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Untitled Prezi

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by

Claudia Valasek

on 1 May 2015

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Transcript of Untitled Prezi

"É tomar posse da mente, de forma clara e vívida, de um dos que parecem ser vários objetos ou linhas de raciocínios simultaneamente possíveis. A essência da consciência é a focalização e concentração. Isto implica o retraimento de algumas coisas para lidar de maneira efetiva com outras”
O que é ATENÇÃO?
Programa de Pós-Graduação
Curso Lato Sensu de Neurociências e Psicologia Aplicada
Prof. Ms. Claudia A. Valasek
Disciplina: Atenção e Memória
Definições
(William James, 1980)
"é a tomada de posse da mente, em um forma clara e vívida, de um dos diversos objetos ou séries de pensamentos que parecem simultaneamente possíveis (...) Implica o abandono de algumas coisas, a fim de ocupar-se efetivamente de outras.
Definições
"É o fenômeno pelo qual processamos ativamente uma quantidade limitada de informações do enorme montante de informações disponíveis através dos nossos sentidos, de nossas memórias armazenadas e de outros processos cognitivos."
(Sternberg, 2000)
Principais funções do sistema atencional
(Posner, 1990 e 1995)
Orientação para estímulos sensoriais;
Detecção de sinais para processamento consciente;
Manutenção de um estado de vigilância.

Papel ecólogico da atenção
(Allport, 1991)
• Importante no caso de um ambiente não previsível e sujeitos a mudanças bruscas;
Definição de prioridades diante de uma gama de objetivos.
Engajamento nas atividades.
“a função principal da atenção é algo parecido com prover ou melhorar o ganho temporal. Os movimentos da atenção parecem estar envolvidos na ordenação e estruturação da informação no tempo por assegurar prioridades espaciais no espaço”.
Outra função da atenção...
( Van der Heijden, 1992)
Atenção
Estímulos Externos + Estímulos internos
Processamento automático
Processamento controlado
Desencadeados prontamente de forma quase inevitável, mesmo que inicialmente a atenção não esteja direcionada.
São relativamente rápidos
X
Processamento Automático
Utilizado para tarefas mais complexas.
Processamento Voluntário
Tarefas que requerem planejamento, solução de problemas, sequências novas, difíceis, superação de uma resposta habitual.
• Necessita de um controle consciente para sua realização
São relativamente longos
Não envolve controle consciente
Exigem pouco ou nenhum esforço
Realizados como processos paralelos
Realizados em série
Continuum de processos entre os processos inteiramente automáticos e os completamente controlados
Processos Automáticos
Recuperados pelo conhecimento consciente
Controlados voluntariamente
(Ex. Processamento subliminar)
(Ex. Amarrar os sapatos)
Comportamentos Automáticos
"Não exigem decisões conscientes com relação a quais músculos mover ou que ações exercer (...)"
Tornar-se conscientes e controlados com relativa facilidade.
Processos controlados
Processos automáticos
Processo controlado
Processo automático
AUTOMATIZAÇÃO
PRÁTICA
(LaBerge, 1975)
Como ocorre a automatização?
Pouco ou nenhum esforço cognitivo
"(...) durante o decorrer da prática, a implementação de várias etapas torna-se mais eficiente." (p.83)
LaBerge e Samuels, 1974
Única operação
Gordon Logan (1988)
Teoria da Instância
"acumulamos gradualmente conhecimento sobre respostas específicas a estímulos específicos."
Ex. criança quando aprende a contar.
** Os efeitos da prática sobre a automatização mostra uma curva de aceleração negativa **
Donald Norman - Importância de automatizar rotinas de segurança
Distraída execução dos processos automáticos
James Reason (1990) - Análise dos erros humanos:
ERROS
ENGANOS/
EQUÍVOCOS
LAPSOS
Desabituação
Erro na escolha de um objetivo ou na especificação de um meio para atingí-lo.
Erro na realização de um meio pretendido para atingir um objetivo
PROCESSOS AUTOMÁTICOS
PROCESSOS CONTROLADOS INTENCIONAIS
Como podemos minimizar as consequências negativas dos lapsos?
Feedback do ambiente
Função forçada
Habituação
Acostumamos com o estímulo;
Prestamos menos atenção;
Estabilidade e familiaridade comandam esses processos
Mudança em um estímulo conhecido nos faz prestar atenção novamente nele.
Habituação
Adaptação Sensorial
não está sujeita ao controle consciente
está sujeita ao controle consciente
Existem fatores que influenciam a habituação?
Variação de estímulos internos
quantidade de mudança que ocorre no estímulo com o passar do tempo.
Ex. TV
Experimento Posner, Snyder e Davidson (1980)
4 funções principais da atenção
1 - Atenção seletiva

