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PROJETO CONECTA ESCOLA

Apresentação do projeto CONECTA ESCOLA na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS
by

Paulo Cezar Rodrigues Santos

on 29 September 2016

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Transcript of PROJETO CONECTA ESCOLA

Tecnologia/Educação

Desde que, em 2001, Marc Prensky criou as nomenclaturas de
imigrante ou nativo digital
, a percepção sobre o contexto educacional não é a mesma. Afinal,
professores e alunos vivem um novo conflito de geração
, que não diz respeito somente aos ideais, mas também ao modo
como

compreendem e recebem o conhecimento
.

Para Fabiane Lopes de Oliveira, pesquisadora da área,
o maior desafio em sala de aula é “transpor a linguagem clássica para uma linguagem digital em que os alunos sintam-se atraídos e à vontade para interagir”
. Outro desafio para a professora
“é fazer com que os alunos utilizem as tecnologias em prol da aprendizagem deles
”.

Podemos perceber quando alguém é imigrante digital através de algumas atitidudes da pessoa, por exemplo: a pessoa precisa imprimir o e-mail para ler e faz questão de guardá-lo; para escrever prefere lápis e papel, jamais digita logo de cara; liga para ver se a pessoa recebeu o e-mail; prefere os livros impressos e sequer sabe o que é um e-reader. Já no caso dos nativos isso praticamente não existe.

O uso de diferentes linguagens de mídia na escola pode ser um caminho para promover mudanças de atitudes e de metodologias de trabalho. "O professor se especializar para melhorar sua didática é insuficiente hoje, pois, como já dizia Paulo Freire, se ele tem uma prática bancária, autoritária, provavelmente vai usar as novas mídias para reafirmá-la", ou seja, precisamos das novas tecnologias para inovar.
Léa Fagundes, coordenadora do Laboratório de Experiências Cognitivas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é uma das pioneiras na pesquisa sobre a aplicação da tecnologia na Educação no Brasil. Segundo ela, o problema é que os computadores, a programação deles, os sistemas digitais e suas possibilidades são pensados pela escola e pelos educadores para melhorar o ensino e não para melhorar a aprendizagem, ou seja: para conservar, não para transformar a escola.
Imigrante ou Nativo Digital: o novo conflito de geração no ensino.
O TRABALHO EM EQUIPE E O PAPEL DO GESTOR

Por trás da figura do professor não reside apenas um “explicador de conteúdos”, ou mesmo de um “facilitador da aprendizagem”, mas também a de um gestor. Ao professor não cabe apenas ensinar, ou facilitar a aprendizagem, mas também:

- Avaliar o processo de ensino e aprendizagem por meio de ferramentas diversas que incluam uma série de observações diretas do aluno, provas e testes, trabalhos e tarefas, além da frequência do aluno e de aspectos sócio-educativos não mensuráveis quantitativamente, mas passíveis de avaliação diferencial;

- Registrar todas essas avaliações, informações e suas observações sobre os alunos e sobre o processo de ensino e aprendizagem, bem como relatar os tópicos do currículo que estão sendo abordados, as estratégias e as atividades que estão sendo desenvolvidas com os alunos;

- Analisar os resultados obtidos por diferentes formas de avaliação e coleta de dados e, à partir deles, tomar decisões de caráter pedagógico, de forma a replanejar suas estratégias de ensinança com base em critérios objetivos efetivamente observados e registrados;

- Dar transparência, divulgar e discutir os resultados obtidos pelos alunos com os próprios, com a coordenação pedagógica da escola e com os responsáveis pelos alunos.

12 Núcleos de Tecnologia Educacional.

12 diretores.

