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JONATHAN

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PATRIQUI GIORDANI

on 12 November 2013

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Transcript of JONATHAN

* Tratos cultarais
* Manejo
* Pragas daninhas entre outros
SENAI - DOURADOS - MS
TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR E ÁLCOOL - EXTRAÇÃO - Parte 1

Patriqui Giordani
CRQ 20º 20400527

Pesagem
Os veículos devem ser pesados em balança rodoviária , com tolerância de + ou – 0,25%.
A calibração da balança deve ser realizada anualmente, por entidades reconhecidas junto ao INMETRO.
A aferição deve ser feita uma vez a cada turno. Não é permitido o acumulo de sujeira ou água na plataforma ou fosso da balança.
O peso(massa) da cana recebida será a diferença entre o peso do veículo antes a após a descarga da cana.
Toda carga recebida deve ser relacionada com a sua origem (fazenda, setor, talhão...) e o número do veículo, gerando assim um relatório para cada lote recebido.

P.C.T.S
BA (Boletim de Análise)

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Amostragem por sonda oblíqua


O caminhão é posicionado embaixo da sonda de acordo com a julieta a ser retirada a amostra São feitos dois “furos” na carga, sendo o primeiro até o meio e o segundo até o fundo. A amostra coletada deve ter no mínimo 10kg, caso contrario deve-se repetir a amostragem.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

A amostra é coleta em baldes seguindo sua identificação (BA).

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Forrageira, Betoneira e Amostra Desfibrada

A amostra é desfibra e homogeneizada.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Extração do caldo

Análises química.

Balança semi-analitica, prensa hidráulica e caldo de cana.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Balança semi-analitica e Refratômetro.

PBU e Brix.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Clarificar aproximadamente 200 ml do caldo.
Octapol, Mixer, Papel filtro, Filtro e Copo americano.

Pol.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Açúcar
Substância orgânica, de fórmula geral: Cn(H2O)n. Glucidio.
Carboidrato. Exemplo: Sacarose.
Açúcares redutores
Açúcares monossacarídios encontrados na cana-de-açúcar, nas frutas, no mel de abelhas, etc. São assim chamados, por reduzirem o cobre das soluções cúprico-alcalinas (por exemplo, licor de Fehling).
Na cana-de-açúcar estão presentes a glicose (dextrose) e
a frutose(levulose).
Açúcar invertido
É uma mistura, em partes iguais, de glicose e frutose, resultante do desdobramento hidrolítico da sacarose, por via ácida,
enzimática ou por aquecimento.
Açúcar invertido
É uma mistura, em partes iguais, de glicose e frutose, resultante
do desdobramento hidrolítico da sacarose, por via ácida,
enzimática ou por aquecimento.
Açúcar de cana
Sacarose extraída, industrialmente, da cana-de-açúcar.
Álcool
Espécie química que contem, pelo menos, uma hidroxila (OH) ligada diretamente à um ou mais átomos de carbono (C). Exemplos: metanol (álcool metílico)=CH3OH, etanol(álcool etílico)=
CH3CH2OH,etc.
Areômetro de Brix
Densímetro que fornece a porcentagem da sacarose em soluções puras. A leitura é expressa em graus centesimais e fornece o brix areométrico. A leitura deve ser corrigida em função da temperatura da leitura, cujos fatores de correção são encontrados em tabelas.
È calibrado para operar à 20ºC.
ART (Açúcares redutores totais)
É a soma dos açúcares redutores resultantes da hidrólise da sacarose e dos açúcares redutores originais da cana.
ART (Açúcares redutores totais)
É a soma dos açúcares redutores resultantes da hidrólise da sacarose e dos açúcares redutores originais da cana.
ATR (Açúcar total recuperável)
É a soma dos açúcares da cana (sacarose, glicose e frutose), expressa em açúcares redutores, teoricamente, recuperáveis pelas unidades industriais, considerando uma perda industrial de 8,5%.
É o parâmetro que define a qualidade da cana-de-açúcar no Sistema CONSECANA-SP.
Brix
Graduação centesimal que corresponde ao teor de sacarose em soluções puras. Em se tratando de caldo de cana, que é uma solução impura de sacarose, pois, contem outros sólidos dissolvidos, o teor de sacarose é aparente. Grau Brix corresponde, em termos práticos, a porcentagem, em massa, de sólidos solúveis do caldo, do xarope, da massa cozida, etc.
Brix refratométrico
Expressão consagrada para designar o teor de sólidos solúveis aparentes do caldo, quando se utiliza o refratômetro. Neste caso, os sólidos solúveis são determinados em correspondência ao índice de refração das soluções açucaradas.
Caldo absoluto
É o componente líquido do colmo da cana-de-açúcar constituído pelo caldo (água + sólidos dissolvidos). Tecnologicamente, corresponde ao peso do colmo menos o peso da fibra.
Caldo clarificado
Caldo que, em nível de laboratório, é tratado com clarificantes à base de produtos químicos, para permitir a leitura sacarimétrica.
Caldo clarificado
Caldo que, em nível de laboratório, é tratado com clarificantes à base de produtos químicos, para permitir a leitura sacarimétrica.
Caldo extraido
Caldo obtido de uma amostra de 500g, previamente desintegrada e prensada em prensa de laboratório, à 250 kgf/cm2, durante 1 minuto.
Cana industrial
É a matéria prima das usinas de açúcar e destilarias de álcool, constituída pelo colmo e pelas matérias estranhas (impurezas), de origem vegetal (folhas, ponteiro, raízes, capins, etc.) e mineral (areia, argila, pedras, etc.).
Clarificante
Em nível de laboratório, é um produto químico utilizado na clarificação do caldo de cana e nas soluções de xarope, de massa cozida, etc., para permitir a leitura sacarimétrica.
Dextrana
É um carboidrato, de elevado peso molecular, que resulta da ação microbiana sobre a cana-de-açúcar. Trata-se de substância oticamente ativa, dextrógira, e que porisso distorce o resultado das leituras sacarimétricas visando a avaliação da qualidade da cana-de-açúcar. Na índútria, interfere no processo de concentração do xarope e na cristalização do açúcar.
Dextrógiro
Diz-se dos açúcares e outras substâncias que desviam o plano de vibração da luz polarizada à direita. Exemplo: sacarose
Etanol absoluto - Etanol puro (100ºINPM)

