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Digestão em Equinos

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by

Giácomo Giacomoni

on 2 December 2014

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Transcript of Digestão em Equinos

O estômago
Digestão de lipídios
Digestão de hidratos de carbono: Açúcar
Glicose e frutose atingem o sistema porta imediatamente através da parede do intestino.
O estômago dos cavalos tem uma capaciade para 15-20 litros (relativamente pequena), portanto, é ajustado para uma recepção contínua de pequenas quantiades de alimento.
Amido
Primordialmente degradados e absorvidos no intestino delgado. Sua digestibilidade alcança 90% e é maior em gorduras com ponto de fusão baixo (óleos vegetais), do que em gordura animal saturada (sebo).
Até o final do intestino delgado, 60-95% do amido de cereais é digerido através de amilases e maltases e a glicose liberada é absorvida.
Velocidade do trânsito intestinal
Do tempo total de trânsito (35-50h), cerca de 85% é gasto no intestino grosso. O volumoso passa mais rápido pelo estômago e intestino delgado do que os concentrados, mas fica mais tempo no intestino grosso.
Introdução
Nos equinos, ao contrário dos ruminantes, no estômago e duodeno enzimas digerem o alimento até onde lhes é possível, enquanto a porção não digerida é retida no ceco bem desenvolvido, e é absorvida.
Celulose
Digestão de proteínas
Sua degradação bacteriana se inicia no intestino grosso, onde se formam ácidos graxos voláteis como o ácido acético, propiônico e butírico.
Digestão em Equinos
As enzimas do intestino delgado só digerem as proteínas em alimentos pobres em fibras ou as liberadas de alimento fibroso durante a mastigação. Na chegada ao ceco, já foram absorvidos 2/3 das proteínas de cereais e 1/3 das do volumoso.
A amônia é degradada a amoníaco (grande parte volta à circulação) e dióxido de carbono na camada do muco por ureases bacterianas. Uma parte dos aminoácidos do amoníaco é utilizada pelos microorganismos para a síntese de seus próximos aminoácidos.

Se grandes quantidades de gordura são empregadas na ração, elas devem ser altamente digestíveis...
Pois sua passagem ao intestino grosso, inibe a flora, diminuindo a digestão de celulose.
Só a partir do sétimo mês de vida a sacarase do epitélio duodenal é suficiente para que quantidades maiores de sacarose possam ser degradadas e absorvidas.
Somente o potro é capaz de utilizar lactose, pois a lactase só é demonstrável até 2-3 anos de idade.
Estes, atravessam a parede do intestino para obter-se energia, mas só o propiônico pode ser transformado em glicose.
OBS: um aporte excessivo de amido, açúcares ou proteínas (fácil fermentação) pode levar a um aumento da produção de ácidos ou formação de gás (timpanismo), devido à intensa atividade da flora.
Por outro lado, volumoso lignificado (difícil digestão) empobrece a flora, havendo baixa degrdação que, em casos extremos, pode gerar acúmulo e compactação no organismo.
OBS: proteína vegetal de baixo valor ou uréia podem se tornar proteína microbiana de alto valor, mas o cavalo só poderia utilizá-la através da coprofagia. O uso da uréia então, para o cavalo, não tem significado prático.
Digestão de água e eletrólitos
Cerca de 25 L água/100 kg PV (peso vivo) fluem por dia com a secreção digestiva para o estômago e intestino delgado, com alto conteúdo de sódio e cloro. 70-80% da água que não é reabsorvida no intestino delgado, é absorvida no intestino grosso.
Sulfato de magnésio favorece o fluxo íleocecal de água;
Sulfato de sódio dificulta a absorção de água no intestino grosso.
Do sódio e cloro carreados ao intestino grosso cerca de 95% são absorvidos.
A absorção de potássio ocorre principalmente no intestino delgado (65-75%). O intestino grosso pode absorver, assim como secretar potássio.
Digestão de cálcio, fósforo e magnésio
Antes de sua absorção são separados e dissolvidos. Então, quando esses elementos ficam unidos em compostos com baixa solubilidade e ligações fortes, a absorção é menor. Ca e Mg são absorvidos no intestino delgado. No intestino grosso o P é absorvido de maneira intensa.
OBS: pouco se conhece sobre a digestão desses elementos.
MUITO OBRIGADO!
Bibiana Batista
Bruno Dallasta
Guilherme Peiter
João Vitor Leonardi
Raul Cortês Scherer
Cavalos diferem-se dos ruminantes pela absorção maior de N da dieta.
Diferente dos ruminantes, a composição da gordura corporal é influenciada pela composição da gordura da dieta.
Cavalo não apresenta vesícula biliar, então a bile é diretamente excretada no intestino. O HCl estimula a produção da bile.
A fermentação ocorre na região esofágica e fúndica.
Secreção de bicarbonato aumenta durante a ingestão e dá capacidade tamponante à saliva.
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