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Estática fetal, mecanismo do parto e contratilidade uterina

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by

Paloma Franco

on 17 October 2012

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Transcript of Estática fetal, mecanismo do parto e contratilidade uterina

Estática fetal, mecanismo do parto e contratilidade uterina Interno: Osvaldo Gomes Jr
Preceptor: Amado Nizarala Relação do feto com a bacia e com o útero

I.Situação
II. Posição
III.Apresentação
IV.Atitude
V. Altitude
VI. Variedade de Posição Estática Fetal I. SITUAÇÃO DO FETO
Relação entre os eixos longitudinais fetal e uterino

1. Longitudinal (99,5%)
2. Transversa (0,5%)





3. Oblíqua Estática Fetal Multiparidade
Inserção viciosa da placenta
Polidrâmnio
Anomalias uterinas
Miomas submucosos II. POSIÇÃO
Relação entre o dorso fetal (situação longitudinal) ou cabeça fetal (situação transversa) e o lado direito ou esquerdo da mãe

1. Esquerda (mais comum)
Dextrorotação uterina

2. Direita III. APRESENTAÇÃO
É a região fetal que se loca na área do estreito superior da bacia, ocupando-a em todo, aí tende a insinuar-se e, durante o parto, é sede de mecanismo de parto bem determinado

Situação longitudinal
- Cefálica (96%)
- Pélvica (3-4%)

Situação transversa
- Córmica ou de espáduas (0,5%) 1. Cefálica (96%)

Relação cabeça x corpo do feto:
- Fletida (95%)
- Defletida (1%)

Relação eixo látero-lateral

A insinuação, na apresentação cefálica, pode se dar de diferentes maneiras.
A cabeça fetal pode se insinuar com a sutura sagital no diâmetro transverso da pelve.
Sutura sagital eqüidistante do pube e do promontório (paralela aos planos da pelve) = sinclitismo.
Quando este fato não acontece, há assinclitismo.

- Assinclitismo anterior: parietal anterior desce adiante do posterior, fazendo com que a sutura sagital fique mais próxima do promontório.

- Assinclitismo posterior: parietal posterior desce, adiante do anterior com a conseqüente aproximação da sutura
sagital do pube. 2. Pélvica (3-4%)

- Completa ou pelvipodálica
- Simples, incompleta modo de nádegas ou agripina
- Incompleta variedade de pés ou joelhos

Fatores: Prematuridade, anencefalia e hidrocefalia, gemelidade, malformações e tumores uterinos, vícios pélvicos inserção cornual da placenta, polidramnia e brevidade de cordão. IV. ATITUDE OU POSTURA FETAL
Relação das diversas partes fetais entre si

1. Fletida
Contorno convexo (fletido) da coluna vertebral

2. Defletida
Contorno côncavo (estendido) da coluna vertebral Atitude ou postura fetal (A) Cefálica Fletida
(B) De Bregma - Deflexão de 1º grau
(C) De Fronte - Deflexão de 2º grau
(D) De Face - Deflexão de 3º grau ou máxima

Diâmetros da cabeça fetal na insinuação:
Apresentação Fletida:
suboccipito-bregmático – 9,5cm
Apresentação de Bregma:
occipito-frontal – 12cm
Apresentação de Fronte:
occipito-mentoniano – 13,5cm
Apresentação de Face:
submento-bregmático – 9,5cm V. ALTITUDE ou ALTURA DA APRESENTAÇÃO

Planos de DeLee
Diâmetro biespinha ciática ou linha interespinhosa é o plano de referência, ou plano 0.

Planos de Hodge
1.Borda superior do pube e promontório
2.Borda inferior do pube ao meio da 2 vértebra sacra
3.Espinhas ciáticas
4.Ponta do cóccix VI. VARIEDADE DE POSIÇÃO
Relação entre o ponto de referência da apresentação e o ponto de referência da pelve materna

Pontos de referência da pelve materna
1.Pube
2.Ilíaco (eminências ileopectíneas)
3.Extremidades do diâmetro transverso máximo
4.Articulação sacro-ilíaca
5.Sacro Pontos de referência fetais e as linhas de orientação 1.Palpação Abdominal – Manobra de Leopold-Zweifel








2.Exame Vaginal (Toque)
3.Ausculta DIAGNÓSTICO DA APRESENTAÇÃO E DA POSIÇÃO DO FETO Contratilidade uterina Célula miometrial: Responsável pela contração através de membrana excitável.

Contração, durante TP, a célula miometrial apresenta retração (após cessado o estímulo, a célula não retorna ao seu comprimento original).

*** Retração da célula muscular uterina
Descida do feto.
Evita retorno do feto, a posição inicial, a cada contração.
Principal responsável pelo controle da hemorragia pós-parto. Tono
- Menor pressão intra-uterina registrada entre duas contrações.

Intensidade ou amplitude
- Aumento da pressão intra-uterina provocada pela contração.
- Medida através da linha de base ou tono (VN:30 e 50 mmHg).

Freqüência
- Número de contrações a cada 10 minutos.
- Atividade uterina é o produto da intensidade pela freqüência.


- Atividade uterina avaliada por vários métodos ( tocometria externa; tocometria interna ou invasiva, como o registro da pressão amniótica, intramiometrial, placentária ou puerperal).
- Onda contrátil no útero grávido duração no fundo uterino. Sentido da onda
- Sempre descendente.

Intensidade
- Maior nas camadas superiores útero.
- Diminue à medida que alcança as regiões inferiores.

