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Minicurso - Agressividade e Violências na Escola (UFTM)

Roteiro do minicurso realizado da UFTM nos dias 29 e 30/05/2014
by

Fernanda T. Márques

on 7 April 2015

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Transcript of Minicurso - Agressividade e Violências na Escola (UFTM)

AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIAS NA ESCOLA
Fernanda Telles Márques - UNIUBE
Winnicott
MINICURSO - CONTEÚDO/PLANEJAMENTO:

1. O que é Violência (e o que não é Violência)
2. Sobre o imaginário da Violência
3. Violência da Escola/Violências contra a Escola

4. Violências na Escola: simbólica, psicológica, concreta
5. A questão da prevenção
6. Do enfrentamento à redução de danos

Observatório da Violência Escolar - OBEDUC/Capes
29/05
30/05
Revisões conceituais: do concreto ao simbólico
Estigmatização e Estereótipos de agressores e vítimas
o poder em perspectiva Foucaultiana
Bullying/Cyberbullyng e Mobbing
Agressividade X Violência - (releituras em Freud e Winnicott)
Conduta que envolve o
uso ilegítimo da força
:
- Contra a vontade, a espontaneidade e a liberdade de alguém;
- Contra algo socialmente valorizado e considerado como justo;
- Contra um direito positivado. (CHAUÍ, 1999)
“Imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis” (OMS)‏
"ação que extrapola a relação de poder, uma vez que seu polo ativo já não mais reconhece no polo passivo um sujeito". (FOUCAULT, 1995)
“pacote de conhecimentos sobre traços de personalidade ou atributos físicos que creditamos serem verdadeiros para toda uma classe de pessoas”. (ATKINSON e HILGARD, 1983)
"uso da agressividade para dirigir comportamentos hostis a algo ou alguém que, ao menos simbolicamente, se deseja destruir ou nulificar" (COSTA, 1995)
Agressividade - reação da criança àquilo que a frustra, fonte de energia a serviço do “estabelecimento de uma distinção entre o que é e o que não é o Eu” (WINNICOTT, 1987, p.98).
privação

de-privação
necessária ao processo de construção da subjetividade
“ação direta ou indireta, que fere pessoas ou destrói bens”.

conceito tradicional
aquilo que não tem intenção destrutiva
a
tendência antissocial
não constitui em patologia, podendo ser encontrada tanto em indivíduos psicóticos, quanto em neuróticos ou saudáveis.
nem todo evento disruptivo ocorrido na escola pode (e deve) ser tratado como conduta violenta
"Frente à sensação de abandono provocada pela de-privação, a criança toma para si a dura tarefa de lidar com o meio por conta própria, contando apenas com seus próprios e precários recursos psíquicos. É quando sua ação (agressiva), reveladora da busca por limites e por significação para seus atos, extrapola do lar para outros grupos de interação social primária e secundária, e, se também neles não for acolhida e significada, se expande destes para a comunidade e para a sociedade". (MÁRQUES, 2014)
Violência Dura/Concreta (CHESNAIS)
Violência Simbólica (BOURDIEU)
Violência Psicológica (ZALUAR)
atribuição de "marcas de evitação" (GOFFMAN)
O Jogo da Violência
da
/
contra a
escola
Violência da Escola
Modalidade de Violência Institucional (BLEGER)
Uso abusivo do poder /relações de poder simbólico
Violências contra a Escola
Ataques a objetos que simbolizam uma extensão da instituição escolar e/ou de seus agentes
Cultura e Humanização
interdição dos impulsos (impedimento da satisfação irrefreada do Eu)

