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Conceitos de Eletrotécnica

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Rodrigo Caun

on 13 October 2015

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Transcript of Conceitos de Eletrotécnica

Cabeamento Estruturado
Consumidor
Produção
Distribuição
Pesquisa
Projeto
Vendas

Projeto Telefônico
Instalações
Pranchas do projeto
Projeto Telefônico, TV e Interfone
Projeto Elétrico
Aterramento
Documentação de projetos
Instalação para Força Eletromotriz
Métodos de acionamento
e proteção de MITs
UTFPR
Registro Conselho Regional
Luminotécnica
Energia
Composição da Matéria
Conceitos básicos de circuitos elétricos
Noções de magnetismo
Definição: essência básica de todas as coisas, responsável por todos os processos de transformação. propagação e interação que ocorrem no universo
Modelos Atômicos
Dalton
Thomson
Rutherford
Bohr
Nuvem Eletrônica
Carga Elétrica
As cargas elétricas elementares são: elétrons e prótons.
A carga de um elétron: 1e = 1,6 x 10^(-19) coulombs
Exemplo: 1 cm^(3) de cobre .... 8 x 10^(22) elétrons
Corrente elétrica
Definição: é o deslocamento de cargas dentro de um condutor quando existe uma diferença de potencial elétrico entre as suas extremidades. Tal deslocamento procura restabelecer o equilíbrio desfeito pela ação de um campo elétrico ou outros meios.
1 ampère = 1 coulomb / segundo
Diferença de potencial ou tensão
Definição: a diferença de potencial entre dois pontos de um campo eletrostático é 1 volt, quando o trabalho realizado contra as forças elétricas ao se deslocar uma carga entre esses dois pontos é de 1 joule por coulomb.
1 volt = 1 joule / coulomb
Resistencias elétricas
Definição: resistência elétrica corresponde a oposição interna do material à circulação das cargas.
R = p * (l / A)
Rt = Ro [1 + a * (T2 - T1)]
Circuitos mistos
Leis de Kirchhoff
Circuitos séries
Circuitos paralelos
Lei de Ohm
1ª Lei: A soma das correntes que chegam a um nó do circuito é igual à soma das correntes que se afastam.
2ª Lei: A soma dos produtos das correntes pelas resistencias em cada malha do circuito é igual à soma algébrica das forças eletromotrizes dessa malha.
Definição: Potência elétrica é a energia aplicada por segundo para realizar qualquer movimento ou para produzir calor, luz ...
Potência elétrica
1 watt = 1 joule / segundo
Medidores de potência
e de energia
Definição: Os medidores de potência são conhecidos como watímetros, que expressa a potência em watts por meio de fórmulas conhecidas
Medidor de energia elétrica
Wattímetro
Curva de demanda UFSCAR
Corrente Contínua (CC) e Corrente Alternada (CA)
Definição:
1. Corrente contínua é aquela cujo o valor e direção não se alteram ao longo do tempo.
2. Corrente alternada é uma corrente oscilatória que cresce de amplitude em relação ao tempo, segundo uma lei definida
Valor Eficaz
Definição: é a corrente constante que, no mesmo intervalo de tempo, produz a mesma quantidade de calor que uma corrente variável i(t).
Circuito C
Circuito L
Circuito R
Circuitos monofásicos
Circuito RLC
Ligação em triângulo
Circuitos trifásicos
Ligação em estrela
Circuitos CA em regime permanente
Magnetismo
Definição: magnetismo é a propriedade que têm certos materiais de atrair pedaços de ferro.
Exemplo: Magnetita, denominados ímãs naturais.
Definição: A intesidade de campo magnético em um ponto qualquer do espaço é representada por H e pode ser definida como a força que esse campo exerce sobre um pólo magnético unitário colocado nesse ponto.
Nota:
1. Regra da mão direita;
2. Princípio da Superposição.
Geração de F.E.M
Força do campo magnético
Indução eletromagnática
Força eletromotriz
Principais processos de geração de f.e.m:

1. Atrito;
2. Ação química;
3. Ação da luz;
4. Ação térmica;
5. Compressão;
6. Combinação de oxigênio e hidrogênio;
7. Indução eletromagnética.
Definição: campo magnético corresponde ao espaço ao redor do imã onde se verificam os fenômenos de atração e repulsão.
Intensidade de campo magnático
Campo Magnético
Prediais
Geração de energia elétrica
74,7%
0,1%
2,1%
21,5%
Transmissão
Transformador 18kV - 500kV (AC)
Transformador monofásico 500kV - 765kV (AC)
Saída de 600kV (DC)
Módulo de tiristores
Distribuição
Sistema Elétrico
2,1%
Potências de usinas Hidrelétricas
Usina de Itaipu
12.600 MW
Usina de Tucuruí
8.000 MW
Usina de Ilha Solteira
Usinas de Paulo Afonso I-II-III-IV
2.462 MW
3.444 MW
Usina de Jupiá
1.551 MW
Usina de Serra da Mesa
1.275 MW
Usina de Furnas
1.216 MW
Consumo Anual: 1.996 kWh/habitante
No Brasil,
Capacitor de filtragem do ripple
Conceitos de Eletroténica
Tipos de Potência de CA
1. Potência ativa;
2. Potência reativa;
3. Potência aparente.
Conceitos Básicos
Desenvolvido por,
Prof. MSc. Rodrigo da Ponte Caun

Elétricas
Generalidades, Classificação e Aplicação
Ligação de Motores
Proteção contra SOBRECARGA e CURTO-CIRCUITO
Diagramas de Partida
Chave estrela-triangulo
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Motor elétrico é a máquina capaz de transformar a energia elétrica em mecânica, usando em geral o princípio da reação entre campos magnéticos. A potência mecânica no eixo é expressa em "horsepower" (HP) ou cavalo-vapor (CV).
Classificação motores:
Corrente contínua, shunt ou série;
Corrente alternada, síncronos ou assíncronos ou diassíncronos.
Aplicações: Os motores de corrente contínua são aplicados quando se exige uma fina variação da velocidade e tração elétrica (bondes, ônibus, trens,...). Para pequenas e médias potências, sem necessidade de variação de velocidade, são empregados motores assíncronos (ventiladores, compressores, bombas, ...). Para altas potências usam-se mais frequentemente os motores síncronos, além disso podem ser utilizados para corrigir o fator de potência da instalação, operando em modo superexcitado. Os motores diassíncronos, funcionam com corrente contínua e alternada (aplicado a aparelhos eletrodomésticos).
Identificação dos motores
Ligação de motores
Ligação em estrela
Ligação em triângulo
Classe de isolamento
Classe
O Algodão, seda, papel e substâncias análogas, 90
quando não impreganados de óleo.
A Algodão, seda, papel etc, impregnados e re- 105
vestidos de esmalte sobre os condutores.
B Mica, asbestos, vidro e outras substâncias i- 125
norgânicas, combinados com substância or-
gânicas de união.
C Mica, asbestos, vidro revestidos com silicone 175
Isolante
Temperatura Máxima
(Celsius)
Dispositivos usados,
Fusíveis de ação retardada em todos os condutores do ramal não ligados à terra;
Chaves magnéticas com relés térmicos, usados na partida e proteção de motores;
Relés térmicos não-ajustáveis.
Instalação de motores
Autotransformador
Inversão de rotação
Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas - SPDA
Gradezas
e
Fundamentos
Lâmpadas
Métodos de Cálculos
de Iluminação
Tabelas
Artigos
relacionados
Luz
Definição: "É o aspecto da energia radiante que um
observador humano constata pela sensação visu-
al, determinado pelo estimulo da retina ocular.
Conceitos
Comprimento de onda;
Unidade de medida;
Fórmulas relacionadas.
Espectro da luz
Intensidade luminosa
É medida em Candelas (cd), e represen-
ta a intensidade luminosa na direção per-
pendicular, de uma superfície plana de á-
rea igual a 1,67x10^(-6) m2, de um corpo
negro à temperatura de fusão da platina, sob pressão de 101.325 N/m2.
Fluxo luminoso
É medida em Lúmen (lm) e corresponde ao fluxo
luminoso emitido no interior de um ângulo sólido de 1
esferroradiano, por uma fonte puntiforme de intensidade in-
variável e igual a 1 candela, em todas as direções.
Iluminância
É medida em lux, que corresponde ao fluxo luminoso de 1 lumen, aplicada a uma superfície plana de 1m2 na direção perpendicular, uniformemente distribuida.
Luminância
É medida em cd/m2 ou nit, que corresponde a área emissiva igual a 1m2 com intensidade luminosa de 1 candela em uma determinada direção.
Eficiência luminosa
É medida em lm/w, que corresponde na relação dos lumens emitidos pela lâmpada para cada watt consumido.
Curva distribuição luminosa
É a maneira no qual os fabricantes representam a
distribuição da intensidade luminosa nas diferentes direções.
Método dos lúmens
Os níveis recomendados para iluminação de interio-
res constam em Tabela, de acordo com a NBR -
5413 da ABNT. Para um uso mais específico,
considere as Tabelas a seguir, seguindo os
critérios abaixo:
Analisa-se a característica da tarefa e es-
colhe-se o seu peso;
Somam-se os valores encontrados, al-
gebricamente, considerando o sinal;
(a) Se -2 ou -3, iluminância inferior;
(b) Se +2 ou +3, iluminância superior;
(c) Outros casos, iluminância média.
Segundo passo: Luminária
Esta etapa depende de fatores como: ob-
jetivo da instalação (comerial, industrial,...)
fatores econômicos, razões da decoração,
facilidade de manutenção. Portanto, pra este
objetivo é indispensável o uso do catálogo do
fabricante.
Terceiro passo: Índice do local
Este índice relaciona as dimensões do ambiente
e a altura da luminária em relação ao plano de traba-
lho de acordo com o tipo de iluminação (direta, semidire-
ta, indireta e semi-direta.
k = c.l/h.(c+l)
Quarto passo: coeficiente de utilização
Este coeficiente relaciona o fluxo total e o fluxo útil, por isso, depende das dimenções do local, da cor do teto, das paredes e do acabamento das luminárias. Para tanto, é necessário definir uma numeração a partir da tabela de refletência, formado por 3 números, onde:
a b c