ORA...
Onda contrátil - tríplice gradiente descendente: propagação descendente, tem maior duração no fundo uterino e a intensidade diminui no sentido céfalo-caudal. Gestação
- Fibra miometrial comportamento variado.

<30ª semana
Atividade uterina é muito pequena.
Contrações de baixa intensidade, localizadas em áreas restritas do útero.
Contrações de Braxton-Hicks ocasionais

> 30ª semana (cerca de 1 por hora)
Maior intensidade, porém indolores.
Contrações são incoordenadas .

Últimas quatro semanas (pré-parto)
Acréscimo acentuado das contrações de Braxton-Hicks.
Melhor coordenação, intensidade, atinge maior área do útero.
Tono ( 8 mmHg). Parto
- Contração uterina mais intensa e coordenada + dor e a dilatação do colo uterino.
- Fase inicial da dilatação: contrações de intensidade de 30 mmHg e freqüência de 2 a 3 em 10’.
- Final da dilatação, a intensidade alcança 40 mmHg e a freqüência 4/10’.
- Período expulsivo, a intensidade alcança 50 mmHg e a freqüência 5/10 minutos.

***Após o parto, útero continua com contrações rítmicas e de grande intensidade.
***Após 3 ou 4 contrações, a placenta se descola e é expulsa. Contrações são indolores (repouso fisiológico).

- Puerpério, a freqüência diminui até atingir 1 a cada 10 minutos (12h parto).
- Sucção do seio materno pelo RN, pode haver aumento da atividade uterina. CORRELAÇÃO CLÍNICA Contração
Percebida à palpação abdominal (intensidade > 10 mmHg).
Duração clínica é mais curta que a duração real (registro intra-amniótico).
Até 15 mmHg a contração é indolor (duração da 60’’ – menor que a duração real da contração. Funções da contração uterina:
Manutenção da gravidez A gravidez se mantém pelo bloqueio progesterônico.

Progesterona
- Produzida no sítio placentário.
- Diminui a sensibilidade da célula miometrial ao estímulo contrátil.
- Determina uma área inativa e uma área ativa (contrátil).
- Impede o descolamento placentário durante a gestação e a expulsão.

Dilatação
- Contrações amadurecem o colo uterino no período de pré-parto.
- TP : dilatação cervical depende da contratilidade uterina propagada,
coordenada e com tríplice gradiente descendente. A pressão exercida pela apresentação ou pelo cone formado pela bolsa das águas. Descida e expulsão fetal
- Contrações expulsam o feto através da pelve.
- “Puxos” são simultâneos as metrossístoles.

Descolamento da placenta
- Expulsão do feto/ grande retração do útero/desinserção placentária.
- Contrações a expulsam para o canal do parto.

Hemóstase puerperal
- Contração é a principal linha de defesa do útero.
- Estancar a hemorragia do sítio.
- Pinçamento fisiológico permitirá formação de trombos (coibe sangramento puerperal imediato). Mecanismo do parto “Movimentos passivos sofridos pelo feto com o intuito de adequar seus maiores diâmetros aos maiores diâmetros do canal do parto.” Movimentos contínuos e entrelaçados.

Tempos:
1. Insinuação ou encaixamento
2. Descida
3. Desprendimento

***Rotação interna da cabeça, desprendimento da cabeça, rotação externa da cabeça com rotação interna simultânea das espáduas e desprendimento das espáduas. Encaixamento:
- Passagem da maior circunferência da apresentação pelo estreito superior da bacia.
- Flexão ou deflexão (apresentação cefálicas) e nas apresentações pélvicas.
- Acomodamento dos membros inferiores sobre o tronco.
- No início desta fase, a cabeça fetal encontra-se com flexão moderada, com a sutura sagital orientada no sentido do diâmetro oblíquo ou transverso e com a fontanela lambdóide voltada para a esquerda. Descida
"Apresentação, impulsionada pela contratilidade uterina, desce até a proximidade do assoalho pélvico, onde a resistência deste, aumenta a flexão."

--> Contínuo (início do TP até a expulsão total do feto). Rotação interna
- Apresentação dilata o diafragma pélvico que força-a a realizar movimento turbinal.
- Sutura sagital ântero-posterior (maior diâmetro da pelve.
- Espáduas do feto se apresentam ao estreito superior.
- Maior diâmetro da cintura escapular fetal é o diâmetro biacromial (12 cm).
- Encaixamento das espáduas se faz no sentido transverso ou oblíquo do estreito superior.
- Rotação interna + descida: região suboccipital fetal loca-se sob o pube materno com a sutura sagital orientada, ântero-posteriormente. Desprendimento da cabeça

- Contrações uterinas, exercendo pressão para baixo, forçam a descida, e a nuca fetal faz apoio na arcada púbica, enquanto a sua face distende o assoalho pélvico, que oferece menor resistência, e sofre deflexão, deslocando o coccige materno para trás (hipomóclio).
- Neste momento, ocorre o deslizamento do occipício sob a arcada púbica e o bregma, a fronte, o nariz e o mento surgem sobre o períneo. Rotação externa da cabeça
“ Restituir o occipital à sua posição de encaixamento, devido à rotação interna das espáduas – MAIOR DIÂMETRO .”

Após rotação interna:
- Desprendimento das espáduas.
- Ombro anterior coloca-se sob a arcada púbica onde faz apoio, e o ombro posterior distende o assoalho pélvico, deslocando o coccige materno, e se desprende após sofrer movimento de flexão lateral.
- Após o desprendimento do ombro posterior, o ombro anterior desliza
sob a arcada púbica e, também, se desprende.
- Restante do corpo do feto não oferece resistência ao nascimento por ter diâmetros menores . Obrigado!
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