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judaismo

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Susana Gaspar Pereira

on 20 February 2013

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Transcript of judaismo

judaismo judaísmo ? O Judaísmo é o nome dado á religião do povo judeu. Os judeus são todos aqueles que seguem o judaímo e os seus princípios e são reconhecidos pela comunidade judaica . Princípios de Fé O judaísmo afirma uma série de princípios de fé básicos que se espera que sejam cumpridos por uma pessoa que deseje estar em consonância com a fé judaica. No entanto, ao contrário da maioria das comunidades cristãs, a comunidade judaica nunca desenvolveu um catecismo obrigatório.
Mas surgiram várias formulações das crenças judaicas, muito embora exista alguma discussão sobre o número de princípios de fé básicos que existem. Os principios de fé do judísmo são:
-Confiar plenamente que Deus é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo.

-Confiar plenamente que o Criador é um e único; que não existe unidade de qualquer forma igual à dele; e que somente Ele é nosso Deus, foi e será.

-Confiar plenamente que o Criador é incorpóreo e que está isento de qualquer propriedade antropomórfica.

-Confiar plenamente que o Criador foi o primeiro (nada existiu antes dele) e que será o último (nada existirá depois dele).

-Confiar plenamente que o Criador é o único a quem é apropriado rezar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade.

-Confiar plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras.

-Confiar plenamente que a profecia de Moshe Rabeinu (Moisés) é verídica, e que ele foi o pai dos profetas, tanto dos que o precederam como dos que o sucederam.

-Confiar plenamente que toda a Torá que agora possuímos foi dada pelo Criador a Moisés.

-Confiar plenamente que esta Torá não será modificada e nem haverá outra outorgada pelo Criador.

-Confiar plenamente que o Criador conhece todos os atos e pensamentos dos seres humanos.

-Confiar plenamente que o Criador recompensa aqueles que cumprem os Seus mandamentos, e pune os que transgridem Suas leis.

-Confiar plenamente na vinda do Mashiach (Messias) e, embora ele possa demorar, aguardo todos os dias a sua chegada.

-Confiar plenamente que haverá o renascimento dos mortos quando for a vontade do Criador. Princípios éticos Fundador De acordo com a tradição judaica, Abraão fundou a religião por volta de 1700 a. C., por revelação divina. Primeira das grandes religiões monoteístas (crença em um só Deus), o judaísmo surgiu como uma fé separada sob Moisés, que se acredita haver recebido de Deus os Dez Mandamentos, no Monte Sinai, por volta de 1200 a.C.. Ele uniu o povo judeu e ajudou seu sucessor, Josué, a conquistar a terra de Canaã, que os judeus renomearam como Israel. Uma revolta contra o domínio romano acabou com a destruição do Templo em Jerusalém, em 70 d.C. e os exilados espalharam o judaísmo em todo o mundo. O judaísmo é regido por regras de moral e ética bem amplas e definidas transmitidas através da Torá e que abrangem todas as áreas da vida.

Para um judeu ser religioso ele precisa antes de mais nada ser ético. Esta é a marca que deve reger o comportamento de qualquer judeu em todos os campos, tanto nos relacionamentos interpessoais, dele com outros seres humanos, quanto dele em relação a D'us.
Desde a Criação do mundo, do homem, da mulher e a confiança em ambos depositada pelo Criador logo definiu qual deveria ser o padrão de conduta para merecer o recebimento das bênçãos Divinas: um compromisso estabelecido, uma palavra dada sempre devem ser mantidos. Esta é uma entre tantas lições que se aprende do pecado ocorrido no Gan Eden, Paraíso. Os livros sagrados são obras literárias presentes nas principais religiões cujos autores teriam recebido uma possível revelação divina. Na opinião dos adeptos das respectivas religiões, tais autores eram pessoas iluminadas, que podiam se comunicar com as divindades inspiradoras. São considerados profetas, muitas vezes.
Os livros sagrados do Judaísmo são Torá e Bíblia A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários. Livros sagrados do Judaísmo Indice Cidade sagrada A cidade sagrada dos judeus é Jerusálem também conhecida por "Sião" ou "Cidade de David". Jerusalém , é a capital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) de Israel e sua maior cidade tanto em população quanto área, com 732 100 residentes . Localizada nas Montanhas Judeias, entre o mar mediterrâneo e o norte do Mar Morto, a Jerusalém moderna tem crescido aos arredores da cidade antiga. A cidade tem uma história que data do IV milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa dos judeus, cristãos e muçulmanos, e o centro espiritual desde o século X a.C. A cidade antigamente murada, um patrimônio mundial, tem sido tradicionalmente dividida em quatro quarteirões, ainda que os nomes usados hoje (os bairros armênio, cristão, judeu e o muçulmano) foram introduzidos por volta do século XIX. Cidade Velha foi indicada para inclusão na lista do patrimônio mundial em perigo pela Jordânia em 1982. No curso da história, Jerusalém foi destruída duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, e capturada e recapturada 44 vezes. Principais rituais Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.

Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.

Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.

Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.

Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.

Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.

Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.

Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés. Pessach -(do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a festa dos pães ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo). Purim é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Persa tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros da Bíblia. Os judeus estavam exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia. A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester por duas vezes, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e consumo de vinho durante refeição de celebração (Ester 9:22); outros costumes incluem o uso de máscaras e fantasias e comemoração pública.Purim é celebrado anualmente no 14º dia do mês hebraico de Adar, o dia seguinte à vitória dos judeus sobre seus inimigos (13 de Adar). Shavuot (do hebraico:, "[sete] semanas" ) é o nome da festa judaica também conhecida como Festa das Colheitas ou Festa das Prímicias, celebrado no quinquagésimo dia do Sefirat Haômer. Devido a esta contagem, a festa é também chamada de Pentecostes. Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה , literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo judaico. Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico e sétimo mês no calendário bíblico.
A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação . O Yom Kipur ou Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e oração intensa. Sucot (do hebraico סוכות ou סֻכּוֹת sukkōt, cabanas) é um festival judaico que se inicia no dia 15 de Tishrei de acordo com o calendário judaico. Também conhecida como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, ainda, festa das colheitas visto que coincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde o povo de Israel peregrinava para o Templo de Jerusalém. Nos dias de hoje multidões entre 50 a 100 mil pessoas se reúnem aos pés do Muro das Lamentações participando da Benção dos Sacerdotes. Chanucá ou Hanucá (חנכה ḥănukkāh ou חנוכה ḥănūkkāh) é uma festa judaica, também conhecido como o Festival das luzes. "Chanucá" é uma palavra hebraica que significa "dedicação" ou "inauguração". A primeira noite de Chanucá começa após o pôr-do-sol do 24º dia do mês judaico de Kislev e a festa é comemorada por oito dias. Uma vez que na tradição judaica o dia do calendário começa no pôr-do-sol, o Chanucá começa no 25º dia. Simchat Torá ou Simches Toire ou Regozijo da Torá (em hebraico שמחת תורה ) é o nome da festividade que ocorre no oitavo dia após Sucót.Neste dia encerra-se e reinicia a leitura anual da Torá, como lembrança da sua eternidade . Locais de culto Baseados na Torá a maior parte das ramificações judaicas segue o calendário lunar. O calendário judaico rabínico é contado desde 3761 a.C. O Ano Novo judaico, chamado Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה, literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo)., acontece no primeiro ou no segundo dia do mês hebreu de Tishrei, que pode cair em setembro ou outubro. Os anos comuns, com doze meses, podem ter 353, 354 e 355 dias, enquanto os bissextos, de treze meses, 383, 384 ou 385 dias. o calendario judaico começa a ser contado em 7 de outubro de 3760 a.C.que para os judeus foi a data da criação do mundo.

Diversas festividades são baseados neste calendário: pode-se dar ênfase às festividades de Rosh Hashaná, Pessach, Shavuót, Yom Kipur e Sucót. As diversas comunidades também seguem datas festivas ou de jejum e oração conforme suas tradições. Com a criação do Estado de Israel diversas datas comemorativas de cunho nacional foram incorporadas às festividades da maioria das comunidades judaicas. Calendário Sinagoga-A sinagoga é o local das reuniões religiosas da comunidade judaica, hábito adquirido após a conquista de Judá pela Babilônia e a destruição do Templo de Jerusalém. Com a inexistência de um local de culto, cada comunidade desenvolveu seu local de reuniões, que após a construção do Segundo Templo tornou-se os centros de vida comunitária das comunidades da Diáspora. Na estrutura da sinagoga destaca-se o rabino, líder espiritual dentro da comunidade judaica e o chazan (cantor litúrgico). Locais sagrados O lugar mais sagrado do judaísmo era o Templo, construído no monte Moriá em Jerusalém. Ele foi destruído pelos gregos . O segundo Templo, construído no mesmo lugar, foi destruído pelos romanos. Um outro lugar sagrado em Jerusalém é o monte das Oliveiras, um cemitério. Ainda que os locais onde foram enterrados Moisés, Aron e Miriam não não sejam conhecidos, os túmulos de outros líders são locais de peregrinação e oração. Estes incluem a tumba de Davi, a caverna de Machepelah e tumbas de muitos rabinos famosos

Parede do Tempo:
A única parte remanescente dos dois templos é a parede ocidental, também conhecida como Muro das Lamentações, em Jerusalém. Judeus e não judeus de todoo mundo o visitam. Os peregrinos vão rezar sozinhos ou em grupo, e olocam pequenos pedaços de papel com orações e pededos entre as pedras sagradas do muro. Bar Mitzvah Bar Mitzvá (filhos do mandamento) é o nome dado à cerimônia que insere o jovem judeu como um membro maduro na comunidade judaica.

