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CASO CLÍNICO DE SÍNDROME DE CHOQUE TÓXICO ESTAFILOCÓCICO (SC

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by

Jéssica Cordeiro

on 13 September 2013

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Transcript of CASO CLÍNICO DE SÍNDROME DE CHOQUE TÓXICO ESTAFILOCÓCICO (SC

CASO CLÍNICO DE SÍNDROME DE CHOQUE TÓXICO ESTAFILOCÓCICO (SCTE) NUM PUERPÉRIO CIRÚRGICO DE GRAVIDEZ GEMELAR
SÍNDROME DE CHOQUE TÓXICO ESTAFILOCÓCICO
- Toxina-1 da Síndrome de Choque Tóxico

- Staphylococcus aureus

* coco aeróbico

* gram-positivo

* colonizador de pele e mucosas de
adultos e crianças saudáveis (30-50%)

- casos menstruais com uso de tampões absorventes (50% dos casos)

* aumento da abertura vaginal

* fibras sintéticas super-absorventes

*permanência de sangue menstrual no corpo

- casos não-menstruais (50% dos casos)

* infecções puerperais da ferida operatória
Caso Clínico
-Doente de 30 anos, caucasiana, casada.
-Internada às 38 semanas de gestação, na
véspera da cirurgia, a qual ocorreu sem
intercorrências
-Alta ao 3º dia de puerpério
-6º dia de puerpério - início de sintomatologia:
* Febre;
* Rash macular pruriginoso generalizado;
* Astenia;
* Mal-estar geral.
-3º dia de sintomatologia - novas queixas:
* Dispneia;
* Náuseas;
* Dor abdominal.
-Doente de 30 anos, caucasiana, casada.
-Internada às 38 semanas de gestação, na
véspera da cirurgia, a qual ocorreu sem
intercorrências
-Alta ao 3º dia de puerpério
-6º dia de puerpério - início de sintomatologia:

* Febre;

*
Rash macular pruriginoso generalizado;
* Astenia;
* Mal-estar geral.
-3º dia de sintomatologia - novas queixas:
* Dispneia;

* Náuseas;
* Dor abdominal.
Admissão em Serviço de Urgência (SU) no 3ª dia de sintomatologia:

* prostração
* febre
* hipotensão
* taquicardia
* taquipnéia
* eritema não descamativo generalizado
(abdome, tórax, joelhos, palma das mãos e planta dos pés)
Exame abdominal:

- abdome difusamente doloroso à palpação, globoso;

- defesa e ruídos hidroaéreos intestinais diminuídos;

-
ferida operatória sem sinais inflamatórios

Ecografia abdominal: cavidade uterina virtual, líquido livre em grande quantidade e distensão marcada das alças intestinais, com conteúdo líquido.
Admissão em Serviço de Urgência (SU) no 3ª dia de sintomatologia:
* prostração
* febre
* hipotensão
* taquicardia
* taquipnéia
* eritema não descamativo generalizado (abdome, tórax, joelhos, palma das mãos e planta dos pés)

Exame abdominal:
- abdome difusamente doloroso à palpação, globoso;
- defesa e ruídos hidroaéreos intestinais diminuídos;
- ferida operatória sem sinais inflamatórios

Ecografia abdominal: cavidade uterina virtual, líquido livre em grande quantidade e distensão marcada das alças intestinais, com conteúdo líquido.
Exames laboratoriais - alterações:

- hemoglobina [16,9 g/dl] --- (12 – 16 g/dl)

- hematócrito [47,4%] --- (37-48%)

- neutrófilos [95,4%] --- (45-74%)

- plaquetas [90 x 10³/mm3] --- (130-400 x10³/mm³)

- ureia [68 mg/dl] --- (15-45 mg/dl)

- creatinina [2,2 mg/dl] --- (0,6-1,2 mg/dl)

- AST ou TGO [145 UI/L] --- (até 31 U/L)

