
das VAS da vítima.

-
Se presente,
instale o oxímetro de pulso e, na ausência deste equipamento, ministrar imediatamente oxigênio à vítima;

-
Se ausente,
iniciar a ventilação artificial (adotar procedimento de Parada Respiratória).

Ventilação artificial e compressão cardíaca externa. Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 socorristas para adultos, crianças e bebês.
RCP
(Reanimação Cardiopulmonar)
Conhecer as técnicas de abandono de área, saída organizada, pontos de encontro e chamada e controle de pânico.
Abandono de Área
a. Palpar o pulso radial para evitar que a vítima perceba que o socorrista está checando a respiração;
b. Observar os movimentos torácicos e contar durante 30 (trinta) segundos, multiplicando-se por 2 (dois), obtendo a freqüência de movimentos respiratórios por minuto (mrm);
c. Se a respiração for irregular, contar durante 1 minuto.
a) Em vítimas com idade superior a 1 ano, palpar o pulso radial e contar os batimentos cardíacos durante 30 (trinta) segundos, multiplicando-se por 2 (dois), obtendo a freqüência cardíaca por minuto.
b) Em vítimas com idade inferior a 1 ano, palpar o pulso braquial e contar os batimentos cardíacos durante 30 (trinta) segundos, multiplicando-se por 2 (dois), obtendo a freqüência cardíaca por minuto.
c) Se o pulso for arrítmico, palpá-lo durante 1 minuto
É a pressão exercida pelo sangue circulante contra as paredes internas das artérias. É constituída por duas mensurações: PA máxima (sistólica) e PA mínima (diastólica).
Sistólica: é a pressão máxima exercida pelo sangue contra as paredes internas das artérias durante a contração do coração (sístole)
Diastólica: é a pressão mínima exercida pelo sangue contra as paredes internas das artérias durante o relaxamento do coração (diástole)
· Na impossibilidade de auscultar os batimentos, a pressão arterial sistólica poderá ser medida palpando-se o pulso radial ou no membro inferior (pulso poplíteo).
· Evitar verificar a PA várias vezes consecutivas no mesmo braço;
· Se a vítima for hipertensa e o socorrista começar a ouvir o som dos batimentos cardíacos logo que desinflar o manguito, torne a inflá-lo acima dos 200 mm/hg indicados.
Avaliação de sinais vitais
página 1
Quando:
>>> Empregar o ABC
(CIRCULAÇÃO/VIAS AÉREAS/RESPIRAÇÃO)
>>> Empregar como método o DR. ABCDE como conceito de avaliação
(D - danger, R - responsiveness, A - airway, B – breathing, C – circulation, D – disability e E – exposition)
Organograma e Fluxograma - [Exemplos para Brigadas de Incêndio]
LOCAL SEGURO:

É O PONTO DE ENCONTRO ESCOLHIDO PELOS BRIGADISTAS E INFORMADO A TODAS PESSOAS QUE TRABALHAM OU FREQUENTEM AS INSTALAÇÕES, ATRAVÉS DE CARTAZES OU FOLHETOS.

PREFERENCIALMENTE FORA DA EDIFICAÇÃO E PROTEGIDO DA AÇÃO DO TEMPO. (chuva, frio, sol, vento...)
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA ABANDONO DO LOCAL

Desligue energia elétrica, a menos que tenha instruções ao contrário;

Mantenha-se calmo e dirijá-se sem demora para as saídas de emergência;

Nunca suba, a única opção segura é descer pelas escadas;

Ande rápido sem correr;

Não fume e não faça brincadeiras;

Mantenha silêncio;

Siga as instruções da brigada de incêndio;
CHECK LIST:

Quantidade e tipo de extintores.

Os extintores estão adequados para as classes? Estão carregados? Lacrados?

Localizar abotoeiras.

Localizar reserva de água.

Localizar registro de recalque e hidrantes.

Verificar mangueiras, corrimão, luz de emergência, porta corta fogo.
Abandono de Área

Pessoas com mobilidade reduzida

Riscos específicos da planta

Psicologia em emergências

Sistema de Controle de Incidentes

Emergências químicas e tecnológicas
incêndio
convulsão/queimaduras
sargentogrossi.wix.com/brigada
ovace/rcp bebê
ovace/rcp adulto
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