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Apresentação do Livro Cazuza (Viriato Corrêa)

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by

Brunno Rodrigues

on 30 May 2013

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Transcript of Apresentação do Livro Cazuza (Viriato Corrêa)

CARACTERÍSTICAS GERAIS Coleção de crônicas
Obra Nacionalista
Moralista
Foco na formação do Brasil como nação


Linguagem coloquial "Romance de aprendizagem"

"Mas não imaginem que eu fosse um menino excepcional, desses meninos-prodígios, ajuizados e sisudos, que não riem, não brincam e não saltam, dando à gente impressão de que já nasceram velhos.
Pelo contrário. Eu era uma criança alegre, traquinas e estouvada, que vivia correndo pelo quintal e fazendo estripulias pela casa”

Cazuza (bem humorado, brejeiro, tropical) x Coração (os rigores invernais, seriedade) DIVISÃO DO LIVRO INFÂNCIA POVOADO (ESPAÇO RUDIMENTAR) "Animalização"
das
Personagens Convivência
com a
Natureza Primeiro Modelo de Escola/Professor “A sala feia, o ar de tristeza, o ar de prisão, a cara feroz do professor, os castigos pelas menores faltas e pelos menores descuidos...” “A escola não podia ser aquela coisa enfadonha, feia, triste, que metia medo às crianças. Não podia ter aquele aspecto de prisão, de cadeia. Escola deveria ser um lugar agradável, cheio de atrativos, de encantos, de beleza, de alegria, de tudo que recreasse e satisfizesse o espírito” Primeiro contato com a morte “nossa casa vivia apinhada de criaturas estranhas vindas de longe. Nossa casa vivia apinhada de criaturas estranhas vindas de longe” “parecia que ali as criaturas formavam uma só família”

“alto como um gigante, forte como um novilho” Valorização do
Trabalho e do
Trabalhador “Ontem à noite, quando brincavas de rei, disseste que não ias deixar de atender a um príncipe para atender a um trabalhador de enxada. Um trabalhador de enxada, meu filho, é maior que um príncipe, quando o príncipe vive na ociosidade (vadiagem). O homem só vale quando trabalha e o trabalho, seja ele qual for é digno e nobre desde que seja honesto.” SEGUNDA
INFÂNCIA (vila) Valorização do Esforço Um segundo modelo de escola / professor Afastamento da vida rural “Mostrava, sem querer, um grande entusiasmo pela posição de educadora (o uso da palavra educadora). Ensinava meninos porque isso constituía o prazer de sua vida” “dona Janoca tinha vindo da capital, onde aprendera a ensinar crianças.” “Você julga que vale muito porque é rico. Ninguém deve gabar-se de obra que não fez. Essa riqueza, de que você tem tanto orgulho, foi você quem a juntou com a sua inteligência, com o seu suor e com o seu esforço? Pensa você que Custódio lhe é inferior porque é pobre? pois é justamente a pobreza que lhe dá valor. Sendo paupérrimo, o custódio come mal, dorme mal e o tempo que deve empregar no estudo, emprega-o em serviços caseiros para ajudar os pais. A lição que ele traz. Você tem tempo e conforto. Custódio não tem nada, senão a vontade de aprender, o brio de cumprir o seu dever de estudante.” O espanto de Cazuza com a vida dinâmica E veloz da capital São Luís O Individualismo urbano O preconceito racial Nacionalismo intensificado nos capítulos “Que é Patria” e “Que é o Brasil” O negro na Sociedade ADOLESCÊNCIA (CIDADE) “Senti-me sozinho, desamparado, no meio da multidão que fervia nas salas.” “O Brasil deve ter pelo negro uma grande afeição e um grande carinho. Porque, se o Brasil é o que é, muita e muita coisa deve ao negro. Para esse progresso que aí está, o negro concorreu com o suor de seu rosto, com o trabalho de seu braço, com a bondade de seu coração e com o sacrifício de sua liberdade.” “O Jaime vivia adulado. Inspetores, vigilantes, contínuos e serventes, todos lhe queriam ser agradáveis, como se ali estivesse unicamente para lhe prestar homenagens. (…) Com Floriano era o contrário. Esqueciam tudo de bom que ele fazia. Aquela gente não podia admitir que o filho de uma pobre preta engomadeira estivesse acima de um menino rico, filho da mais rica família da cidade” “Brasil é obra de seus construtores (…) é o trabalho dos jesuítas, transformando antropófagos em seres humanos (…) é a coragem dos defensores de seu solo (…) é obra dos bandeirantes (…) é do café que engrandeceu São Paulo (…) sua indústria pastoril (…) é a inconfidência mineira."
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