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ANÁLISE DE RISCO EM UMA STARTUP: Um estudo de caso na perspe

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Raul Daitx

on 19 February 2016

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Transcript of ANÁLISE DE RISCO EM UMA STARTUP: Um estudo de caso na perspe

Sumário
1 INTRODUÇÃO
2 REVISÃO DA LITERATURA

Competitividade estabilidade dos processos

Incertezas desafio é determinar o nível de incerteza que a organização está preparada para aceitar.

O gerenciamento de riscos corporativos permite:
Identificar, avaliar e administrar riscos diante de incertezas
Criação e preservação de valor. (COSO, 2013)
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA E PROBLEMA
ANÁLISE DE RISCO EM UMA STARTUP: Um estudo de caso na perspectiva da
"Metodologia de Coso"

Acadêmico: Raul Rosalino Daitx
Orientador: Wudson Anthony Neres
Banca: Caroline Carneiro e Udecir Somensi

Série de escândalos contábeis - Enron, WorldCom, Xerox, Bristol, Merck Tyco e imClone
1.3 JUSTIFICATIVA
1.2 OBJETIVOS
2 REVISÃO DA LITERATURA
1 INTRODUÇÃO
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA E PROBLEMA
1.2 OBJETIVOS
1.2.1 Geral
1.2.2 Específicos
1.3 JUSTIFICATIVA
2 REVISÃO DA LITERATURA
3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada

Referencial teórico - Startup, Risco, Riscos Corporativos e COSO


Problematica da pesquisa:
Como identificar os riscos em uma startup, utilizando a
“metodologia de COSO”
?
Riscos mal calculados - Crise financeira de 2008
1.2.1 Geral:

Identificar os riscos corporativos em uma startup através da “metodologia COSO”

1.1.2 Específicos:

a) analisar a bibliografia e documentos concernentes a temática desta pesquisa;

b) contextualizar o surgimento e evolução do C.O.S.O.

c) descrever as principais características no modelo de uma startup;

d) definir riscos e riscos corporativos;

e) a partir do modelo de COSO identificar os riscos de investimento em uma startup.

1.2 OBJETIVOS
Ser recém-fundada não caracteriza em si mesmo construir uma empresa startup. Nem é necessário para uma startup que se trabalhe com tecnologia, ou que se tome financiamentos de alto risco (...). A única coisa essencial é o crescimento. Todo o resto que nós associamos com startups decorre do crescimento. (GRAHAM, 2012)
2.1 STARTUP
Segundo o SEBRAE (2015) “uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.”
2.2 RISCO
Segundo Damodaran (2009, p.57) “Bem difícil de ser definido”.
2 REVISÃO DA LITERATURA
2.2 RISCO
Para o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) “o risco é inerente a qualquer atividade na vida pessoal, profissional ou nas organizações, e pode envolver perdas, bem como oportunidades”.
Entretanto, Gitman (1997, p.202) resume que “o risco, em seu sentido fundamental, é definido como a possibilidade de um prejuízo financeiro” e segundo COSO “O risco é representado pela possibilidade de que um evento ocorrerá e afetará negativamente a realização dos objetivos”
2 REVISÃO DA LITERATURA
2 REVISÃO DA LITERATURA
2 REVISÃO DA LITERATURA
3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
2.3 COSO
1992 - Comitê das Organizações Patrocinadoras
(The Comitee of Sponsoring Organizations)
Criado em 1985 - Comissão Nacional sobre Fraudes em Relatórios Financeiros (National Commission on Fraudulent Financial Reporting)
2 REVISÃO DA LITERATURA
2.3 COSO
Quadro 1: Quadro de Patrocinadores do COSO
Fonte: Elaborado pelo autor

2.3.1 COSO I ou COSO Report: Estrutura de controles Internos
2.3.2 COSO II -Gerenciamento de Riscos Corporativos: Estrutura Integrada
Figura 2 – Matriz tridimensional, cubo COSO ERM
Fonte: C.O.S.O (2013)

Figura 1 – Matriz Tridimensional, Cubo Coso Report
Fonte - C.O.S.O. (2007)

Acordo de não divulgação

Entrevistas não-estruturadas

Fundadores, colaboradores e conselheiro consultivo
4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA
Plataforma para gestão de assinaturas e cobranças de faturas

Modelo de negócio iniciado em 2013 /
Spinoff

Algoritimos computacionais avançados

2014 - R$200K de receita bruta e R$6M transacionados

2015 - Projeção de R$1,5M de receita bruta e R$26M transacionados

Atualmente cerca de 900 clientes ativos

Sociedade é formada por empreendedores jovens com experiências acumulada em empresas de tecnologia, por um grupo de investidores anjos e por uma venture capital.
4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.2.1 O Ambiente Interno
Lean Startup
Gestão profissionalizada e descentralizada
OKR's (Objetive and Key Results)
Actual x Budget
Equipe jovem e empreendedores com experiência em outras startups
Filosofia de Gestão de Riscos

Filosofia de gestão de riscos e perfil dos empreendedores estudado pré investimento

Continuidade monitorada pelo fundo de invetimentos.

