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Hedonismo

Coleção de roupas conceituais baseadas em pesquisas relacionadas ao egocentrismo.
by

Rafaela Mattos

on 8 December 2012

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Transcript of Hedonismo

a tendência ao egocentrismo Hedonismo auto-domínio
prazer
valores empíricos
liberdade
amizade
fuga ao tédio e dor dinstinção
refinamento
sofisticação
detalhes
prazer
luxo
elitismo
juventude
beleza
a moda como opinião Dandismo George Brummel(1778-1840) Oscar Wilde (1854-1900) Hedonismo + dandismo = O retrato de Dorian Gray video " Resista e a alma adoecerá, na saudade das coisas que proibiu a si mesma, no desejo por aquilo que suas leis monstruosas tornaram monstruoso, ilegal"
frase de Lorde Henry para Dorian o prazer acima de tudo
auto-suficiência
narcisismo
contemplação ao belo e à arte
negação à monogamia
sede insaciável pelo inusitado
status social
descontrole
crueldade
solidão " A beleza não tem uma utilidade evidente, a sua necessidade cultural não é reconhecível, e, no entanto, a cultura não poderia prescindir sem ela" ( Freud em seu livro, "O mau estar na Cultura") O psicopata americano falta de pudor
crueldade
a dualidade da face
frieza
ódio
desprezo pelo outro
sexo e drogas " Partindo de especulações sobre o começo
da vida e de paralelos biológicos, cheguei
a conclusão de que, além do instinto para preservar a substância viva e para vinculá-la a unidades cada vez mais vastas, devia haver um outro instinto contrário, procurando dissolver essas unidades e trazê-las de volta ao seu estado primordial e inorgânico. Isto é, assim como há Eros devia haver um instinto de morte" (FREUD) O quarto está pleno de substituições. O computador. A televisão. Os livros. A cama é solitária.
Alguns acompanham e dividem toda a intimidade. O celular. O ipad. As redes sociais.
A vida está cheia de eu. Vazia do outro.
O anonimato é coletivo. As intenções, individualistas.
Alguns se olham, ninguém se vê.
Eles se tropeçam, nos atropelamos.
As relações são temporais.
Mas isso não perturba, agrada.
As raízes? A palavra chave é tempo.
O ser humano em sua condição existencial. Rastros de um presente.
A Grécia Antiga doa o Hedonismo, o discernimento entre bem e mal se
definem a partir das experiências.
O maior bem é o prazer e o maior erro, o tédio.
O mais importante já é o EU. Como se explica?O pai... Não! Não é Deus!
É o pai da psicanálise, e a ele deve-se toda a Fé e crença.
O instinto de morte é revelado, pois ao estudar o cérebro humano, nem tudo será agradável. Os instintos naturais existem e não há nada que
a sociedade, mergulhada em sua hipocrisia castradora possa fazer.
“Uma melancólica revelação para o moralista” (Freud, 1933)
Os assassinatos cometidos por ambos os personagem são a falta de limite desse egoísmo exacerbado.
A falta de pudor recebe outra ótica. É a ausência da hipocrisia. A Inglaterra do século XIX sofre o boom de tudo o que diz respeito ao individualismo na arte, literatura e ciência.
O Dandismo, este bebe no Hedonismo.
A maior obsessão? A aparência, a vaidade, o egoísmo, o gozo individual.
A energia sexual é lei.
A monogamia não é necessária, não é viável, não é querida.
A figura é monstruosamente bela e impecável. O caráter? Ah... Este não
merece qualquer atenção.
Nada afeta, nenhuma relação é íntima. Ah sim. Tem o amor! O gigantesco amor.
Este sim é influência diária, ninguém deve se intrometer nesta relação. Ninguém pode exigir amor, sua grandeza só cabe no EU. Este Eu que é ciumento, e que ninguém pode possuir além dele próprio. Oscar Wilde é real, ele vive. Dorian Gray é fictício, ele vive! Gray recebe o maior presente de Wilde, beleza e juventude eterna. Sua alma? Apodrece.
O quadro que leva sua imagem, antes paralisada e imutável,agora se modifica,
apodrece. O intacto se transfere para Gray.
A crueldade reina. A dualidade é toda. A face, ambivalente.
A figura permaneceu monstruosamente bela e impecavelmente sedutora.
No retrato dos anos 1980 com O psicopata americano, a história de se repete. Em 2012 a historia se repete. Repetir-se-á!
Um tanto violento, um tanto psicopata.
Sangue. Hipocrisia. Beleza e juventude.
Patrick Bateman faz uma bela representação de Dorian Gray, em sua época, em seus ternos risca de giz impecáveis e luxuosos assassina com muito prazer suas vítimas. Quem poderia imaginar? Alguém que na sociedade é tão
exemplar? O tecido por si só já é uma pele fria, que não se emociona.
O couro de animais é escolhido para este ser que se esconde numa segunda pele. As intervenções com o calor que dão agora a ilusão da risca de giz no couro seriam cicatrizes. Que são as
cicatrizes senão um sinal de força? Sinal de que algo ocorreu, doeu, mas agora é uma pele fria, que quase não é sensível ao toque.
O metal utilizado para detalhes é a maior representação de frieza, este não cede ao movimento do corpo, e foi modelado à base de fogo, e marteladas. As roupas são sempre fechadas e com detalhes no centro, sinal do egocentrismo.
A gola, de inspiração nos dandies tem sua altura em reflexo da afetação e superioridade, dificultando o olhar para os lados, para o outro.
O fio de sutura médica, utilizado para costurar a pele humana se origina das agressões.
Os tons são neutros, elegantes e clássicos: vermelho, vinhos provenientes do sangue derramado, azul marinho, exemplo Maximo da elegância e um bege com toque de amarelo, a cor mais utilizada na época dos dandies.
As referências são todas masculinas, pois o homem sempre exprimiu superioridade e força, mas é a figura feminina, orgulhosa e vingativa que rouba estas características, e toma para si esta soberania aristocrática. Agora, o ser humano experimenta tal egocentrismo que decide conviver apenas consigo próprio. E isso lhe dá prazer.Porém a unica forma de emoção que o completa é o poder de tornar um ser humano em um cadáver.
As noites se regam com crueldade e os dias com diálogos sinceros apenas consigo mesmo. Com os outros,age calculista com o que resulta desses diálogos internos. "As distinções corrompem-se ou morrem ao se tornarem comuns; mas existe uma potência encarregada de estipular novas: é a opninião; ora, a moda nunca foi senão a opinião em matéria de roupa."
( BALZAC, O manual do dândi) “Este sentimento é sem dúvida,
uma necessidade da alma,
uma espécie de sede;
pois até o selvagem
tem suas plumas,
suas tatuagens,
seus arcos trabalhados,
seus cauris e briga por miçangas”.
(BALZAC, 1830) " Resista e a alma adoecerá, na saudade das coisas que proibiu a si mesma, no desejo por aquilo que suas leis monstruosas tornaram monstruoso, ilegal" v
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