Quando um judeu atinge a sua maturidade (aos 12 anos de idade, mais um dia para as meninas; e aos 13 anos e um dia para os rapazes), passa a se tornar responsável pelos seus atos, de acordo com a lei judaica. Nessa altura, diz-se que o menino passa a ser Bar Mitzvá ( בר מצוה , "filho do mandamento"); e a menina passa a ser Bat Mitzvá (בת מצוה, "filha do mandamento").

Ao completar 13 anos, o jovem judeu é chamado pela primeira vez para a leitura da Torah . Ao ser chamado pela primeira vez, o jovem pode, a partir daí, integrar o miniam (quórum mínimo de 10 homens adultos para realização de certas cerimônias judaicas).

Antes desta idade, são os pais os responsáveis pelos atos dos filhos. Depois desta idade, os rapazes e as raparigas podem finalmente participar em todas as áreas da vida da comunidade e assumir a sua responsabilidade na lei ritual judaica, tradição e ética.

O Bar Mitzváh não é só uma comemoração comum de aniversario, mas normalmente o menino, passa por uma cerimônia de "mazal-tov" que seria como um "boa sorte" ou "parabéns"(dependendo da situação), normalmente o Mazan-tov é feito com o(a) menino(a) sobre uma cadeira e ele(a) é levantado várias vezes, e assim fazem com toda a família do Barmitzvano.

A ocasião mais importante na vida de um judeu chega quando ele atinge a idade para entrar na aliança com Deus e no compromisso de manter , estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos treze anos de idade. Símbolos Chai





