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Treinamento da CIPA/Hermes/Rosi

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on 14 September 2015

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Transcript of Treinamento da CIPA/Hermes/Rosi

C

COMISSÃO
INTERNA
PREVENÇÃO
ACIDENTES
DE
DE
I
P
A
PARA QUE SERVE A CIPA?
A CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
ATRIBUIÇÕES DA CIPA:
Identificar os riscos do processo de trabalho
Elaborar o mapa de riscos ( com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT)
Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho.
Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias,
trabalho. Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores, entre outras.
ESTABILIDADE E DIREITO DOS CIPEIROS :
É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.
Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa, sendo vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência, ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469, da CLT>
Atribuições do Presidente:

*Convocar os membos para reuniões da CIPA;
*Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT, as decisões da comissão;
*Manter o empregador informado sobre o trabalho da CIPA;
*Coordenar e supervisionar as atividades da secretária;
*Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
Organização da CIPA
A CIPA é composta por representantes do empregador (indicados) e dos empregados (eleitos), em igual número, sendo composta de Titulares e Suplentes e sua quantidade é definida pelo grau de risco de sua atividade, que é definido pelo CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e pelo número de funcionários da empresa. Haverá também um secretário e seu substituto.
Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados interessados. O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição.
Organização da CIPA
É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.
O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.

Atribuições da CIPA

Identificar os riscos do processo de trabalho;
Elaborar Plano de Trabalho;
Realizar periodicamente verificação nos ambientes e condições de trabalho;
Realizar após cada reunião, a verificação do cumprimento das metas fixadas;
Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;
Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO, PPRA bem como de outros programas de segurança e saúde desenvolvidos pela empresa.

Atribuições do Presidente
Convocar os membros para as reuniões da CIPA;
Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT, as decisões da comissão;
Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;
Coordenar e supervisionar as atividades da secretária;
Delegar atribuições ao Vice-Presidente.

Atribuições do Vice-Presidente
Executar as atribuições que lhe forem delegadas pelo Presidente;
Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos afastamentos temporários.
O Presidente e o Vice-presidente da CIPA, em conjunto, terão as seguintes atribuições:
Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;
Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados;
Delegar atribuições aos membros da CIPA;
Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT, quando houver;
Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento;
Encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA;
Constituir a comissão eleitoral.

Atribuições do secretário (a)
Acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes;

Preparar as correspondências;

Executar as atribuições que lhe forem atribuídas.
Funcionamento
A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário preestabelecido;
As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente normal da empresa;
As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes;
As reuniões extraordinárias serão realizadas quando houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência, quando ocorrer acidente grave ou fatal ou quando houver solicitação expressa de uma das representações.

Acidente de Trabalho - Conceito Prevencionista

São todas as ocorrências indesejáveis, que interrompem o trabalho e causam, ou tem potencial para causar ferimentos em alguém ou algum tipo de perda à empresa ou ambos ao mesmo tempo. É o que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte ou perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

Comunicação de Acidente de Trabalho

De acordo com a legislação, todo acidente do trabalho deve ser imediatamente comunicado à empresa pelo acidentado ou por qualquer pessoa que dele tiver conhecimento.
Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à autoridade policial.
A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência.

Ato Inseguro

Toda forma incorreta de trabalhar, desrespeito às normas de segurança, ou seja, ações conscientes ou inconscientes que possam causar acidentes ou ferimentos;
Causas de Acidente de Trabalho

Condição insegura

É a condição do ambiente de trabalho, que cause o acidente ou contribua para sua ocorrência.

Consequências Dos Acidentes de Trabalho

PARA O TRABALHADOR:
Ferimentos, afastamento do trabalho,
redução de salário, dependência seguro
INSS;

PARA A EMPRESA:
Pagamento dos primeiros 15 dias
de afastamento, sobrecarga aos colegas de setor, que trabalhão mais para suprir a falta do colaborador acidentado

PARA A FAMÍLIA:
Redução no orçamento,
Despesas com remédios,
Tratamento;

PARA O PAÍS:
Perda temporária ou permanente do trabalhador,
Contribuição para aumento de
impostos e taxas de seguros ,
Mais dependentes da coletividade.

Doença do Trabalho

A doença do trabalho diferencia-se da doença profissional em vários pontos. Ela resulta de condições especiais em que o trabalho é exercido e com ele relaciona-se diretamente.
Sendo uma doença genérica (que acomete qualquer pessoa), exige a comprovação do nexo causal, ou seja, o trabalhador deverá comprovar haver adquirido a doença no exercício do trabalho.