VIOLÊNCIA - comportamento em que o Eu figura como sujeito moral/ O Outro como objeto/obstáculo para a satisfação do Eu
Ruptura do ciclo que depende de um trabalho de acolhimento e significação da agressividade da criança/adolescente
conceitos, memória e imaginação de um grupo de indivíduos pertencentes a uma comunidade específica.
Associação da violência a sujeitos/grupos que não ostentam atributos dos "sujeitos morais típicos" de nossa cultura (COSTA)
Todo e qualquer sistema de controle está apto a gerar uma resistência a ele mesmo (FOUCAULT)
Manifesta-se em ações/omissões nas quais o Outro não é considerado como sujeito moral
Ataques à
imagem
da escola e ao seu
significado
Estratégias a que a escola precisa recorrer
para garantir seu bom funcionamento?
Enfrentamento depende do reconhecimento da violência institucional (da escola)
BULLYING
VÍTIMA apresenta atributos (comportamentais, cognitivos, físicos, ou culturais) pouco comuns naquele meio escolar e desvalorizados naquela cultura infantojuvenil.
AGRESSOR(ES): representam uma minoria daquela coletividade ("bully" = valentão, "aluno-problema"). Apresentam atributos (cognitivos e comportamentais) desvalorizados pela cultura institucional.
Perfil opositor-desafiador: baixa autoestima, necessidade de autoafirmação. Agressividade como pedido de atenção.
MOBBING
VÍTIMA apresenta atributos (comportamentais, cognitivos, físicos, ou culturais) pouco comuns naquele meio escolar e desvalorizados naquela cultura infantojuvenil.
AGRESSORES representam a maioria da coletividade. Enquanto grupo, em termos comportamentais e cognitivos, não são considerados "alunos-problema".
Dissimulação como estratégia. Blindagem do grupo em relação ao diferente/Outro.
O termo BULLYING compreende, em geral, todas as formas de
atitudes agressivas
,
intencionais
e

repetidas
, que ocorrem
sem motivação evidente
, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder.
atos repetidos entre iguais (estudantes)
desequilíbrio de poder
CYBERBULLYING
Aplicativos para celular (Yik Yak, Secret) permitem o anonimato dos agressores, cujo perfil pode variar desde o bully da escola até colegas ou membros do grupo de amigos.
Caso Yik Yak (Califórnia, 2014)
Entrada do Secret no Brasil (04/2014)
http://techcrunch.com/2014/03/13/amid-vicious-bullying-threats-of-violence-anonymous-social-app-yik-yak-shuts-off-access-to-u-s-middle-high-school-students/
Estratégias para o combate ao Bullying - Premissas básicas:
Ampla divulgação do conceito;
Nomeação de guardiões ou tutores de turmas - professores responsáveis pela implantação e acompanhamento em cada uma das turmas;
Criação de equipes de alunos solidários que darão suporte aos professores;
Identificação de serviços públicos em que vítimas, testemunhas e agressores possam receber acolhida e acompanhamento psicológico;
Criação de um grupo de apoio mútuo na escola.
Exemplo: "Projeto Educar para a Paz", da pesquisadora Cléo Fante, que estimula os alunos a escreverem redações com os títulos “Minha Vida Escolar” e “Minha Vida Familiar”.
Bullying - a ação do "aluno problema"
Mobbing - a ação do "grupo padrão"
Dar "formas" àquilo que é inominável
Desenhos - narrativas tecidas por imagens
(tornar dizível o indizível)
Fonte: MÁRQUES, F.T. Projeto registrado no SISNEP sob o CAAE 16326713.1.0000.5145
Desenhe uma cena do seu dia a dia na escola
Desenhe uma cena do seu dia a dia na escola
Desenhe uma cena do seu dia a dia na escola
Desenhe como é
ser legal
e
não ser legal
na escola
Desenhe como é
ser legal
e
não ser legal
na escola
Fonte: MÁRQUES, F.T. Projeto registrado no SISNEP sob o CAAE 16326713.1.0000.5145
Fonte: MÁRQUES, F.T. Projeto registrado no SISNEP sob o CAAE 16326713.1.0000.5145
Fonte: MÁRQUES, F.T. Projeto registrado no SISNEP sob o CAAE 16326713.1.0000.5145
Fonte: MÁRQUES, F.T. Projeto registrado no SISNEP sob o CAAE 16326713.1.0000.5145
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