teto parede piso
Este fator relaciona o fluxo emitido no fim do período de manutenção da luminária e o fluxo inicial da mesma. Assim, quanto melhor for a manutenção das luminárias (limpeza e substituições) mais alto será o fator, entretanto mais dispendioso (vide Tabela de depreciação).
Primeiro passo: Seleção da Iluminância
Quinto passo: fator de depreciação
Sexto passo: fluxo total, número e espaçamento de luminárias
Definidas as etapas anteriores, pode-se definir o número de luminárias
necessárias para determinado nível de iluminamento. Para tanto,
Q = S.E/u.d
Por fim, define-se o número de luminárias por:
n = Q/q
Após, deve-se distribui-las uniformemente
no recinto, conforme Tabela
Método ponto por ponto
O método dos lúmens baseia-se no fluxo médio de luz numa área; o mé-
todo ponto por ponto, na quantidade de luz que incidirá em determinado
ponto da área. Portanto, é necessário o conhecimento da distribuição da luz
de diferentes fontes.
Fonte puntiforme
" O iluminamento é inversamente proporcional ao quadrado da distância."
Fonte linear infinita
" O iluminamento é inversamente proporcional a distância."
Fonte supercial de área infinita
" O iluminamento não varia com a distância."
Feixe paralelo de luz
" O iluminamento não varia com a distância."
Método das eficiêncas
É uma opção para o cálculo da iluminação geral utilizando uma fórmula bá- sica e simplificada, dada por:

n=S.Em.d/q.u.Bf

considere como valores médios d=1,25 e u=0,5.
Vida útil e rendimento de lâmpadas
Valores típicos de fluxo luminoso de lâmpadas
Refletância
Fator de depreciação
Espaçamento das luminárias entre si com relação às alturas de montagem
Iluminância para cada grupo de tarefas visuais (lux)
Iluminância em Lux, por tipo de atividade
Coeficientes de utilização
Fatores determinantes da iluminância adequada
Produtos para iluminação
Lâmpadas
LED é uma fonte que produz luz por fotoluminescência. LED é uma si-
gla da expressão Light Emitting Diod. Este tipo de lâmpada i-
mita algum fenômeno natural como as lâmpadas de fila-
mento e de descarga? Inicialmente, os LEDs eram ape-
nas indicadores de aparelhos que estavam ligados
ou desligados. Entretanto, os avanços tecnológi-
cos melhoraram o rendimento luminoso dessa
fonte de luz, tornando possível sua utilização
em iluminação geral. Uma das grandes van-
tagens que proporcionam é economia de
energia, pois consomem em média um
watt. Atualmente, são utilizadas em au-
tomóveis, aparelhos eletrônicos, etc.
A utilização das lâmpadas de filamentos
é muito ampla, pois possui um excelen-
te índice de reprodução de cores e preço
de aquisição. É usual em locais que se de-
seja a luz dirigida, portátil e com flexibilida-
de de diversos ângulos de abertura de facho
luminoso. Em geral, são usadas em ambientes
residenciais. Nas lojas são indicadas para ilumina-
ção geral e de destaque. São encontradas também
em locais com problemas de vibração e em estufas de secagem (lâmpadas infravermelhas).
Lâmpadas incandescentes
Lâmpadas halogênicas
Notas ...
Outros tipos de lâmpadas
Podem ser encontrados outros tipos de lâmpa-
das de filamentos tais como: comptalux (indica-
da para iluminação dirigida e de destaque, valori-
zando objetos e espaços e utilizados em luminá-
rias embutidas fixas ou orientáveis em aplicações em residências, escritórios, etc), germicidas (são lâmpadas ultravioleta de baixa pressão de onda curta, projetadas para dar um alto rendimento de raios UV de 253.7nm, que é a onda germicida. Es-
ta onda mata todos os germes, vírus, moldes, etc. Outras aplicações são: apagar a memória de EPROMS, na fluorescência de materiais e alguns modelos são feitos para a alta produção de ozô-nio) e por fim, a lâmpada infravermelha é usada para obter um efeito de melhor aquecimento em um ponto específico, ou seja, um aquecimento mais local do que geral.
Lâmpadas de descarga
As lâmpadas de descarga são divididas em
duas categorias: As de baixa pressão que
são constituídas de bulbo de vidro comum,
pois a pressão interna é semelhante à ex-
terna (Ex: fluorescentes tubulares, circu-
lares e compactas) e as de alta pressão
que possui tubo de descarga de quar-
tzo ou cerâmica, pois a pressão in-
terna é maior que a externa (Ex:
mercúrio puro, de sódio, metá-
licas).
O princípio de geração de luz nas lâmpadas halogênicas é o mesmo das lâmpadas incandescentes, entre-
tanto a diferença consiste que as halogênicas possuem o bulbo de quartzo e contém em seu interior
uma mistura dos seguintes gases: Iodo, Flúor, Bromo e Halogênio. Em especial os átomos de halo-
gênio se combinam com as partículas que se desprendem do filamento de tungstênio pelo aqueci-
mento, reconduzindoas ao núcleo, mantendo-o com a mesma espessura durante todo vida útil
da lâmpada. Desta forma, observam-se algumas vantagens iniciais como maior durabilida-
de, e bulbo sem resíduos (permanecendo transparente), produzindo uma iluminação uni-
forme até sua queima. Nos últimos anos, uma evolução tecnológica produziu um
controle e retenção dos raios infravermelhos, por meio de uma película coloca-
da na superfície do bulbo, reduzindo a emissão de calor e redirecionando-
o ao filamento e poupando até 30% de energia.
Lâmpadas de estado sólido

OBJETIVO: Conhecer os produtos que produzem a luz, seus efeitos e os equipamentos auxiliares.
CARACTERÍSTICAS DE PROJETO: Econômico (especialmente quanto ao consumo de energia), prático, funcional e que dignifique o ambiente.
As lâmpadas fornecem a energia luminosa que lhes é inerente com auxilio das luminárias, que são os seus sustentáculos,
através das quais se obtêm melhor distribuição luminosa, melhor proteção contra as intempéries, permitem ligação a rede, além de proporcionarem aspecto visual agradável e estético. O que são equipamentos auxiliares nas lâmpadas elétricas?
Dicas de projeto
Trabalho: Método das cavidades zonais
"Documentário: Gigantes da Industria"
Objetivos do Projeto de Iluminação;
Boa Iluminação
Atender a Atividade a ser Realizada
Segurança, Funcionalidade e Beleza
Pontos Básicos do Projeto de Iluminação
Determinar o que e como se quer iluminar
Visita ao Local
Entrevista com quem vai Utilizar o Ambiente
Levantamento Físico: Piso, Teto, Parede
Levantamento da Rede Elétrica / Consumo Energético
Análise das Limitações e dos Fatores de Influencia
Escolha do Tipo de Iluminação: Identidade
Escolha dos Tipos de Lâmpadas e Luminárias
Definição da Luz Específica e de Destaque
Divisão de Circuitos / Dimerização
Avaliação do Resultado Final / Eventuais Correções
Eletricista / Instalador / Manutenção / Diarista
Importância dos Catálogos
Simbologia
Partes constituintes
ART;
Carta pedido de aprovação concessionária;
Memorial descritivo;
Relação de materiais;
Planta de situação (escala 1:500);
Planta dos pavimentos (escala 1:50);
Prumadas de tubulação e rede interna;
Tabela de cotagem;
Detalhes
Caixa de distribuição geral;
Instalação do DG;
Caixas de distribuição;
Caixa de entrada subterrânea;
Banco de dutos;
Poço de elevação;
Outros.
Normas ABNT
NBR 13300 - Redes telefônicas internas em prédios (terminologia);
NBR 13301 - Redes telefônicas internas em prédios (simbologia);
NBR 13726 - Redes telefônicas internas em prédios (tubulação de entrada telefônica, PROJETO);
NBR 13727 - Redes telefônicas internas em prédios (plantas/partes componentes de um projeto de tubulação telefônica);
NBR 13822 - Redes telefônicas em edificações com até cinco pontos telefônicos (projeto);
NBR 14306 - Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnática em redes internas de telecomunicações em edificação (projeto);
NBR 14565 - Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicação para rede interna estruturada.
Carta de pedido de aprovação
Deve ser elaborada conforme padrão determinado pela concessionária de telefonia. O documento identifica a obra e os responsáveis técnicos pelo projeto.
Toledo, DD de MM de AAAA
A
Brasil Telecom

Setor de análise de projetos

Assunto: Pedido de aprovação de projeto de rede telefônica interna e de tubulação telefônica.

Prezados Senhores,

Solicitamos a análise e a aprovação do projeto de rede telefônica interna e de tubulação telefônica, para fins de instalação da Entrada Telefônica, do EDIFÍCIO, de PROPRIEDADE, situado na ENDEREÇO.
Segue em anexo documentos exigidos para aprovação do projeto, que foi elaborado de acordo com a prática NORMAS DE PROJETOS TELEFÔNICOS EM EDIFÍCIOS.

Atenciosamente,


______________________
Engº(a) NOME
CREA-PR:
Contato:
Telefone:
e-mail:
Memorial descritivo
(a) Dados básicos
Endereço;
Nome do edifício;
Proprietário;
Construtora;
Engenheiro responsável;
Responsável pelo projeto;
Responsável pela instalação;
Previsão - início e término - da construção da edificação;

(b) Informações gerais e dados estatísticos
Tipo do edifício;
Número de andares;
Número total de unidades construídas com suas respectivas áreas;
Número total de pontos telefônicos pevistos, por andar e para o edifício;

Previsão para instalações de CPCT, FAX e linas para processamento de dados
(c) Documentação do projeto
Plantas dos andares;
Planta de situação;
Prumadas telefônicas;
Folha de detalhes;
Planta de cortes e de fachadas;