Acidente de Trajeto
Conceito Prevencionista

Resumindo, qualquer que seja o trajeto, se não for o trajeto normal de casa para o trabalho e do trabalho para casa não será qualificado como acidente de trajeto. O empregador pode exigir provas no caso de um acidente de trajeto, por isso quem for vítima, deverá trazer um comprovante de atendimento hospitalar, ou um Boletim de Ocorrência da PM, ou comprovante de atendimento do SAMU, ou outros.

Acidente de Trajeto
Conceito Prevencionista

A forma de locomoção não influencia na caracterização do acidente: o empregado pode estar de moto, a pé, de bicicleta, carro, transporte coletivo, ou outro de qualquer natureza. No entanto, quando o colaborador é usuário de vale transporte, deve tomar alguns cuidados. Vamos supor que o mesmo se declara usuário de transporte coletivo e utiliza o vale transporte, mas utiliza a bicicleta para ir e voltar do trabalho. Se sofrer um acidente, pode ser entendido como desvio de trajeto e mais sério ainda, desvio de conduta (declaração mentirosa) o que pode causar demissão por justa causa.

Consequências Dos Acidentes de Trabalho

Inspeção de Segurança


INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a segurança dos trabalhadores.

Uma inspeção para ser bem aproveitada, necessita de planejamneto e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la.
A classificação dos riscos pode ser feita após a inspeção, através de consenso entre os participantes.
Para as não conformidades detectadas na inspeção, após a mesma, fazer uso das ferramentas do programa de segurança que se aplicam.

Inspeções de Rotina
Definição
São aquelas realizadas diariamente nos diversos setores/áreas da empresa, pelos cipeiros e funcionários com vistas à identificação de deficiências existentes que possam resultar em danos ao colaborador, instalação e/ou produto. Estas inspeções podem ser ou não orientadas por checklist.
Ex.: Início de atividade produtiva, início de turno, no posto de trabalho, na adoção de “Permissão para Trabalho-PT”, etc.

Inspeções Programadas

Definição
São aquelas realizadas nos diversos setores/áreas da empresa, por grupo de funcionários (cipeiros) acompanhados por representante do setor inspecionado, nas datas e horários sempre que possível previamente definidos em “Programa Anual de Inspeções”, com o objetivo de serem verificadas as condições sanitárias, ordem, limpeza e conforto, uso e operação de edificações, máquinas, equipamentos, dispositivos, instalações de energia (elétrica, hidráulica, etc.) e outros com vista à eliminação de deficiência que possa causar acidentes.


GERAL
:
Consiste na verificação de todos os seguimentos da empresa, considerando todas as ocorrências e não conformidades existentes

ESPECÍFICAS:
Instalações elétricas;
Edificação;
Instalações hidráulicas;
Dispositivos de proteções em máquinas e equipamentos;
Iluminação;
Sistemas de emergência (saídas de emergência, iluminação de emergência, sistemas contra incêndio, etc)

Tipos de Inspeções Programadas

Inspeções Extraordinárias

Definição
São aquelas realizadas por grupos previamente escolhidos, com a obrigatória participação de Técnicos ou Engenheiros de Segurança do Trabalho, representante da área e representante da Engenharia da empresa, com vistas à detecção/eliminação de riscos de acidentes que possam ser gerados por ocasião da introdução de mudanças ou alterações nos processos de fabricação, layout, instalações, máquinas, equipamentos, dispositivos, ou outras condições de trabalho, bem como aquelas realizadas oficialmente por Órgãos ou Entidades ligadas aos Poderes Públicos.

Campanhas de Segurança
Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação e sensibilização dos colaboradores, transmitindo conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho.
Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:
Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;
Campanha Interna de Prevenção da AIDS ;
Antitabagismo - cabe também à CIPA, recomendar que em todos os locais de trabalhos e adotem medidas restritivas ao hábito de fumar.

Riscos Ambientais
São aqueles causados por agentes físicos, químicos ou biológicos que, presentes nos ambientes de trabalho, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador em função de sua natureza, concentração, intensidade ou tempo de exposição. Alguns fatores que podem causar riscos ambientais são:

Agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações etc.;
Agentes químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores que podem ser absorvidos por via respiratória ou através da pele etc.;
Agentes biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros;
Agentes ergonômicos: esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, monotonia, repetitividade, etc.
Agentes mecânicos (Acidentes): arranjo físico inadequado, risco de explosão, entre outros.