2- Vigilância

3- Sondagem/Busca visual

4- Atenção dividida

* Efeito coquetel - Colin Cherry (1953)
Tarefa de Espionagem
3 fatores ajudam a prestar atenção seletiva em apenas uma conversa da pessoa a quem você deseja ouvir:
Características sensoriais da fala da pessoa;
Intensidade do som;
Localização do som
Propriedades físicas da voz da pessoa-alvo
Conteúdo semântico de outros locutores
Detecção de Sinais
Identificação do aparecimento de um estímulo específico.
Tentativas de detectar um SINAL.
Sinal
Detectar um sinal
Não detectar um sinal
Presente
Ausente
Acerto
Alarme Falso
Falha
Rejeição Correta
Consequências de uma falha são graves que reduzimos nossos critérios para considerar algo como acerto.
verdadeiros-positivos
falsos-positivos
falso-negativo
Vigilância
Capacidade de prestar atenção a um determinado campo de estímulos por um período prolongado, no qual eu busco detectar um surgimento de um estímulo alvo.
(Mackworth, 1948)
30 minutos depois do início – estavam falhando na detecção de ¼ dos passos.
Sensibilidade diminuída
Menos dispostos a cometer alarmes falsos
Falhas
Habituação
ATENÇÃO SELETIVA
(Colin Cherry, 1953)
Pesquisas subsequentes...
Ouvido dessintonizado
Ouvido sintonizado
Moray (1959)
Estímulo particular
Pesquisas subsequentes...
Efeito Stroop
Ouvido sintonizado
(Treisman)
Ouvido dessintonizado
Audição/Repetição de palavras
Algumas Palavras com mesmo contexto
Apoio aos processos atencionais
Estabilidade:
Lapsos
Tipo
Erros de captura
Descrição do lapso
Exemplo
Quando devemos nos distanciar do processo automáticos mas não conseguimos
Coloco o pijama após o banho, quando deveria ir a uma festa
Omissões
A interrupção de uma atividade de rotina pode nos causar um lapso no que diz respeito ao término da excução da ação que resta da rotina
Estar indo a cozinha pegar água, telefone toca, volta para sala sem água.
Lapsos
Tipo
Descrição do lapso
Exemplo
Perseverações
Após conclusão de um procedimento automático, um ou mais passos são repetidos.
Tentar ligar o carro que já está ligado
Erros de descrição
Ação correta sobre objeto errado
Colocar sorvete no armário e miojo no congelador
Erros causados por dados
Informações sensoriais que recebemos podem acabar por dominar as variáveis pretendidas em uma sequencia de ação automática
Você está discando um número e ouve na TV alguém falando outro número, você pode discá-lo
Erros de ativação associativa
Associações fortes podem desencadear rotina automática errada
Na espera de alguém chegar, o telefone toca e você diz: "entra"
Erros de perda de ativação
A ativação de uma rotina pode ser insuficiente para levá-la até o fim
Chegar a algum lugar e não lembrar o que vai fazer
Lapsos
Tipo
Descrição do lapso
Exemplo
Desviamos nossa atenção de estímulos conhecidos e estáveis para novos e variáveis
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