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Futebol, um negócio da china.

Compacto da história do futebol e do seu crescimento que influencia o mundo dos negócios.
by

Laura Coelho

on 24 March 2013

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Transcript of Futebol, um negócio da china.

País do
Futebol! Futebol Um negócio da
China A cultura do
Futebol no Brasil $$$ Exportador de Craques Ingressos e Estádios Curiosidades O Mercado da Bola O famoso jargão popular, “Negócio da China”, está cada vez mais alinhado às oportunidades de negócio que seu significado proporciona. Sim, a China e o mercado asiático se tornaram um excelente negócio no meio do esporte. Nas últimas décadas, o futebol tem se tornado um negócio muito lucrativo. São Paulo e Corinthians têm se destacado recentemente com o lançamento de filmes, Dvd´s, inauguração de lojas oficiais em shoppings, parcerias com multinacionais, etc. A paixão do torcedor é fundamental para que a venda de produtos licenciados aumente a cada ano e é de grande importância para o departamento de marketing nos clubes. O futebol do país asiático está recheado de brasileiros, africanos, jogadores e treinadores do leste europeu, alguns coreanos e até uma quantidade considerável de australianos. O caminho até a China é mais ou menos por aí, inclusive, no que se refere à nacionalidade dos jogadores. Não é novidade alguma ver jogadores pegando o avião para o Oriente Médio. Os petrodólares de clubes dos Emirados Árabes, Qatar e Arábia Saudita já atraíram muitas estrelas no final da carreira, como Rivellino, Pep Guardiola, Raúl, Romário e Juninho Pernambucano. Em todo o mundo se enaltece a qualidade técnica do jogador brasileiro, cuja forma de jogar muitos relacionam com a ideia de um “futebol-arte”. Essa é uma das explicações para a grande popularidade e o fascínio que o futebol exerce sobre o brasileiro. O estilo de jogo e a técnica refinada, a eficácia e a eficiência exigidas pelo futebol foram assimiladas e incorporadas às características culturais do povo brasileiro. “Brasil, país do futebol, paixão nacional”. Para driblar a crise, os clubes brasileiros buscam novas formas de arrecadar dinheiro. "Procuramos ampliar as receitas com a criação de franquias, exploração da marca por meio de produtos licenciados e oportunidades novas de patrocínio, como lanchonetes e lojas no estádio", diz o dirigente João Paulo de Jesus Lopes, diretor de planejamento e desenvolvimento do São Paulo. A arrecadação das bilheterias, ainda rendem muito abaixo do que poderiam. O inglês Manchester United, por exemplo, tem uma média de mais de 60 mil pessoas por jogo em casa. Já no Brasil, um dos líderes de público no campeonato nacional de 2003, o Cruzeiro, não atingiu nem a média de 25 mil torcedores por partida. Some o valor dos jogadores de futebol dos gigantes espanhóis Barcelona e Real Madrid e você terá o suficiente para pagar as obras de 7 dos 12 estádios brasileiros na Copa de 2014 — quer dizer, se não houver mais aumentos de gastos. Esses R$ 3 bilhões também comprariam todos os jogadores de todos os clubes da série A do Campeonato Brasileiro. Veja quão longe as equipes nacionais ainda estão das europeias nesse quesito em um ranking com as mais caras do Brasileirão. Na conta, não entra valor da marca nem estádio, só a soma das estimativas de preço de todo o elenco.
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