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Arte Pré Histórica

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by

bernardo faria

on 16 January 2014

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Transcript of Arte Pré Histórica

Arte Pré Histórica
Os Primeiros Passos da Arte
Paleolítico
O paleolítico superior tem quatro fases distintas:
Aurignacense (40 mil a 27 mil anos antes do presente);
Gravettense ( 27 mil a 21 mil anos antes do presente);
Solutrense ( 21 mil a 18 mil anos antes do presente);
Magdalonense (18 mil a 10 mil anos antes do presente);
Mesolítico
Neolítico
Neolítico, que significa pedra nova, É a fase o Homem desenvolve o que iniciara no mesolítico, passa a viver em aldeias e melhora a nível agrícula, de caça e de pecuária, e inicia novas atividades como a tecelagem, a cerâmica e a olaria, deixando marcas da sua presença completamente diferentes das do paleolítico. Começa a existir composição e há quase uma “ celebração da vida”. O exagero e as primeiras pinceladas de “expressionismo” surgem, incrivelmente, neste período.
O que significa a arte?
É possível que a arte signifique a edificação de casas, edifícios, templos a realização de pinturas e esculturas e até a tecelagem de padrões. Neste ponto de vista afirma-se assim que, nenhum povo do Mundo existe sem arte. Por outro lado, existe também a possibilidade de a arte ser entendida como um objecto de luxo, apreciado em museus e em exposições e, neste caso, concluímos que o uso da palavra “arte” toma um rumo bem mais recente no sentido em que muitos dos pintores ou escultores do passado nem sequer sonharam com ele.
Analisando as diferenças entre as perspectivas, sabemos imediatamente que existem espalhadas pelo Mundo inúmeros edifícios que são verdadeiras obras de arte, aqui em Portugal temos por exemplo o grandioso Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Palácio da Pena, o Convento de Mafra, entre tantos outros.
Todos estes monumentos, tal como todas as edificações históricas espalhadas pelo Mundo, dificilmente foram construídas sem nenhuma utilidade ou finalidade previamente definida. Primeiro virá sempre a utilidade e só depois é que vem a apreciação das linhas, dos traçados, das proporções de construção, etc.
No passado, passava-se precisamente o mesmo em relação às pinturas e esculturas porque estas eram para além de obras de arte, objectos com uma função definida. Quanto mais recuamos na história, mais definidas, mesmo que estranhas, são as finalidades atribuídas às variadas obras de arte e o mesmo acontece entre camponeses ou entre tribos longe da civilização. Chamamos a esses povos “ primitivos”, não por serem mais simples ou menos inteligentes do que nós, mas por estarem mais próximos de um dado momento em que surgiu a humanidade.
Os intrigantes começos da humanidade, alguns chegaram até nós, são fruto de projecções de utilidade muito específicas: as imagens ou gravuras deixadas nas cavernas têm para esses povos, uma utilidade tão vincada e particular como uma cabana. Assim como a cabana os protegeria da chuva, do vento, do sol, as pinturas iriam protege-los de outros poderes que para eles eram tão fortes como a força da natureza. É mais fácil descobrirmos entender estes primeiros passos da arte se tentarmos perceber qual a grandiosidade que os leva a recorrer às gravuras, em vez de ser algo que exista apenas para ser contemplado. Em todas as partes do Mundo são vulgares as práticas de magia para afugentar o mal ou para idolatrar um deus, por exemplo. O mesmo se passa com os povos primitivos: o facto de gravarem nas grutas as imagens de gado por exemplo, dão a entender imediatamente a importância que aqueles animais têm para a sobrevivência daquele povo. São muito vulgares as imagens de caça de mamutes, bisontes, renas em variadíssimos lugares como em Espanha e no Sul da França. Por vezes essas gravuras são tão especificas e bem elaboradas, que custa a crer que os autores são povos primitivos da Era Glaciar. Por vezes, as gravuras estão em partes tão subterrâneas das grutas que é obvio que os povos não as fizeram em lugares tão inacessíveis simplesmente para decoração. A explicação mais plausível para essas pinturas rupestres é que os caçadores primitivos imaginavam que, se fizessem uma imagem da sua presa e até a trespassassem com as suas lanças e machados de pedra, os animais verdadeiros também iriam na realidade sucumbir ao seu poder.
Tudo gira em torno do poder das imagens e estes simbolismos estão muito presentes em toda a história do Mundo, basta analisarmos alguns casos em particular, como por exemplo a história de Rómulo e Remo em que os romanos acreditavam que estes dois irmãos tinham sido amamentados por uma loba. Ainda hoje uma loba é mantida viva numa jaula perto das escadas do Capitólio. No entanto, é claro diferente este tipo de simbolismo e a profunda seriedade com que os homens tribais encaram a sua relação com os animais.

