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SISTEMAS DE DUTOS NO BRASIL E NO MUNDO

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Guilherme Piva

on 12 November 2013

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SISTEMAS DE DUTOS NO BRASIL E NO MUNDO
é uma instalação composta de tubos ligados entre si, que tem como função a movimentação de petróleo e seus derivados (oleodutos), e gás natural (gasodutos). O movimento dos produtos se dá por pressão ou arraste destes por meio de um elemento transportador. As dutovias trabalham de forma singular, comparando-se aos demais modais de transporte. Os dutos atuam todos os dias da semana, 24 horas por dia, com restrições de funcionamento somente durante manutenção e mudança de produto transportado.
Os dutos podem ser classificados pela sua localização em relação ao meio: enterrado, aéreo, submarino, flutuante; pelo material de constituição: aço e materiais "não metálicos"; pela rigidez: rígido ou flexível; pela temperatura de operação: normal ou aquecido e, finalmente, pelo produto que transporta: oleoduto ou gasoduto.
O transporte de cargas é de extrema importância para a economia de um país, determinando a ocorrência de exportações.
Na determinação do meio mais apropriado ao transporte, é imprescindível avaliar todas as rotas possíveis, estudando as vantagens de cada percurso.
INVESTIMENTO
ALTO
ALTERNATIVA COMPETITIVA
VANTAGENS
Alto nível de segurança, transportabilidade constante e baixo custo operacional, as dutovias permitem o transporte de petróleo, gasolina, diesel, óleo combustível, minérios, gás natural, e outros
Critérios que devem
ser considerados:
segurança
Acadêmicos: Guilherme Piva, Nauana Savaris,
Taciana Girelli e Willian Gonzatto