O monitoramento desta filosofia por parte do fundo, acaba que por imposição direcionar a trajetória a ser seguida de acordo com o andamento do plano estratégico.
4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
APETITE A RISCO

O apetite a risco da startup reflete na filosofia de gestão de riscos corporativos e, por sua vez, influencia a cultura e o estilo de operação.

Classificando o apetite ao risco em elevado, moderado ou baixo
Startup, jovens empreendedores - expontaneamente grau moderado

Abordagem quantitativa analisada no plano de negócios
Parecer psicológico do perfil dos empreendedores - grau elevado.

Sabendo disso, e devido a grande concentração monetária de terceiros envolvidos no modelo de negócio, o fundo monitora de forma assídua os indicadores operacionais e por intermédio do conselho de adminitração as estratégias da empresa.

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Representa uma parte crítica do ambiente interno e é capaz de influenciar os seus elementos de forma significativa.

A empresa já possui um Conselho de Administração
Formado pelos sócios fundadores, por um investidor anjo e outros dois conselheiros indicados pelo fundo

classificado como ativo e empenhado
com um grau adequado de conhecimento gerencial, técnico e outros aspectos específicos do negócio
com a disposição necessária para o desempenho de suas responsabilidades de supervisão


4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.2.2 Fixação dos Objetivos
Objetivos Estratégicos / Correlatos (Operacionais, Comunicação, Conformidade)

A startup utiliza desde o início de suas atividades o acompanhamento de métricas para sustentar tendências e suportar os ajustes necessários alinhado com seu planejamento estratégico.

a) taxa de conversão de visitantes para cadastrados;
b) taxa de conversão de cadastrados para convertidos;
c) taxa de conversão de convertidos para retidos;
d) churn rate (taxa de cancelamento);
e) ARPU (Average Revenue Per User - Receita Média por Usuário);
f) CAC (Customer Acquisition Cost - Custo de Aquisição de Clientes).

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.2.3 Identificação de Eventos
Eventos Externos

Mercado
Demora na curva de adoção de cobrança e pagamento online
Guerra de Preços
Players Estrangeiros
Reposicionamento da concorrência


Tecnologia
Produtos Concorrentes
Novas Tecnologias/Novas plataformas de pagamento
Pipeline de P&D

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA COSO"
4.2.3 Identificação de Eventos
Eventos Internos

Execução
Escalabilidade do Suporte
Estratégia
Custo de Aquisição
Finanças
Projeções Financeiras
Execução Financeira

Sócios e Pessoas
Atração e Retenção de Talentos
Estrutura Societária

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.1.4 Avaliação de Riscos
Figura 5: Classificação dos Riscos da Startup
Fonte: Elaborado pelo autor

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA COSO"
4.1.5 Resposta a Riscos
Evitar - Reduzir - Compartilhar - Aceitar
Mercado

• Demora na curva de adoção de cobrança e pagamento online:
Mitigante: Investir em conteúdo especializado para evangelização do cliente.

• Guerra de Preços:
Mitigante: Monitorar preços praticados pelos concorrentes e continuar ofertando serviço confiável e com maior valor percebido.

• Players Estrangeiros:
Mitigante: Monitorar constantemente e reagir a penetração de players internacionais com diferenciações locais.

• Reposicionamento da concorrência:
Mitigante: Ampliar a base de forma rápida, consolidando a empresa como referencia e credibilidade em transações via boleto eletrônico.

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA COSO"
4.1.5 Resposta a Riscos
Tecnologia
• Produtos Concorrentes:
Mitigante: Estruturar e formalizar processo de P&D (tanto interno quanto externo via feedback de clientes) de forma a manter o posicionamento inovador.

• Novas Tecnologias/Novas plataformas de pagamento :
Mitigante: Monitorar constantemente as ofertas e o posicionamento praticados pelos principais concorrentes e continuar investindo em P&D.

• Pipeline de P&D:
Mitigante: Desenvolver parcerias e alianças estratégicas desde o desenvolvimento de P&D como também na oferta de produtos e serviços financeiros.

Execução
• Escalabilidade do Suporte:
Mitigante: constante reavaliação de ferramentas de suporte automatizadas para atendimento e relacionamento e desenvolvimento de materiais para evangelização dos clientes e melhorias constantes no sistema de modo a reduzir as necessidades de suporte.

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.1.5 Resposta a Riscos
Estratégia
• Custo de Aquisição:
Mitigante: Avaliar periodicamente a efetividade e o custo das estratégias de aquisição e retenção de clientes e diversificar de estratégias de captação de clientes, focando também no mercado B2B
Finanças
• Projeções Financeiras:
Mitigante: Diversificação de estratégias de captação de clientes, focando também em contas maiores, visando reduzir o Custo de Aquisição de Clientes.

