Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

História em Quadrinhos

No description
by

Mariana Moretti

on 9 January 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of História em Quadrinhos

A história da história
A técnica
"Quadrinhos e Arte Sequencial"
Will Eisner (1985)
Importância Pedagógica e possíveis usos em sala de aula de HQs, Tirinhas e Charges
Contribuições das HQs
pelo mundo
Argentina
Quino
Brasil
Turma da Mônica
Maurício de Sousa

HQ, Charges, Tirinhas em Sala de Aula


1. Situar a HQ, Charge, Tirinhas no contexto histórico (época) de sua produção
2. As HQ e Tirinhas trazem falas/escritas. O professor pode trabalhar a leitura em sua complexidade: das letras às representações “visuais do som”.
http://outrosquadrinhos.com.br/hq/lapis-zen/bill-watterson-conselho-de-um-cartunista/
História em Quadrinhos
Trilhas da Imaginação
Caminhos da Criatividade

Pinturas rupestres
Pré-história
Via Sacra de Cristo
Ancestrais dos quadrinhos

HQ moderna
"Yellow Kid" de Richard Outcault
EUA, 1895
Existe uma naturalização da linguagem quadrinhizada?
Sim!
O ser humano e as HQs
Imagens
Texto
"Timing"
EUA
Will Eisner
Frank Miller
Os 300 de Esparta (1998)
Spirit (1940)
Milo Manara
Costa do Marfim/
França
Aya de Yopougon
(2009)
Marguerite Abouet
(Roteiro)
Clément Oubrerie
(Ilustrações)

Itália
Japão
Mangás
Joe Sacco
Notas sobre Gaza (2013)
"(...) quanto mais [a criança] ver, ouvir e experimentar, quanto mais aprender e assimilar, quanto mais elementos reais tiver a sua disposição, tão mais considerável e produtiva será sua atividade imaginativa"
(VYGOTSKY, 1982)
A imaginação
Brasil e
América
Latina
Um Contrato
com Deus
(1978)
Sin City - A Cidade do Pecado (1996)
Turma da Mônica, Maurício de Sousa
O Tico Tico
Brasil, 1905
Guido Crepax
Valentina
(1965)
Mafalda
(Crianças, Jovens e Adultos)
Cartuns
Jovens e Adultos
PARA FINALIZAR!
http://batatasemumbigo.blogspot.com.br/
Batata Sem Umbigo (Brasil)
Jovens e Adultos – Política
Latuff
Charges (Política)
Jovens e Adultos
Angeli, Glauco e Laerte
Jovens e Adultos
Henfil
Jovens e Adultos

"Graphic Novels"
Cartuns ("Cartoons")
Tiras
Charges
Personagens:

1. Falas (escrita)
2. Expressão das emoções (desenho)
HQ, Charges, Tirinhas no cotidiano
1. - Espaço em jornais, revistas, sites, blogs...
2. Vestibulares
Proposta de atividade para sala de aula
O professor pode usar Charges, HQ ou Tirinhas
como materiais em sua abordagem iniciail à introdução de algum conteúdo do currículo ou no aprofundamento de algum tema estudado.

Ex. Estudo da Dengue:
As diferenças
"A criatividade está associada ao jogo e à capacidade de ensaiar e explorar combinações.
(WAHBA, 2009)
A criatividade
Impulso criador infantil
"(...) a atividade criadora é uma necessidade biológica cuja satisfação é completamente necessária para o ótimo desenvolvimento."
(GLOTON e CLERO, 1971)
Tudo é texto. Tudo é decifração, ou não. Depende de quem lê.
(AFFONSO ROMANO DE SANT’ANNA, LER O MUNDO, O GLOBO, 8/11/2010)

Alfabetização
Ler
“conceito de leitura que começa pela compreensão “do ato de ler como um processo discursivo no qual se inserem os sujeitos produtores – autor, leitor – ambos sócio-historicamente determinados e ideologicamente constituídos” CORACINI:1995).
Desse modo, o(s) significado(s) do texto não está no leitor, nem no texto em si mesmo, mas são construídos na interação entre ambos, em um determinado lugar e em uma determinada época.
Compreender
Aliando tal conceito, de acordo com definições calcadas nos estudos de Bakhtin, acreditamos que “compreender não é um ato passivo, mero reconhecimento, mas uma réplica ativa, uma resposta, uma tomada de posição diante do texto”
(FARACO, 2009:42).

Há ainda a questão de que o texto não pode ser visto isoladamente, “atrás do texto há sempre um sujeito, uma visão de mundo, um universo de valores com que se interage”.
Aprender a ler e escrever
Charges
“a imagem não deve ser vista como apêndice do texto verbal. A imagem é vista como texto e também permite formas de apropriação de conteúdo”.

“Pode-se destacar ainda que esses gêneros textuais trazem para a sala de aula assuntos do cotidiano, quase sempre conhecidos e já comentados em outras seções do jornal, em artigos ou noticiais, por exemplo. Ressalta-se, tendo como base os estudos de Bressani (2000), que a charge é um gênero bem marcado temporalmente, já que funciona enquanto o assunto ou personagem for notícia, sendo por isso mesmo bastante efêmero. Há ainda a questão de que as charges, por meio do uso da ironia e do humor, revelam sempre um posicionamento crítico. Dessa forma, a charge transforma-se em um ‘mundo às avessas’, satirizando e parodiando aspectos da vida social”
Proposta à sala de Aula:

1. Pesquisar alguns trabalhos e bibliografias para embasar os alunos;
2. Seguir com a produção dos estudantes.
Charge Jornal "O Globo"
Imagens também são textos!
Expressão não verbal,
mas carregada de
simbolos e significados

O uso de charges e tirinhas nas aulas

Materias possíveis:
Exemplo para EJA:
Jornais – noticias, fotos, charges, textos..
Fácil acesso
Inglaterra
V de Vingança (1982)
Alan Moore
Watchmen (1986)
Alan Moore
Dave Gibbons
Desafios e Soluções
Full transcript