(d) Descrição geral do projeto
Canalização subterrânea;
Tubulação de entrada;
Sala de distribuição geral (se houver);
Sistema de aterramento;
Tubulação primária;
Tubulação secundária;
Prumada telefônica;
CPCT, FAX e linha de dados;
Cabeação interna;
Rede secundária;
Outros.
Legenda padrão
Deverá ser adotada a seguinte legenda em todas as plantas:
Planta de situação
Elaborada em escala 1:500 tem por finalidade identificar a edificação com relação às Redes das Concessionárias.
Deverá possuir:
1. Nome das ruas, da edificação e transversais;
2. Número do prédio;
3. Principais informações referen-tes à entrada telefônica do edifí-cio;
4. Cotas importantes;
5. Localização da rede da concessi-onária;
6. Localização da caixa de energia;
7. Localização do DG.
Simbologia
Caixa geral de distribuição
Caixa distribuição ou passagem
Sala de distribuidor geral
Cubículo em poço de elevação
Caixa subterrânea
Caixa de saída para rede na parede a 30cm do piso
Caixa de saída para rede na parede a 130cm do piso
Caixa de saída para rede no piso
Tubulação no piso
Tubulação no teto
Tubulação que sobe
Tubulação que desce
Duto retangular liso
Duto retangular modulado
Caixa de derivação
Sumário de cotagem nas caixas de distribuição
Sumário de cotagem nas caixas de distribuição geral
Blocos internos nas caixas de distribuição geral
Blocos internos nas caixas de distribuição EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS
Blocos internos nas caixas de distribuição EDIFÍCIOS COMERCIAIS
Número de pontos
Tipo Base de cálculo Pontos BrT Base de cálculo Pontos ABNT
Residências
ou
Apartamentos

Lojas

Escritórios

Até 2 quartos
de 3 a 4 quartos
mais de 4 quartos

Até 50m2
de 50 a 500 m2
acima de 500m2

cada 10m2

1
2
3

3
3 a 12
>12

1

1
2
3

N = 1+(S/200)

N = 1+(S/40)

Até 2 quartos
de 3 a 4 quartos
mais de 4 quartos

Área (m2)

Área (m2)

Tomadas telefônicas
As tomadas telefôncas serão instaladas nas chamadas Caixas de Saída, onde o tamanho destas caixas dependerá basicamente da quantidade de tomadas previstas.
Instalações internas:
Residências
Considerações:
Previsão de pelo menos 1 caixa de saída em cada um dos seguintes ambientes: quartos, salas e cozinha. (Obs: BWC é proibido);
Habitação popular previsão de 1 caixa na sala e 1 no maior quarto;
Instalação tomadas: (a) Quartos e salas a 0,30m de altura; (b) Cozinhas e copas: 1,30m de altura;
Tubulação interna: D19mm (Obs: Apartamento de alto padrão D25mm);
Fiação interna: tipo CCI (1 ou 2 pares);
Instalações internas:
Comércio
Considerações:
Lojas: prever caixas de saídas na parede ou piso. Evitar instalação onde estiverem previstas prateleiras ou vitrines;
Escritórios: prever caixas de saída nas paredes, a 30cm do piso acabado. Evitar instalação onde estiverem previstas prateleiras ou vitrines;
Tubulação interna: D25mm (1'');
Fiação interna: tipo CCI (1 ou 2 pares);
Caixa de distribuição:
Prever junto a caixa de distribuição, ou próxima ao provável local de instalação da central telefônica, caixa de passagem com tamanho mínimo nº 2 (20x20x12cm).
As caixas de distribuição parciais deverão atender no máximo 35 pares
Prumada de tubulação
Tipo convencional
Prumadas do tipo Convencional estão limitadas a 280 pontos acumulados.
Utilizada com Prumada de Fiação Convencional.
Tipo dirigida
Prumadas do tipo Dirigida estão limitadas a 280 pontos acumulados.
Utilizada com Prumada de Fiação Direcionada ou Semi-Direcionada.
Para residencial haverá uma caixa a cada 3 andares, já no
comercial deverá existir uma caixa de distribuição em cada andar.
Prumada de tubulação
Tipo poço de elevação
Prumada do tipo Poço de Elevação. Obrigatória em prédios com mais de 280 pontos previstos.
Será utilizada com Prumada de fiação Direcionada.
Deve ser instalada em áreas de fácil acesso. Dimensões mínimas:
Largura: 80 cm
Profundidade: 30 cm
Altura: altura do andar
Dimencionamento de caixas
Caixa de DG:
Liga a rede inter-na da edificação a rede externa da concessionária;
Caixa de distribuição:
abri-ga os blocos terminais, fios e cabos da rede interna;
Caixa de passagem:
utiliza-das somente em grandes lances de tubulação.
Especificação
Entrada Telefônica
Componentes
Dimensionamento
Características
Introdução
Aérea
A entrada poderá ser aérea desde que a rede telefônica no local seja aérea e o número de pontos telefônicos previstos para o prédio não seja superior a 21 pontos.
Subterrânea
Interliga todas as caixas de distribuição do edifício ao sistema de aterramento.

Até o DG: (a) Diâmetro Int: Ø13mm; (b) Condutor: #6mm2;
A partir do DG (TAT): (a) Diâmetro Int: Ø19mm; (b) Condutor: #16mm2;
Sala do DG: (a) Diâmetro Int: Ø25mm; (b) Condutor: #50mm2.

O aterramento deve ser específico para o sistema telefônico e estar distante pelo menos 5m de outros sistemas de aterramento. Deverão ser utilizados os seguintes materiais:
• Caixas com haste de aterramento – em alvenaria, dimensões 30x30x30cm;
• Condutor de aterramento – em cobre rígido, isolado, bitola mínima 6mm²;
• Haste de aterramento tipo Copperweld, de aço cobreado, com Ø16mm e
3m de comprimento.

Aterramento
Características:
a) Construída em alvenaria, revestida com cimento e areia ou em concreto;
b) Equipada com ferragens para sustentação dos cabos telefônicos;
c) Ter furos para passagem dos cabos telefônicos;
d) Devem ser construídos poços de esgotamento (drenos) para esgotamento das águas pluviais. Em locais onde haja aparecimento do lençol freático, construir a caixa sem o dreno;
e) Os pisos das caixas devem ter inclinação mínima de 3 % no sentido
do poço de esgotamento (dreno);
f) Ter tampão de ferro.

Localização:
a)Deve ficar paralela ao alinhamento predial, sendo de aproximadamente 2,5 m a distância do alinhamento predial ao centro da caixa; b)Deve ficar afastada 1 m de outras caixas subterrâneas e de postes; Não deve ser instalada em local de acesso de veículos.
Rede Interna
Cálculo da quantidade ideal de pares que deve atender uma caixa:
Nº = Nº /FATOR
ideal Total
Projetos Complementares
TV, Interfone e Iluminação Emergência
LOCALIZAÇÃO DAS CAIXAS – ANDARES
Dimensões das Caixas
Dimensionamento das Caixas Internas
Dimensionamento da Tubulação
Distância máxima entre Caixas
Dimensionamento da Tubulação de Entrada
Dimensionamento da Caixa de Entrada
Aneis-guia
Blocos M-10
Bastidores
Interfone
Introdução
Dimensionamento
Esquema básico
Prumada
Planta baixa
Complementarmente as instalações elétricas e de telefonia, uma edificação necessita de uma série de sistemas adicionais tais como: antena coletiva, tv por assinatura, interfone, alarme patrimonial, circuito fechado de televisão (CFTV), alarme de incêndio e sonorização.
Caberá ao projetista a elaboração de projetos específicos, os quais podem ser considerados como projetos independentes aos projetos principais e serem feito separadamente.
O sistema de interfone, ou porteiro eletrônico, tem por função estabelecer a comunicação entre a portaria do prédio e as unidades permitindo que seja feito o acesso a edificação de forma automática.
Dependendo como o projeto for elaborado o sistema pode prever a existência de uma portaria, com instalação de uma central de portaria, a partir de onde o porteiro fará o controle de acesso e a comunicação entre o visitante e o morador, ou como opção poderão ser utilizadas placas automatizadas que dispensam a necessidade do acompanhamento pessoal fazendo com que tenha-se o sistema de porteiro eletrônico.
Características:
Locação dos pontos: na cozinha ou copa;
Tubulação mínima: Ø3/4’’;
Caixas de passagem: 2x4’’.
Obs.: Colocar tantas centrais quanto necessárias.
Antena de TV
Antena coletiva
TV a cabo
Introdução
Para prover os pontos de antena de TV existem duas possibilidades, a primeira é utilizar apenas o tradicional sistema de antena coletiva, onde apenas o sinal aberto pode ser captado. Já a segunda opçãoprevê a uilização do sistema de TV a cabo por assinatura.
Independente do projeto prever apenas a antena coletivaou já contemplar TV a cabo, devem ser previstos no mínimo os pontos de antena conforme descrito na tabela.
Situação aplicada quando temos apenas
o sinal da TV aberta;
Constituido de uma série de antenas com os seus sinais misturados e amplificados pa-
ra serem distribuídos;
Deve ser prevista uma caixa de pelo menos 60x60x12 cm no último pavimento do prédio, o mais próximo possível dasantenas;
Recomenda-se que o percurso do cabo de-ve ser o mais curto possível visando manter
o baixo valor de atenuação;
A linha principal procedente do amplifica
dor é dividida, por meio de um repetidor duplo, triplo ou quádruplo, no correspon-dente número de linhas, e a partir daí
é feita a prumada que atende as to-
madas nos apartamentos.
Comum em condomínios de médio e alto padrão, o sistema de TV a cabo necessita de uma infra-estrutura adequada para atendê-lo, pois possui um cabeamento e equipamentos de distribuição e amplificação independentes da antena coletiva.
As Concessionárias de telefonia vem exigindo que seja feito o Projeto de TV contemplando TV a cabo para os edifícios novos, sem o qual o projeto telefônico não será aprovado. Tal exigência passou a ocorrer devido a ser comum ver instalações de TV a cabo via a prumada de telefonia nos prédios mais antigos.
Os projetos atuais devem prever a instalação tanto de Antena Coletiva, como de TV a cabo.
Recomenda-se que a prumada do sistema de TV seja executada com tubulação de pelo menos diâmetro Ø38mm, suficiente para passagem dos cabos coaxiais independentes para a antena coletiva e pelo menos duas empresas de TV a cabo.
A tubulação que atende as unidades, como já instruído anteriormente, deverá ser Ø25mm (1”) para o primeiro trecho e de Ø19mm (3/4”) para o restante da tubulação interna.
As caixas de distribuição deverão ser pelo menos 60x60x12cm para as caixas que se conectam a rede externa da TV a cabo e com a antena externa, já as outras caixas intermediárias deverão ser pelo menos 40x40x12cm
Tipos de iluminação
Introdução
Tipos de iluminação
Norma: NBR 10898 - sistemas de iluminação de ermgência.
Características:
(a) Iluminação de emergência: iluminação que deve clarear áreas escuras de passagem, horizontais e verticais, incluindo áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal. Este sistema deve:
Permitir o controle visual das áreas abandonadas;
Manter a segurança patrimonial;
Sinalizar as rotas de fuga;
Sinalizar o topo do prédio para aviação;
(b) Iluminação de ambiente ou aclaramento: iluminação com in-
tensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as
pessoas do local em caso de emergência.
(c) Iluminação de balizamento ou de sinalização: sina-
lização com símbolos e letras que indicam a rota
de saída que pode ser utilizada.
(d) Iluminação auxiliar: destinada a permitir a
continuação do trabalho em caso de falha do
sistema de iluminação.
Sistema centralizado com baterias:
Quando se deseja somente a iluminação de determinados ambientes, em geral, recai sobre a utilização de baterias que podem ser agrupadas em um banco concentrado num local mais conveniente da indústria, sob o ponto de vista de queda de tensão
Se as distâncias entre o banco e os pontos de luz forem grandes, de sorte a obrigar a utilização de condutores de secção elevada, é preferível a utilização de várias unidades dispostas o mais próximo possível dos pontos de consumo.
No primeiro caso, deve-se adotar uma tensão de distribuição de 110 V ou 220 V para reduzir as quedas de tensão nos circuitos. Se for adotado o sistema de pequenas centrais, é preferível instalar aparelhos de iluminação de 12.V, já que a tensão coincide com a tensão nominal das baterias automotivas de uso mais freqüente.

