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O poema épico

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by

Jana.jana Silva

on 3 August 2016

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Transcript of O poema épico

Partes da OBRA
PLANOS TEMÁTICOS
CANTO II
CANTO III
Partes do poema épico
PROPOSIÇÃO - o poeta diz qual é o tema de sua história e qual é o (s) heroi(s) de seu poema.

INVOCAÇÃO - o poeta pede às MUSAS (Tágides) que o inspirem para que possa cantar/contar a história.
Características da epopeia
Fala de heróis e deuses: seres que estão acima do comum;

o poeta se comporta como um porta voz dos deuses (aedo ou rapsodo), por isso pede o auxílio da musa (memória), como uma REVERÊNCIA.
Estrutura
A epopeia se divide em várias partes denominadas CANTOS;

A Odisseia possui 24 CANTOS que se dividem em quatro partes.

O poema épico
DEDICATÓRIA - o poeta dedica o poema a D. Sebastião.

NARRAÇÃO - o poeta narra as aventuras do herói.
TOM ELEVADO e DEUS EX MACHINA
O poeta pede aos deuses uma forma de cantar que seja digna de glória, pois ele quer falar de seres especiais.
a interferência divina na vida dos heróis é conhecida como
deus ex machina
.
O poeta indica o assunto da obra, pede inspiração às ninfas do Tejo e dedica o poema ao Rei D. Sebastião. Na estrofe 19 inicia a narração de viagem de Vasco da Gama.
A Armada já se encontra no Oceano Índico.
Os deuses do Olimpo se reúnem em Concílio convocado por Júpiter, para decidirem se os Portugueses deverão chegar à Índia.

Com o apoio de Vénus e Marte e apesar da oposição de Baco, a decisão é favorável aos Portugueses que, entretanto, chegam à Ilha de Moçambique.
Baco prepara-lhes ciladas. Vénus intervém.
No final do Canto, o poeta reflecte acerca dos perigos que em toda a parte espreitam o Homem.
Cantos I
O rei de Mombaça, influenciado por Baco, convida os Portugueses a entrar no porto para os destruir. Vasco da Gama, ignorando as intenções, aceita o convite, pois os dois condenados que mandara a terra colher informações tinham regressado com uma boa notícia de ser aquela uma terra de cristãos. Na verdade, tinham sido enganados por Baco, disfarçado de sacerdote. Vénus, ajudada pelas Nereidas, afasta a Armada, da qual se põem em fuga os emissários do Rei de Mombaça e o falso piloto.

Vénus comove-se e vai pedir a Júpiter que proteja os Portugueses, e ele acede, profetizando futuras glórias aos Lusitanos. Na sequência do pedido, Mercúrio é enviado a terra e, em sonhos, indica a Vasco da Gama o caminho até Melinde. O rei de Melinde pede a Vasco da Gama que lhe conte a história do seu país.

O poeta invoca Calíope;
Vasco da Gama inicia a narrativa da História de Portugal. Segue-se a formação da nacionalidade e depois a enumeração dos feitos guerreiros dos Reis da 1.ª Dinastia, de D. Afonso Henriques a D. Fernando.

Destacam-se os episódios de Egas Moniz e da Batalha de Ourique, no reinado de D. Afonso Henriques, e o da Formosíssima Maria, da Batalha do Salado e de Inês de Castro, no reinado de D. Afonso IV.

Os Lusíadas se dividem em 10 cantos, que se dividem em 4 partes.
"o mito é a história de um povo, é a identidade primeira e mais profunda de uma coletividade que se quer explicar." (Claude Levy-Strauss)
O MITO é essencial para o poema épico.
E vós, Tágides minhas, pois criado
A
Tendes em mi um novo engenho ardente,
B
Se sempre em verso humilde celebrado
A
Foi de mi vosso rio alegremente,
B
Dai-me agora um som alto e sublimado,
A
Um estilo grandíloco e corrente,
B
Por que de vossas águas Febo ordene
C
Que não tenham enveja às de Hipocrene.
C

Os Lusíadas
I. Plano da Viagem
II. Plano da História de Portugal
III. Plano do Poeta
IV. Plano da Mitologia
CANTO IV
Vasco da Gama prossegue a narrativa da História de Portugal até ao momento, do reinado de D. Manuel, em que a Armada de Vasco da Gama parte para a Índia.

Narra a Revolução de 1383-85 e ressalta a figura de Nuno Álvares Pereira na Batalha de Aljubarrota;
Seguem-se os acontecimentos dos reinados de D. João II, sobretudo os relacionados com a expansão para África.

Narração dos preparativos da viagem à Índia, desejo que D. João II não conseguiu concretizar antes de morrer e que iria ser realizado por D. Manuel.
Os rios Indo e Ganges apareceram em sonhos, profetizando as futuras glórias do Oriente.
Este canto termina com a partida da Armada, cujos navegantes são surpreendidos pelas palavras pessimistas de um velho que estava na praia, entre a multidão. É o episódio do Velho do Restelo.
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