- ALT ou TGP [151 UI/L] --- (até 31 U/L)
-Laparotomia exploratória: cavidade
abdômino-pélvica preenchida com moderada
quantidade de exsudaTo seroso
* Lavagem de cavidade com soro fisiológico
* Envio de sangue e do exsudato purulento para exame cultural e teste de sensibilidade aos antibióticos --> isolamento de S. aureus sensível à meticilina

-Permanência em UTI por três dias
-Fluidoterapia com suporte vasopressor (dopamina)
-Antibioterapia empírica com clindamicina associada a tigecilina
-Alta ao 21º dia
Patogenicidade das bactérias

- Endotoxinas (integrantes da parede celular da bactéria)

- Exotoxinas (difusíveis):

* Rompem membranas - leucocidinas, hemolisinas

* Toxinas A-B - toxina diftérica

* Superantígenos - toxina-1 da Síndrome do Choque Tóxico

[ Superantígeno -> ligação ectópica entre MHC II e TCR --> ativação de células Th e APCs --> estímulo excessivo de células T e macrófagos --> liberação maciça de citocinas -> toxicidade sistêmica ou síndrome]
Critérios para diagnóstico de Síndrome de Choque Tóxico Estafilocócico (SCTE) determinados por Centers for Disease and Prevention (CDC):

- envolvimento de pelo menos 3 sistemas orgânicos: renal / hepático / hematológico

- febre

- erupções / eritema

- hipotensão
Nos casos não-menstruais, ferida operatória apresenta, de fato, aspecto normal, pois há menos reação inflamatória associada à toxina tipo 1 do S. aureus.
Exames laboratoriais - alterações:

- hemoglobina [16,9 g/dl] --- (12 – 16 g/dl)

- hematócrito [47,4%] --- (37-48%)

- neutrófilos [95,4%] --- (45-74%)

- plaquetas [90 x 10³/mm3] --- (130-400 x10³/mm³)

- ureia [68 mg/dl] --- (15-45 mg/dl)

- creatinina [2,2 mg/dl] --- (0,6-1,2 mg/dl)

- AST ou TGO [145 UI/L] --- (até 31 U/L)

- ALT ou TGP [151 UI/L] --- (até 31 U/L)
Choque:

- contagem de neutrófilos geralmente excede 90%

- trombocitopenia e anemia durante os primeiros dias

- elevação da ureia e creatinina séricas

- elevação dos testes da função hepática
Laparotomia exploratória:
cavidade abdômino-pélvica preenchida com moderada

quantidade de exsudato seroso

- Lavagem de cavidade com soro fisiológico

- Envio de sangue e do exsudato purulento para exame cultural e teste

de sensibilidade aos antibióticos -->
isolamento de S. aureus sensível à meticilina

Permanência em UTI por três dias
Choque + abdome agudo --> laparotomia exploratória --> confirmação de suspeita clínica de abscesso intra-abdominal ou exclusão de outras situações patológicas
Foi isolado S. aureus meticilino-sensível. No entanto, há a emergência de S. aureus meticilino-resistentes (MRSA)

* cepas cada vez mais patogênicas

* uso indiscriminado de antibióticos
Permanência em UTI por três dias

Fluidoterapia com suporte vasopressor (dopamina)

Antibioterapia empírica com clindamicina associada a tigecilina

Alta ao 21º dia
Tratamento do choque: fluidoterapia intensiva e vasopressores associados, para manutenção da perfusão frente a hipotensão

* uso de globulina imune endovenosa é recomendado em SCTE refratária a fluidoterapia
Não há consenso sobre se antibióticos alteram o curso desta doença; o seu uso é direcionado, portanto, à erradicação dos portadores de estafilococos, prevenindo recorrências.
- Importância do puerpério - 60% da mortalidade materna

- Infecção puerperal - complicação mais frequente

- Fatores de risco: a gravidez, a Diabetes Gestacional, o puerpério e o internamento.
GRUPO:

-AMANDA OLIVEIRA

-BRENO DANTAS

-CAMILLA MELO

-DESIRÉE LOUISE

-ERICK PORDEUS

-ISABELLA CANTANHEDE

-JÉSSICA CORDEIRO

-REBECA GALLE

-SABRINA EDUARDA

-VIVIAN DELGADO
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