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Tto fisioterapêutico na Síndrome do impacto do ombro: um estudo de caso

Caso clínico - Gisela
by

Paulo Siqueira

on 21 November 2012

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Transcript of Tto fisioterapêutico na Síndrome do impacto do ombro: um estudo de caso

Acd: Eduarda Moretti
9 período - Fisioterapia UFPE Tratamento Fisioterapêutico na Síndrome do Impacto do Ombro: Objetivos do Tratamento Evolução do Paciente “Age sobre as fibras nervosas aferentes como um estímulo diferencial que 'concorre' com a transmissão do impulso doloroso. Ativa as células da substância gelatinosa, promovendo uma modulação inibitória segmentar, e, a nível de SNC, estimula a liberação de endorfinas, endomorfinas e encefalinas. Através da ativação do Sistema Analgésico Central (SACI), resulta numa diminuição ou bloqueio da percepção central à dor.” (KIKUTI et al., 2003) TENS “Promovem a diminuição da dor, relaxamento muscular, melhorando a lubrificação intracapsular e aumentando o ganho de mobilidade do membro afetado.” (SANTOS & NETO, 2011) Exercícios Pendulares de Codman “Estimulam a percepção relativa da posição e do movimento articular, restauram o mecanismo neuromuscular de estabilização articular, proporcionam recuperação da dinâmica articular e redução da probabilidade de reincidência das lesões.” (LIMA, BARBOZA & ALFIERI, 2007) Trabalho Proprioceptivo um Estudo de Caso SÍNDROME DO IMPACTO
DO OMBRO Caso Clínico Anamnese Exame Físico
Articulação do ombro: primordial na realização de atividades diárias básicas --> constantemente exigida;

Uso excessivo e repetitivo em atividades vigorosas e traumas constantes podem levar ao surgimento da síndrome do impacto do ombro (SIO). Articulação do ombro:
cabeça do úmero + cavidade glenóide (pouco profunda);

Estabilidade: ligamentos e músculos (manguito rotador); SIO: patologia inflamatória e degenerativa que ocorre por compressão mecânica das estruturas que estão no espaço subacromial (METZKER, 2010);

Uma das principais causas: fadiga/fraqueza do manguito rotador (cabeça do úmero se eleva contra o acrômio e o processo coracóide) (BUSSO, 2004); - Dor (queixa principal);
- Crepitação;
- Força muscular diminuída principalmente em abdução e rotação externa;
- Contratura (capsulite adesiva);
- Tendinite ou ruptura da cabeça longa do bíceps. (SIZÍNIO, 2008)


Tratamento conservador! O uso do membro em flexão anterior ou abdução excessiva pode levar a um impacto. (METZKER, 2010). Identificação •Nome: L. C. G. S.