Etanol anidro - Produto industrial contendo 99,3% de etanol, em peso, ou seja,
de 99,3º INPM.

Etanol hidratado
Produto industrial contendo 93,0-93,2% de etanol, em peso, correspondente à 93,0-93,2º INPM.
Extração
É a quantidade de açúcar, expressa em porcentagem, extraída do açúcar total da cana. Rotineiramente, é expressa em termos de pol. Pol extraída por cento de pol da cana.
Fibra da cana
É o constituinte insolúvel do colmo representado pela celulose, hemicelulose, lignina, etc. Fibra estrutural.

Fibra industrial
É todo o material insolúvel em água contido na cana industrial. Portanto, corresponde à soma da quantidade de fibra estrutural
e das impurezas vegetais e/ou minerais.
Frutose
É um açúcar monossacarídio contido na cana-de-açúcar. É o açúcar das frutas, também chamado levulose, porque desvia o plano de vibração da luz polarizada para a esquerda. É um açúcar redutor. Fórmula bruta: C6H12O6.
Glicose
É um açúcar monossacarídio contido na cana-de-açúcar. Também chamado dextrose, pois, desvia o plano de vibração da luz polarizada para a direita. É um açúcar redutor. Fórmula bruta:
C6H12O6.
Índice de preparo
É um índice que avalia o desempenho dos desintegradores de cana. Á rigor, deve expressar a porcentagem de células abertas após a desintegração. Em inglês, “open cell index”.
Inversão
Reação química hidrolítica na qual a sacarose se desdobra, em partes iguais, em frutose e glicose.