Obs.: Os riscos destacados acima, não se aplicam à situação real da nossa empresa, cabendo somente a título de conhecimento e informação.


Prioridades no Controle de Risco


Eliminar o risco;

Neutralizar / isolar o risco, através do uso de Equipamento de Proteção Coletiva;

Proteger o trabalhador através do uso de Equipamentos de Proteção Individual.







Medidas Corretivas

Se o trabalho é realizado em locais onde há a exposição a agentes que podem prejudicar a saúde, a empresa é obrigada, por lei, a fornecer gratuitamente equipamentos e proteção individual (EPIs) adequados, orientar e fiscalizar para que os trabalhadores utilizem corretamente estes equipamentos e adotar medidas que amenizem os riscos.Por outro lado, se a empresa cumpre suas obrigações, fornecendo e fiscalizando o uso dos equipamentos de proteção, cabe ao trabalhador acatar e cumprir estas determinações. Caso o trabalhador se negue a usar corretamente os equipamentos de segurança, ele será primeiramente advertido e caso continue se negando a utilizar estes equipamentos, poderá caracterizar falta grave e o mesmo pode ser demitido por justa causa.



Mapa de Riscos




Mapeamento de Riscos

O Mapeamento de risco é um levantamento dos locais de trabalho, apontando os riscos que são sentidos e observados pelos próprios trabalhadores de acordo com a sua sensibilidade, que tem por objetivo:


Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação;
Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os funcionários.

O processo de trabalho no local analisado;
Identificar os riscos existentes no local analisado;
Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;
Identificar os indicadores de saúde;
Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;
ElaboConhecer rar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa, indicando através de círculos, colocando em seu interior o risco levantado (cor), agente especificado e número de trabalhadores expostos.

Mapeamento de Riscos
Etapas de Elaboração
Equipamento de Proteção Individual E.P.I.
O Equipamento de Proteção Individual - EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado a proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua saúde.
O uso deste tipo de equipamento só deverá ser feito quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para a atenuação dos riscos e não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. Conforme dispõe a Norma Regulamentadora 6, a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
Equipamento de Proteção Individual
EXEMPLOS:

Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares;
Proteção respiratória: máscaras e filtro;
Proteção visual e facial: óculos e viseiras;
Proteção da cabeça: capacetes;
Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes;
Proteção de pernas e pés: sapatos, botas e botinas;
Proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões

Equipamento de Proteção Individual
O colaborador também terá que observar as seguintes obrigações:

Utilizar o EPI apenas para a finalidade a que se destina;
Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
Não compartilhar o mesmo;
Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio ao uso; e
Cumprir as determinações do empregador sob o uso pessoal.

Equipamento de Proteção Individual
Dentre as atribuições exigidas pela NR-6, cabe ao empregador as seguintes obrigações:

Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade;
exigir seu uso;
Fornecer ao trabalhador somente o equipamento aprovado pelo órgão, nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
Substituir imediatamente o EPI, quando danificado ou extraviado;
Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e
Comunicar o MTE qualquer irregularidade observada.

Equipamento de Proteção Individual
Equipamento de Proteção Coletiva
E.P.C.
Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC, são equipamentos utilizados para proteção de segurança, enquanto um grupo de pessoas realizam determinada tarefa ou atividade. O Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) deve ser usado primordialmente ao uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI), por exemplo: um equipamento de enclausuramento acústico deve ser a primeira alternativa a ser indicada em uma situação onde houver risco físico de ruido, por proteger um coletivo. E somente quando esta condição não for possível, deve ser pensado o uso de protetores auditivos como Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) para proteção dos trabalhadores, pois são de uso apenas individual.

Equipamento de Proteção Coletiva
Como exemplos de EPC podem ser citados:

Enclausuramento acústico de fontes de ruído;
Exaustores para gases, névoas e vapores contaminantes;
Ventilação dos locais de trabalho;
Proteção de partes móveis de máquinas;

Equipamento de Proteção Coletiva
Como exemplos de EPC podem ser citados:

Enclausuramento acústico de fontes de ruído;
Exaustores para gases, névoas e vapores contaminantes;
Ventilação dos locais de trabalho;
Proteção de partes móveis de máquinas;

Equipamento de Proteção Coletiva
Combate Incêndio

A Proteção Contra Incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que possa parecer. A primeira vista, imagina-se que ela é composta pelos equipamentos de combate à incêndio fixados nas edificações, porém, esta é apenas uma parte de um sistema, é necessário o conhecimento e o treinamento dos ocupantes da edificação. Estes deverão identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio, bem como agir com calma e racionalidade sempre que houver início de fogo, extinguindo-o e/ou solicitando ajuda ao Corpo de Bombeiros através do telefone 193 ( se necessário). Fogo e Incêndio apesar de serem similares, observaremos as diferenças a seguir.