62 Multiplicadores.

15 Técnicos de Suporte.

369 PROGETECs
PANORAMA
O grupo formado pelos NTEs e PROGETECs são especialmente capacitados (SED; ProInfo) para auxiliar as escolas em todas as fases do processo de incorporação das novas tecnologias. Portanto, o NTE é o parceiro mais próximo da escola no processo de inclusão digital, prestando orientação aos gestores, professores, e alunos, quanto ao uso e aplicação das novas tecnologias educacionais e recursos midiáticos no processo de aprendizagem
Mas como dar uma boa aula com o uso das tecnologias ou mesmo sem elas?
Três caracteríticas são fundamentais para o bom professor do séc XXI:
-
O vínculo:

seu aluno deve sentir confiança em você, se sentir amado, respeitado.
- A didática:
não adianta saber tudo, não precisa
saber tudo, deve possuir metodologia.
- Exercício da autoridade:

saber conduzir a disciplina sem usar a coerção ou tercerizar
a disciplina; ter controle emocional.
(ANTONIO, José Carlos. O uso das TICs na gestão pedagógica do processo de ensino e aprendizagem, Professor Digital, SBO, 23 abril 2010)
O trabalho em equipe é fundamental para o sucesso.
O uso da tecnologias educacionais e recursos midiáticos na EJA
O mundo contemporâneo tem demandas que se utilizam da comunicação digital e a EJA não pode desconsiderar o seu uso. O principal desafio em trabalhar as tecnologias da informação e da comunicação digital com jovens e adultos é superar resistências pois, a minha experiência em campo tem demonstrado que os jovens mais novos sentem-se familiarizados e têm domínio sobre a máquina, os adultos, utilizando as mais diversas desculpas, fazem de tudo para não usá-la.

Ao conhecer e utilizar as tecnologias, o jovem e o adulto podem superar as barreiras culturais impostas pela idade e, sem dúvida, se sentirão incluídos na sociedade do conhecimento. Ao iniciar as aulas de informática devemos proporcionar aos alunos a exploração do aparelho computador para que possam se familiarizar com a máquina. O professor, nesse contexto, deve evitar cobranças demasiadas, mas deixar claro que a aprendizagem é algo colaborativa, resultado de tentativas e erros, sendo importante a experiência proporcionada através dessa interação solidária.

Nesta direção, o uso do computador no espaço escolar servirá como mais uma ferramenta de aprendizagem, cabendo ao professor mediar os conhecimentos que o adulto e jovem possuem acerca das tecnologias da informação e da comunicação digital, tornando assim os conteúdos significativos e integrados e que o computador não seja só para receber informações, mas que seja utilizado como fonte de pesquisa, de criação e de ampliação, voltado para o cotidiano do jovem e adulto, ampliando o conhecimento coletivo e comunicação em rede.
A Tecnologia Digital e a Educação de Jovens e Adultos
Autora: Ednete Orquizas Viriato

Estudo mostra que 1,3 milhão de jovens de 15 a 17 anos abandonam escola.

A porcentagem de jovens que concluem o ensino médio na idade certa – até os 17 anos – aumentou em 10 anos, passando de 5%, em 2004, para 19%, em 2014.

Os dados estão em um estudo do Instituto Unibanco, feito com base nos últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há, no entanto,
1,3 milhão de jovens entre 15 e 17 anos que deixaram a escola
sem concluir os estudos, dos quais
52% não concluíram sequer o ensino fundamental.
Do total de 1,3 milhão de jovens de 15 a 17 anos fora da escola sem ensino médio concluído, 610 mil são mulheres. Entre elas, 35%, o equivalente a 212 mil, já eram mães nessa faixa etária. Apenas 2% das adolescentes que engravidaram deram sequência aos estudos. Já entre os homens, o maior percentual, 63%, estavam trabalhando ou procurando emprego.

O estudo aponta também o desinteresse como uma das causas da evasão escolar.
"Sobre muitos desses fatores externos, a escola tem pouca interferência. Há, porém, razões que levam ao abandono e que estão mais diretamente ligadas ao ambiente escolar. É o caso da
repetência e do desinteresse do jovem pelos estudos
.

A educação até os 17 anos é obrigatória no Brasil de acordo com a Emenda Constitucional nº 59 e com o Plano Nacional de Educação. Termina neste ano o prazo para que todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos estejam matriculados.
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