No Brasil, cerca de 60% de toda produção é transportada pela malha rodoviária, as ferrovias são responsáveis por apenas 21% e o modo aquaviário por 14%. Os sistemas dutoviário e aéreo não alcançam 5% da produção.
natureza da carga
menor custo
VERSATILIDADE
RAPIDEZ
capacidade de transporte
Comparação entre modais:
DUTO
CUSTO OPERACIONAL
BAIXO
+
=
DESVANTAGENS
Um acidente que ocorra com eles interrompe o processo causando prejuízos, contaminações e enormes transtornos operacionais.
Dutos estão sujeitos à corrosão, erosão, queda de rochas, deslizamentos de terra, os quais podem gerar vazamentos, que devido à alta pressão em que os produtos são bombeados, e da periculosidade das substâncias transportadas, os danos geralmente são em grande escala.
Operários consertando duto da Petrobras que rompeu em Mogi das Cruzes (SP), 2010. Cerca de 180 m³ de gasolina vazaram.
CLASSIFICAÇÃO
DUTO ENTERRADO
Os dutos subterrâneos são enterrados de forma a garantir sua proteção contra intempéries e acidentes provocados por outros veículos e máquinas agrícolas, como também contra o vandalismo. Este tipo de duto tem como vantagem a segurança em caso de ruptura ou vazamentos, já que uma camada de solo os envolve.
Os dutos aparentes ficam sobre o solo, o que ocorre nas chegadas e saídas das estações de bombeio, nas estações de carregamento e descarregamento. Conforme o terreno, sua inclinação e a presença de rochas, a instalação de dutos subterrâneos torna-se difícil e até mesmo inviável economicamente.
Já os dutos aéreos são aqueles alocados acima do solo, quando o terreno fizer necessária tal disposição, como para vencer grandes vales, cursos d’água, pântanos ou terrenos muito acidentados.
DUTO AÉREO
DUTO FLUTUANTE
DUTOS APARENTES
No transporte ou transferência de produtos por dutovias, dois sistemas podem ser empregados, o sistema forçado e o sistema por gravidade.
O aço é um dos materiais constituintes dos dutos, já que sua resistência às intempéries e às altas pressões admite construir tubulações de grande extensão. Também pode-se fazer tubulações de concreto armado, mas estas geralmente são empregadas em redes de coleta de esgoto, emissários e adutoras em cidades.
DUTO METÁLICO
TRANSPORTE DUTOVIÁRIO BRASILEIRO
O transporte Dutoviário no Brasil vem despontando como uma das formas mais econômicas de transporte para grandes volumes, principalmente de óleo, gás natural e derivados. Embora apresente vantagens, menos de 5% da necessidade de carga é transportada por dutos no Brasil
Na 16ª posição no ranking mundial, o país tem somente 22 mil Km de dutovias em operação. Fica atrás da União Europeia (800 mil) e de outros países com menor extensão territorial, como México (40 mil), Argentina (38 mil) e Austrália (32 mil).
Brasil em relação a outros países:
O transporte Dutoviário pode ser dividido em:
Oleodutos:
os produtos transportados são o petróleo, óleo combustível, gasolina, diesel, álcool, GLP, querosene e nafta, e outros.
transportando sal-gema, minério de ferro, concentrado fosfático, cimento. O transporte destes materiais é feito por tubulações que possuem bombas especiais, capazes de impulsionar cargas sólidas ou em pó.
cujo produto transportado é o gás natural.
Minerodutos e
Polidutos:
Gasoduto:
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) menciona um exemplo de benefício quando se usa o transporte dutoviário: a vazão média de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em um bombeio recebido nos dutos da Liquigás é de 150 toneladas por hora. Aproximadamente 144 caminhões a mais estariam em circulação nas rodovias para transportar a mesma quantidade de gás. Isto acarreta em mais chances de congestionamentos e maior risco de acidentes.
Dutos no Brasil
A partir da criação da Petrobras, o transporte por dutos foi intensificado com a construção dos oleodutos na Região de Produção da Bahia. Em 1954, o Conselho Nacional do Petróleo (CNP) criou a Comissão da Rede Nacional de Oleodutos (CRENO), com o objetivo de efetivar estudos técnicos e econômicos para a organização da Rede Nacional de Oleodutos.
Na década de 1960 iniciou-se a operação do primeiro duto de grande extensão no país, o Oleoduto Rio/Belo Horizonte, com diâmetro de 18" e 365 km de extensão. A década de 70 caracteriza-se pelo implemento de importantes obras na área de dutos, dentre elas a construção do oleoduto São Sebastião/Paulínia, oleodutos São Sebastião/Guararema/ Paulínia, Paulínia/Barueri e Guararema/São José dos Campos além do oleoduto Angra dos Reis/Caxias. Uma grande obra da década foi a do oleoduto São Sebastião/Paulínia com diâmetro de 24" e 226 km de extensão.
Construção do Oleoduto Rio/Belo Horizonte
A Petrobras tem uma produção média diária de 1,8 milhões de barris por dia e 44 milhões de m³ de gás natural. Conta com uma malha de 15.772 Km de dutos, destes a Transpetro opera 9.067 km de dutos (70 % oleodutos), sendo que aproximadamente 4.550 km são dutos de transporte e representam uma capacidade nominal de 302.559.260 m³/ano. A carga movimentada na Transpetro em oleodutos é de 396 milhões de m³ de petróleo, derivados e álcool por ano, enquanto nos gasodutos foram movimentados 22,23 bilhões de m³ de gás natural em 2012.
A Regional Sul apresenta importantes terminais marítimos, abastecendo a refinaria do Paraná através do oleoduto "OSPAR", tendo ainda o poliduto "OLAPA". O Rio Grande do Sul possui dutos do terminal TEDUT em Osório à refinaria REFAP e dutos interligando esta à COPESUL, dentre outros.
Acidentes com petróleo e derivados, no Brasil
Fevereiro de 1984 - 93 mortes e 2.500 desabrigados na explosão de um duto da Petrobrás na favela Vila Socó, Cubatão – SP.
VILA SOCÓ
21 de julho de 1997 - Vazamento de FLO (produto usado para a limpeza ou selagem de equipamentos) no rio Cubatão (SP) - Petrobrás.
6 de agosto de 1999 - Vazamento de 3 mil litros de óleo no oleoduto da refinaria da Petrobrás que abastece a Manaus Energia atinge o Igarapé do Cururu (AM) e Rio Negro. Danos ambientais ainda não recuperados.
11 de março de 2000 - Cerca de 18 mil litros de óleo cru vazaram em Tramandaí, no litoral gaúcho, quando eram transferidos de um navio petroleiro para o Terminal Almirante Soares Dutra (Tedut), da Petrobras, na cidade. O acidente foi causado pelo rompimento de uma conexão de borracha do sistema de transferência de combustível e provocou mancha de cerca de três quilômetros na Praia de Jardim do Éden.
16 de fevereiro de 2001 - Rompe mais um duto da Petrobrás, vazando 4.000 mil litros de óleo diesel no Córrego Caninana, afluente do Rio Nhundiaquara, um dos principais rios da região. Este vazamento trouxe grandes danos para os manguezais da região, além de contaminar toda a flora e fauna. O Ibama proibiu a pesca até o mês de março.
O transporte dutoviário possui diversas vantagens em relação aos demais modais de transporte, o que nos mostra a importância deste tipo de transporte e de se investir nele. O sistema dutoviário apresenta alta confiabilidade, já que não depende do turno em que será realizado o transporte, nem da situação climática e atmosférica. Poderia ser mais aproveitado, diminuindo o fluxo de caminhões nas estradas, a emissão de gases poluentes e o risco de acidentes.
OBRIGADO!
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