Combate Incêndio
Como Evitar um Incêncio
Além dos combustíveis, para que haja fogo, também é necessário uma fonte de calor, que em alguns casos, até o calor do sol é suficiente para combustão.
Todo fogo é alimentado pelo oxigênio, portanto completando o triângulo do fogo, existe o comburente.
Eliminando-se qualquer um desses elementos, não haverá fogo.

Recomendações Para se Evitar o Fogo
Armazenagem adequada de materiais combustíveis e inflamáveis;
Cuidados com instalações elétricas;
Instalação de para-raios;
Manter ordem e limpeza;
Cuidado com fumantes;
Riscos de faíscas e fagulhas.

Definição de fogo:

É um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de materiais diversos.


Elementos que compõem o fogo:

• Combustível
• Comburente (oxigênio)
• Calor
• Reação em cadeia

Proteção Contra Incêndio


Definição de incêndio: Um incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado, que pode ser extremamente perigosa para os colaboradores e as estruturas.
O princípio de incêndio pode ser controlado, amenizado e excluído, com a ação dos equipamentos de combate a incêndio portáteis. São eles: extintores, hidrantes, chuveiros automáticos (sprinklers).

Proteção Contra Incêndio

Para a exclusão do fogo , não basta saber onde está o extintor, e sim qual tipo de fogo está ocorrendo, para assim aplicar o extintor correto para cada classe de incêndio, que dividem-se em:

Classe A: Incêndio em materiais combustíveis sólidos, que deixam resíduos, como madeira, plástico, papelão, tecido entre outros.
O extintor aplicado neste tipo de fogo é o água pressurizada (AP).

Proteção Contra Incêndio
Classe B: Incêndio em combustíveis líquidos inflamáveis, como gasolina, querosene, graxas, entre outros.
O extintor aplicado neste tipo de fogo é o pó químico seco (PQS)

Proteção Contra Incêndio

Classe C: Incêndio em materiais elétricos energizados, como computador, entre outros.
O extintor aplicado neste tipo de fogo é o gás carbônico (CO2)

Classe de incêndio D: Incêndio em materiais pirofóricos (metais
combustíveis), magnésio, titânio, zinco, outros.
Nesta classe de incêndio, aplica-se extintores de pó especial.

Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e visualização;
Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por um círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas amarelas;
Embaixo do extintor, no piso, deverá ser pintada uma área de no mínimo 1m x 1m, não podendo ser obstruída de forma nenhuma;
Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do piso;
Extintores não poderão estar instalados em paredes de escadas e não poderão ser encobertos por pilhas de materiais.

Localização e Sinalizaçãodos Extintores
Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta retirar um desses elementos.
Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por resfriamento.

Método de Extinção do Fogo
Campanhas de Segurança e Saúde.
Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST
AIDS
O HIV, o vírus da Aids, é um retrovírus que, ao invés de ter DNA, possui RNA, ou seja, no seu processo de infecção da célula hospedeira, tem que transformar seu RNA em DNA. Essa característica o torna muito variável, como todo retrovírus. O HIV é da família lentivírus, indicando que entre a infecção e a manifestação, podem decorrer vários anos.
Ao penetrar no corpo humano, e logo nas primeiras semanas de infecção, o HIV aloja-se nos nódulos linfáticos, que se tornam reservatórios do vírus - 98% das células de defesa ficam nesses nódulos e não no sangue: o intestino também é um grande reservatório dessas células. Nos nódulos linfáticos encontram-se, no mínimo, 10 vezes mais HIV do que no sangue. Nestes nódulos, o HIV pode ficar “inativo” durante muito tempo.

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS
Sexual - Durante a relação sexual com penetração anal, vaginal ou oral sem camisinha, com pessoas infectadas.

Sanguínea - Receber sangue contaminado, por meio de transfusões, usando seringas e agulhas ou materiais perfurocortantes, inseminação artificial ou transplante de órgãos.

Vertical ou Perinatal - Durante a gestação, parto ou aleitamento, caso a mãe esteja infectada.