Podem ser empregados os seguintes tipos de baterias:
a) Baterias chumbo-ácidas - são de utilização comum em veículos automotivos;
b) Baterias de chumbo-cálcio - têm um custo médio bem superior as de chumbo-ácidas.
São empregadas com certa freqüência em serviços auxiliares de subestação de for-
ça de concessionárias de serviço público de eletricidade ou particulares.
c) Baterias alcalinas - também conhecidas como níquel-cádmio, apresentam um
elevado grau de confiabilidade. São comumente empregadas em sistemas de
serviços auxiliares de subestação de potência ou acopladas a No-break do
tipo estático para suprimento de cargas que requeiram um elevado nível
de continuidade.
Sistema centralizado com
grupo motor-gerador:

Normalmente, é utilizado em ins-
talações que necessitam não somente de
iluminação de emergência, mas também de ilu-
minação alternativa, ou ainda de fonte de suprimento
auxiliar.
(a)Equipamentos portáteis com o tempo de funcionamento garantido.
(b)Sistema de iluminação fixa por elementos químicos sem geração de calor,
atuado a distância.
(c)Sistemas fluorescentes a base de acumulação de energia de luz ou ativados por energia elétrica externa.





Sistema auto-operativo:
Independe da rede e cada luminária tem sua própria bateria, que é ligada à rede através de um circuito de carga. Lâmpadas individuais irão funcionar mesmo durante um incêndio ou quando o cabo principal é danificado.
Requisitos gerais
Iluminação de emergência
Tempo mínimo 1h com perda de potência máxima de 10%;
O tempo pode ser aumentado a fim de atender tempo de evacuação ou atender requisitos legais.
Requisitos específicos
Iluminação de ambiente:
Locais de circulação e/ou rotas de saída;
E ≥ 5 lux em locais com desnível ou obstáculos;
E ≥ 3 lux em locais planos;
Deve permitir identificar obstáculos;
S ≤ 16 x h²;
d ≤ 4 x h.
Iluminação de balizamento:
Deve assinalar mudanças de direção, obstáculos, saídas;
Fluxo mínimo de 30 lm para o ponto de luz;
Locais grandes devem possuir controle a distância;
Distância máxima entre pontos de 15 m.
Iluminação auxiliar:
Deve garantir continuidade do trabalho;
Iluminamento de emergência deve ser de pelo menos 70% do iluminamento normal;
Usar sistemas tipo no-break;
Uniformidade de 1/20.
Dimensionamento de tubulações
Introdução

1. Número de fases
(a) Sistemas monofásicos
- 1 fase - (F)+(N): monofásicos a 2 conduto-
res;
- 2 fases - (F)+(F): bifásico;
- 2 fases - (F)+(F)+(N): monofásico a 3 condutores.
(b)Sistemas trifásicos
- Trifásico isolado - (F)+(F)+(F): trifásico a três fios;
-Trifásico aterrado - (F)+(F)+(F)+(N): trifásico a 4 fios.

2. Número de condutores carregados
(a) 2 condutores carregados:
(F)+(N)
(F)+(N)+(proteção)
(F)+(F)+(proteção)
(positivo)+(negativo) em CC
(b) 3 condutores carregados
(F)+(F)+(N)
(F)+(F)+(N)+(proteção)
(F)+(F)+(F)
(F)+(F)+(F)+(proteção)
(F)+(F)+(F)+(N)
(F)+(F)+(F)+(N)+(proteção)
(P)+(N)+(massa) em CC
(c) 4 condutores carregados
(F)+(F)+(F)+(N)
(F)+(F)+(F)+(N)+(proteção)