•Sexo: Masculino

•Idade: 43 anos

•Ocupação: Cobrador de ônibus

•HPP e Hábitos: Dormir com MMSS
acima da cabeça •Queixa Principal: Dor na parte de cima do ombro direito (EVA=7) •HDA:
- Pintando casa em Jan/2012
- Médico ~ Medicação ~Melhora
- Dor voltou em Jun/2012
USG (jun/2012): tenosinovite na cabeça longa do bíceps. •Orientar posturas, transferências, AVP’s, AVD’s, autocuidados e autoalongamentos. Quadro clínico: Tensão dos músculos trapézio superior (com ponto gatilho) e supra-espinhoso e dor à palpação nas regiões do sulco bicipital do úmero e do acrômio direito; Fraqueza nos músculos do manguito rotador, deltóide, grupamento flexor, extensor e adutor lateral do MSD; ADM reduzida nas RI e RE, abdução e flexão do MSD, dor nos últimos graus de movimento; Testes especiais indicando provável síndrome do impacto do ombro associada à tendinite bicipital; Avaliação osteopática: clavícula direita em lesão de anterioridade e ombro direito em lesão de anterioridade e superioridade; •Reduzir/Abolir quadro álgico; •Diminuir o impacto do ombro; •Restaurar ADM reduzida; •Melhorar estabilidade do ombro e cintura escapular; •Aumentar/Manter força muscular dos músculos identificados com algum grau de fraqueza; •Melhorar propriocepção e controle neuromuscular; •Preparar musculatura para realização de atividades funcionais; •Melhorar qualidade de vida; Autoalongamentos “Redução da hiperatividade das estruturas neurais e a recomposição dessas estruturas para se alcançar, de modo indolor, um comprimento de repouso do músculo mais normal e proporcionar um aumento da circulação local, ou seja, ocorre uma normalização da atividade gama ou uma diminuição do reflexo miotático.” (MASCARENHAS, 2011) Técnica de Jones (trapézio) “Alonga uma unidade motora musculotendínea encurtada e os tecidos conjuntivos periarticulares, movendo a articulação limitada um pouco além da ADM disponível.” (KISNER, 2009) “A cada contração isométrica estimula-se os receptores de Golgi, que se descarregam e que inibem os motoneurônios alfa e gama. A cada novo comprimento ganho, o fuso neuromuscular é estirado e voltando a encontrar pouco a pouco seu comprimento normal.”
(RICARD & SALLÉ, 1996) M.E. p/ ganho de ADM “Cria uma descompressão intra-articular que traz o líquido lacunar dos tecidos vizinhos para o interior da cavidade.”
“Reestabelecem o equilíbrio hídrico da cartilagem ou, ao menos, limitam o ressacamento.” (BIENFAIT, 1999) Pompage Articular do Ombro “Surpreendendo as defesas fisiológicas articulares, a brusca separação das superfícies surpreende também o SNC e provoca um ‘black out sensorial local’. O círculo vicioso irritativo que mantém o espasmo dos músculos monoarticulares é assim desfeito e o tônus muscular pode normalizar-se.” (RICARD & SALLÉ, 1996) THRUST Clavícula e Ombro Contrações isométricas --> estabilização dos mm. da cintura escapular --> maior controle. (KISNER, 2009) Estabilidade da cintura escapular “A cabeça do úmero inferioriza se estabilizando na articulação e consequentemente diminuindo micro traumas que geram o processo inflamatório e algia na região. O fortalecimento protege os tecidos contra lacerações.” (PEINADO, SILVA & SCOCCO, 2012 ) Fortalecimento RI e RE Elevação da pele: normalização da função muscular, melhora do fluxo vascular e linfático, redução da dor. (KASE, WALLIS & KASE, 2003) Kinesio Taping Condutas Condutas Stretching
MM. Redondos e Rombóides “Atuam ao nível dos mecanorreceptores proprioceptivos que respondem as variações de tensão no músculo, nos tendões e nos elementos cápsulo-ligamentares, o movimento passivo cria estímulos seletivos a nível central e cortical” (FERNANDES, MICHELOTTO & KIMURA, 2009) Mobilização escapular "Restabelece e mantém o funcionamento normal e indolor em articulações com hipomobilidade reversível e pode retardar a hipomobilidade articular progressiva."(STEFANELLO, SPINELLI & REZENDE, 2008) FNP Escápula e MSD (+ theraband) "Promover um desencadeamento do potencial neuromuscular, obtendo melhores respostas em todo sistema músculo-esquelético" (CRUZ-MACHADO, CARDOSO & SILVA, 2007) Condutas Ausência de dor (EVA=0);

Apenas incômodo em movimentos específicos - "fisgada";

Não está atrapalhando atividades laborais;

Ausência de lesão osteopática clavicular e de ombro;

Ausência de dor no acrômio. Referências Bibliográficas BIENFAIT, M. Fáscias e pompages: estudo e tratamento do esqueleto fibroso, Summus Editorial, 1999.

BUSSO, G. L. Proposta Preventiva para Laceração no Manguito Rotador de Nadadores. Rev Bras Ciênc e Mov, v. 12, n.3, p. 39-45, 2004.

METZKER, C. A. B. Tratamento conservador na síndrome do impacto no ombro. Fisiot em Mov, 23(1): 141-151, 2010.

SIZÍNIO, H. Ortopedia e Traumatologia: princípios e práticas. 4º edição – p. 178-186. Porto Alegre, 2009.

KIKUTI, C. et al. Estimulação Nervosa Elétrica Transcutânea - TENS. Abr/2003. Disponível em <http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/eletro/estimulacao_nervosa_tens.htm>

CRUZ-MACHADO, S. S.; CARDOSO, A. P.; SILVA, S. B. O uso do princípio de irradiação da facilitação neuromuscular proprioceptiva em programas de reabilitação: uma revisão. 2007. Disponível em: <http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2007/trabalhos/saude/inic/INICG00306_01C.pdf>

SANTOS, E. M.; NETO, L. F. M. A influência dos exercícios de Codman na síndrome do impacto no ombro um estudo restropectivo. 2011. Disponível em: <http://www.portalbiocursos.com.br/artigos/ortopedia/34.pdf>

STEFANELLO, T. D.; SPINELLI, M. T.; REZENDE M. J. Estudo da eficácia da terapia manual no tratamento da tendinite calcária do músculo supra-espinhoso. 2008. Disponível em: <http://revista.uniamerica.br/index.php/pleiade/article/view/46>

LIMA, G. C. S.; BARBOZA, E. M.; MARCON, F. Análise da funcionalidade e da dor de indivíduos portadores de síndrome do impacto, submetidos à intervenção fisioterapêutica. Fisioter. mov;20(1):61-69, jan.-mar. 2007. tab, graf.

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn A.; Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 5. ed. São Paulo: Manole, 2009.

KASE, K.; WALLIS, J.; KASE, T. Clinical therapeutic application of the kinesio taping method. Tokyo, 2003

RICARD, F.; SALLÉ, J. Tratado de Osteopatia. 3a. edição. 1996 Ombro D mais elevado, escápula D mais aduzida, marcha com pouca dissociação de cinturas;
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