Não há contaminação com o vírus HIV, bebendo no mesmo copo, usando o mesmo banheiro, beijando ou abraçando uma pessoa infectada e sim com relações sexuais imprudentes, sem proteção alguma.

Formas de Transmissão do Vírus
Tabagismo
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o comportamento de fumar.O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Caso as atuais tendências de expansão do seu consumo sejam mantidas, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030, sendo metade delas em indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos).
Tabagismo no Mundo
As ações educativas dividem-se em pontuais e contínuas. As ações pontuais envolvem campanhas (Dia Mundial sem Tabaco, Dia Nacional de Combate ao Fumo e Dia Nacional de Combate ao Câncer), que têm como perspectiva comum a sensibilização e informação da comunidade e as lideranças em geral sobre o assunto, bem como a divulgação através da mídia e a realização de eventos como congressos, seminários e outros para chamar a atenção de profissionais de saúde sobre o tema.

As ações contínuas objetivam manter um fluxo contínuo de informações sobre prevenção do câncer, tanto em relação ao tabagismo como aos demais fatores de risco de câncer. Considera-se que culturas e hábitos são passíveis de mudança somente a longo prazo. Portanto, essas ações utilizam canais para alcançar a comunidade de forma contínua e dentro da realidade de sua rotina. Dessa forma, através da realização de atividades sistematizadas em subprogramas dirigidos aos ambientes de trabalho, escolas e às unidades de saúde, o tema é inserido nas rotinas desses ambientes.

Tabagismo no Mundo
Outro passo importante nesse processo implica no desenvolvimento de ações que apoiem o fumante que queira parar de fumar. Desta forma, o Módulo Ajudando seu Paciente a Deixar de Fumar, surge com o objetivo de capacitar profissionais de saúde para que possam apoiar de forma efetiva os fumantes da comunidade no processo de cessação de fumar.

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, heroína, álcool, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 a 19 segundos. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades tendem a ser menores a cada dia.
As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco:
10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão;
5 vezes maior de sofrer infarto;
5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar;
2 vezes maior de sofrer derrame cerebral.


Tratamento do Tabagismo
Se parar de fumar agora:

Após 20 minutos sua pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal;
Após 2 horas não há mais nicotina no seu sangue
Após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
Após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
Após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora
Após 10 anos o risco de sofrer infarto do coração será igual ao de quem nunca fumou, e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai à metade;
Após 20 anos o risco de desenvolver câncer de pulmão será quase igual ao de quem nunca fumou.

Então... Pratique essa idéia!
Primeiros Socorros

Introdução

Tratam-se de procedimentos de emergência, os quais devem ser aplicados à vítimas de acidentes, mal súbito ou em perigo de vida, com o intuito de manter sinais vitais, procurando evitar o agravamento do quadro no qual a pessoa se encontra. É uma ação individual ou coletiva, dentro de suas devidas limitações em auxílio ao próximo, até que o socorro avançado esteja no local para prestar uma assistência mais minuciosa e definitiva.
O socorro deverá ser prestado sempre que a vítima não tiver condições de cuidar de si própria, recebendo um primeiro atendimento e logo acionando-se o atendimento especializado (CBMERJ-SAMU)



Ações do Socorrista
Isolar a área, evitando o acesso de curiosos;
Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor;
Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou pés;
Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento;
Procurar que haja comunicação imediata com hospitais, ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário;
Agir rapidamente, porém respeitando os seus limites e o dos outros;
Transmitir à vítima, tranquilidade, alívio, confiança e segurança, e quando estiver consciente, informar-lhe que o atendimento especializado está a caminho;
Utilize-se de conhecimentos básicos de primeiros socorros, improvisando, se necessário;
Nunca tome atitudes das quais não tem conhecimento, com intuito de ajudar, apenas auxilie dentro de sua capacidade.
Todo procedimento de primeiros socorros deve começar com a avaliação das condições da(s) vítima(s).
Devem-se observar sinais (tudo o que se observa ao examinar uma vítima: respiração, pele fria, palidez, etc.), sintomas (é o que a vítima informa sobre si mesma: náusea, dor, vertigem, etc.) e sinais vitais (sinais cuja ausência ou alteração indica grave irregularidade no funcionamento do organismo. São eles: pulso (batimentos cardíacos), respiração, pressão arterial e temperatura. Existem estudos à luz das evidências científicas atuais que a dor pode ser considerada o quinto sinal vital, uma vez que somente os vivos sentem dor.
Desta forma um ponto importante tanto para o socorrista profissional ou leigo será em primeiro momento avaliar o nível de consciência de sua vítima usando um parâmetro muito simples, chamado A.V.D.S.:
A (ALERTA)
V (RESPONDE À VOZ)
D (RESPONDE À DOR)
S (SEM RESPOSTA)