Desde os tempos talmúdicos, os judeus de Israel e da Babilônia usavam amuletos para se proteger de energias negativas e mau-olhado.
Já que o valor numérico combinado das duas letras hebraicas (o “chet” e o “iud”) que formam a palavra "chai" é dezoito (chet vale oito e o iud vale dez), costuma-se, entre os judeus, fazer contribuições para caridade de chai (dezoito) reais ou múltiplos de dezoito. Este símbolo é vulgarmente visto nos colares e outra jelhoaria e ornamentos, representa a palavra hebraica Chai (Viver), constituída pela junção de duas letras, Chet e Yod. Á quem diga que se refere à vida de Deus. No judaímo a palavra Chai tem muito significado pois a religião é muito ligada à vida.
O Chai (que significa “vivo, vivente, vida”) é um amuleto muito popular, considerado uma expressão da identidade judaica por aqueles que o usam. Mezuzá (Caixa que protege o pergaminho):
Mezuzá (do hebraico, umbral) é o nome da lei da Torá que ordena que seja fixado no umbral das portas um pequeno pergaminho com as passagens da Torá sobre essa lei . Para se proteger o escrito, tornou-se costume enrolar o pergaminho e introduzi-lo em um recipiente com uma pequena abertura perto do extremo superior (Bait). O Klaf (pergaminho) deve ser guardado dentro da Bait de forma que a palavra "Shadai", escrita nele, fique visível através da abertura: o acrônimo "Shadai" deve aparecer no pergaminho da mezuzá porque suas três letras – shin, dalet e iud – são um sinônimo de Deus. Hoje em dia, muitas caixas para Mezuzá são desenhadas de modo elaborado e não têm aberturas para deixar que se veja a palavra Shadai. Para cumprir a finalidade de servir como lembrete aos judeus, para se conscientizarem e se elevarem na direção de Deus, a Mezuzá é fixada sempre no terço superior do batente direito da porta (altura dos olhos) da casa e da maior parte de seus cômodos. É da tradição judaica beijar um objeto sagrado como gesto de reverência. Muitos judeus seguem o costume (de origem talmúdica) de tocar a Mezuzá com a ponta dos dedos, beijá-los e dizer “Que Deus proteja minha saída e minha entrada, agora e para sempre”. A hamsá (árabe: خمسة, chamsa – literalmente “cinco”, referindo-se aos cinco dedos da mão) é um talismã com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado por praticantes do Judaísmo e do Islão como um amuleto contra mau-olhado. Também é conhecida pelos nomes chamsá, mão de Deus, mão de Fátima, olho de Fátima, mão de Míriam ou mão de Hamesh.
A chamsá é usada como amuleto contra mau-olhado. A mão pode ser encontrada em diversas formas, desde joias até azulejos e chaveiros.
A hamsá também é popular entre os judeus, especialmente os sefarditas. Os judeus inscrevem textos em hebraico, como a Shemá Israel, nas chamsás e também as chamam de mão de Miriam. Miriam, no caso, foi a irmã de Moisés e Aarão. O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros. A Estrela de David, é o símbolo mais comum associado ao Judaísmo. Tem a função de representar o escudo do Rei David.
Este símbolo foi estudado por inúmeros investigadores entre eles está Franz Rosenzweig, que atribui um significado teológico ao símbolo.
Diz que o triângulo que tem sua extremidade no cimo, é relativo a Deus, enquanto que o triângulo ao contrário representa o mundo real. A sua união representa a aliança entre Deus e os homens.
A estrela de David, não aparece como um símbolo exclusivo do judaísmo, para já se houvesse esse símbolo, seria o menorah .
Hoje em dia, a estrela de David, está cada vez mais presente na vida dos judeus, nas portas das sinagogas, até na bandeira de Israel. Diversidade no judaismo O judaísmo ortodoxo é um dos três grandes ramos do judaísmo, uma vertente que se caracteriza pela observação relativamente rigorosa dos costumes e rituais em sua forma mais primitiva e tradicional, segundo as regras estabelecidas pela Torá e pelo Talmud, e imediatamente desenvolvido e aplicado pelas autoridades posteriores conhecidas como Gueonim, Rishonim e Arraronim. Geralmente o Judaísmo Ortodoxo consiste em duas vertentes diferentes, a Ortodoxa Moderna e a Ultra Ortodoxa. Os ortodoxos defendem os hábitos tradicionais. Defendem posições religiosas e políticas radicais como não reconhecer sinagogas e rabinos não ortodoxos. No entanto, hoje dia, em grande parte pela laicização da comunidade judaica, os rabinos assumiram o papel de condutores da maior parte das cerimonias religiosas. Ainda assim, no judaísmo não há a figura do "representante de Deus" ou de uma pessoa com um contato especial com a divindade, pois cada indivíduo é considerado como dotado de uma ligação direta com Deus. Judaísmo messiânico é uma ramificação religiosa judaica, que acredita na figura de Yeshua (Nome original, o qual foi alterado para (Jesus) como sendo o Messias esperado pela tradição profética judaica. Dia sagrado A Menorá (do hebraico מנורה - menorah - "lâmpada, candelabro"), é um candelabro de sete braços, é um dos principais e mais difundidos símbolos do Judaísmo. Originalmente era um objeto constituído de ouro batido, maciço e puro, feito por Moisés para ser colocado dentro do Santo Lugar - átrio intermediário entre o Átrio Exterior do Santuário e o Santo dos Santos - juntamente com o Altar de Incenso e a Mesa dos Pães da Proposição. Diz-se que simboliza os arbustos em chamas que Moisés viu no Monte Sinai.
Atualmente, a Menorá constitui um símbolo do Estado de Israel, juntamente com a Estrela de Davi. sábado(shabbat) é o dia sagrado dos judeus e é um dos fundamentos do judaísmo. Shabat (do hebraico שבת, shabāt; shabos ou shabes na pronúncia asquenazita, "descanso/inatividade"), é o nome dado ao dia de descanso semanal no judaísmo, simbolizando o sétimo dia em Gênesis, após os seis dias de Criação. Apesar de ser comumente dito ser o sábado de cada semana, é observado a partir do pôr-do-sol da sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado. O exato momento de início e final do shabat varia de semana para semana e de lugar para lugar, de acordo com o horário do pôr-do-sol.
O shabat é observado tanto por mandamentos positivos, como as três refeições festivas (jantar de sexta-feira, almoço de sábado e refeição de final de tarde no sábado), e restrições. As atividades proibidas no Shabat derivam de trinta e nove ações básicas (melachot, livremente traduzido como "trabalhos") que são descritas pelo Talmud a partir de fontes bíblicas. Netgrafia -Wikipédia
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-Google Trabalho realizado por: Susana Pereira 7ºC; Tatiana Jordão 7ºC ;Micaela Magalhes 7ºC;Micaela Dias 7ºC e Daniela Cabral 7ºC Educação Mural e Religioza -Judaísmo ?
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