Levógiro
É assim chamado, o açúcar (levulose) ou a substância que desvia o plano de vibração da luz polarizada para a esquerda.
Luz polarizada
É a luz que tendo atravessado determinados dispositivos óticos, passa a vibrar em apenas um plano, chamado Plano de Vibração da Luz Polarizada. Neste artifício, se fundamenta a determinação polarimétrica dos açúcares e de várias substâncias oticamente ativas.
Matéria estranha
Toda impureza que acompanha a cana entregue às unidades industriais, podendo ser mineral (terra, areia, pedra, etc) e vegetal (folhas verdes, ponteiro, palha, capins, etc).
NIR
Abreviatura da palavra inglesa “Near InfraRed” (infra vermelho próximo) para designar um espectrofotômetro que pode ser utilizado na determinação de várias substâncias, inclusive os açúcares e os sólidos solúveis (brix) do caldo.
NIR
Abreviatura da palavra inglesa “Near InfraRed” (infra vermelho próximo) para designar um espectrofotômetro que pode ser utilizado na determinação de várias substâncias, inclusive os açúcares e os sólidos solúveis (brix) do caldo.
PBS
Peso do bagaço seco utilizado na determinação direta da fibra pelo método de Tanimoto. É o PBU após a secagem em estufa.
PBU
Peso do bagaço úmido, obtido após a prensagem, à 250 kgf/cm2 (=24,5 MPa=245,10 bar)), por 1 (um) minuto, de uma amostra de 500g de cana desintegrada.
Peso normal
É o peso de sacarose, quimicamente pura, que dissolvido em água, para um volume de 100 ml de solução e colocada em tubo polarimétrico de 200 mm, obtem-se uma leitura no sacarímetro, à 20ºC, igual à 100ºZ (graus Zucker). Por convenção internacional, este peso corresponde, praticamente, à 26 g.
Pol
É a quantidade de sacarose aparente, em peso, existente no colmo, no caldo, no xarope, na massa cozida, etc.

Pureza do caldo É a quantidade de pol em 100 partes de brix.
Refratômetro
Aparelho ótico utilizado na determinação do índice de refração dos líquidos. Como há uma correlação entre o índice de refração e o teor de sólidos dissolvidos, ele possui uma escala que fornece o teor do chamado, por analogia, de brix refratométrico.
Sacarimetria
É o método utilizado na determinação da sacarose. A sacarimetria pode ser química ou ótica. Esta é a utilizada na determinação dos açúcares nas usinas e destilarias, através do sacarímetro.
Sacarímetro
Aparelho ótico utilizado na determinação dos açúcares. Tem como princípio a leitura do desvio que o plano de vibração da luz polarizada sofre ao atravessar uma camada de solução oticamente ativa, como a de açúcares. É um polarímetro específico para a determinação de açúcares
Sacarose
Carboidrato, dissacarídio, dextrógiro, não redutor. Fómula bruta: C12H22O11.Principal glucídio da cana-de-açúcar.
Termologias e definições da industria sucroenergética
Você está iniciando a unidade curricular de Tecnologia do Processo de Produção de Açúcar e Álcool do curso Técnico em Açúcar e Álcool. Esta UC tem por objetivo proporcionar a você conhecimentos técnicos sobre todas as etapas do processo de produção desses dois produtos provenientes da cana-de-açúcar, abrangendo também normas técnicas, de higiene e saúde e noções de qualidade ambiental.
Desde que foi introduzida no Brasil, no início do século XVI, a cana-de-açúcar se transformou em uma das principais culturas da economia do país. Desde então, o setor sucroalcooleiro despertou grandes possibilidades de vendas em diversos países e, por isso, ainda hoje em dia
As informações apresentada lhe permitirão uma formação de qualidade para que você se torne um bom profissional e possa atuar com destaque nessa área tão rica da nossa economia. Por isso, fique atento ao elementos de competência e dedique-se aos exercícios. é um setor de grande importância e que gera muitos empregos. É no interior de São Paulo que se localiza grande parte dos canaviais, mas a agroindústria da cana-de-açúcar está espalhada
por todo o país.

Bons estudos!
PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

O objetivo é verificar o número de células de cana abertas na cana desfibrada pela forrageira, tendo assim o índice de preparo.


Índice de preparo.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DA CANA.
O objetivo da análise é Quantificar a quantidade de líquido presente na fibra.
Cálculo: (P1-P2)x2
Estufa Spencer



PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

O objetivo da análise é determinar a quantidade de terra contida em uma tonelada de cana, advindas nas cargas entregues a usina.
A amostra de cana tem uma identificação numérica de colhedeira, permitindo compor amostra de 5g.

IMPUREZA MINERAL

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Após ser realizada a análise os resultados são lançados no sistema para ser calculado a % de terra.

IMPUREZA MINERAL

Cadinho com amostra, Forno mufla e Dissecador

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

As análises realizadas são referentes as colhedeiras em campo.

Tal análise identifica a proporção de palha advindas nas cargas de cana entregues a usina.

IMPUREZA VEGETAL.

PCTS (pagamento de cana por teor de sacarose)

Diante do visto até o momento, resolva a seguinte situação problema:
Recepção e Análise Tecnológica da Cana
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