A primeira letra indica a situação da
alimentação em relação à terra.
T - Para ponto diretamente aterrado;
I - Isolação das partes vivas em rela-
ção à terra ou emprego de resistência de
aterramento.
A segunda letra indica a situação das mas-
sas em relação à terra.
T - para massas diretamente aterradas in-
dependente do aterramento do ponto de ali-
mentação;
N - massa ligadas diretamente ao ponto
de alimentação aterrado.
Outras letras, se houverem, para indicar
a relação entre condutores neutro e terra.
S - quando separados (condutores dis-
tintos;
C - quando combinados em único
condutor (PEN).
Quando a alimentação provier de
uma rede de distribuição pública
em baixa tensão, o condutor
neutro deve ser sempre
aterrado na origem.
Esquemas de
Aterramento
Características:
Sistema de distribuição:
TN-S
TN-C
TN-C-S
TT
IT
Sistemas de distribuição
O Raio
Formação
Características
80% dos raios são nuvem-nuvem ou intranuvem e 20% restantes são nuvem-solo;
90% dos raios são negativos;
80% dos raios são múltiplos, ou seja, possuem mais de uma descarga de retorno;
Um raio dura de 0,1 a 2 segundos;
A intensidade média varia de 20 a 200 kA;
O raio de maior intensidade registrado chegou a 280 kA;
A descarga de retorno chega a velocidade de 100.000 km/h;
Em média um raio possui de 3 a 6 descargas de retorno;
Há registro de um único raio com 26 descargas.
Efeitos
Cálculo de Necessidade
Nda = 0,04xNt^(1,25)
Número provável de raios
Npr = Sc x Nda x 10^(-6)
Sc = LxC+2xLxH+2xCxH+pixH^(2)
Po = AxBxCxDxExNpr
Nível de proteção
Dimensionamento
Método de Franklin
Método de Faraday
Instalação
Memorial descritivo
Memorial de cálculos
ART
Carta de pedido de aprovação
Normas técnicas
Manual do usuário
Planta de situação
Planta de pavimentos
Diagramas
Relação de materiais
Simbologia
Partes constituintes
ART – Anotação de responsabilidade técnica;
Carta com pedido de aprovação à Concessionária;
Memorial descritivo;
Memorial de cálculos;
Manual do usuário;
Relação de materiais;
Planta de situação;
Planta dos pavimentos;
Prumadas;
Diagramas;
SPDA;
Detalhes:
Caixa seccionadora de entrada;
Quadro geral de distribuição;
Centros de medição;
Sistema de aterramento;
Banco de dutos;
Caixas de passagem;
Proteção contra surtos;
Outros detalhes pertinentes.
Tem por finalidade identificar o Responsável Técnico pelo serviço.
A ART deve ser emitida no início dos trabalhos por um profissional que possua
atribuições profissionais compatíveis aos serviços desenvolvidos.
Tal documento identifica a obra e os responsáveis técnicos, pelo projeto e pela execução. Somente existirá em instalações que tenham que ter o projeto da entrada de energia aprovada junto à concessionária.
Tem por finalidade descrever os critérios, parâmetros e as soluções adotadas para o projeto.
Tem por finalidade registrar todos os cálculos necessários ao desenvolvimento do projeto, contendo pelo menos:
Previsão de Cargas;
Cálculos luminotécnicos;
Cálculos de demanda das unidades e do prédio
Dimensionamentos de:
1. Condutores;
2. Proteções;
3. Dutos;
4. Barramentos;
5. Equipamentos emgeral.
Quadros de Cargas e equilíbrio de fases;
Cálculos de Coordenação e seletividade das proteções
Necessidade e dimen-sionamento do SPDA;
Queda de tensão e curto-circuito para instalação.
Deve ser escrito em linguagem acessível, de fácil entendimento para leigos, preferencialmente evitando o uso de termos técnicos. Deverá conter pelo menos as seguintes informações
ao usuário:
1. Esquemas dos quadros de distribuição existentes no imóvel, com especificações dos circuitos, suas finalidades e locais queatendem;
2. Potência máxima que pode ser ligada em cada circuito;
3. Potência máxima disponível como reserva;
4. Recomendações explícitas para não substituição de disjuntores por outros de maior capacidade, sem um estudo prévio;
5. Recomendações explícitas para não desativação dos dispositivos
residuais;
6. Recomendações para contatar
profissionais devidamente qualificados e habilitados, caso seja necessário executar alterações nas instalações.
Elaborada em escala 1:500 tem por finalidade identificar a edificação com relação às Redes das Concessionárias. Deverá possuir:
1. Nome das ruas, da edificação e transversais;
2. Número do lote;
3. Direção norte;
4. Local da edificação;
5. Cotas importantes;
6. Localização da rede de distribuição;
7. Localização da entrada de
energia;
8. Especificações de fiações,
dutos e proteções.
Geralmente desenhada em escala 1:50 é a representação no plano horizontal dos diversos pavimentos que comporão a edificação e as suas diversas instalações, podendo o prédio possuir por
exemplo as seguintes plantas:
Elétrica – piso;
Elétrica – teto;
Telefonia;
Interfone;
Antena deTV eTV a cabo;
Sistemas de segurança;
Outras plantas específicas.
Representação esquemática dos diversos quadros que comporão a instalação, podendo ser desenhados no esquema unifilar ou trifilar.
Detalhes construtivos
Os detalhes têm por função fornecer ao construtor / instalador as características construtivas (elétricas e mecânicas) de diversos componentes da instalação.
Tem por função informar ao construtor as especificações e as quantidades dos materiais que serão aplicados na obra.
Deverá ser adotada a simbologia constante da norma NBR5444 da ABNT observando-se as seguintes recomendações.
Incluir nas plantas do projeto toda a simbologia utilizada em um item denominado “Simbologia” ou então “Legenda”. Isto deve ser feito mesmo quando adotada integralmente a norma brasileira;
Não utilizar simbologias desatualizadas ou em desacordo com a NBR5444 quando esta possuir o símbolo adequado a aplicação;
Eletrodutos que contenham circuitos com maior importância ou tensão e polaridades diferenciadas podem ser destacados utilizando-se diferentes espessuras ou cores;
Aparelhos com potência ou importância podem ser destacados com símbolos em tamanho ou cor diferenciada;
Quando tivermos um ponto instalado no teto o símbolo deverá ser envolvido por um círculo, já quando o ponto estiver instalado no piso o símbolo deverá ser envolvido por um quadrado;
Preferencialmente os eletrodutos, ou outras dimensões constantes do projeto devem ser cotados em milímetros.
ABNT
NBR 5410
NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão (2004).
NBR 5413: Iluminância de interiores (1992).
NBR 5419: Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas (2005).
NBR5444: Símbolos Gráficos para instalações elétricas (1989).
NBR10898: Sistema de iluminação de emergência (1999).
NBR 13534: Instalações elétricas em baixa tensão – requisitos específicos para instalações em estabelecimentos assistenciais de saúde (2008).
NBR13570: Instalações Elétricas em Locais de Afluência de Público – Requisitos Específicos (1996).
NBR 14039: Instalações elétricas de média tensão de 1,0kV a 36,2kV (2005).
1. NTC 900100: Projetos de Entrada de serviço – Critérios de apresentação (2009).
2. NTC 900600: Instruções para cálculo de demanda em edifícios – residenciais de uso coletivo.
3. NTC 901100: Fornecimento em tensão secundária de distribuição (2010).
4. NTC 903100: Fornecimento em tensão primária de distribuição (2002).
5. NTC 901110: Atendimento a edificações de uso coletivo (2010).
6. NTC 910100: Caixas para equipamentos de medição e centro de medição modulado (2008).
7. NTC 910900: Equipotencialização em instalações prediais: recomendações (2008).
8. NTC 910910: DPS - Dispositivos de proteção contra surtos - Instalação em Entradas de Serviço: Orientações (2008).
Aplicável para instalações até 1000V em corrente alternada (até 400Hz) ou 1500V em corrente contínua para instalações novas ou ainda em reformas de edificações.
Além de edificações também deverá ser utilizada em áreas externas as edificações, em campings, trailers, marinas, canteiros de obras, feiras, exposições, ou outras instalações temporárias.
Não se aplica em instalações de tração elétrica, de iluminação pública, de cercas eletrificadas ou de minas, em redes públicas de distribuição de energia elétrica e em instalações elétricas em veículos automotores, embarcações e aeronaves.
COPEL
OUTRAS
NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
Apesar da NR-10 tratar especificamente de “Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade”, esta norma possui um capítulo denominado “Segurança em Projetos”, isto indica que a preocupação com a segurança nas instalações elétricas deve se iniciar já na fase de concepção. Vários aspectos devem ser levados em conta nos projetos de tal modo que estes atendam a NR-10 desde a concepção propriamente dita até a forma que será representado nas plantas, diagramas e memoriais.
NR 17 – Ergonomia
Resolução n°456 da ANEEL – Estabelece, de Forma Atualizada e Consolidada, as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.
SCE
Introdução
O fato das empresas investirem em suas redes de dados do que em redes analógicas convencionais reflete uma tendencia mundial de convergência da infraestrutura de voz, dados, imagem e controle predial nos ambientes corporativos. Isso proque, enquanto na décadade 80 questionava-se a capacidade de processamento e comunicação dos dispositivos digitais, ressaltando que ela nunca alcançaria a dos dispositivos analógicos, hoje as soluções digitais para dados e imagem têm se mostrado extremamente eficientes e, principalmente, de fácil integração. Linhas telefônicas transportam, simultaneamente, sinais de voz e dados por conexões em banda larga de alta velocidade; sistemas inteligentes oferecem para os usuários as maravilhas da telefonia computacional; redes de alimentação de energia elétrica agora podem transportar dados e a integração das redes físicas com a tecnologia wireless tem ampliado a enorme gama de aplicações.
Infra-estrutura física
A primeira etapa de desenvolvimento consiste na análise da infra-estrutra física, quer ainda esteja na fase de projeto ou já tenha sido concluida. O objetivo é verificar as possibilidades do atual ambiente físico quanto a instalação, identificando problemas, restrições e conflitos que possam ser superados parte pela modificação de alguns detalhes do projeto ou parte por modificações na estrutura e acabamento dos espaços físicos, assim como na instalação das redes elétricas e hidráulica do edifício.
Projeto lógico
Projeto Lógico
Conceitos preliminares
Norma ABNT: NBR 14565 / 2007 – Procedimentobásico para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada em edifícios comerciais.
Definição: Rede Interna Estruturada, é a rede projetada de modo a prover uma infra-estrutura que permita evolução e flexibilidade para os serviços de teleco- municações, sejam de voz, dados, imagens, sonorização, controle de ilu-
minação, sensores de fumaça, controle de acesso, sistema de segu-
rança, controles ambientais (ar condicionado e ventilação) e
outros.
Acabamentos
Identificação SCE
Cabeamento Secundário Metálico
Cabeamento Secundário Metálico com Ponto de Consolidação
Cabeamento Secundário Óptico
Integração com Voz
Solução Integrada SOHO
Caixa Aparente Multimidia com Terminação Ótica
A segunda etapa de desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado consiste da definição da rede do ponto de vista lógico, envolvendo a especificação da topologia da rede, assim como da sua capacidade no que tange ao número de pontos de conexão, número e tipo de cabos, principais equipamentos e dispositivos previstos, forma de distribuição dos recursos e especificação de percursos para interligação das áreas envolvidas.
1. Comprimento máximo dos cabos
2. Regras de projeto
Comprimento dos cabos
1. O comprimento máximo admitido para o cabe- amento secundário é de 100m;
2. O comprimento máximo do cabo contanto des-
de o dispositivo de terminação do cabeamento
secundário instalado no AT até o PT, intalado na
ATR, deve ser de 90m;
3. No AT, o comprimento do cordão de co-
nexão entre blocos da rede secundária e
os equipamentos ativos não deve ser
superior a 5m;
4. Na ATR, o cordão de cone-
xão do equipamento no
posto de trabalho ao
PT não deve ser
> 5m.
Cabo com 4 pares
Cabos UTP, FTP e Ópticos
Cabo com 2 ou mais fibras
1. Cabos de 2 ou 4 fibras ópticas devem ter raio de curvatura mínimo de 25 mm, sem tensão. Quando tensionados durante o lançamento, deve ser respeitado um raio mínimo de 50mm. Cabos com mais pares devem ser instalados com raio de 10 vezes o diâmetro dos cabos, sem tensão, ou 15 vezes o diâmetro do cabo, quando tensionados.
2. Cada cabo de 4 pares deverá terminar num conector modular de oito vias (RJ-45);
3. Os cabos de fibra óptica devem terminar em tomadas e conectores duplex defi-
nidos de acordo com a ANSI/TIA/EIA-568-B.3.
4. Extensões e emendas são proibidas tanto no cabeamento metálico quan-
to óptico.
RJ-45 no PT na ATR
1. A ligação de cabos de UTP de 4 pares segue o código de cores abaixo:
Tomadas de Telecomunicações
2. A caixa que abriga a tomada de telecomunicação deve possuir as dimensões 100mm x 50mm (ou 100mm);
3. Para cada 10m2 da ATR deve-se ter pelo menos 1 caixa com 2 conectores (pontos de comunicação);
4. A caixa utilizada para acomodar o espelho e a tomada deve permitir um raio de curvatura mínimo de 25 mm dos cabos em seu interior;
5. Deve-se prover tomadas elétricas para a ATR que atendam aos equipamentos a serem instalados.
1. O tamanho máximo dos cordões da área de trabalho é de 5m. Podemos variar a forma deste cordão de acordo com a nossa necessidade. O mais comum é aquele que possui o mesmo conector dos dois lados, porém, às vezes temos que utilizar adaptações especiais externas às tomadas.
Cordões de Conexão
1. No trajeto entre blocos e painéis de conexão das ATs e os PTs das ATRs, admite-se apenas um único PCC;
2. O PCC deve ser instalado em local de fácil acesso, sobre um meio permanente como colunas e paredes estruturais;
3. Pode-se combinar o uso de um ponto de consolidação com uma tomada de telecomunicações multi-usuários na mesma ligação horizontal;
4. Somente um ponto de consolidação é aceito em um lance horizontal devendo estar disposto a uma distância de até 15 metros do armário de telecomunicações.
PPCs
1. Em tubos metálicos e canaletas, a continuidade mecânica será mantida por luvas ou emendas;
2. Entre duas caixas de passagem a distância não deve exceder 30 m entre centros, com no máximo duas curvas de 90° raio longo neste percurso;
3. O raio de curvatura deve ser no mínimo 6 vezes o diâmetro interno do eletroduto;
4. Um eletroduto que parte da AT não deve atender mais de 3 caixas de tomadas de telecomunicações;
5. Para um percurso de até 30 m não deve haver mais do que 2 curvas.
Eletrodutos
Eletrocalhas e leitos de cabos
1. Empregam-se calhas perfuradas e leitos de cabos em locais com problemas de aquecimento e calhas lisas, com tampa, em locais propensos ao acúmulo de sujeiras;
2. Não deve-se instalar eletrocalhas acima de aquecedores, linhas de vapor ou incineradores;
3. Obrigatoriamente, essas derivações devem ser do tipo suave e nas medidas e funções compatíveis;
4. Devem ser afastadas das paredes a uma distância mínima de 25mm para permitir o uso de prendedores de cabo adequados, além de ter um espaço mínimo de trabalho na vertical de 150mm;
5. A taxa de ocupação deve estar entre 40 - 60%;
6. Parafusos ou objetos afiados não devem projetar-se acima da superfície (acabamento liso) por onde passa o cabo.
1. As placas de teto devem ser do tipo removíveis ou apoiadas e fixadas sobre suportes;
2. Deve-se disponibilizar espaços adequados e satisfatórios nas áreas de teto para a distribuição do layout recomendado;
3. Deve existir a passagem de tubulação, quando exigidas por normas ou projetos;
4. Deve ser deixado um espaço de no mínimo 75 mm entre o sistema de distribuição horizontal e as placas do forro falso;
5. Se a estação de trabalho encontra-se em área onde existe a circulação ao redor do equipamento, deve-se utilizar postes ou colunas de tomadas;
6. O ponto de alimentação é obtida das eletrocalhas instaladas no teto;
7. Deve-se dividir a área a ser atendida em zonas de 35 a 82 m2 (entre 4 colunas da estrutura do prédio);
8. Para atender estas zonas deve-se utilizar eletrodutos ou sistemas de suspensão espaçados no máximo em 1525mm, que partem direto da sala de telecomunicações até o centro da zona a ser atendida.
Percurso no teto
Canaletas
1. Deve-se utilizar a mesma regra de 40 a 60% de taxa de ocupação e raio de curvatura superior a 25mm para o dimensionamento de canaletas;
2. As canaletas metálicas devem ser ligadas ao aterramento de telecomunicações.
Projeto lógico
Armários de Telecomunicação
Os ATs localizados em cada pavimento são espaços dedicados para a acomodação de equipamentos de telecomunicação, terminação dos cabos e instalação dos demais acecssórios, como blocos de conexão e caixas de emendas de cabos.
Regras de projeto:
Considerações físicas:
1. O AT deve ser fechado e estar localizado o mais próximo possível da área central do pavimento;
2. O AT não deve ser compartilhado por equipamentos elétricos com máquinas e transformadores que possam interferir nos sinais do cabeamento de rede;
3. Deve haver pelo menos um AT para cada pavimento (ATs adicionais devem ser instalados quando a área útil for maior que 1.000m2).
4. ATs de um mesmo pavimento devem estar interconectados por um eletroduto de no mínimo 100mm de diâmetro;
5. Para cada 10m2 de ATR, deve-se prever pelo menos 2 PTs conectados ao AT;
6. As características do AT em função da dimensão da ATR deve atender ao que está especificado, por exemplo, 100<A<500, com 11 a 49 ATR, de 22 a 98 PTs, Shaft de 2,60x0,60, gabinetes ou racks;
7. O AT deve ter sua temperatura ambiente permanentemente controlada através de aquecimento, ventilação ouar-condicionado (18 a 23°C);
8. Deve haver iluminação suficiente na sala, recomenda-se 500lux medidos a 1m do piso;
9. O aterramento do AT deve acessar o ponto principal de aterramento do edifício.
10. A distancia entre o bloco de conexões do AT e a tomada da ATR não deve ser superior a 90m.
Sala de Equipamentos
A SEQ proporcionará um ambiente controlado para abrigar os equipamentos de telecomunicações (PABXs, rotedores, switches, etc), hardware de conexão, caixas de emenda, aterramento e facilidade de vinculação bem como os sistemas de proteção onde forem necessários.
Regras de projeto:
Características:
1. O tamanho mínimo recomendado para a SEQ é de 14m2;
2. Deve-se prover 0,07m2 de área da SEQ para cada 10m2 de ATR;
3. O piso deve suportar a concentração de peso;
4. Não deve ser instalada em locais passíveis de inundações, como garagens;
5. O local deve estar livre de IEM (Gaiola de Faraday) e vibrações.
6. Deve ser projeto para facilitar ampliações futuras;
7. Temperatura controlada (18 a 24°C), umidade relativa inferior a 51%, escoamento de cargas eletrostáticas acumuladas em superfícies metálicas;
8. O aterramento deve ser realizado por condutor de cobre, com sessão reta >10mm2 e possuir isolamento.
9. Na proteção contra incêndio, deve-se instalar firestops, sensores de fumaça e temperatura ligados a alarmes de forma a garantir uma ação rápida. Além disso, nunca deve-se pintar cabos e os cabos da rede primária devem ter característica de flamabilidade compatível com a aplicação.
Sala de entrada de telecomunicação
A SET consiste de cabos, hardwares de conexão, dispositivos de proteção e outros equipamentos necessários a conectar a rede externa com o cabeamento do prédio, incluindo o ponto de acesso através da parede e seguindo até a sala ou espaço de entrada.
Recomendação de projeto:
1. Os dutos normalmente são os de 100mm e de 50mm, sendo o primeiro usado para cabos multipar e o segundo para cabos óticos e de CATV. Também pode-se utilizar subdutos, nos de 100mm, para fibras ópticas;
2. No mínimo deve haver 2 dutos de 100mm, mais um de reserva e adicionalmente 3 de 50mm, para cada ponto de entrada;
3. Todos os provedores de serviço e companhias operadoras de telecomunicação envolvidas devem ser contratadas para estabelecer seus requisitos e definir alternativas para fornecimento dos serviços.
4. Projetado conforme ANSI/TIA/EIA-569 A.
5. O aterramento deve estar conforme ANSI/TIA/EIA 607.
Rotas para entrada de serviços
1. Rede de dutos subterrâneos;
2. Rota de cabos diretamente enterrados;
3. Lançamentos aéreos;
4. Túneis.
Rede primária
A rede primária, também conhecida por backbone, é composta pelos cabos que interligam o DGT aos ATs e DIs. O percurso desses cabos ocorrem através de sleeves ou slots, sendo fortemente dependente das características dos projetos civil e arquitetônico dos edifícios.
Diagrama unifilar
O diagrama unifilar tipo 2 tem por objetivo a representação esquemática dos meios físicos e cabos que partem do DGT e atingem as ATs em cada pavimento, cujas extermidades são conectadas em blocos de paineis de conexão.
Regras de projeto
1. Comprimento dos cabos, segundo a norma TIA/EIA 568 B;
2. Para dutos de passagem, a norma recomenda um duto de 100mm (4'') para cada 5.000m2 de área atendida e mais 2 dutos de reserva.
3. Não instalar dutos em shafts (poços) de elevadores, devido a ruídos eletromagnéticos;
4. Quando os ATs não estiverem colocados verticalmente, deverão ser providos dutos interligando-os com tubulação no mínimo 10mm de diâmetro;
5. Suportes para cabeamento primário do tipo ganho ou anel deverão suportar no máximo 50 cabos de 4 pares ou equivalentes em peso;
6. Os caminhos de distribuição primário interno deverão estar configurados na topologia estrela;
7. Para eletrodutos, apresenta-se tabelado os valores dos diâmetros arecomendados em função da ocupação.
8. Todos os dutos deverão ser protegidos contra fogo (Firestops).
TIPO DE CABO TRECHO A TRECHO B TRECHO C TRECHO D
UTP 800 300 500 90
Fibra óptica multimodo 2000 300 1700 90
Fibra óptica monomodo 2000 300 1700 90
CONFEA/CREA
Atribuições ?
Decreto Federal
23.569, 11.12.1933
Das especializações profissionais
Plenárias CONFEA
Decisão: Nº 0166/70
Ementa: Consulta, Atribuições Profissionais