Paleolítico
Neolítico
Mesolítico
A Pré História é dividida em três importantes fases:
Parede da Sala dos Touros, Lascaux.
Pormenor do contorno, que adquire diferentes espessuras consoante a parte do corpo.
Vénus de Laussel, baixo relevo de pedra. Paris, Museu do Homem.
Fresco da abóbada de Altamira.
Vénus de Willendorf. Viena, Museu de História Natural.
Parede da Sala dos Touros, Lascaux.
As vénus, estatuetas de mulheres com formas exageradamente acentuadas, faziam parte de rituais de celebração e louvor da fertelidade. Tendo por isso todas as características que eram vistas como as mais propícias nos momentos de pré, parto e pós parto.
Rituais de Celebração da
Fertelidade
Pinturas Rupestres
Nestas pinturas não há composição, ou seja, os touros, por exemplo, não representados em manadas. Não há também a noção de que o chão é inferior e o céu é superior, sendo que a composição é o animal e termina no contorno do mesmo.

Gravuras Rupestres, Foz Coa
Para além das pinturas, surgem também as gravuras com raspagem e picotagem com martelagem directa ou indirecta.
O mesolítico, cujo nome significa idade média da pedra, foi o período entre o paleolítico e neolítico. Este existiu apenas em certas regiões do mundo onde a transição entre os supramencionados períodos não foi direta.
No mesolítico os hábitos eram semelhantes aos do paleolítico superior, no entanto, tratando-se do fim da era glaciar, o Homem trocou as grutas pelos terrenos litorais e fluviais. Surgiram assim novas formas de povoamento e de subsistência, e esta evolução veio garantir melhores condições de vida do Homem pré-histórico.
Estas novas formas de povoamento tinham base em novidades, como a agricultura, a domesticação dos animais e o domínio do fogo e a divisão do trabalho por sexo, que deram ao Homem a possibilidade de se tornar sedentário.
Assim sendo as representações artísticas deste período são escaças e são, na sua maioria, arte móvel.
Caracteriza-se por uma arte conceptual e racionalista, baseado no geométrico e abstracto. A arte mesolítica é muito mais simples que a paleolítica, "esquemática" até. A figura humana passou a ser muito mais frequentemente representada e tornou-se, inclusive, um dos temas artísticos predominantes.
Pintura
Escultura
Arquitetura
O Homem passou de caçador a camponês, que consequentemente o levou a trocar os sentidos apurados e o poder de observação pela abstração e racionalização.
Com o domínio do fogo iniciou-se a produção de peças de cerâmica, decorados com motivos geométricos, denotando que havia uma preocupação com a estética e não apenas com a sua utilidade.
As pinturas nos vasos eram também derivadas de um pensamento abstrato, e alguns vasos assumem formas de figuras antropomórficas. Em alguns casos apenas com uma indicação no rosto, noutros o recepiente toma a forma humana.
A escultura passa a ser feita também em metal, na mesma linha de pensamento que a cerâmica e a pintura, recorrendo muito à forma humana.
Como, onde e porquê que surgiu?
Fatores que contribuíram para a formação da arquitetura megalítica:
- necessidade de se estabelecer uma calendário (marcação do tempo) - demarcação de posses de lugares - homenagem aos astros e aos fenômenos naturais - preocupação com a preservação da memória de antepassados através de túmulos - necessidade de novos abrigos Apesar de rudimentares, os monumentos megalíticos são considerados a primeira forma de arquitetura monumental realizada pelo homem.
As representações Neolíticas, comparando para as Paleolíticas, dão ideia de uma execução sistemática e menos realista, consciente, derivada de um maior desprendimento dos modelos naturais.
A pintura adquire um aspeto decorativo, e retrata cenas do quotidiano, onde a figura humana surge com frequência, ao contrário de nos períodos anteriores.
A forma que no paleolítico era naturalista, é agora simplificada e esquemática.
Stonehenge, Inglaterra
Dólmen da Barrosa
Vaso Antropoforme, Neolítico
Escultura Neolítica
http://picassomakesart.blogspot.pt/
http://picassomakesart.blogspot.pt/

http://mecortolaoreja.wordpress.com/2013/09/12/escultura-paleolitica-y-neolitica/

http://www.suapesquisa.com/prehistoria/imagens.htm

http://inventos-2.blogspot.pt/2007/10/esculturas.html

http://albertoconte2010.blogspot.pt/2010/04/imagens-do-homem-do-paleolitico.html

http://www.infoescola.com/pre-historia/periodo-mesolitico/

http://iescavaleri.com/my/index.php?section=14

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Lepenski_Vir_Head.JPG

http://es.tiching.com/paleolitico-y-mesolitico/recurso-educativo/77148

http://jchistoria.webnode.com.pt/historia-geral/pre-historia/divis%C3%A3o%20da%20pre-historia/neolitico-/
Escultura de Lepenski Vir
Ferramenta de caça, Mesolítico
Trabalho Elaborado por:
Bernardo Lobo Faria
Carolina Picoito Pinto
Fontes/Bibliografia
GOMBRICH, E. H. - A História da Arte. Lisboa : Ed. Público, 2005.

09/01/2014
Disciplina: História da Arte
Professor: Paulo Morais
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