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As novas técnologias ulizadas

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by

Laercio Mendes

on 31 May 2016

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Transcript of As novas técnologias ulizadas

As novas tecnologias utilizadas para a
educação especial
Vamos voltar um pouco no tempo?!
Na antiguidade, até 476 a.C as crianças que nasciam com algum tipo de deficiência, eram vistas pela sociedade grega como deformadas. Normalmente eram jogadas em esgotos.
IMPÉRIO
ROMANO
No periodo do império romano, as pessoas com deficiência eram ridicularizadas e abandonadas pelos familiares e pelo Estado. Normalmente se tornavam "bobos da corte".
476 A.C
IDADE MÉDIA
Na idade média as pessoas com deficiência viviam isoladas do resto da sociedade em asílos, conventos e albergues.
No
Brasil
, em 1854, surgiu a criação de duas escolas residenciais para deficientes da audição e da visão.
1854
BRASIL
Em 1854, surgiu a criação de duas escolas residenciais para deficientes da audição e da visão denominadas atualmente de
Instituto Benjamin Constant
e
Instituto Nacional de Educação de Surdos.
Nessa apresentação vamos abordar:
e
Uma produção de:
Laércio Mendes

Jucele Nunes Leite

Vinicius do Vale e Santos

Allan Michel Simões
Apresenta:
História
A inclusão digital e o aprendizado Social
Educação inclusiva
Conclusão
Baseado nos artigos e seus ciadores:
Novas tecnologias e pessoas com deficiência: a informática na construção da sociedade inclusiva
- Ligia Pereira dos Santos e Robson Pequeno
Aprendizagem social e novas tecnologias
- Colin Lankshear e Michele Knobel
Inclusão socioeducativa na escola: avaliação do processo dos alunos
- Neli Klix Freitas
A partir daí surgiram às eras, como a Era da Apatia (1900-1940) onde foram realizados testes e instrumentos científicos para rotular e diagnosticar qual o tipo e o grau de deficiência da pessoa com deficiência.

Houve também a Era da Simpatia em 1948, surgiu uma nova visão com a Declaração Universal dos Direitos Humanos “Todo ser humano tem direito à educação”.

Logo depois surgiu a Era dos Direitos e Aceitação, quando a Educação Especial no Brasil ganhou espaço e foram criadas leis que determinavam a inclusão de deficientes no Sistema Geral da Educação.
Qual o papel da informática na construção da sociedade inclusiva?
Na sociedade da informação, a acessibilidade ao conhecimento digital permite ao incluído digital maximizar o tempo e suas potencialidades. A informática representa mais que um domínio de uma linguagem; é também um suporte para melhorar as suas condições de vida.
A pessoa com deficiência pode adquirir maior independência através de atividades digitais. Através da internet, ela pode encontrar páginas de suma importância relativas a serviços de saúde, educação, trabalho etc.
A internet é a principal ferramenta para promover o contato e discussão da temática da Inclusão entre pessoas com deficiências, familiares, profissionais, formuladores de políticas públicas, instituições de ensino e pesquisa e organizações da sociedade civil.

O computador é uma das principais fontes de informação; atualmente os que não têm acesso ao mundo virtual podem ser considerados “analfabetos digitais”, tendo reduzidas suas oportunidades profissionais, culturais e educacionais.
O aprendizado social
O conceito de aprendizagem social envolve três ideias principais:
A aprendizagem social ocorre em contextos de “interações estáveis, especialmente com outros, em torno de problemas ou ações”, nos quais há coisas a serem feitas, conhecidas, entendidas e dominadas.
A aprendizagem social é colaborativa, no sentido de que os participantes falam (escrevem etc.) sobre o que eles estão fazendo e tentando entender, conseguindo compreender conceitos, princípios e procedimentos por meio de suas interações e comunicação.
A aprendizagem social enfatiza aprender
a ser
e não simplesmente
aprender sobre
.
Educação
Não há um modelo ùnico para a
Em
inclusiva, um dos princípios que deve nortear a avaliação é a adaptação, sempre visando a interação social como marco de referência.

Adequar formas de avaliação supõe diversifica-las, e isso significa também colocar à disposição dos alunos um conjunto amplo de ajuda e de apoio.

A inclusão se concilia com uma educação para todos e com um ensino especializado ao aluno, mas não se consegue implantar essa opção de inserção sem enfrentar um desafio ainda maior: o que recai sobre o fator humano.
Os recursos físicos e os meios materiais para a efetivação de um processo inclusivo escolar de qualidade cedem um espaço de prioridade para o desenvolvimento de novas atitudes e formas de interação na escola, exigindo uma nova postura diante da aceitação das diferenças individuais, da valorização de cada pessoa, da convivência na diversidade humana, e da aprendizagem por meio da cooperação, na qual o professor é um mediador.
No processo de edudação não deve haver diferenças, pois o ser humano é capaz de coisas incríveis e com o avanço da tecnologia essa aproximação daquele que, durante séculos, sofreu discriminação e abuso, torna real. Traçando métodos para que o especial seja incluído na sociedade de maneira eficaz, levando em conta sua limitação, mas enaltecendo sua habilidade e criando um processo para acabar com a intolerância.
OBRIGADO
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