DECISÃO

" ... prova e passa a adotar o parecer da Comissão de Atribuições que conclui no sentido de que o engenheiro civil tem atribuições de projetar e executar instalações prediais elétricas, de baixa tensão, não possuindo entretanto as atribuições amplas contidas na letra "h" do Decreto 23.569/33, em seu artigo 33."
Art. 28 - São da competência do engenheiro civil:
a) trabalhos topográficos e geodésicos;
b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares;
c) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das estradas de rodagem e de ferro;
d) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras de captação e abastecimento de água;
e) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de obras de drenagem e irrigação;
f) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas;
g) o estudo, projeto, direção, fiscalizaçãoe construção das obras relativas a portos, rios e canais e das concernentes aos aeroportos;
h) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural;
i) projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;
j) a engenharia legal, nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas "a" a "i";
Art. 33 - São da competência do engenheiro eletricista:
a) trabalhos topográficos e geodésicos;
b) a direção, fiscalização e construção de edifícios;
c) a direção, fiscalização e construção deobras de estradas de rodagem e de ferro;
d) a direção, fiscalização e construção deobras de captação e abastecimento de água;
e) a direção, fiscalização e construção de obras de drenagem e irrigação;
f) a direção, fiscalização e construção das obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas;
g) a direção, fiscalização e construção de obras concernentes às usinas elétricas e às redes de distribuição de eletricidade;
h) a direção, fiscalização e construçãodas instalações que utilizem energia elétrica;
i) assuntos de engenharia legal, relacionados com a sua especialidade;
j) vistorias e arbitramentos concernentes à matéria das alíneas anteriores.
Plenárias CONFEA
Decisão: Nº 0990/02
Ementa: Solicitação de Acervo Técnico na área de Eletricidade, Relatório e Voto Fundamentado em Pedido de "Vista"

DECISÃO

" ... de que a competência dos engenheiros civis está limitada às instalações elétricas de edificações de suas responsabilidades técnicas em baixa tensão."
Plenárias CONFEA
Decisão: Nº 3512/03
Ementa: Infração à alínea "b" do art. 6º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966.

DECISÃO

" ... visto que a competência do engenheiro civil, na área da eletricidade, limita-se em projetar e executar instalações elétricas de baixa tensão em edificações de sua responsabilidade técnica, conforme Decisão PL-0166/1970, corroborada pela Decisão PL-0990/2002 ..."
Plenárias CONFEA
Decisão: Nº 1139/2012
Ementa: Aprova plano de ação para aprovação da Matriz do Conhecimento e reformulação da Resolução 1.010, de 2005..