Ações do Socorrista
Em primeiro lugar, abordar a vítima independente do mecanismo sendo traumático ou clínico:
Se ao tocar na vítima, o socorrista percebe uma reação espontânea, concluímos que ela está na fase A (ALERTA). Isto é um indício de que existe atividade neurológica: o cérebro está sendo suprido de oxigênio, pois para isto acontecer ele tem de estar estimulando o grupo muscular da respiração, como musculatura diafragmática e intercostal (caixa torácica).
Já a fase V (VOZ), é percebida quando a vítima não responde ao ser chamada pelo nome. É bom lembrar que a audição é um dos últimos sentidos a serem perdidos antes de o cérebro entrar em estado de inconsciência.
Não havendo nenhuma resposta à solicitação verbal, estimularemos a D (DOR):
Feche a mão e com a área da dobra dos dedos friccionar o externo da vítima, que fica localizado no meio do tórax, na junção das costelas. Havendo uma resposta muscular da vítima tanto em tentar inibir o estímulo ou qualquer outra que seja, saberemos que ainda existe uma atividade neurológica funcional, pois o cérebro ainda recebe oxigênio.

Ações do Socorrista
Entretanto, se não houver nenhum tipo de resposta como em não estar em ALERTA, responsivo à VOZ ou à DOR, a vítima está no estágio de I (INCONSCIÊNCIA), no qual o cérebro não mais recebe oxigênio e por falta deste não haverá estímulo muscular. O que preocupa é a possibilidade da necrose, que é a morte de parte dos tecidos dos cérebro por escassez de oxigênio. Isso pode levar à paralisia, ao coma, e, em casos mais graves, à morte. Acontece também o que chamamos de relaxamento muscular generalizado, e o músculo da cavidade bucal, localizado imediatamente abaixo da língua, pode fazê-la inclinar-se para trás, o que obstrui a passagem de ar.

Ações do Socorrista
Consiste na perda transitória de consciência e da força muscular, devido a
diminuição do sangue e oxigênio no cérebro, sem a parada da respiração.
Sinais e Sintomas:

Tontura
Sensação de mal-estar
Pele fria, pálida e úmida
Suor frio
Perda da consciência.

Desmaio
Como Agir?
Arejar o ambiente;
Desapertar as roupas ;
Se a vítima estiver consciente:
Fazê-la sentar-se com os joelhos pouco afastados e a cabeça entre os
mesmos
Se a vítima estiver inconsciente:
Colocá-la com a cabeça em nível mais baixo que o resto do corpo e virada
para o lado durante o tempo necessário.

Asfixia
Consiste na obstrução mecânica das vias aéreas.


Sinais e Sintomas:

Incapacidade de falar ;
Respiração difícil e barulhenta ;
Gestos de sufocação .

Vítima consciente:

Encoraje-a para tossir vigorosamente.
Se a vítima continua asfixiada, faça a Monobra de Heimlich – coloque ambos os braços em torno do abdome, logo acima do umbigo. Segure seu punho com a outra mão e dê quatro apertões rápidos e vigorosos (para dentro e para cima).
Verifique a boca para ver se expeliu o corpo estranho, remova o objeto somente se visível ;
Repetir o ciclo até passar a asfixia ou a vítima ficar inconsciente.

Como Agir:
É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria.

Hemorragia
Como Agir?
Deitar a vítima imediatamente com a cabeça mais baixa que o corpo;
Cobrir o ferimento com compressa improvisada e comprimi-la com firmeza;
Colocar uma bolsa de gelo ou compressas frias;
Tranquilizar o acidentado se ele estiver consciente;
Suspender a ingestão de líquidos;
Elevar o segmento ferido a nível mais alto que o coração.

Transporte de Pessoas Acidentadas
O transporte adequado de feridos é de suma importância. Muitas vezes, a vítima pode ter seu quadro agravado por causa de um transporte feito de forma incorreta e sem os cuidados necessários. Por isso é fundamental saber como transportar um acidentado, para justamente não ocasionar uma lesão mais grave ou agravar a existente.

E AÍ CIPEIROS, PREPARADOS?
Agradecemos a presença de todos.
Tenham uma ótima tarde!

Elaboração e Treinamento: Téc. Segurança Rosilane Ferreira
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