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Espécies invasoras e Controle Biológico

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by

Marina Stamato

on 31 October 2013

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Transcript of Espécies invasoras e Controle Biológico

Espécies invasoras e
Controle Biológico
Grupo:
- Aurora Borges
- Maria Fernanda Sabino
- Marina Stamato
Data:
Turma:
25/10/2013
601

São aquelas que, se encontram fora do seu habitat natural, causando danos em alguns seres vivos da região encontrada.
As espécies invasoras tem uma rápida reprodução, podem se adaptar facilmente ao novo ambiente em que se encontra, muitas vezes não possuem predadores no local invadido, provocam danos de alguma forma na teia alimentar e com isso, geram redução da biodiversidade local.
Espécies Invasoras
O que são?
Capim-Gordura
A mais conhecida como
, é uma gramínea
( ) nativa da África.
Foi introduzida no Brasil com intuito de "forrar" e formar pastagens, pois, é uma planta do campo e que tem o seu crescimento rápido.
Porém, ela naturalizou-se e transformou-se em invasora em alguns ecossistemas, como o cerrado.
Em seu processo de invasão a planta cresce por cima da vegetação herbácea local, o que causa sombreamento e a morte dessa vegetação, deslocando espécies da fauna. Também aumenta os riscos de incêndios no cerrado.
família Poaceae
capim-gordura
melinis minutiflora

Curiosidades sobre o
capim-gordura
Não existe exatamente uma medida de controle para o capim-gordura, mas, ele serve para o controle do
, após colocado herbicida ou arado a terra. É usado também como controle biológico das cigarrinhas-das-pastagens, mas por ser uma espécie de "risco", é necessário fazer adubações de manutenção e evitar o superpastejo para o
capim-gordura não se naturalizar no local colocado.
brasiliensis Trin.)

capim-sapé (Imperata
O capim-gordura serviu também de tema para a música do cantor brasileiro Luiz Carlos Vinhas.
Medidas de controle
Químico ou Biológico?

Como sabemos, as pragas afetam as plantações, sejam elas animais ou vegetais. Para não se tornar prejudicial aos agricultores, foi necessário tomar medidas para o controle dessas pragas.
O controle químico consiste em utilizar substâncias, tóxicas, para matar as pragas ou insetos. O DDT ( ) é o inseticida mais utilizado pelo país por ser relativamente mais barato e não ser muito tóxico, mas não é biodegradável, sendo acumulativo em animais de sangue quente. Pode interferir no metabolismo do potássio e do sódio.
Já o controle biológico, é mais utilizado na agricultura, sendo para o controle de pragas de plantações. Esse controle pode ser de um (causador de doenças) que ataca a praga para não causar danos acumulativos às plantações.
Dicloro-difenil-tri-cloro-etano






parasita, predador ou patógeno
Mas o ser deve ser generalista, para não causar danos a
biodiversidade local.
Vantagens e desvantagens
A vantagem do uso do controle químico é que ele atua mais rápido, porém, com o seu uso, pode provocar contaminação do solo e da água, podendo levar à morte de alguns seres vivos ou ao prejuízo da saúde de humanos que tiverem contato com o local contaminado.
Já o controle biológico, por não conter nenhuma substância química, acaba não sendo prejudicial para a natureza. Além de não deixar resíduos, após o "alimento" acabar, a espécie introduzida para o controle tem de migrar para outro lugar para continuar a viver.
DDT
Controle
Biológico
Controle
Químico
Pulgões de trigo
Os pulgões de trigo
pulgões da folha (Metopolophium dirhodum) e pulgões da espiga (Sitobion avenae)
Quando chegaram ao Brasil, não possuíam nenhum inimigo natural,
são espécies originárias da

provocando grande crescimento na sua população, atingindo um nível alarmante, o que causou drásticas reduções na produção do trigo. Em algumas áreas, no ano de 1974, o rendimento do trigo caiu de até 88%.
Os pulgões de trigo são insetos que ao se alimentarem do trigo causam alguns danos, sendo diretos, como a sucção da seiva, e indiretos, pela transmição de doenças e injeção de toxinas.
Na época generalisou-se o controle químico, gerando grande descontrole biológico.
Depois de descoberto os inimigos naturais dos pulgões que são
, são vespinhas que funcionam
parecidamente com as vespas criadas pela empresa brasileira BUG BRASIL. Elas tem a mesma função, parasitar os pulgões e matá-los para a própria sobrevivência. Essas espécies colocam seus ovos dentro do corpo dos pulgões, e quando eclodem, sua larva come o interior dos pulgões, levando o hospedeiro a morrer à cerca de uma semana depois.
os parasitóides,
microhimenópteros das famílias Aphidiidae e Aphilinidae
Europa e da Ásia.
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