DECISÃO

" ... considerando que a Resolução nº 1.010, de 2005, estabeleceu nova sistemática para a atribuição de títulos, atividades e competências profissionais aos portadores de diploma ou de certificado de conclusão de cursos regulares oferecidos pelas instituições de ensino no âmbito das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea ... os diplomados em seus respectivos níveis de formação, nos campos de atuação profissional abrangidos pelas diferentes profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, serão registrados por meio da Resolução nº 1.010, de 2005; considerando que a matriz deverá ser única a conceder atribuição para técnicos, tecnólogos e profissionais de nível pleno ..."
Condutores elétricos
Condutores: é o produto metálico utlizado para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos. O material do condutor pode ser de COBRE (sem restrições de aplicações) e Alumínio (aplicados em, instalações comerciais com bitola mínima de 50 mm2, instalações industriais com bitola mínima de 16 mm2 e em instalações residenciais é proibido.
Condutor isolado
Condutor + Isolação
Isolado para 750V
Exemplo: Cabo Superastic
Cabo Unipolar
Condutor + Isolação + Capa
Isolado para 0,6/1kV
Exemplo: Cabo Sintenax
Cabo Multipolar
Condutor + Isolação + Capa + Enchimento
Isolado para 0,6/1kV
Exemplo: Cabo Sintenax Flex
Os condutores são, normalmente, comercializados em rolos de 100 metros em diversas cores que em instalações devem surgir a seguinte padronização:
Condutor fase: preto, branco, vermelho ou cinza;
Condutor neutro: azul-claro;
Condutor de proteção: verde ou verde-amarelo.
Materiais elétricos utilizados em baixa tensão
Condutos elétricos
Chama-se de conduto elétrico (ou conduto) a uma canalização destinada a conter condutores elétricos. Nas instalações elétricas são utilziados vários tipos: eletrodutos, calhas, molduras, blocos alveolados, canaletas, bandejas, escadas para cabos, poços e galerias.
Eletrodutos
Os eletrodutos de uso mais frequente são os de seção circular e se constituem no tipo mais comum de conduto. Sua função principal é proteger os condutores elétricos contra certas influências externas (choques mecânicos, agressão química, ...).
Os eletrodutos, que em função do material usado podem ser metálicos, isolantes, magnéticos ou não magnéticos, classificam-se em rígidos, curváveis, transversalemente elásticos e flexíveis.
Em uma linha elétrica com eletrodutos, são usados os seguintes acessórios: luvas, bucha, arruela, curva, braçadeira e box.
Obs: Os eletrodutos são fabricados em varas de 3,0m.
Sobre os eletrodutos, temos:
não haja trechos contínuos retilíneos de tubulação (sem interposição de caixas de derivação ou equipamentos) superiores a 15 m, sendo que, nos trechos com curvas, essa distância deve ser reduzida a 3m para cada curva de 90º.
As caixas de derivação devem ser previstas:
Em todos os pontos de entrada ou saída de condutores, exceto nos pontos de transição ou passagem de linhas abertaspara linhas em eletrodutos;
Para dividir a tubulação;
Em todos os pontos de emenda ou derivação de cabos.
Condutos elétricos - Métodos de Instalação
Eletroduto embutido:
baixa flexibilidade;
boa estética;
uso residencial e comercial;
condutor isolado, cabo unipolar ou multipolar;
PVC rígido, metálico, ...
Eletroduto aparente:
mais flexível;
estética prejudicada;
uso comercial ou industrial;
condutor isolado, cabo unipolar ou multipolar;
PVC rígido (aceitável), metálico (preferecial), ...
Eletroduto enterrado:
cuidar da proteção mecânica;
cuidado com a presença de água ou outros;
uso em interligações externas;
cabo unipolar ou multipolar;
Condutor diretamente enterrado:
cuidar da proteção mecânica;
cuidado com a presença de água ou outros;
uso em interligações externas;
cabo unipolar ou multipolar;
Eletrocalha:
possui tampa;
utilizar para muitos cabos de média bitola;
uso industrial;
condutor isolado, cabo unipolar ou multipolar.
Bandejas:
sem tampa;
utilizar para muitos cabos de média bitola;
uso industrial;
cabo unipolar ou multipolar.
Perfilados:
com ou sem tampa;
utilizar para muitos cabos de pequena bitola;
dimensões padronizadas 19x38mm, 38x38mm, 38x76mm;
uso industrial;
cabo unipolar ou multipolar.
Leitos e escada:
cabos de grande bitola;
leito - Horizontal;
escada - Vertical;
uso industrial;
cabo unipolar ou multipolar.
Canaleta enterrada:
muitos cabos de grande bitola;
construida na obra;
cuidados com líquidos;
uso industrial;
cabo unipolar ou multipolar.
Canaleta pré-fabricada:
poucos cabos de pequena bitola;
pré-fabricadas;
muito flexível;
uso comercial;
condutor isolado, cabo unipolar ou multipolar.
Instalação ao ar livre:
circuito único;
fixados em isoladores;
uso em iluminação pública e distribuição secundária;
cabo unipolar.
Biblioteca
Conjunto de desenhos utilizados para representação gráfica dos elementos que compõe a instalação projetada.
Tipos de linhas são utilizadas para representação gráfica de caminhos elétricos.
Formatos
Elementos padronizados que simulam o papel onde o desenho será plotado. As dimensões de formato normatizados são:
Normas para desenhos
NBR 5444 (1989): Símbolos Gráficos para Instalações Prediais;
NBR 5461: Iluminação - Terminologia;
NBR 8196 (1999): Desenho técnico – Emprego de Escalas;
NBR 8402 ou NB 846: Execução de carácter para escrita em desenho técnico;
NBR 8403: Tipos de linhas;
NBR 10068 ou NB 1087: Folha de desenho;
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico;
NBR 10582: Apresentação da Folha para Desenho Técnico;
NBR 13142: Desenho Técnico – Dobramento De Copia.
Representação Gráfica
Composição Planta
Indicações
Exemplos de Projeto
Notas para projetos
Interruptores, quadros, tomadas e assessórios
Interruptor simples
Acessórios
Quadros
Monofásicos
Quadro de distribuição de cargas
Diagrama Unifilar
Tomada
Uma tomada de corrente ou simplesmente tomada pode ser definida como um dispositivo elétrico com contatos ligados permamentemente a uma fonte de energia elétrica, destinado a alimentar um equipamento de utilização através de um plugue. São divididos em tomadas de USO ESPECÍFICO e de USO GERAL.
Os tipos mais comuns de interruptores de uso geral são aqueles destinados ao comando de iluminação, isto é, ao comando de uma ou mais luminárias de um circuito de iluminação.
No caso mais comum de instalação elétrica residencial e comercial, os circuitos de iluminação são monofásicos do tipo fase-neutro (interruptores unipolares, 10A e 250V). Em alguns locais comerciais e na maioria das insdutrias, os circuitos de iluminação são monofásicos do tipo fase-fase (interruptores bipolares, 25A e 250V).
Um quadro de distribuição é um equipamento elétrico destinado a receber energia elétrica de uma ou mais alimentações e a distribuíla a um ou mais circuitos, podendo também desempenhar funções de proteção, seccionamento, controle e/ou medição.
Um quadro terminal é aquele destinado a alimentar exclusivamente circuitos terminais. O termo "Quadro de Distribuição" é absolutamente geral, incluindo desde os simples "quadros de luz" até os mais complexos CCMs (centros de controle de motores).
Interruptor paralelo
Interruptor intermediário
Bifásicos
Trifásicos
Diagrama Trifilar
Quadros
Localização:
Proximidade Geométrica a todas as cargas (localização central);
Proximidade dos centros de carga;
Fácil acesso;
Segurança.
Quantidade:
Dependerá do número de centros de carga;
Visar a economia na passagem das tubulações e fiações;
Versatilidade / Comodidade da Instalação.
Obervação:
Deve ter grau de proteção adequado;
Deverá possuir identificação externa e identificação dos componentes.
Reserva:
Deve ser previsto espaço e potência para reserva nos quadros, conform tabela a seguir:
Quadros
Graus de proteção:
é dado pelo IP (International Protection Code);
A seleção do Grau de Proteção de um equipamento, quadro, caixa ou qualquer outro componente da instalação, deverá ser feito em função das influencias externas, donforme definido pela NBR 5410.
Tal índice especifica a proteção contra ingresso de corpos sólidos ou acesso a partes perigosas e a penetração de líquidos, sendo composto por dois algarismos e em alguns casos, por uma ou duas letras adicionais, ou seja, será indicado IP _ _.
Divisão em circuitos
Premissas:
Limitar as consequências da falta;
Facilitar as verificações, ensaios e manutenção;
Evitar os perigos de um circuito único.
Critérios:
Sem risco de alimentação inadvertida por outro circuito;
Individualizados pela função (iluminação e tomadas);
Circuitos independentes para equipamentos onde I>10A;
Fazer o equilíbrio de cargas nas fases;
Circuitos independentes para tomadas da copa, cozinha e lavanderia;
Potências de até 1200W em 127V ou 2200W em 220V;
Nos circuitos de cozinha potências até 2200W em 127V;
Um circuito pode atender diversos ambientes, mas deve-se evitar ter 2 circuitos em um único ambiente;
Circuitos com comando diferenciado, por exemplo, minuteria ...
Deve-se obedecer às seguintes prescrições mínimas: (a) Residências, 1 circuito para cada 60m2 ou fração; (b) Escritórios, 1 circuito para cada 50m2 ou fração;
Cada circuito deve ter seu próprio condutor neutro.
Passagem de tubulações
Interruptores e tomadas
Localização:
Distribuir as tomadas o mais uniforme possível;
Cozinhas, lavanderias e copas: h=1,30m;
Banheiro, uma arandela junto a pia;
Interruptor pararalelo para distâncias >3,0m;
Usar caixas 4x4" quando houver muitos pontos;
Cada ambiente com comando de luz independente;
Tomadas do tipo 2P+T;
Usar tomadas duplas para TV+vídeo;
Linhas de interruptores e tomadas:
Critérios de Projeto
Advertências:
Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga ou um curto circuito. Desligamentos frequêntes são sinal de sobrecarga. Por isso, NUNCA troque seus disjuntores ou fusíveis por outros de maior corrente (maior amperagem) simplesmente. Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível por outro de maior corrente requer, antes, a troca de fios e cabos elétricos, por outros de maior seção.
Da mesma forma, NUNCA desative ou remova a chave automática de proteção contra choques elétricos (dispositivo DR), mesmo em caso de desligamentos sem causa aparente. Se os desligamentos forem frequentes e, primciplamente, se as tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isto significa, muito provavelmente, que a instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só podem ser identificadas e corrigidas por profissionais qualificados.
Critérios:
Instalações embutidas - eletroduto de pvc rígido ou flexíveis;
NÃO UTILIZAR MANGUEIRAS;
Instalações Aparentes - eletroduto de ferro galvanizado;
Diâmetro mínimo: 1/2";
Diâmetro máximo para distribuição: 1";
Em lajes evitar o cruzamento de tubulações;
Em caixas octogonais de teto usar no máximo 5 ligações;
Quando houver grande quantidade de fios usar caixa octogonal dupla (10x10x10 cm);
Um trecho contínuo não pode ter mais de 3 curvas;
Deve-se evitar curvas reversas;
utilizar caixas de entrada e saída de condutores, ou emendas ou derivações, ou dividir a tubulação em trechos;
Não usar curvas com deflexão superior a 90º;
Devem ser usadas curvas padrão comercial.
Padrão brasileiro:
" O Presidente da República faço saber que o Congresso Nacional decreto e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º As edificações cuja a construção se inicie a partir da vigência desta Lei deverão obrigatoriamente possuir sistema de aterramento e isntalações elétricas compatíveis com a utilização do condutor-terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato correspondente.
Art. 2º Os aparelhos elétricos com carcaça metálica e aqueles sensíveis a variações bruscas de tensão, produzidos ou comercializados no País, deverão, obrigatoriamente, dispor de condutor-terra de proteção e do respectivo adaptador macho tripolar.
Parágrafo único. O disposto neste artigo entra em vigor quinze meses após a publicação desta Lei.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor noventa dias após sua publicação.
Brasília, 26 de julho de 2006; 185º da Independencia e 118º da República.
Estimativa de Cargas
Iluminação
De acordo com a NBR 5410:
S<=6m2, pelo menos 1 ponto de 100VA;
S>6m2, 100VA para os primeiros 6m2 e acrescenta-se 60VA para cada 4m2 de acréscimo de área.
Obs: Corresponde a um critério mínimo e obrigatório.
Método do w/m2:
P (W) = s (m2) x FATOR