• Execução Financeira:
Mitigante: Avaliar e definir no curto prazo as necessidades de adequação de controles contábeis e fiscais para estar apta a operar também como agente financeiro.

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.1.5 Resposta a Riscos
Sócios e Pessoas

• Atração e Retenção de Talentos:
Mitigante: Desenvolver plano de carreira que permita beneficiar a atração e retenção de talentos com políticas de stock options para os principais executivos.

• Estrutura Societária
Mitigante: Detalhar regras claras de direitos de acionistas minoritários no Acordo de Acionistas.

4 DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
4.1 AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA
"METODOLOGIA DE COSO"
4.1.6 Atividades de Controle
4.1.8 Monitoramento
Falta de formalidade descritiva de algumas atividades de controle
Políticas de aprovação de pagamentos, compras e reembolso de despesas.
Atividade contínua e avaliações independentes

Venture Capital - reuniões mensais com maior foco no desempenho e alocação dos recursos.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Desenvolver e implementar um sistema de controle interno eficaz pode ser desafiador, operar esse sistema com eficácia e eficiência no dia a dia pode ser assustador.
A “co-gestão” do fundo de investimentos amparou o ambiente encontrado na startup
A adesão ao gerenciamento de riscos sob o enfoque da metodologia COSO deve ser encarada como um projeto de médio a longo prazo
Simulação de aplicação - traduzir noções de sua aplicabilidade na prática.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Acompanhamento do COSO em um abiente já implantado - identificação de problemas e levantamento das possíveis soluções
RECOMENDAÇÕES
REFERÊNCIAS
ABDALA, KRUGMANN. Risco e Gestão de Riscos na Engenharia de Produção: Uma proposta para o curso de engenharia de produção mecânica da EESC-USP. 2012.

BORGERTH, Vânia Maria da Costa . SOX: Entenda a Lei Sarbanes-Oxley : um caminho para a informação transparente. São Paulo (SP): Thomson Learning, 2007.

DAMODARAN, Aswath. O que é risco? In: DAMODARAN, Aswath. Gestão estratégica do risco: uma referência para a tomada de riscos empresariais. Trad. Félix Nonnenmacher. Porto Alegre: Bookman, 2009, cap.1, p.21-27.

D’AVILA, Marcos Zähler. Um estudo exploratório sobre a aplicabilidade do método de controles internos do COSO para as empresas brasileiras de pequeno porte. (Dissertação) São Paulo. Pontífica Universidade Católica de São Paulo, 2005.
DORNELAS, José Carlos Assis. Transformando ideias em negócios. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.

CHAPMAN, Robert J. Simple tools and techniques for enterprise risk management. Chichester, West Sussex, England: John Wiley & Sons, 2006. 466p

COCURULLO, Antônio. Gestão de riscos corporativos: riscos alinhados com algumas ferramentas de gestão: um estudo de caso no setor de celulose e papel. São Paulo: Scortecci, 2002.

CORRÊA, Luciana Mendes. Controle Internos como facilitador da auditoria interna: um estudo baseado nos componentes da “metodologia Coso”. (Artigo de conclusão de curso) Florianópolis, SC. UFSC, 2010

COSO – COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION. Enterprise Risk Management - Integrated Framework: Application Techniques. 2004c. Disponível em: http://www.COSO.org/Publications/>. Acesso em: 14 set. 2015.

COSO – COMMITTEE OF SPONSORING ORGANIZATIONS OF THE TREADWAY COMMISSION. Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada. 2013. Disponível em: <http://www.COSO.org> Acesso em: 14 set. 2015.

GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira.7.ed. Sao Paulo: HARBRA, 1997. 841p.

GRAHAM, P., Startup = Growth, 2012. Disponível em <http://www.paulgraham.com/growth.html> Acesso em 20 set. 2015

IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Melhores Práticas de Governança. Disponível: <http://www.ibgc.org.br/> Acesso em 22 set.2015

IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Guia de Orientação para Gerenciamento de Riscos Corporativos. Eduarda La Rocque. São Paulo, SP: IBGC, 2007.

MCTI, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Startup Brasil Programa O que é. Disponível: <http://www.mcti.gov.br/> Acesso em 14 set. 2015.

NASCIMENTO, Marcia Cristiano; PITELA, Antonio Cesar; ESPEJO, Maria dos Santos B.; SOUZA, Weslley. Gestão de Riscos Corporativos: Uma análise da Percepção dos Gestores Das Empresas Paranaenses. 2012




4.1.8 Informação e Comunicação
Sistema de informação auxilia muito a capacidade de mensurar e monitorar o desempenho dos serviços

Novo risco de violação da segurança das informações

Estrutura organizacional enxuta e obrigações de S.A. facilitam a comunicação
Oportunidade de estar inserido em um ambiente de startup

Estudo de caso Startup

SaaS (Software as a service)
Obrigado!!!
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