Tomadas
1. Uso Geral: De acordo com a NBR 5410,
Banheiros: um ponto de 600VA junto a pia/lavató- rio;
Cozinhas, copas, copas cozinhas, áreas de serviço,
lavanderias e similares: um ponto de tomada a cada
3,5m ou fração de perímetro;
Obs1: Para ambientes citados anteriormente deve-se consi-
derar os três primeiros pontos de 600 VA e os adicionais de 100 VA considerando-se cada ambiente separado.
Obs2: Caso o total de pontos seja superior a seis considera-
se em cada ambiente os dois primeiros pontos de 600 VA e
os adicionais de 100 VA.
Salas e dormitórios: um ponto de 100VA a cada 5m ou fra-
ção de perímetro;
Em varandas: um ponto de 100VA;
Em varandas com área inferior a 2m² ou profundidade menor
que 0,80m → um ponto de 100VA, sendo que tal ponto poderá
estar instalado fora desta mas próximo ao seu acesso;
Outros ambientes:
a. Com área igual ou inferior a 2,25m²: um ponto de 100VA.
b. Com área entre 2,25m² e 6m²:um ponto de 100VA.
c. Com área superior a 6m²: um ponto de 100VA a cada 5m
ou fração de perímetro
Previsão de cargas
Redidencial e Comercial
TUE’s alimentam aparelhos com corrente ≥10A (aprox.≈1000VA).
Deve possuir circuito exclusivo.
A TUE deverá estar a no máximo 1,5m do local de instalação do aparelho.
Para instalações comerciais o ar-condicionado é a mais importante TUE a ser considerada
A tabela a seguir mostra as potências dos principais equipamentos de uso residencial.
Residencial
Comercial
De acordo com a NBR 5410:
Deve-se fazer o calculo luminotécnico;
Método do w/m2:
P (W) = s (m2) x FATOR

Tipo W/m2
Incandescente 30
Fluorescente 12
Residencial
Comercial (Lojas)
1. Uso Geral: Critérios do projetista,
1 uma tomada a cada 30m², ou fração, de área;
tomadas para ligação de lâmpadas, tomadas de
vitrines e demonstração de aparelhos;

Comercial (Escritórios)
1. Uso Geral: Critérios do projetista,
S≤40m², o maior valor entre: i. uma tomada a cada 3m,
ou fração, de perímetro; ii. uma tomada a cada 4m², ou fra-
ção, de área.
S>40m², i. 10 tomadas para os primeiros 40m², mais; ii.
1 tomada para cada 10m², ou fração, de área;
Obs: A potência mínima das TUGs será 200 VA.

Condomínio
Deve ser prevista pelo menos 1 TUG em cada um dos se-guintes ambientes:
Halls de serviço
Salas de manutenção
Salas de equipamentos
Salas de bombas
Barriletes
Deve ser prevista quantidade adequada de TUG´s para
os seguintes ambientes:
Halls Sociais
Salão de festas
Copa
Garagem
Obs: A POTÊNCIA MÍNIMA DO CIRCUI-
TO DESTAS TUGs SERÁ 1000 VA.

Nota: FP de cargas gerais
Tomadas de Uso específico
ATENÇÃO
Valores Mínimos
Dimensionamento
Sobrecarga
Choques elétricos
Conforme NBR 5410:2004,
Requisitos Básicos para a proteção contra choques elétricos: Equipotencialização da proteção;









Seccionamento automático.
Dispositivos de proteção a corrente diferencial-residual (DR): Não há razões para preocupação, quanto ao atendimento da regra de seccionamento automático, quando se utiliza dispositivos DR, a não ser que a proteção diferencial residual seja de baixíssima sensibilidade.
Exigência de DR
Os seguintes circuitos devem ser objeto de proteção adicional por dispositivos DR de alta sensibilidade (corrente diferencial-residual <= 30 mA):
Circuitos que sirvam pontos de utilização situados em locais contendo banheira ou chuveiro;
Circuitos que alimentam tomadas de corrente situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos no exterior;
Circuitos residenciais que sirvam pontos de utilização situados em cozinhas, copascozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens;
Circuitos em edificações não-residencias que sirvam pontos de tomada situados em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, em áreas internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens;
Dimencionamento da proteção de circuitos terminais
Definições:
1. Corrente nominal: A corrente nominal (In) de um dispositivo de manobra ou de proteção é o valor eficaz da corrente de regime contínuo que o dispositivo é capaz de conduzir indefinidamente, sem que a elevação de temperatura de suas diferentes partes exceda os valores especificados em norma.
2. Sobrecorrentes: São correntes elétricas cujos valores excedem o valor da Corrente Nominal. As sobrecorrentes podem ser originadas por solicitação do circuito acima de suas características de projeto (sobrecargas) ou por falta elétrica (curto-circuito).
3. Sobrecarga: As sobrecargas produzem a elevação da corrente do circuito a valores, em geral, de algum percentual acima do valor nominal até o máximo de dez vezes a corrente nominal do mesmo, e provocam efeitos térmicos prejudiciais ao sistema.
4. Curto-circuito: São provenientes de defeitos graves (falha ou rompimento da isolação entre fase e terra, entre fase e neutro ou entre fases) que produzem correntes elavadíssimas, da ordem de 10 a 100 vezes o valor nominal da corrente no circuito
Corrente convencional de atuação é o valor especificado de corrente que provoca a atuação do dispositivo dentro do tempo convencional.
O tempo convencional: 1 hora <= 63 A, 2 horas > 63 A.






Na prática a corrente I2 é considerada igual à corrente convencional de atuação dos disjuntores.
1) Corrente convencional de não atuação – 1,13;
2) Corrente convencional de atuação – 1,45.
Os disjuntores NBR IEC 60898, 60947-2 e NBR 5361 atendem a condição de I2.
Disjuntores (IEC 60898)
Os dijuntores cumprem 3 funções básicas:
Abrir e fechar os circuitos;
Proteger a fiação e os aparelhos contra sobrecarga (dispositivo térmico);
Proteger a fiação e os aparelhos contra curto-circuito (dispositivo magnético).
Vantagens ?
CURVA B: Tem como característica principal o disparo instantâneo para corrente entre 3 a 5 vezes a corrente nominal. sendo assim, são aplicados principalmente na proteção de circuitos com características resistivas ou com grandes distâncias de cabos envolvidas. Exemplos: Lâmpadas incandescentes, chuveiros, aquecedores elétricos, etc.
CURVA C: Tem como característica o disparo instantâneo para correntes entre 5 e 10 vezes a corrente nominal. sendo assim, são aplicados para proteção de circuitos com cargas indutivas. Exemplos: Lâmpadas Fluorescentes, geladeiras, máquinas de lavar, etc.
CURVA D: disparo instantâneo para correntes entre 10 a 20 vezes a corrente nominal.
Curvas de disjuntores
Para que a proteção dos condutores contra sobrecargas fique assegurada, as características de atuação do dispositivo a provê-la devem ser tais que:
onde:
IB : corrente de projeto, em A;
IZ : capacidade de condução de corrente dos condutores;
In : corrente nominal do dispositivo de proteção (ou corrente de ajuste para dispositivos ajustáveis), nas condições previstas para sua instalação.
I2 : corrente convencional de atuação, para disjuntores, ou corrente convencional de fusão, para fusíveis.
Nota: A condição b é aplicável quando for possível assumir que a temperatura limite de sobrecarga dos condutores não seja mantida por um tempo superior a 100 horas durante 12 meses consecutivos ou por 500 horas ao longo da vida do condutor. Quando isso não ocorrer, a condição b fica substituida por I2<=Iz.
Prancha 1: Pavimento do Subsolo;
Prancha 2: Pavimento Térreo, com detalhe do DG, caixa, banco de dutos e acesso ao poste;
Prancha 3: Pavimentos ímpares;
Prancha 4: Pavimentos pares;
Prancha 5: Prumada de telefone;
Prancha 6: Prumada de interfone e TV.
Obs1: Definir quadro de simbologia e legenda nas pranchas.
Obs2: Deve-se disponibilizar a versão impressa para a entrega.
Dimencionamento de condutores de circuitos terminais
Introdução:
O dimensionamento técnico de um circuito corresponde à aplicação dos diversos itens da NBR 5410:2004 relativos à escolha da seção de um condutor e do seu respectivo dispositivo de proteção. Os seis critérios da norma são:
Capacidade de condução de corrente, conforme 6.2.5;
Queda de Tensão, conforme 6.2.7;
Seção mínima, conforme 6.2.6.1.1;
Sobrecarga, conforme 5.3.4 e 6.3.4.2;
Curto-circuito, conforme 5.3.5 e 6.3.4.3;
Choques elétricos, conforme 5.1.2.2.4.

Para considerarmos um circuito completo e corretamente dimensionado, é necessário aplicar os seis critérios, cada um resultando em uma seção e considerar como seção final a maior dentre todas as obtidas, e escolhe-se o condutor padronizado comercialmente, cuja seção seja igual ou superior à seção calculada.
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